Tim Cahill ready for underhanded World Cup tactics

June 12, 2014 – 6:47AM

Angela Habashy

Tim Cahill é o principal jogador da Austrália nesta Copa do Mundo (Foto: Henrique Montovanelli/Desportiva Ferroviária)

Socceroos striker Tim Cahill is expecting the Chileans to try and put him off his game with some underhanded tactics when they clash in their World Cup opener on Friday (Saturday AEST).

The Socceroos had their first partially closed training session on Wednesday since arriving to Brazil as they try to fine-tune their gameplan for their crucial first clash in Cuiaba, Brazil.

All 23 squad members have all been declared fit and were all at training on Wednesday with veteran playmaker Mark Bresciano, who has been battling a back complaint, a likely starter.

“The way Mark Bresciano has been training, I feel that he looks confident,” Cahill said.

“There’s 23 players that are ready to go and I’m hoping that Bresc is one of those.”

Cahill, Australia’s biggest threat up front, will start at the point of attack against Chile with Tommy Oar set to be on the left wing and Mathew Leckie on the right.

With Cahill’s aerial advantage, the veteran striker is prepared for a bit of rough and tumble play from the Chileans in the box.

“I know for a fact that they’ll have someone, or a few holding and shirt pulling and things like that to put me off my game. But that’s no different to what I’ve had in the past,” he said.

“It’s a competition where a little nudge can change the way you head a ball or the way you attack a ball or even defend a ball.

“So it will be no different to the way we’re going to be and for us we’re up for every single battle. We’re going to stand up and be counted.

“Hopefully the referees clamp down on it this campaign.”

Chile’s key midfielder Arturo Vidal is set to miss the clash with inflammation on his knee after having surgery last month.

The Juventus star was reported to have re-joined team training on Wednesday and appeared to be moving well.

Cahill said he wouldn’t be surprised if creating doubt about Vidal’s availability was just a tactical move from coach Jorge Sampaoli.

“It may be a tactical advantage for them, maybe he’ll show up on the day and play,” Cahill said.

“So for us we have to worry about ourselves. Vidal is a player that brings a lot to their team but at the same time, whoever steps in can do just as good a job as he can for Chile.”

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Source : The Sydney Morning Herald

Mark Bresciano analisa o Chile, compara com Croácia e elogia Brasil

Mark Bresciano considera que chilenos são rápidos, acredita que Socceroos poderiam ter tido resultado melhor contra os croatas e celebra disputar Copa no país do futebol .

Marco Bresciano Dejan Stankovic (Foto: Getty Images)

Mark Bresciano participa de sua terceira Copa do Mundo(Foto: Getty Images)

Com 34 anos, o meia Mark Bresciano é um dos pilares ofensivos da seleção da Austráliae um dos mais experientes do elenco comandado pelo técnico Ange Postecoglou para a Copa do Mundo 2014. A responsabilidade de conduzir o selecionado aussie em seu terceiro mundial o faz ter uma visão diferenciada do confronto contra os sul-americanos.

Em entrevista à Fox Sports, o meio-campista australiano revela alguns detalhes que conhece a respeito do time do Chile e conta como sua equipe está se preparando.

– Você pode ver individualmente que os jogadores chilenos são muito técnicos, muito rápidos e muito fortes. Nossa ideia é que eles vão estar tentando nos pressionar e agir rápido por muito tempo. Isso é algo que temos de estar conscientes e trabalhar nesta semana. É algo que eles são conhecidos por jogar dessa forma, e há certos aspectos do tipo de futebol deles que nós temos que nos aprimorar para defender.

Motivado para a partida contra o Chile, Bresciano faz uma pequena comparação de “La Roja” com a Croácia, último adversário aussie antes da estreia na Copa. Ter perdido somente por 1 a 0 dá esperanças para que a seleção australiana possa render bem no mundial. Além disso, “Bresch” elogia o Brasil, considerando o país como um celeiro de craques.

– São países que jogam diferente estilo de futebol e pensamos que o Chile vai sair para o jogo e nos pressionar, tentar colocar-nos sob a maior pressão possível. Mesmo assim, acredito que foi muito importante para nós, como jogadores, saber que contra uma nação muito forte como a Croácia, poderíamos ter conseguido um resultado melhor. Sabemos que isso construiu a nossa confiança, que é um importante fator, nestes momentos que antecedem o primeiro jogo da Copa do Mundo. Só de estar no Brasil estou muito feliz, pois é uma nação futebolística, e alguns dos melhores jogadores vieram do Brasil. Jogar aqui é algo especial e eu vim para um novo estágio agora, onde estou chegando com muito mais experiência.

