Com boa média de gols nos últimos jogos, Bill comemora

Foram cinco gols marcados nas últimas cinco partidas

Para encarar o Sampaio Corrêa, Vozão terá desfalques na defesa

O técnico Sérgio Soares terá que efetuar mudanças na equipe

Ceará iniciou preparação para jogo do fim de semana

O grupo se prepara para o jogo da 9ª rodada da Série B

O que seria do futebol cearense sem o Ceará? Torcedores rivais respondem…

Fanáticos por Fortaleza, Ferroviário e Icasa comentam um futebol cearense sem o Alvinegro de Porangabuçu, que completa 100 anos no próximo dia 2 de junho .

Ceará Sporting Club

E lá se vão cem anos de história. Vários jogos memoráveis em competições nacionais. Já são 43 títulos estaduais. Muitos ídolos consagrados e tantas outras histórias desenhadas em Porangabuçu. No entanto, em meio a tantas glórias e até mesmo tristezas, já parou para imaginar o que seria do futebol cearense se o Ceará não existisse? Para responder a essa questão, o GloboEsporte.com/ce consultou três torcedores ilustres de Fortaleza, Ferroviário e Icasa, que dissertaram sobre a importância do adversário alvinegro no cenário do futebol cearense.
O cineasta Halder Gomes, louco pelo Leão do Pici, o ex-dirigente do Tubarão da Barra, Evandro Ferreira Gomes, e o escritor Alemberg Quindins, fanático pelo Verdão do Cariri, parabenizaram o Alvinegro de Porangabuçu pela comemoração do centenário. Confira abaixo.
01
FORTALEZA
Torcedor “doente” do Fortaleza, o cineasta Halder Gomes não esconde a admiração pelo principal rival, o centenário Ceará. Para o diretor, a paixão pelo Tricolor do Pici vai além até da empolgação que um espectador pode sentir ao acompanhar um jogo de Copa do Mundo ou os Jogos Olímpicos. Se o Ceará não existisse? Halder nem cogita a possibilidade.

– Eu não consigo ver essa possibilidade porque a paixão de ser torcedor do Fortaleza está também no Ceará. Nem Copa do Mundo, nem Olimpíadas. Não tem nada no futebol mais prazeroso do que o Fortaleza ganhar um clássico contra o Ceará. Para o torcedor do Ceará, também. Tenho aquela questão de ser um torcedor apaixonado pelo Fortaleza, mas eu tenho uma grande admiração pelo Ceará. Pela torcida, porque não tem como fugir isso. É aquele velho discurso de que não existe claro sem escuro – afirmou.

Um não existe sem o outro. Não há claro sem escuro, Yin sem Yang, muito menos Fortaleza sem Ceará. O tradicional Clássico-Rei não seria o mesmo sem as cores das duas equipes.

– Os dois times precisam um do outro pra existir, para manter essa paixão. A paixão de um não existe sem a rivalidade sadia do outro. Para você ser apaixonado pelo Fortaleza, pelo Ceará, a história do outro time em que fazer parte da sua. Eu, como torcedor do Fortaleza, vejo o Fortaleza como protagonista. Um torcedor do Ceará vê o Ceará como protagonista. O Ceará representa o nosso grande adversário. É um grande time que nos provoca tristeza, quando nos derrota, e que nos dá alegria quando e derrotado – explicou.
Halder Gomes, cineasta, cearense, torcedor, Fortaleza (Foto: Halder Gomes/Acervo Pessoal)
Até na Tailândia, a camisa do Fortaleza acompanha Halder Gomes (Foto: Halder Gomes/Acervo Pessoal)
As brincadeiras tiradas entre as torcidas rivais, para o cineasta torcedor do Fortaleza, são satisfatórias, quando sadias. A vontade de acompanhar um jogo do Tricolor supera qualquer outro certame capaz de se imaginar. O prazer em ser torcedor está justamente nas cores azul, vermelha e branca.

