Números de ontem do TV TOTAL

Isabel Vilela_Juliana Silveira

País Visualizações
Sinal BrazilBrazil 735
Sinal Estados UnidosEstados Unidos 70
Sinal PortugalPortugal 13
Sinal JapanJapan 7
Sinal AustráliaAustrália 5
Sinal United KingdomUnited Kingdom 4
Sinal CanadáCanadá 3
Sinal New ZealandNew Zealand 3
Sinal IndiaIndia 2
Sinal EspanhaEspanha 2
Sinal ColombiaColombia 2
Sinal Arábia SauditaArábia Saudita 2

Rival do Brasil,Stephane Mbia garante: “Aprendemos com erros de 2010”

Rival do Brasil, Mbia garante: "Aprendemos com erros de 2010"

Aos 28 anos, Stéphane Mbia está a caminho de sua quarta Copa do Mundo da FIFA, o que faz dele um dos jogadores mais experientes da seleção camaronesa treinada por Volker Finke. Desde 2003, o volante do Sevilla defende as cores do país tanto nas categorias de base como na equipe principal, tendo acumulado experiências em mundiais sub-17, Olimpíadas e, enfim, no Mundial de 2010, na África do Sul 2010.

E, apesar de ter vivido intensamente cada evento, foi justamente o torneio africano que deixou nele as sensações mais amargas, as quais quer apagar definitivamente no Brasil 2014. “Não deixamos uma boa impressão na África do Sul ao perder os três jogos. Não havia um ambiente bom na equipe naquele tempo, mas desta vez é diferente, o clima é bom. Mais da metade dos jogadores convidados para a concentração pré-Copa na Áustria em maio já tinha jogado na África do Sul. Ficamos mais velhos, mais maduros e mais experientes”, garante.

No entanto, a imprensa veiculou notícias sobre certos problemas na concentração camaronesa – incluindo desavenças sobre o bicho que cada jogador receberá –, algo que Mbia admite. “É verdade que houve problemas, mas acho que eles podem acontecer em qualquer lugar. A questão do bicho foi uma vergonha, principalmente porque ela voltou a acontecer. Isso deveria ter sido resolvido antes de a concentração acontecer. Tratar dele depois é uma perda de tempo e energia, e não é o ideal para uma preparação tranquila”, observa, mostrando confiança de que a equipe chegará ao Brasil tendo finalizado todas as pendências. “Como disse, o clima é muito bom e tranquilo, e é diferente daquele que tínhamos há quatro anos na África do Sul”, insiste.

A diferença é Finke
Mbia acredita que sejam dois os motivos pelos quais o ambiente na seleção é tão melhor desta vez. “Aprendemos com nossos erros – esta é uma razão. A outra é nosso novo técnico, Volker Finke. Tivemos vários técnicos desde 2010 (Javier Clemente, Denis Lavigne e Jean-Paul Akono) e todos tinham seus méritos, mas o

professor

Finke enfatiza muito a noção de respeito em suas preleções. Precisamos respeitar nossos companheiros e seu trabalho. Todos respeitamos o processo de convocação, somos muito disciplinados, seguimos as instruções e trabalhamos duro”, garante.

Mbia, que foi campeão da Europa League nesta temporada pelo Sevilla, diz que Finke ganhou o respeito dos atletas. “Ele exige muito dos jogadores, mas também os protege. Ensinou muito para nós taticamente e é um técnico que quer que sua equipe seja habilidosa com a bola, que crie chances”, explica.

Camarões decepcionou no ataque ao longo das eliminatórias para o Brasil 2014, mostrando dificuldades em fazer gols, mas Mbia diz que os jogadores estão cientes disso. “É verdade que não marcamos muito, a não ser no jogo de volta com a Tunísia (Camarões derrotou a adversária em casa por 4 a 1 e se classificou para a Copa do Mundo). Ainda podemos melhorar nesse aspecto e temos os jogadores certos para isso. Acho que vai melhorar conforme trabalharmos mais taticamente. Mas em uma competição como a Copa do Mundo, é preciso ser eficiente. É pouco provável que você tenha muitas chances, então precisa aproveitar as que tem“, analisa.

