Números do TV TOTAL nos últimos 7 dias

País Visualizações
Sinal BrazilBrazil 4.487
Sinal Estados UnidosEstados Unidos 381
Sinal MéxicoMéxico 110
Sinal PortugalPortugal 65
Sinal AustráliaAustrália 27
Sinal FranceFrance 22
Sinal EspanhaEspanha 19
Sinal United KingdomUnited Kingdom 13
Sinal New ZealandNew Zealand 9
Sinal MoçambiqueMoçambique 8
Sinal SuíçaSuíça 6
Sinal AfghanistanAfghanistan 6
Sinal GermanyGermany 6
Sinal MongoliaMongolia 5
Sinal IndiaIndia 5
Sinal JapanJapan 5
Sinal ItalyItaly 4
Sinal CanadáCanadá 4
Sinal ArgentinaArgentina 4
Sinal HolandaHolanda 3
Sinal IndonesiaIndonesia 2
Sinal ChileChile 2
Sinal VenezuelaVenezuela 2
Sinal SwedenSweden 2
Sinal Arábia SauditaArábia Saudita 2
Sinal AngolaAngola 2
Sinal BulgariaBulgaria 2
Sinal GreeceGreece 2
Sinal PolandPoland 2
Sinal PanamáPanamá 1
Sinal BarbadosBarbados 1
Sinal CroáciaCroácia 1
Sinal MalásiaMalásia 1
Sinal TurkeyTurkey 1
Sinal Korea, Republic ofRepública da Coreia 1
Sinal PeruPeru 1
Sinal ThailandThailand 1
Sinal Russian FederationRussian Federation 1
Sinal Porto RicoPorto Rico 1
Sinal DenmarkDenmark 1
Sinal PhilippinesPhilippines 1
Sinal BélgicaBélgica 1

How Brisbane stopped being a redneck wonderland

Brisbane

Twenty-eight years ago I landed in Brisbane on my first visit toAustralia from the UK.

Being from the British burn-till-you-tan tribe I loved the intense summer sunshine and the outdoor lifestyle. But I hated Brisbane’s provincial-town feel and pervading redneck mentality.

Back then, Brisbane was a city built in the image of Queensland’s premier, strident conservative Joh Bielke-Peterson. Peterson’s chief urban planning scheme lay in tearing down heritage buildings and replacing them with eyesores.

The staging of World Expo in 1988 was, however, the kick in the short pants it needed, spurring the redevelopment of the South Bank of the Brisbane River and sowing the seeds of a better-rounded city.

Shortly after, the advent of pavement dining brought new life to previously dingy inner city areas like Fortitude Valley, the city’s Chinatown, and West End, and the Brisbane riverside began opening up.

Eagle Street pier, with its waterside eateries, sprang up beside the CBD, and across the river on Southbank, the colossal, if defiantly ugly, Performing Arts Centre, Queensland Museum and Gallery of Modern Art transformed Brisbane into a city with a cultural heart.

Yet, by now a proud resident of Sydney I, like many Sydneysiders and not a few Melburnians (even as thousands streamed north for “the climate”), continued to cringe at Brissie’s lack of sophistication.

Visiting throughout the next two decades, I barely acknowledged its increasingly multicultural population, the improvement in its restaurants and nightlife or the way the Brisbane river was becoming a fulcrum for locals and visitors alike.

By the end of the 2000s, friends living there were espousing its virtues with more conviction.

At weekends, when not taking the ferry to gorgeous Stradbroke Island, they’d be out cycling along riverside bike paths and dining al fresco in Brisbane’s cluster of central villages.

Then came the floods of January 2011.  Built on a series of sinuous bends on the river, central Brisbane was inundated and state premier Anna Bligh shed tears on television.

Exactly two years later, floods threated Brisbane again, but this time there was less carnage.

Visiting shortly after to check out several lavish riverside eateries, including the new Pony bar and restaurant replacing a McDonald’s at Eagle Street Pier, I noted how far the city had come since the 1980s.

