Após polêmica de Sheherazade, audiência do SBT Brasil dispara

Por PAULO PACHECO, em 04/06/2014 · Atualizado às 15h00

A audiência do SBT Brasil cresceu 68% desde fevereiro, após Rachel Sheherazade ter virado notícia por dizer que compreende “justiceiros” terem torturado um suposto assaltante. Em janeiro, o telejornal registrou 3,8 pontos. No mês seguinte, com a opinião polêmica, saltou para 5,1. Em maio, fechou com 6,4, melhor desempenho desde novembro de 2005.

Em um ano, o telejornal do SBT ganhou um de cada três telespectadores. No mês passado, teve média de 6,4 pontos, contra 4,9 em maio de 2013, um crescimento de 31%. Distanciou-se da Band, mas continua atrás da Record. Nesta terça, registrou 7,4 pontos, contra 10,9 do Cidade Alerta. Cada ponto equivale a 65 mil domicílios na Grande São Paulo.

Nas últimas duas semanas, Sheherazade dividiu a bancada com Carlos Nascimento, de volta ao ar após sete meses afastado para tratar um câncer. Ele cobriu as férias de Joseval Peixoto, que retornou na última segunda (2).

Declaração polêmica

No dia 4 de fevereiro, Rachel Sheherazade justificou no SBT Brasil a atitude de um grupo que tinha deixado um jovem de 16 anos, acusado de roubo, preso nu a um poste no Rio de Janeiro. Na ocasião, a jornaista aconselhou a quem defendia o suposto assaltante: “Adota um bandido”.

A opinião de Sheherazade chocou entidades defensoras dos direitos humanos e partidos políticos, que acusaram a jornalista de fazer apologia à violência e exigiram a saída dela do telejornal. Dois dias depois, ela explicou no ar que condena a violência e a “justiça com as próprias mãos”.

Mesmo após o esclarecimento, Sheherazade continuou sendo alvo de críticas e pressão do governo federal, que investe cerca de R$ 150 milhões em publicidade por ano no SBT. Integrantes do governo revelaram desconforto pelas opiniões da âncora ao diretor de jornalismo da emissora, Marcelo Parada.

Em abril, o SBT proibiu os jornalistas de emitirem opinião nos telejornais da casa. A regra, na prática, serviu para calar Sheherazade. Sem os comentários, o SBT Brasil continuou em ascensão. Naquele mês, o telejornal cravou 6,0 pontos de média.

Insatisfeita, Rachel Sheherazade quase trocou o SBT pela Band, mas preferiu renovar com Silvio Santos por mais quatro anos em troca de um bom aumento e da liberdade para voltar a comentar no telejornal. O retorno será aos poucos, durante a Copa do Mundo, quando os holofotes estarão voltados para o campeonato de futebol.

Consolidados GRANDE SP 03.06.2014

RESUMO: A goleada da seleção brasileira contra o Panamá, nesta terça (4), teve mais audiência na Globo do que a novela das seis, Meu Pedacinho de Chão. O jogo registrou 21,8 pontos na Grande São Paulo. A trama de Benedito Ruy Barbosa marcou 20,3. Impulsionado pelo futebol, Malhação teve o melhor desempenho do ano, 19,4. À noite,Jornal da Globo perdeu para o SBT

Por REDAÇÃO, em 04/06/2014 · Atualizado às 13h00

3 JUNHO 2014

 

Média do dia (6h/5h59): 12,0

 

Globo Rural: 3,7

Bom Dia São Paulo: 6,2

Bom Dia Brasil: 7,5

Mais Você: 6,3

Bem Estar: 5,3

Encontro: 6,2

SP TV 1a Edição: 9,9

Globo Esporte: 11,4

Jornal Hoje: 11,9

Video Show: 10,0

Caras & Bocas: 12,0

Amistoso da Seleção Brasileira: 21,8

Malhação: 19,4

Meu Pedacinho de Chão: 20,3

SP TV 2a Edição: 22,8

Geração Brasil: 21,9

Jornal Nacional: 25,5

Em Família: 30,5

Tapas e Beijos: 20,8

Pé na Cova: 13,4

Profissão Repórter: 9,9

Jornal da Globo: 5,5

Programa do Jô: 3,4

 