Camarões fará sua sétima apresentação em Mundiais – um recorde para seleções africanas –, mas apenas passou da fase de grupos uma única vez. Foi em 1990, quando a equipe liderada por Roger Milla se tornou a primeira de seu continente a alcançar as quartas de final. Agora, os camaroneses caíram no mesmo Grupo A em que estão Brasil, Croácia e México, e Mbia acredita que o jogo de estreia contra os mexicanos no dia 13 de junho emNatal será o mais importante.

“Nossa meta é passar da fase de grupos. É importante não perder o primeiro jogo porque ele determina muitas coisas. O México é uma seleção muito boa, e seu estilo me lembra o da Espanha. É muito forte tecnicamente. Depois, enfrentaremos a Croácia, que tem o (Ivan)Rakitic e o (Luka) Modric. É uma das equipes que lutará pelo segundo lugar no grupo. Quanto ao Brasil, é o favorito, e não me incomoda que digam que terminará em primeiro. O Brasil é sempre favorito, principalmente quando joga em casa”, avalia.

 

FIFA.COM

Thiago Lacerda e Paulo Betti trocam farpas por causa de Aécio Neves

Thiago Lacerda e Paulo Betti trocam farpas por causa de Aécio Neves

Na noite desta terça-feira (03), os atores da Rede GloboPaulo Betti e Thiago Lacerda, trocaram algumas farpas no Facebook, por causa do candidato do PSDB a presidência da República, Aécio Neves.

Tudo começou quando Paulo Betti postou um comentário sobre uma reunião na casa de Luciano Huck, para angariar famosos que queiram apoiar Aécio: “Reunião de apoio a Aécio na casa de Luciano Huck e Angélica. Presentes Marcelo Adnet, Kaká, Andrucha Waddington, Fernanda Torres. Sem comentários… (risos)”.

No início, Thiago Lacerda curtiu a publicação, mas depois, vociferou: “Um colega de profissão fez uma lista de nomes de colegas de profissão que se reuniram na casa de colegas de profissão para ‘apoiar’ um determinado candidato de oposição. Me soou bastante irônico, haja visto que o tal dono da página é declaradamente da situação. E também pelo tom usado. Me senti bastante ofendido! Aliás, como me sinto nos tempos de hoje!! Esse soldados da situação… Patrulheiros vermelhos… Gente xiita, completamente cega e com um discurso enraizado na segunda metade do século passado, onde só existe Companheiro e Inimigo, onde só existe o mundo contra nós, onde só existe certo e errado, verdade absoluta e mentira…

Sem

nenhuma vergonha de mascarar o óbvio, cujo principal objetivo é propagandear a mesmice canalha que assalta o país”.

Ao reconhecer a crítica contra ele, Betti comentou a publicação: “Thiagão querido, o colega de profissão sou eu! Eu que escrevi esse comentário e coloquei (risos). Democracia é cada um expressar o que pensa e se expor publicamente apoiando e discutindo política, civilizadamente, sendo responsável! Não sei por que minha ironia chocou você… Achei engraçado reunião política na casa de Luciano Huck. Bem-vindo à disputa política! Sempre vai ter ironia, quando não tem briga e porrada, e às vezes perda de emprego e etc. A situação de hoje já foi oposição, e te garanto que é tão difícil ser oposição quanto ser situação. Abração!”.

Pouco depois, Thiago Lacerda se mostrou satisfeito com a resposta do colega: “Fico feliz que você tenha vindo aqui dessa maneira delicada e respeitosa! Você é sempre bem-vindo! Não precisamos concordar em tudo! Só não pode faltar respeito com o que está havendo aqui! Toda minha admiração! Não foi só pra você meu desabafo! Tem um pessoal por aí que precisa ler também! Sempre tem!”.

Thiago Lacerda é contratado fixo da Rede Globo e seu último trabalho na emissora foi em “Joia Rara”. Já Paulo Betti finaliza sua participação na atual temporada de “Malhação”, que se encerra próxima semana.