Mark Bresciano gol Austrália (Foto: Getty Images)
Mark Bresciano é um dos jogadores mais importantes do elenco da Austrália para a Copa do Mundo (Foto: Getty Images)

 

A delegação aussie deixa o Espírito Santo nesta quinta-feira, saindo do aeroporto de Vitória às 11h. A previsão de chegada dos australianos em Cuiabá, local do jogo, é entre 12h45 e 13h. Está previsto um treino de reconhecimento do gramado da Arena Pantanal, às 19h30. Chile e Austrália se enfrentam na sexta-feira, às 19h, na estreia das duas equipes na Copa.

Socceroos na Copa do Mundo

A Austrália, que está hospedada em Vitória, capital do Espírito Santo, integra o Grupo B e irá abrir a sua participação na Copa do Mundo contra o Chile, no dia 13 de junho, na Arena Pantanal, em Cuiabá, no Mato Grosso. A seguir, os Socceroos vão encarar a Holanda, no estádio Beira-Rio, emPorto Alegre, no Rio Grande do Sul, em 18 de junho. E os australianos encerrarão a sua participação na primeira fase contra a atual campeã, a Espanha, em partida no dia 23, na Arena da Baixada, em Curitiba, no Paraná.

 

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Inglaterra já tem desculpa para uma possível derrota para a Itália amanhã em Manaus

Em reportagem, jornal “The Telegraph” questiona condições do campo, faltando três dias para a partida entre Inglaterra e Itália no estádio. Federação inglesa é política .

manaus gramado copa do mundo (Foto: AFP)

Imagens da Arena Amazônia causam preocupação na imprensa inglesa (Foto: AFP)

A preocupação da Inglaterra passou do clima de Manaus para o estado do gramado da Arena Amazônia. Uma reportagem do diário “The Telegraph” questionou se o estádio estará pronto para receber a partida entre o English Team e a Itália, no próximo sábado, na estreia das duas equipes na Copa do Mundo.

– Há receios acerca do gramado após imagens mostram sua condição ruim a apenas três dias do jogo da Inglaterra. A superfície de jogo está notadamente seca e cheia de areia, e particularmente sem grama perto de um dos gols, com grandes áreas de grama amarela – escreveu o jornal.

Membros do estafe da Inglaterra sempre deixaram claras suas ressalvas a atuar em Manaus – principalmente no que se refere à alta temperatura e à umidade. Sobre o campo, no entanto, o tom foi mais político, e a Federação Inglesa de Futebol (FA) minimizou o fato.

– Não temos muito a falar sobre isso. Representantes da federação estão sempre observando. Além disso, nós vamos treinar neste campo na sexta-feira e se for ruim, será para os dois times – afirmou Mark Whittle, chefe de comunicação da FA.

Em comunicado feito a todos os jornalistas na sala de imprensa da Escola de Educação Física do Exército, local do treino desta quarta-feira, a Federação Inglesa de Futebol também informou que a seleção não fará mais o treino programado para esta quinta-feira em Manaus. Após a viagem, no início da tarde, o grupo fará uma atividade física na academia do hotel onde ficarão hospedados na capital amazonense.

– Não houve qualquer problema. Apenas a comissão técnica decidiu mudar o planejamento, priorizando a recuperação dos jogadores antes da partida de sábado – explicou Whittle.

Em sua publicação, o “The Telegraph” destacou que o clima em Manaus torna mais complicada a tarefa de manter o gramado em boas condições.

– É considerado difícil manter um bom gramado por causa das extremas condições do clima. O gramado tem passado por um reparo de emergência nos últimos meses.

manaus gramado copa do mundo (Foto: AFP)
Gramado do estádio ainda passa por reparos de emergência (Foto: AFP)

 

 

Outra preocupação diz respeito à estrutura do estádio. O “The Telegraph” ressaltou o valor gasto para a construção da Arena Amazônia – R$ 605 milhões – e o contrastou com o que ainda falta ser feito pra completar a obra.

– O resto do estádio não está completamente finalizado, com fios de energia pendurados nas paredes dos vestiários, e trabalhadores ainda aplicando asfalto fora do estádio. Várias portas de segurança ainda precisam ser instaladas no estádio, onde um trabalhar morreu no ano passado após cair do teto – completou.

 

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Manifestações durante a Copa não preocupam governantes do Amazonas

Governador José Melo e o prefeito de Manaus, Arthur Neto,afirmam que protestos pacíficos são bem-vindos. Dois visitaram Arena da Amazônia nesta quarta-feira .

Na manhã desta quarta-feira o governador do Amazonas, José Melo, e o prefeito de Manaus, Arthur Neto, concederam a última coletiva de imprensa antes do inicio da Copa do Mundo. A três dias do primeiro jogo da capital amazonense, grande parte da conversa foi no âmbito político. Um dos destaques foi o debate sobre manifestações em dias de jogos.

Governador do AM e prefeito de Manaus (Foto: Isabella Pina)
Governador do AM, José Melo (esquerda), e prefeito de Manaus, Arthur Neto visitaram Arena (Foto: Isabella Pina)

 

Questionados sobre a preocupação com manifestações na cidade durante o mundial, ambos concordaram: “Se for pacífica, é bem-vinda”.