Média do dia (6h/5h59): 5,0

 

Balanço Geral: 3,4

SP no Ar: 5,8

Fala Brasil: 6,4

Hoje em Dia: 4,6

Balanço Geral SP: 6,2

Programa da Tarde: 5,2

Cidade Alerta: 9,8

Jornal da Record: 8,4

Vitória: 7,8

Aprendiz Celebridades: 5,8

Grimm: 3,8

Engana-me se Puder: 2,7

Igreja Universal do Reino de Deus: 0,5

 

Média do dia (6h/5h59): 5,2

 

Jornal do SBT Manhã: 3,7

Bom Dia e Cia.: 4,4

Um Maluco no Pedaço: 6,0

Eu, a Patroa e as Crianças: 6,3

Casos de Família: 5,4

Café com Aroma de Mulher: 4,5

Meu Pecado: 4,4

 

A Feia Mais Bela: 4,8

Meu Cunhado: 5,8

Chaves: 6,8

SBT Brasil: 7,4

Chiquititas: 13,5

Rebelde: 7,2

Programa do Ratinho: 7,1

Cine Espetacular: 7,2

The Noite: 4,8

Jornal do SBT Noite: 2,7

Okay Pessoal: 2,3

Média do dia (6h/5h59): 1,9

 

Café com Jornal: 1,0

Dia Dia: 1,1

Band Kids: 1,5

Jogo Aberto: 2,2

Os Donos da Bola: 3,1

Só Risos: 2,5

Sabe ou Não Sabe: 2,3

Brasil Urgente: 2,7

Jornal da Band: 3,6

Show da Fé: 1,4

Como Eu Conheci Sua Mãe: 2,1

O Mundo Segundo os Brasileiros: 2,6

A Liga: 3,2

Agora É Tarde: 2,1

Jornal da Noite: 1,2

 

Média do dia (6h/5h59): 0,8

 

Muito Show: 0,6

Você na TV: 1,6

Bola Dividida: 0,9

A Tarde É Sua: 1,3

Show da Fé: 0,8

Te Peguei: 1,5

Muito Show: 1,7

TV Fama: 2,2

Show da Fé: 1,1

Rede TV! News: 1,0

Luciana By Night: 1,6

Leitura Dinâmica: 1,1

Amaury Jr.: 0,7


Fonte: Emissoras

Cada ponto equivale a 65 mil domicílios na Grande SP


John Howard rebukes Tony Abbott over fairness

June 5, 2014

Michael Gordon

Political editor, The Age

Former prime minister John Howard has delivered a guarded rebuke to Tony Abbott, saying today’s politicians rely too heavily on slogans and declaring Australians will support change and reform so long as they are satisfied it is ”fundamentally fair”.

Describing politics today as less ideological than in his time, the country’s second longest-serving prime minister has observed: ”We sometimes lose the capacity to argue the case – we think that it sufficient that we utter slogans.”

Former Prime Minister Bob Hawke and Former Prime Minister John Howard.

Former prime minister Bob Hawke and former prime minister John Howard. Photo: Alex Ellinghausen

Although Mr Howard, 74, avoided any reference to Mr Abbott or the federal budget, his remarks were seized upon by Opposition Leader Bill Shorten. ”John Howard must be beside himself watching Tony Abbott botch his first budget like this,” he said.

Mr Howard also bemoaned the ”disease of factionalism” on both sides of politics and the trend towards politicians ”whose only life experience has been politics”.

The critique came after his predecessor, Bob Hawke, expressed alarm at the quality of debate in the national Parliament and proposed a compact on issues on which there was a broad consensus.

Bemoans the "disease of factionalism": Former Prime Minister John Howard.