NaTelinha

Renato Maurício Prado volta a comenta Brasil 4 x 0 Panamá

O terceiro gol valeu o amistoso. O toque genial de Neymar, de calcanhar, e a conclusão de primeira de Hulk, com o lado externo do pé esquerdo, batendo “de três dedos”, como costumam dizer os jogadores, foi uma pintura. Um lance digno da nossa história. Típico do futebol arte que, infelizmente, anda sumido dos campos tupiniquins. Neymar e Hulk foram, aliás, os dois melhores jogadores em campo.

Dos pés do novo craque do Barcelona saíram, como de hábito, praticamente todas as jogadas efetivas do ataque do Brasil. Marcou o primeiro gol numa bela cobrança de falta e participou, com passes perfeitos, de dois outros (o de Hulk e o de William). Só não esteve presente no gol de Daniel Alves (uma bomba da entrada da área).

Se por um lado foi animador constatar que nosso melhor jogador está em grande forma técnica, apesar do tempo que foi obrigado a ficar parado, por causa de uma contusão, por outro reforçou-se a impressão (quase certeza) de que do seu desempenho dependerá a sorte da seleção brasileira nessa segunda Copa no país.

Que Neymar seja capaz de repetir, diante dos adversários mais fortes que enfrentaremos no Mundial, o farto arsenal de dribles, lençóis, bicicletas, cobranças de faltas, chutes, passes milimétricos etc exibido contra o frágil Panamá, em Goiânia.

A cada treino e a cada jogo, amistoso ou não, fica ainda mais claro que o Brasil de hoje em dia é Neymar e mais dez. E pra nossa sorte, ele joga muito!
Repeteco

Terminada a partida, jogadores e membros da comissão técnica do Panamá cercaram Neymar para tirar fotos com ele. A cena me lembrou uma outra, bem semelhante, que vi nas Olimpíadas de Atenas, quando os jogadores da seleção de vôlei do Japão fizeram o mesmo com Giba. Tomara que o resultado final da Copa seja o mesmo daqueles Jogos Olímpicos, quando o time de Bernardinho conquistou o ouro.

Apagados

Se Neymar e Hulk foram muito bem, Oscar e Fred jogaram muito mal. O meia armador praticamente não apreceu no amistoso e o centroavante, igualmente sumido, ainda desperdiçou uma ótima chance, cabeceando pessimamente uma bola cruzada na medida por Neymar. Como ambos têm bastante crédito, conquistado na Copa das Confederações, devem continuar no time titular, pelo menos até a estreia, contra a Croácia. Mas William, que entrou muito bem no amistoso, está pedindo passagem…

Espalmando o frango

E o Júlio César, hein? O que ia se tornando um frango, acabou virando uma grande defesa. Numa cabeçada relativamente fraca, o goleiro escorregou mas ainda assim conseguiu se recuperar a tempo de espalmar a córner, demonstrando uma agilidade impressionante e elogiável.

Renato Maurício Prado – O GLOBO – 04.06.2014

A história das Copas do Mundo na TV brasileira – parte 1

Confira novo artigo da coluna “Papo de Bola”

A história das Copas do Mundo na TV brasileira - parte 1

Copa do Mundo de 2014 será a décima segunda que o telespectador brasileiro assistirá ao vivo.

Tudo começou em 1970, o histórico tricampeonato do escrete canarinho no México. Um pool de emissoras foi formado por Globo, Tupi, Bandeirantes e Record. Locutores como Geraldo José de Almeida, Walter Abrahão, Fernando Solera e Oduvaldo Cozzi documentaram todos os passos de Pelé, Rivelino, Tostão, Gérson e cia. Até então, somente o rádio salvava. Desta vez, tínhamos imagens ao vivo desde o estrangeiro. Ainda imagens em preto e branco, mas eram ao vivo. Todos puderam festejar com as grandes atuações da equipe do Zagallo.


Anúncio original para a grande final da Copa de 1970

A primeira Copa transmitida a cores foi a de 1974. Desta vez a Globo fez uma cobertura própria, novamente com Geraldo José na titularidade, além de Luciano do Valle também narrar. Houve um novo pool, que era chamado de Sibratel (Sistema Brasileiro de Televisão). As componentes foram Bandeirantes, Record e Gazeta de São Paulo. Fernando Solera e Peirão de Castro eram os locutores. Sílvio Luiz fez seu último trabalho de repórter esportivo. Daqui do Brasil, Galvão Bueno estreava como comentarista. A Tupi também esteve na Alemanha Ocidental.