Arena da Amazônia manifestação (Foto: Isabella Pina)
Nesta quarta, operários da construção civil fizeram manifestação em frente a Arena. Mas não afetou nos preparativos (Foto: Isabella Pina)

– Manifestações são naturais. Todos têm o direito, Contanto que seja uma manifestação pacífica, ela sempre será bem-vinda. Distúrbios, no entanto, é o que não podemos aceitar. Acho que protestar também, de alguma forma, faz parte da Copa – definiu o prefeito Arthur, que teve a opinião compartilhada por Melo.

Nesta manhã, operários da construção civil de Manaus protestaram na frente da Arena da Amazônia. A manifestação, que reuniu cerca de 200 operários, não atrapalhou em nada o funcionamento da Arena ou de trabalho no entorno.

– São organizados e merecem respeito. Não sabia que estava tendo essa manifestação, mas como disse, se é pacífica, não tem porque impedir – comentou José Melo.

 

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Flight check: Sydney to Brisbane on Qantas

9:30 AM Thursday Jun 12, 2014

Eveline Harvey takes a domestic hop up Australia’s east coast aboard QF520.
The lunchtime flight from Sydney to Brisbane departed right on schedule and wasn't too crowded. Photo / Bloomberg

The lunchtime flight from Sydney to Brisbane departed right on schedule and wasn’t too crowded. Photo / Bloomberg

The plane: A Boeing 767-338.

Class: Business.

My seat: 2J – on the aisle, I see now, although my travelling companion didn’t protest when I mistakenly plopped myself into the window seat. Is there a type of dyscalculia that makes identifying the correct aeroplane seat a challenge? If so, I think I have it.

On time: We pulled back from the gate bang on schedule.

Fellow passengers: Mainly holidaymakers, either heading north for a break or returning home from vacations in Sydney or further afield. A handful of business travellers – although this wasn’t an ideal commuter flight as it left Sydney just after lunch – and a couple of travel journos.

How full: Not very. There were a couple of seats free in Business and the Economysection resembled a gap-toothed primary school student when I took a look back there.

Entertainment: I wasn’t expecting anything more than an in-flight magazine, so it was a pleasant surprise to find in my seat pocket an iPad that offered access to Qantas’ Q Streaming programmes. These are streamed to the iPads from a content server via an inflight wireless network, which connects automatically once the seatbelt signs have been turned off. Not essential on the short hop to Brissy, but very welcome on Australian domestic flights that last much longer, I’m sure.

Steward Peter explained that the iPads, which had been available in-flight for about 12 months, were a stopgap measure until seat back-mounted electronic screens like those on Qantas’ international flights are installed. There was an option to attach the tablet to the back of the seat in front by threading its cover behind a strip of fabric. It was a bit fiddly, but did the trick.

Browsing through the viewing options, I settled on the first of a two-part series on Charles Darwin’s rival in the matter of evolutionary theory, Alfred Russel Wallace. Part biographical depiction, part nature doco, it was brilliantly presented by comedian Bill Bailey, who ventured into Wallace’s former stomping ground of Borneo and – on trying the notoriously putrid-smelling durian fruit – declared it tasted “like someone made a quiche and left it in a car for four days … delicious”.

The streaming froze three times during the flight, but only for a split second each time, so it didn’t really affect the viewing experience. My only complaint is that I didn’t quite have enough time to watch the whole 50-minute programme as Q Streaming is turned off again before descent.

The service: Very friendly and attentive without being overbearing.

Food and drink: We were offered a glass of bubbles before take-off and I was tempted but, having been up since 3am to make my preceding flight from Aucklandand with the prospect of a rental car to pick up in Brisbane, I settled for water. Lunch consisted of a cheese box, followed by a deliciously-fresh poached chicken salad with ranch dressing and a slice of sourdough bread.

Toilets: I didn’t feel the urge on this short flight but the rest rooms at Qantas’ domestic business lounge in Sydney were shipshape.

Luggage: In Business, you’re allowed two pieces of up to 32kg as checked luggage but my upgrade wasn’t guaranteed so my single hold bag was lighter than the 23kg limit for Economy passengers. On board, I had my handbag and laptop, which were stowed easily under the seat in front of me for take-off and landing.

The airport experience: Couldn’t be faulted. I had not been looking forward to rechecking the luggage from my Auckland-Sydney flight for the domestic leg, but it was only a short, covered walk to the baggage drop area and security screening took place then and there before we were taken by bus to the domestic terminal, meaning we had nothing to do but relax and wait for our boarding call. A window seat in the business lounge afforded both plane- and celeb-spotting opportunities (Manu Feildel of My Kitchen Rules, if you must know), the coffee was hot and strong and free. WiFi was available, though I chose to read a book.

Would I fly this again: In a heartbeat.

Eveline Harvey travelled courtesy of Qantas.

 

Source : The New Zealand Herald

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