Bemoans the “disease of factionalism”: former prime minister John Howard. Photo: Alex Ellinghausen

Mr Howard supported the concept, telling both major parties: ”If you’re worried about the influence of minor parties, one way of eliminating their influence is for the two major parties to get together on sensible change.”

Mr Hawke, 84, also had a warning for Labor, saying: ”You can’t expect, nor should you expect of the Australian public, their support to throw out an existing government and put you in unless you have done them the courtesy, and the country the service, of working out a coherent policy.”

Mr Hawke also remarked that, while the Abbott government was ”not travelling well” and could be beaten if an election were held now, he did not think this would last and predicted the ”the polls will change somewhat”.

Illustration: Matt Golding.

Illustration: Matt Golding.

The observations came during an extraordinary joint appearance by two of the nation’s most successful prime ministers to mark half a century of political debate at the National Press Club in Canberra.

Both were eloquent and diplomatic. Mr Hawke put their critiques in perspective by observing that ”most countries in the world will give their eye teeth to have the situation we have”.

Mr Hawke said he was disturbed at the current attitude of the Australian people to the Parliament and the democratic process, adding he thought Mr Howard shared his view. He proposed that Mr Abbott and Mr Shorten discuss how agreement could be reached on some issues so that legislation could pass without the need for partisan debate in the Parliament.

Mr Hawke, who held office from 1983 until 1991, also described the state of federal-state relations as a ”blight upon the optimum development of the country”, declaring he still adhered to the proposition that ”we’d be much better off without the states”.

Mr Howard, who was prime minister from 1996 until 2007, said the obligation was to make the federation work better.

”One thing I’ve learnt about politics, and I’m sure Bob’s experience would have been the same, Australians fundamentally don’t like zealots, fanatics – they get very suspicious of fanatics,” he said.

Both slogans and argument were important in politics, he added, observing ”we have sometimes lost the capacity to respect the ability of the Australian people to absorb a detailed argument”.

”They will respond to an argument for change and reform [but] they want two requirements. They want to be satisfied it’s in the national interest, because they have a deep sense of nationalism and patriotism. They also want to be satisfied it’s fundamentally fair.”

Mr Howard also reflected on ”the disease of factionalism”, saying while there was nothing wrong with people coalescing around common ideas, ”so many factions in political parties today are nothing more than preferment co-operatives”.

”The other trend that I think is regrettable, and I choose my words very carefully, and that is, that we have a growing number of people on both sides, all levels of politics, whose only life experience has been politics. ”Fundamentally, you end up with far too many people whose life’s experience has only been about political combat.”

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Source : The Sydney Morning Herald

James Akel divulga turnê que dois mágicos brasileiros farão por 15 países europeus

 

Imagine viajar por 15 países da Europa fazendo mágicas nos lugares mais deslumbrantes possíveis.

É isto que Emerson Ambrosio e Rodrigo Furtado, dois ilusionistas brasileiros vão fazer a partir da próxima semana.

Ambrosio embarca hoje com destino a Dublin onde se encontra com Furtado que já reside lá há 5 anos e será o protagonista da série de filmes que vão virar uma série na web e depois em TV aberta ou cabo.

Ambrosio fará o roteiro, direção e captação as imagens tudo na mais alta qualidade de som e imagem.

 

 

Escrito por jamesakel@uol.com.br às 17h09 no dia 04.06.2014

James Akel divulga pudim de uma loja chamada Forma de Pudim

 

Sempre que encontramos algo muito bom no mercado fazemos questão de passar aos leitores.

E esta semana o que foi encontrado foi uma loja de pudim.

Com nome de Forma de Pudim, esta loja localizada na Vila Nova Conceição vende os mais encantadores e incríveis pudins que já comi.

O pudim vem na própria forma e tem uma textura fascinante.

Vale cada real que se paga pelo prazer do pudim.