– Embora o Leão esteja na Terceira Divisão, ele é o único time que é capaz de me proporcionar esse prazer de ser torcedor. E o prazer maior é quando vence um clássico contra o Ceará. Já pensou se não existisse o Ceará? Com todo o respeito aos demais clubes, mas que alegria seria ganhar do Icasa? Do Ferrão? Não teria a mesma paixão. Também não seria a mesma tristeza, em caso de derrota. Não vejo como existir, na sua plenitude emotiva, um sem o outro – concluiu.
02
FERROVIÁRIO

Se o Clássico-Rei é o maior do estado, o Clássico das Cores, entre Fortaleza e Ferroviário, e o Clássico da Paz, entre Ferrão e Ceará, vêm logo em seguida na lista dos boleiros. Tido como a “terceira força” do futebol cearense durante muito tempo, a maré, hoje, não está para peixe, no Ferroviário, rebaixado para a Segundona do estadual, nesta edição do cearense. Evandro Ferreira Gomes, ex-dirigente do Tubarão da Barra e apaixonado pelo clube coral, é pontual ao responder a indagação do GloboEsporte.com/ce.

– Sem o Ceará, o Ferroviário seria a segunda força do futebol estadual – disse, entre risos.
Lançamento do almanaque do Ferroviário (Foto: Thaís Jorge)
Evandro autografa almanaque do Ferroviário em evento de lançamento (Foto: Thaís Jorge)
Para o torcedor, o ponto alto a ser elogiado no Alvinegro de Porangabuçu é o modelo de gestão adotado nos últimos anos.

– Acredito que se o Ceará não existisse, o futebol cearense não teria um dos principais pilares. O Ceará tem um modelo profissional de gestão. Lá (no Ceará), você raramente vê intrigas, aqueles vícios antigos do futebol, de fofocas, ruídos de comunicação. Hoje eles têm controle sobre a comunicação, gestão administrativa, financeira, questões ligadas ao direito esportivo e gestão profissional – completou.

Evandro ainda relembrou um dos maiores clássicos entre Ferroviário e Ceará. Em 1988, o Tubarão da Barra conquistaria o título estadual. No entanto, pelo caminho, estaria o Alvinegro de Porangabuçu. A memória não trai o ex-dirigente coral, que rememora o seu jogo inesquecível.

– Lembro do dia 21 de agosto de 1988. Ceará 5 x 1 Ferroviário. Na prorrogação, o Ferrão ganhou de 2 a 0 e, mais tarde, sagrou-se campeão cearense. Para eles pode não ser uma lembrança muito boa, mas para mim é o maior confronto da história entre as equipes. Porque o Ceará humilhou o Ferroviário no tempo normal, mas na prorrogação, eliminamos o Vovô e depois fomos campeões estaduais.
03
ICASA

Fora da Capital cearense, o Icasa aparece como o mais novo tradicional rival do Ceará. Companheiro de Série B, o Verdão do Cariri seria, hoje, sem o Vovô, o time cearense seria o único na Segunda Divisão, como bem lembra o escritor Alemberg Quindins, torcedor do alviverde caririense.

– Se não tivesse (Ceará), o Icasa seria o melhor do estado, hoje. E ah! Sobrariam mais títulos para o Icasa também – pontuou.
Alemberg Quindins, autor de ‘Icasa do Meu Coração’, e filho (Foto: Alemberg Quindins/Arquivo Pessoal)
De pai para filho: Alemberg Quindins escreveu até livro sobre o Icasa (Foto: Alemberg Quindins/Arquivo Pessoal)
Alemberg, que já escreveu até livro contando a história do Verdão do Cariri, vê o clube como o time mais constante e vencedor.

– O que eu acho legal do Ceará é o exemplo da constância. Foi um dos primeiros clubes e ainda está de pé. Dos clubes que existiam à época em que o Ceará foi criado, nenhum existe mais. Ele sai na frente, com isso. Isso é um exemplo pra os outros clubes. O que eu acho legal é isso. Hoje, o Ceará é o maior clube que existe no estado. A lição maior do centenário é justamente essa. Um clube que há cem anos começou sua história – declarou.

 

GLOBO ESPORTE .COM

Felipe Ximenes é o novo diretor de futebol do Flamengo

Apresentado em 17 de abril pelo Rubro-Negro baiano, dirigente deixa o cargo com pouco tempo de trabalho e deve ser anunciado como novo diretor executivo do Flamengo .

Felipe Ximenes; Vitória (Foto: Thiago Pereira)

Saída de Ximenes deve ser oficializada até esta quinta-feira (Foto: Thiago Pereira)

Durou 42 dias a passagem de Felipe Ximenes na direção de futebol do Vitória. O recém-chegado dirigente vai deixar o clube baiano, já que aceitou a proposta feita pelo Flamengo no início desta semana. A confirmação oficial do Leão da Barra sobre a saída do diretor deve ser feita após a partida desta noite, contra o Goiás, pela 8ª rodada do Brasileirão, ou na manhã desta quinta-feira.