Returning recently to stay at the Gambaro, Brisbane’s first newly built hotel for seven years, on Caxton Street, in Petrie Terrace, I’m struck again by a modern city that ‘s become a viable alternative to our overcrowded southern capitals.

For a start it takes just fifteen minutes and two sets of lights to reach the hotel using the new Airport Link tunnelled motorway, another improvement in Brisbane’s infrastructure, opened in 2012.

Then, on arrival, I am bowled over by the fresh-faced greeting from the Gambaro staff.

Young General Manager Murray Rowbotham, lately of the excellent Emporium Hotel in Fortitude Valley, is chief among the greeters.

Rowbotham has worked his way through the hospitality ranks, having begun as a concierge, and brings vitality and vision to this newest ofBrisbane boutique hotels.

But all the staff compare favourably with those in a la mode properties in Sydney orMelbourne.

The luxury, four-floor Gambaro stands at the core of what was once an earthy inner-west precinct full of strip joints.  It builds on one family’s association with Brisbane going back sixty years, generations of Gambaros growing up sleeping in cots behind the deep-fryer in a fish and chop, opposite the hotel, and, later, amid the bustle of the city’s best-known seafood restaurant.

The Gambaro manages to be both futuristic, with all the latest technology including intelligent lighting and interactive televisions, and old-style homely, with warm furnishings and decor.

Dining across the road at the Gambaro’s Blackhide Steakhouse, there’s knowledgeable, urbane service from a French maître d’ and Spanish waiting staff, and I’m genuinely astonished when two of the famiglia, brothers John and Frank, arrive to greet every diner.

Later I have drinks at the New York-style Chelsea bar in the Barracks, a former city jail, on Caxton Street, and see a band at Lefties, once the Velvet Cigar gentlemen’s club.  This is Bohemian Brisbane to add to the multicultural, artistic, gourmet and refined Brisbane I’ve encountered previously.

By the end of my stay at the Gambaro, which some say reflects Brisbane’s rise from humble roots to hipster destination, I feel like the Queensland capital has finally shrugged off its redneck tendencies.

That it has lost its awkwardness and faux-confidence to become an accomplished and distinctive grown-up, no longer in thrall to its showier siblings.

In November, the staging of the G20 summit will confer international recognition on BrizVegas.

But whether it has become Australia’s third substantive metropolis simply to be returned to the dark old days by another aggressively right-wing premier remains to be seen.

The writer was a guest of the Gambaro Hotel and Tourism Queensland.

– FFX Aus

 

Encrenca estreia na RedeTV! com péssima audiência

O humorístico ocupou a sexta colocação no ranking do Ibope.

RedeTV! estreou neste domingo, 29/06, o humorístico Encrencaprograma semelhante ao Pânico, única atração do canal que – em meados de 2010 – chegou a abalar o ibope da Globo.

O novo programa apresentado por Tatola Godas, Dennys Motta, Angelo Campos, Ricadinho Mendonça e ex-BBB Fani Pacheco, segundo a prévia do Ibope, marcou apenas 0,7 (um ponto) de média e 1,5 de pico. Ocupou o sexto lugar no ranking do Ibope, atrás até da TV Cultura, que marcou 1,5 ponto.

Os números podem sofrer alterações para mais ou menos no consolidado. Um ponto equivale a 65 mil domicílios na Grande São Paulo.

O Planeta TV

Acréscimos: Mundial vira modelo contra a padronização do Brasileiro

Comissão de Arbitragem da CBF reconhece desafio de mudar comportamento de juízes no nacional. Copa já registrou partida com quase dez minutos de reposição .

Os torcedores brasileiros já estão acostumados a ver a plaquinha de acréscimos indicando um minuto (ou nada) para o primeiro tempo e três minutos (ou menos) para o segundo. Para eles, pode ser surpreendente ver na Copa do Mundo, realizada em solo nacional, tempos como cinco ou até seis minutos de acréscimos. O caso mais impressionante foi o de Gana 1 x 2 Estados Unidos, que teve 9m51 de acréscimos, somando-se os dois tempos.

