Números de ontem do TV TOTAL

Isabel Vilela_Juliana Silveira

País Visualizações
Sinal BrazilBrazil 762
Sinal Estados UnidosEstados Unidos 107
Sinal PortugalPortugal 9
Sinal MéxicoMéxico 4
Sinal MoçambiqueMoçambique 3
Sinal Russian FederationRussian Federation 2
Sinal JapanJapan 2
Sinal AustráliaAustrália 2
Sinal CanadáCanadá 1
Sinal IndiaIndia 1
Sinal GermanyGermany 1
Sinal ParaguayParaguay 1

Hulk lembra fiasco na Copa do Mundo e diz que a Seleção foi uma decepção

A campanha da Seleção Brasileira na Copa do Mundo ainda não saiu da cabeça de Hulk. Nesta quinta-feira, o jogador esteve em Campina Grande, sua terra natal, onde participou da doação da camisa 7 do Brasil ao Museu de Arte Popular da cidade. Ao final do evento, o atacante do Zenit falou sobre a campanha no Mundial e reconheceu que o time foi uma decepção.

A equipe de Felipão foi eliminada na semifinal do Mundial, ao sofrer uma sonora goleada por 7 a 1 para a Alemanha. Na disputa do terceiro lugar, o time brasileiro voltou a decepcionar ao ser derrotado pela Holanda por 3 a 0.

– Realmente foi uma decepção para nós. Principalmente porque jogávamos em nosso país, onde a torcida nos apoiou na busca do hexa. Infelizmente não fomos campeões, porque não fomos bem. Assumimos nossos erros. Mas eu posso dizer, também, que nem tudo foi perdas. Tivemos vitória também, com a conquista da Copa das Confederações aqui – comentou o atacante durante o evento.

Hulk fez questão de ressaltar que a contusão sofrida por Neymar na partida contra a Colômbia, que classificou a Seleção para a semifinal, abalou o grupo.

– A gente ficou triste pelo Neymar. O jogo estava caminhando para o final, quando ele acabou sofrendo aquela contusão.Todo mundo ficou triste. Isso certamente abalou o grupo para a partida seguinte contra a Alemanha. Mas, como disse anteriormente, não fomos campeões porque não merecemos – pontuou.

Sobre o futuro da Seleção, Hulk disse que espera estar novamente no grupo que vai tentar a classificação para a Copa de 2018, na Rússia, dessa vez através das Eliminatórias.

– Acredito que fiz o melhor pela Seleção. Por isso, espero ser lembrado por aqueles que vão formar a nova comissão técnica, para estar na Copa de 2018, na Rússia – finalizou.

 

GLOBO ESPORTE.COM

Em primeira mão: Questões da atualidade que vão cair fatalmente no ENEM; Confira

Confira as cinco questões, sobre temas da atualidade, que cairão no ENEM deste ano:

1- Em quantos minutos o Brasil tomou cinco gols da Alemanha?
A) 5 segundos
B) 5 minutos
C) 10 minutos
D) 30 minutos

2- A expressão “Prepara, que agora é hora…” indica que é hora de quê?
A) de tomar banho
B) do show das poderosas
C) de sair da Internet para estudar
D) de procurar o que fazer

3 – Quantas vezes Justin Bieber apareceu na sacada do hotel durante sua última visita ao Brasil?
A) Nenhuma
B) Uma vez
C) Cinco vezes
D) Ele ficou o tempo todo na sacada mostrando o dedo do meio para as fãs

4 – Quantos seguidores Valeska Popozuda tem nas redes sociais?
A) Eu e mais 2 milhões
B) Eu, meus amigos e mais 2 milhões
C) Tem mais que Anitta
D) 2 milhões de mentes não pensantes

5 – A frase “Tem que fazer gol, porque ganha o jogo quem faz mais gols” foi dita por…
A) Ronaldo o fenômeno
B) Joelma do Calypson
C) Luciana Gimenez
D) Pelé

G17

Dunga poderá assumir a seleção brasileira novamente para desespero da Rede Globo

O próximo treinador da Seleção pode ser um antigo conhecido. De acordo com a Revista Placar e Rádio Jovem Pan, Dunga, comandante entre 2006 e 2010, pode voltar ao cargo. A boa relação com Gilmar Rinaldi, anunciado nesta quinta-feira como novo coordenador de seleções da CBF, seria um dos motivos para isso.