Ximenes chegou ao Vitória em abril para substituir o demitido Raimundo Queiroz. Na sua gestão, o Vitória contratou além do técnico Jorginho, o zagueiro Alemão, o volante Josa e o meia Léo Costa. Essa é a segunda vez em 2014 que Ximenes tem uma passagem relâmpago por um clube. No começo do ano, ele foi demitido do Fluminense, após um mês e três dias de trabalho. Desta vez, o desligamento ocorre por vontade do executivo.

No Flamengo, Felipe Ximenes vai reeditar a parceria iniciada com Ney Franco no Coritiba, em 2010, e repetida no Vitória este ano. A dupla terá a parada do Campeonato Brasileiro para a Copado Mundo como período para ajustar o elenco do time e recuperar a campanha na competição.

Antes de conversar com Ximenes, o Flamengo também conversou com outros profissionais. Rodrigo Caetano, do Vasco, Anderson Barros, do Coritiba, e Alexandre Mattos, do Cruzeiro, estavam entre os cotados para o cargo, vago desde o dia 12 de maio, quando Paulo Pelaipe foi demitido junto com o técnico Jayme de Almeida.

O acordo alinhado com o Flamengo deve ser até o fim de 2015, quando termina o primeiro mandato da gestão do presidente Eduardo Bandeira de Mello. O mesmo período do vínculo assinado com o técnico Ney Franco.

Além das passagens por Coritiba, onde ficou mais de quatro anos, e Vitória, Ximenes trabalhou duas vezes no Fluminense. Uma no começo de sua carreira, entre 2008 e 2009, e outra em janeiro deste ano, que culminou em uma saída repentina depois de pouco mais de um mês. Também esteve no Atlético-MG entre 2007 e 2008.

Aos 46 anos, o diretor esteve para ser contratado pelo Flamengo no início da gestão de Eduardo Bandeira de Mello, mas acabou sendo preterido por Pelaipe. Em seu currículo, ele conta com um tetracampeonato paranaense, duas finais de Copa do Brasil e a Série B de 2010.

 

GLOBO ESPORTE .COM

Deputado goiano quer condecorar Rachel Sheherazade com medalha

Deputado goiano quer condecorar Rachel Sheherazade com medalha

Âncora do “SBT Brasil“, Rachel Sheherazade pode ser condecorada com uma medalha de méritolegislativo, no que depender de um deputado goiano.

Segundo o “Portal Imprensa”, o deputado estadual Major Araújo (PRP-GO) quer lhe dar uma medalha por ser um “símbolo da liberdade de imprensa“. Ele entrou com um requerimento nesta última terça (27) e o documento deve ser analisado ainda nesta semana.

Para receber a condecoração, Rachel tem que ser liberada pela direção de jornalismo do SBT. Ela já recebeu uma medalha parecida, mas no seu estado natal, a Paraíba.

Rachel, como se sabe, divide opiniões. Ontem, homossexuais a acusaram de homofobia. Tudo começou com uma conversa no último sábado (25), quando o pastor Silas Malafaia tuitou o seguinte: “Jean Wyllys ta com medo de perder a eleição para um pastor kkkkk cade o voto dos gay ,já q eles dizem q são tantos? Que vergonha!”.

 

No mesmo momento, a jornalista respondeu para o religioso, questionando a eleição do deputado Jean Wyllys, ex-BBB e ativista das causas homossexuais, dizendo que ele não representa ninguém: “Que eleição ele ganhou? Na ultima foi rebocado pelo partido. Entrou pela porta dos fundos da democracia. Não representa ninguém”.

Rapidamente, homossexuais detonaram Rachel pelo Twitter e Facebook, a chamando de homofóbica, por dizer que um deputado eleito pelo voto dos gays não representa ninguém.

Procurada pelo NaTelinha, Rachel Sheherazade preferiu não comentar sobre o assunto.

 

NaTelinha

Novela de emissora pública argentina termina com baixa audiência

Novela de emissora pública argentina termina com baixa audiência

Divulgação

Nesta última terça (27), foi ao ar pela TV Pública da Argentina o último capítulo da novela “Esa Mujer”, que prometia ser um grande sucesso do canal.

O desfecho marcou 1,3 pontos, conquistando apenas a penúltima colocação no Ibope.