A primeira fase do Mundial teve 27% mais de acréscimos do que as nove rodadas iniciais do Brasileirão: enquanto no nacional os tempos médios foram 1m24 no primeiro tempo e 3m09 no segundo, no torneio de seleções aumentam para 1m50 e 3m57, respectivamente. Não houve na Copa, por exemplo, um jogo – mesmo entre os que nada valiam ou tinham larga vantagem no placar – com um segundo tempo sem acréscimo ou com apenas um minuto (veja na tabela abaixo).

À medida que o tempo de acréscimo aumenta, as chances de bola na rede também crescem. A primeira fase do Mundial teve o mesmo número de gols marcados nos acréscimos (12) que o Brasileirão-2014, apesar de ter quase metade das partidas (48 contra 90). Ou seja, um a cada quatro jogos na Copa teve gol nos acréscimos – enquanto no nacional a média é de um a cada 7,5 jogos. (Veja no vídeo acima os gols marcados nos acréscimos no Mundial.)

Info TEMPO DE ACRÉSCIMO na Copa e no Brasileirão 5 (Foto: Infoesporte)

presidente da Comissão de Arbitragem da CBF, Sérgio Corrêa, reconhece que existe um padrão de acréscimos no futebol nacional, independentemente do que aconteça em campo. E diz que tentará mudar esse quadro quando o Brasileirão for retomado, a partir da décima rodada, em 16 de julho.

– Os árbitros brasileiros são orientados a dar o acréscimo necessário para a recuperação do tempo devido na partida. A gente tem observado uma padronização no tempo dos acréscimos: um a dois minutos no primeiro tempo e três a quatro minutos na segunda etapa. O árbitro não tem que copiar, inventar ou padronizar, mas, sim, recuperar o tempo que efetivamente foi perdido em cada partida. Os árbitros estão assistindo aos jogos da Copa e já foram orientados a evitar esta padronização, mas muitos ainda não estão cumprindo esta determinação. Vamos ver se após a Copa a gente consegue atingir este objetivo – comentou Sérgio Corrêa.

Uma circular foi emitida em fevereiro deste ano pela Comissão de Arbitragem com o objetivo de reforçar junto aos árbitros as principais orientações técnicas, disciplinares e administrativas doLivro de Regras. Uma delas trata exatamente do tempo de reposição, citando a padronização de um minuto para o primeiro tempo e três para o segundo (leia abaixo).

cbf reprodução questões disciplinares (Foto: Reprodução)
Circular da CBF pede para que árbitros não padronizem tempo de acréscimo

Outra estatística interessante da Copa é que apenas uma partida da fase de grupos (ou seja, 2% do total) não teve tempo de acréscimo na etapa inicial. Aconteceu em Costa Rica 0 x 0 Inglaterra. No Brasileiro, foram 14 partidas – 15% do total. Em alguns casos, mesmo a segunda etapa fica sem tempo de reposição.

Segundo o presidente da Comissão de Arbitragem da CBF, todos os árbitros conhecem a regra, mas ela não é aplicada ao pé da letra como deveria por causa das diferenças no processo de instrução das federações estaduais.

– É difícil mudar uma cultura, mas estamos avançando. Temos 27 estados e apenas 17 escolas de arbitragem. Foram várias décadas sem que os árbitros recebessem um treinamento, um aperfeiçoamento de forma regular. O que tinha antigamente era uma espécie de teleconferência anual, realizada na sede da Embratel, em que os árbitros de todo o país ficavam sabendo das inovações das regras e recebiam todas as orientações em cerca de duas horas. Para modificar este cenário, nos últimos seis anos investimos pesado na formação de instrutores e na capacitação dos árbitros, incluindo os aspectos físico e mental. Foram necessários vários anos para chegarmos a uma aproximação de critérios em todo o território nacional para num futuro breve chegarmos a uma uniformidade da arbitragem em todo o pais.