Segundo a Jovem Pan, além do bom relacionamento com Gilmar, o estilo “linha dura” de Dunga, que durante a preparação para o Mundial da África do Sul ficou famoso pelas brigas para manter o grupo o mais concentrado possível, é outra característica prezada pela diretoria da CBF para o próximo treinador.

Dunga disputou 60 partidas à frente da Seleção, com 42 vitórias, 12 empates e apenas 6 derrotas. Foi campeão da Copa América de 2007 e da Copa das Confederações em 2009, porém caiu nas quartas de final da Copa do Mundo de 2010 em derrota de virada por 2 a 1 para a Holanda.

 

GLOBO ESPORTE.COM

Lukas Podolski: “Se eu soubesse que o Flamengo está na lanterna, não teria vestido a camisa”

Sai Flalemanha, entra Flalanterna (FOTO: Balotelli)

Sai Flalemanha, entra Flalanterna
(FOTO: Balotelli)

Uma vez Flamengo, sempre Flamengo. Contrariando o hino do Mengão, Podolski, que incorporou o espírito rubro negro durante a Copa, desistiu de ser flamenguista – se é que um dia foi mesmo. O astro alemão disse que nunca teria vestido a gloriosa camisa, que já foi vestida por cracks como Negueba, se soubesse que o clube carioca está na lanterna do Brasileirão.

“A gente tenta se inspirar e se aliar a grandes clubes, que possuem grandes times e craques renomados. Quando cheguei ao Brasil, uns moradores de rua falaram que o Flamengo era bom e eu acabei acreditando. Eu não sabia que o clube estava na lanterna do Brasileirão e se soubesse, nunca teria vestido a camisa. Poderia ter dado azar… foi por pouco”, disse.

gerente técnico da Alemanha, Diego Alemão, concordou com Podolski e comemorou o fato de a seleção alemão não ter jogado como o Flamengo: “Poderia ter acontecido de incorporarmos o futebol do Flamengo e nem passarmos da primeira fase, como eles fazem na Libertadores. Por sorte isso não aconteceu e deu tudo certo”, disse.

O Flamengo está tão bem que tem mais jogos (10) do que pontos (7).

 

Abel Braga: “Ser o 1° a perder do Corinthians no Itaquerão é pior que ser eliminado pelo Mazembe”

O Corinthians nunca havia vencido uma partida em casa, até surgir o poderoso Inter em seu caminho. A derrota humilhante do Colorado irritou o técnico Abel Braga, que disparou contra a equipe. Para reforçar o argumento de que jogo contra o Timão no Itaquerão não se perde, o comandante lembrou de um fato terrível da história do time gaúcho.

“O Corinthians nunca venceu em casa. São 104 anos sem vitória e a gente conseguiuperder para eles. Por isso, afirmo sem medo de errar: hoje é um dia negro na história do Inter e com certeza a humilhação dessa derrota é maior que a sentida quando o Inter perdeu do Mazembe”, disse.

O goleiro Cássio ameaçou sair quicando com a bunda no chão, mas foi contido pelos colegas. Segundo os companheiros de clube, o Inter já foi humilhado o suficiente com a derrota para o Coringão no Itaquerão e não seria necessário fazer mais nada para provocar.

Com o resultado, ficou provado que o Figueirense é maior que o Inter.

 

Olé do Brasil.com.br

Torcida do Grêmio responde ação de marketing, liga para o clube e pede para Barcos não jogar

Antes da partida diante do Goiás, na Arena, alguns jogadores do Grêmio ligaram para torcedores do clube, convocando os fanáticos para comparecer ao estádio e apoiar o time no retorno do Brasileirão. A ação deu certo e a equipe recebeu o apoio de 25 mil pagantes. Entretanto, a partida ficou no 0 a 0, com mais uma atuação terrível de Barcos, que saiu vaiado.

Por isso, os torcedores gremistas se organizaram e, em resposta à ação de marketing realizada pelo Grêmio, vão ligar para o clube solicitando que Barcos não compareça à próxima partida do Tricolor.

“Contra o Goiás, o Barcos novamente deu show… de gols perdidos. Não dá mais para aceitar isso. Por isso, vamos ligar para o clube e pedir para ele não jogar a próxima partida. O Grêmio já fez de tudo, deu todas as chances, mas agora não dá mais. Talvez assim possamos voltar a marcar gols”.