A maior marca de audiência da novela foi na sua estreia, quando também foi mal com somente 2,5 pontos.

Já a pior média alcançada foram nos dias 28 de fevereiro e 28 de março, com mísero 0,7 no Ibope.

“Esa Mujer” foi uma comédia romântica protagonizada pelos atores Andrea Del Boca e Segundo Cernadas, onde o amor, a família, a identidade, a liberdade e a solidariedade são os valores para resgatar as trocas sociais em matéria de direitos durante os últimos anos na Argentina.

NaTelinha

Qantas, Emirates lead as Australia’s top international airlines

Qantas, Emirates lead as Australia's top international airlines

Qantas partner Emirates has surged ahead of Singapore Airlines to claim number two spot on the leaderboard of Australia’s most popular international airlines.

The Gulf carrier was previously parked in third place behind Singapore Airlines in 2012, based on the number of international passengers carried by each airline throughout the year as recorded by the Federal Government’s Bureau of Infrastructure, Transport and Regional Economics (BITRE).

But Emirates recorded a 16.7 percent increase in passengers during 2013 against SQ’s more modest 3.3 percent gain.

Qantas not only remains in the lead for 2013 with a 17 percent market share of international air travel, it notched up a small but welcome increase of 1.4 percent against the previous year.

Air New Zealand took out fourth place on the back of the evergreen trans-Tasman route, with a 2.8 percent uplift between 2012 and 2013 giving the Kiwi carrier a total 7.8 percent market share.

AirNZ partner Virgin Australia and Qantas’ low-cost offshoot Jetstar were duking it out for fifth place at 7.7 percent apiece, although both saw passenger numbers drop by an average of 1.6 percent on a year-on-year basis.

Cathay Pacific and Malaysia Airlines followed with 4.5 percent and 4.1 percent shares, respectively, with Air Asia X and Thai Airways closing out the top ten list.

Rank Airline 2013 2012 Change 2013 market share
1 Qantas 5,321,210 5,247,183 1.4% 17.0%
2 Emirates 2,920,711 2,502,341 16.7% 9.3%
3 Singapore Airlines 2,804,303 2,715,471 3.3% 8.9%
4 Air New Zealand 2,431,555 2,365,349 2.8% 7.8%
5 Virgin Australia 2,427,632 2,458,120 -1.2% 7.7%
6 Jetstar 2,400,380 2,444,998 -1.8% 7.7%
7 Cathay Pacific 1,421,156 1,437,491 -1.1% 4.5%
8 Malaysia Airlines 1,290,166 1,106,289 16.6% 4.1%
9 AirAsia X 1,073,422  818,720 31.1% 3.4%

10

Thai Airways 1,010,690 1,044,033 -3.2% 3.2%

Source: CAPA

But a static market share figure doesn’t tell the whole story, with several airlines recording exceptionally high growth which could put them in good shape for a boost in 2014.

While Etihad Airways finished 2013 at 12th position with 642,763 passengers and a 2.1 percent slice of the international travel pie, it enjoyed an 18.2 percent year-on-year increase.

With Perth-Abu Dhabi flights due to begin in July this year, and an Airbus A380 taking over one of the Etihad’s two Sydney-Abu Dhabi services in July 2015, Etihad looks set to break into the top ten chart.

“Etihad has a strong if contentious brand in Australia thanks to its strategic and equity partnership with Virgin Australia” suggests the number-crunchers at industry analyst firm CAPA. “Prior to that Etihad positioned itself strongly, for example branding one of Melbourne’s sport stadiums the Etihad Stadium.”

“But in terms of international passengers to and from Australia, Etihad is still a small player.

CAPA also notes that between Emirates, Etihad and Qatar, “Gulf carriers flew 11.5% of all international passengers to/from Australia”.

This means that at least one in ten Aussie travellers now count a Gulf city as either their destination or stop-over – and that’s without adding Qantas’ own flights to Dubai and London to the tally.

 

Source : Australian Business Traveller

James Akel divulga comédia de Ronaldo Ésper no teatro

Depois do sucesso da inauguração de sua nova Maison D’Esper, Ronaldo Ésper deve ser protagonista de uma peça de teatro.

Ronado vai fazer o papel de um presidente da República envolvido com a família e alguns políticos em jogadas financeiras.

A comédia de ato único será encenada a partir de setembro  na capital e com agenda de viagens.


Escrito por jamesakel@uol.com.br às 09h26 no dia 28.05.2014