 

Dos 12 gols marcados nos acréscimos da Copa, três foram após o fim do tempo regulamentar da etapa inicial. E foram nove nos acréscimos da segunda etapa, alguns deles decisivos – como o de Seferovic (aos 47) na vitória da Suíça sobre o Equador; o do Messi (aos 46) na vitória da Argentina sobre o Irã; o de Samaras (aos 47), que garantiu a classificação da Grécia diante de Costa do Marfim; e o de Varela (aos 50), dando uma sobrevida para Portugal contra os Estados Unidos. Messi também fez nos acréscimos contra a Nigéria, só que na primeira etapa. Outro que marcou duas vezes nos acréscimos foi o colombiano James Rodriguez (contra Grécia e Japão).

No Brasileiro, dos 12 gols feitos após os 45 minutos regulamentares, quatro foram no primeiro tempo e oito no segundo .

Sergio Corrêa não acredita que os árbitros evitem dar minutos a mais temendo reações de jogadores ou torcedores caso saia um gol. O que ele nota é uma certa influência dos mais experientes sobre os mais jovens.

O que a gente percebe é que os árbitros mais novos tentam acompanhar os mais experientes, criando um acréscimo padrão, que não faz parte da nossa orientação
Sérgio Corrêa

– Não interfere em nada. O que a gente percebe é que os árbitros mais novos tentam acompanhar os mais experientes, criando um acréscimo padrão, que não faz parte da nossa orientação.

A partida que teve o maior tempo de acréscimo na primeira etapa durante a fase de grupos da Copa foi Gana 1 x 2 Estados Unidos (4m54). E o confronto com mais minutos acrescidos na segunda etapa foi Espanha 0 x 2 Chile (6m03).

No Brasileiro, o jogo que teve o acréscimo de maior duração na etapa inicial foi Sport 1 x 4Corinthians, com 4m09. No segundo tempo, a partida com mais tempo de acréscimo foi Palmeiras 0 x 2 Botafogo, com 5m03.

sergio correia cbf (Foto: André Durão )
Sérgio Corrêa reconhece que ainda existem distorções na instrução dos árbitros brasileiros (Foto: André Durão )
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Milhares de torcedores recebem o time do Chile na chegada a Santiago

Jogadores chilenos são recepcionados pela presidente Michelle Bachelet e saem em carreata pelas ruas da capital .

Medel e Michelle Bachelet (Foto: Reprodução Twitter)

Medel e Michelle Bachelet
(Foto: Reprodução Twitter)

Após a derrota nos pênaltis para o Brasil neste sábado, o time chileno preferiu voltar para casa somente neste domingo. Na chegada ao Aeroporto Arturo Merino Benitez, os jogadores do time de Jorge Sampaoli foram recebidos por milhares de torcedores que foram prestar seu apoio aos atletas.

Após sair em carreata por Santiago, o grupo foi ao Palácio de La Moneda, para uma reunião com a presidente Michelle Bachelet. O zagueiro Medel postou uma foto junto da chefe de estado.

– Esta sim é uma selfie. Com a presidente e todos os que vieram nos apoiar na Praça da Constituição – escreveu o jogador.

A delegação do Chile chegou à capital Santiago neste domingo, depois de cerca de três horas de viagem, em um voo que saiu com uma hora de atraso do Aeroporto Internacional de Confins, em Belo Horizonte.

Chile Michelle Bachelet (Foto: Reprodução/Twitter)
Todos os integrantes da delegação chilena posaram com a presidente Palácio de La Moneda (Foto: Reprodução/Twitter)

 

Chilenos posam para foto após chegada no país (Foto: Reprodução/Twitter)
Foto postada pelo goleiro reserva Toselli mostra rua cheia de torcedores ao fundo (Foto: Reprodução/Twitter)
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