Depois das chegadas de Giuliano e Fernandinho, a torcida do Grêmio espera ansiosamente pelo terceiro reforço para o ataque, que seria a saída de Barcos.

 

Olé do Brasil.com.br

Grêmio ilumina traves e contrata orientador de direção para Barcos acertar o gol

barcos

Assistente de centroavante ao lado das traves iluminadas durante teste na Arena
(FOTO: Gladiador)

O centroavante Barcos simplesmente não para de perder gols. Na derrota do Grêmio para o São Paulo, o argentino teve ao menos duas chances claras de gols e cobrou um tiro de meta com bola rolando na área adversária. Contra o Sport, na última partida, nada diferente: os chutes do crack sempre mirava um torcedor na arquibancada.

Como está há 176 jogos sem marcar pelo Grêmio e nem o gol consegue acertar, Barcos ganhou o auxílio da tecnologia e de um novo profissional do futebol, inventado pelo pioneiro Grêmio. Quem explica como funcionará a novidade é o presidente, cantor e locutor, Fábio Koff.

“Primeiramente, vamos iluminar as traves em que o Grêmio estiver atacando, sempre que o Barcos for chutar. Teremos um  funcionário ligando e apagando as luzes durante o jogo. Além disso, contratamos um orientador de direção, que muitos estão chamando de assistente de centroavante, assim como tem nos aeroportos, para mostrar a direção certa do gol”, disse o animado Koff, que completou: “Se mesmo assim ele continuar errando o alvo, aí vamos desistir do jogador e partir para outra”, finalizou.

A torcida comemorou a tentativa da direção gremista, já que, apenas no Brasileirão, Barcos acertou boladas em 87 pessoas na arquibancada, deixando pelo menos 27 em estado grave.

 

Carbon tax is gone: Repeal bills pass the Senate

July 17, 2014 – 1:43PM

Lisa Cox

National political reporter

The Abbott government says it has not left Australia’s environmental policy in limbo with the repeal of the carbon tax and it will push ahead with “plan A” to convince the Senate to support its Direct Action policy.

But Prime Minister Tony Abbott and Environment Minister Greg Hunt have repeatedly refused to rule out a return to a price on carbon in the future, as Mr Abbott described his government as “conservationist”.

Prime Minister Tony Abbott and Environment Minister Greg Hunt address the media after the carbon tax repeal bill goes through the Senate on Thursday.

Prime Minister Tony Abbott and Environment Minister Greg Hunt address the media after the carbon tax repeal bill goes through the Senate on Thursday. Photo: Alex Ellinghausen

Australia on Thursday became the first country in the world to abolish a price on carbon, with the Senate passing the government’s repeal bills 39 votes to 32. After two weeks of negotiations, and several false starts, the Abbott government achieved its long-held ambition to axe the tax, to applause from government senators.

Speaking after the vote in the Senate, Mr Abbott rejoiced at the passage of the repeal bills, declaring “today the Parliament finally listened. Today the tax that you voted to get rid of is finally gone.”

Mr Abbott said he did not accept that with the carbon price now abolished, and legislation needed for Direct Action yet to pass the Senate, his government was leaving Australia without a mechanism to reduce greenhouse gas emissions.

Liberal Senator Ian Macdonald defends the Abbott government's repeal of the carbon tax.

Liberal Senator Ian Macdonald defends the Abbott government’s repeal of the carbon tax. Photo: Alex Ellinghausen

“We are a government which absolutely appreciates that we have only got one planet and we should pass it on to our children and grandchildren in at least as good shape as we found it,” he said.

“So we are a conservationist government and we will do what we think is the sensible thing to try to bring emissions down.”

Mr Abbott expressed confidence the government could still find support for its plan to pay polluters to reduce their emissions, despite a hostile reception from Labor, the Greens and crossbenchers to Direct Action.

Leader of the Opposition in the Senate, Senator Penny Wong, speaks on the Carbon Tax Repeal Bill.

Leader of the Opposition in the Senate, Senator Penny Wong, speaks on the Carbon Tax Repeal Bill. Photo: Alex Ellinghausen

“What we’ve seen over the last few days is that just because people will start off with a particular position doesn’t mean that they end up with the same position,” he said.