 

 

Escrito por jamesakel@uol.com.br às 17h08 no dia 04.06.2014

James Akel comenta declaração de Eduardo Paes

 

O prefeito do Rio Eduardo Paes disse a jornalistas estrangeiros que não queiram comparar o Brasil da Copa com Europa.

Parece até aquelas donas de casa que quando recebem visitas dizem “não reparem na bagunça”.

A diferença é que as casas das donas de casa estão em ordem e o Rio de Paes está uma baderna.


 Escrito por jamesakel@uol.com.br às 09h12 no dia 04.06.2014

James Akel comenta frase recente de Lula sobre o empresariado brasileiro

 

Lula teve a ousadia de declarar que o baixo PIB brasileiro é causado pelo péssimo humor do empresariado.

Lula, que nem sabe o que é trabalho produtivo, está com discurso de Fidel Castro.

Lula se acha o sucessor de Fidel e por isto acaba falando uma merda atrás da outra.

Imagina se algum empresário vai querer ter prejuízo por causa de humor próprio.

Nem importa qual é o presidente que está sentado no Planalto.

O desejo de todo empresário é ter lucro.

Mas contra uma política no mínimo estúpida da nova presidente Dilma, onde a produção é punida e o vandalismo protegido por Gilberto Carvalho, ajudante de desordem no Palácio, o PIB não pode subir.

O governo Dilma permite e ainda ajuda os movimentos de baderna pelo Brasil.

Deste jeito não dá pra se pensar em economia produtiva.

Dilma e sua turma tem raiva do empresariado desde os tempos em que ela era terrorista cubana, coisa que parece ainda ser.


 Escrito por jamesakel@uol.com.br às 09h11 no dia 04.06.2014

James Akel comenta a agressividade de internautas contra Patrícia Abravanel

Patrícia Abravanel

Já comentei bastante aqui sobre Patrícia Abravanel e suas fases boas ou ruins dentro do SBT.

Mas o que vi estes dias na web é algo inaceitável.

Muitos webnautas estão proferindo frases e palavras agressivas contra Patrícia por conta de sua participação no Máquina da Fama onde ela resolveu cantar também.

Patrícia é uma mulher que está apaixonada e está grávida.

Nesta época de gravidez a mulher tem mudanças físicas e psicológicas as mais diferentes.

Neste tempo não importa se ela canta bem ou não canta, não importa o que ela diz, pois está levada pela emoção de ser mãe.

Não se pode esperar que ela cante igual Ivete Sangalo que é uma excelente cantora.

Exatamente por isto os webnautas não tem o direito de criticar de maneira agressiva e irônica Patrícia Abravanel.

Patrícia está feliz com a gravidez e deve ser respeitada por isto.

O restante é bobagem de imbecil que não tem o que fazer.


 Escrito por jamesakel@uol.com.br às 09h11 no dia 06.06.2014

James Akel critica anúncio da novela Vitória que cutuca a Rede Globo

Primeiro vamos falar da atitude errada que foi o anúncio publicitário da novela Vitória.

Fizeram um anúncio provocando a TV Globo e a novela das 8.

Pra fazer um anúncio destes a TV Record precisaria ter um produto que fosse competitivo contra TV Globo.

Mas não.

A novela das 8 por pior que esteja dá mais de 20 de ibope.

A novela da TV Record dá 7.

Quando uma emissora vai lançar um produto tem que mostrar suas qualidades e esperar que o público retribua com ibope.

Fazer o que foi feito, além de ginasiano, é sem objetivo.


É o mesmo que um restaurante novo entrar no mercado falando mal de um restaurante de luxo existente.

Agora vamos falar do que a TV Record está deixando de fazer pra provocar da maneira certa a TV Globo.

A TV Record deveria contratar o assistente de palco Russo, que é o mais antigo assistente de palco do Brasil e colocar um anúncio nos jornais com a foto do Russo dizendo-“O padrão de qualidade da TV Globo agora está na TV Record.”

Isto seria uma publicidade bem feita.


 Escrito por jamesakel@uol.com.br às 09h10 no dia 04.06.2014