Em 1978, a América do Sul recebeu a competição, mais especificamente a Argentina. Foi a primeira Copa tanto de Luciano do Valle como titular, isso na Globo, quanto de Sílvio Luiz como narrador, aí pela Record.


Anúncio de 1978 da Bandeirantes

Também foi o último Mundial transmitido pela Tupi, com Walter Abrahão como seu titular. Pela Bandeirantes, que ainda tinha como principal Fernando Solera, pela primeira vez Galvão Bueno contou um Mundial diretamente do local.

A Copa de 1982 foi exclusiva da Globo pois só poderia adquiri-la as emissoras que transmitissem a Olimpíada de 1980. Como só ela mostrou aqueles Jogos de Moscou, apenas ela exibiu o futebol de dois anos depois direto da Espanha. Luciano do Valle se despediu da emissora ao narrar os jogos do Brasil e sua última jornada foi na final Itália x Alemanha. Galvão Bueno era o segundo narrador.


Record chamando o público para ouvir Silvio Luiz no rádio, em 1982

A Cultura de São Paulo, a TVE do Rio de Janeiro e suas afiliadas ajudaram a propagar o sinal da Globo para todo o território nacional através de parceria. Em São Paulo, a Record usou uma tática bolada por Rui Viotti para não deixar de fora Sílvio Luiz, que fazia grande sucesso nas transmissões de campeonatos paulistas e brasileiros: comprou os direitos em rádio e colocou Sílvio para narrar os jogos pelo AM 1000 e FM 89,7, mas como se transmitisse na televisão. A campanha foi um sucesso.

Em 1986, no México, foram cinco emissoras mostrando os jogos: Globo, com Osmar Santos como titular; Bandeirantes, pela primeira vez com Luciano do Valle; Manchete, estreando em Copas com Paulo Stein e Walter Abrahão em destaque; e o pool “Unidos Venceremos” de SBT e Record, liderado por Sílvio Luiz.


Em 1986, Silvio Santos era dono do SBT e da Record, e fez um pool entre
as duas para transmitir a Copa daquele ano

E da década de 90 em diante? Fica para depois do intervalo, o árbitro terminou o primeiro tempo. Nos vemos no artigo de amanhã.
Edu César é titular do site http://www.papodebola.com.br e está de volta ao NaTelinha para falar sobre a cobertura da Copa do Mundo pelas TVs.

 

NaTelinha

Repórter da Globo pede para jogador da Espanha chegar à final da Copa

Repórter da Globo pede para jogador da Espanha chegar à final da Copa

Repórter que irá cobrir os passos da Seleção da Espanha na Copa do Mundo, o jornalista Pedro Bassan, da Globo, protagonizou uma cena inusitada com o atacante Diego Costa.

Um vídeo foi postado pelo jornal espanhol “As”, e nele Bassan pede: “Cheguem à final”. Ao ver de quem era, o jogador brasileiro naturalizado espanhol riu. O repórter confessou que torcerá pela seleção: “Contamos com você, hein. Só faremos a final se vocês estiverem lá, e se você chegar lá”.

Diego duvidou do apoio de Bassan: “Ah, tá. “Ah, tá. E se a gente chegar na final com o Brasil?”, perguntou o jogador. A resposta foi um: “A nossa equipe é da Espanha”, dita pelo próprio repórter, rindo, que estava acompanhado de produtores de TV.

Bassan vai torcer para a Espanha superar o Grupo B, que tem Holanda, Chile e Austrália. Caso se classifique em segundo lugar e o Brasil em primeiro de seu grupo, a última campeã do Mundo pode pegar nosso país nas oitavas-de-final.

Além da Globo, Band na TV aberta e Fox Sports, Band Sports, ESPN Brasil e SporTV, na TV fechada, farão os jogos do Mundial, que começa daqui há alguns dias.

 

NaTelinha