Mr Hunt said “we have a plan A and we’re sticking to plan A” and the government was not ready to contemplate other mechanisms for implementing Direct Action if it did not secure the necessary Senate numbers.

While Mr Abbott signalled an intention to run a scare campaign on Labor’s plan to push for an emissions trading scheme – declaring any price on carbon is a tax – he repeatedly refused to rule out a future price himself.

Greens leader Senator Christine Milne speaks on the Carbon Tax Repeal Bill before a vote.

Greens leader Senator Christine Milne speaks on the Carbon Tax Repeal Bill before a vote. Photo: Alex Ellinghausen

“Well, what I’m saying is that we’ve just scrapped the carbon tax, and (Opposition Leader) Bill Shorten is still committed to it,” he said.

“Whether it is a floating tax or fixed tax, it is still a tax, and Bill Shorten having said he will terminate the tax now says he will go to the next election saying, there will be a carbon tax under a government I lead’.”

Shorten says Labor will take ETS to next election

In an earlier press conference, Mr Shorten did not rule out Labor voting for Direct Action, despite describing the policy as an inefficient mechanism that gives “wads of taxpayer money to big polluters for little likely result”.

He reaffirmed Labor’s plan to campaign for an ETS, but said it was “early days” to be locking down what the scheme would look like.

“It’s early days for us to be announcing our election policies,” Mr Shorten said.

“On Monday I outlined the principles that Labor will apply in terms of developing an emissions trading scheme. We know that water levels are rising.

“We know that 13 of the last 14 years have been the hottest on record.

“We know that heat-trapping greenhouse gases are going to cause and are causing a problem for our environment, so we know that we need to be part of international best practice.”

Labor, Greens vote against repeal

Passage of the repeal legislation delivers the policy on which the government staked an election campaign, which ushered Prime Minister Tony Abbott to the head of his party, and which helped to kill the leadership of former prime minister Kevin Rudd and former opposition leader Malcolm Turnbull.

The Abbott government clinched its victory after a rocky two weeks trying to wrangle the new Senate and an unpredictable crossbench.

In the final vote on Thursday, the Palmer United senators, Motoring Enthusiast senator Ricky Muir, Family First senator Bob Day, Liberal Democrat David Leyonhjelm and Democratic Labour Party senator John Madigan voted with the government to repeal the bills, while Labor and the Greens voted against.

The Greens and Labor made impassioned statements against the repeal of the carbon tax before the vote.

Greens Leader Christine Milne condemned the government and crossbench senators for what would be “the legacy of their political career”.

As the Senate prepared to dump the tax, Senator Milne declared the vote was a “failure” that would see Australia become a global pariah as other countries marched towards pricing carbon and stronger action on climate change.

Labor senator Lisa Singh said that, with one vote, the nation had moved backwards and “Australia will today be a laughing stock to the rest of the world”.

But government senator Ian Macdonald stood to defend his colleagues, and voters who swept the Coalition into power and backed the carbon tax’s abolition.

He accused both Labor and the Greens of ”the ultimate hypocrisy”.

”It is the ultimate of hypocrisy for the Greens to say they know better than the Australian public,” Senator Macdonald said.

”It’s typical that the Greens think they know better than anyone.”

Bar some mild applause from government senators, there was little fanfare in the chamber once the bills were passed.

Thursday’s repeal also axed hundreds of millions of dollars in funding for the Australian Renewable Energy Agency, despite the Palmer United Party and Senator Muir signalling they will not vote for the agency’s abolition in a bill to be considered later this year.

Labor, the Greens and the crossbench will also use their numbers to save other major pieces of the Rudd-Gillard government’s environmental infrastructure, including the Climate Change Authority and the Clean Energy Finance Corporation.

Final vote ends chaotic fortnight

The vote ended a chaotic two weeks for the Abbott government, as it scrambled day by day to negotiate with an unruly crossbench.

The first sitting of the new Senate began last week with the government incorrectly assuming the repeal’s passage was assured the moment new senators took their places.

The Prime Minister’s office had even prepared its own celebration in anticipation of a speedy repeal last Wednesday afternoon.

But the government was repeatedly blindsided by crossbench senators, culminating in the Palmer United Party using its votes last Thursday to block the repeal and return it to the House of Representatives with new consumer protection amendments.

Source : The Sydney Morning Herald