Coluna Tom Barros 05.05.2014

 Ceará Sporting Club
Só faltou a torcida 
A vitória tricolor poderia ter sido mais confortável. Após os lances iniciais em que a confusa defesa tricolor permitiu perigosas conclusões de Chulapa e Diego Macedo, o Leão cresceu, fez 1 a 0 com Cametá e poderia ter ampliado com Romarinho. Levou para a fase final a vantagem mínima, 1 a 0, que não dá tranquilidade a ninguém. Na fase final, passou apreensões, até que o gol de Edinho (2 x 0), aos 20 minutos, serenou a situação, apesar do belo gol de Moisés no apagar das luzes. De lamentável apenas o estádio vazio. A torcida tricolor merecia ter divididocom os atletas a alegria de mais um triunfo.
Pela ordem
Os melhores do Leão foram, pela ordem, Tiago Cametá, Walfrido, Romarinho e Edinho. Não tenho dúvida de que, se continuarem assim, esses jovens valores levarão o Fortaleza ao seuobjetivo principal que é a subida para a Série B nacional em 2015.
O passe
Disse, há dias, que Magno Alves pode produzir mais e melhor. Não esteve bem contra o Náutico. Falta-lhe, parece, um parceiro ideal. Pelo menos entendo assim. O que o salvou no empate foi o passe genial que deu para Gil marcar o gol.
“Coração, vontade. Nós nos cobramos em campo com um a menos. E saímos ganhando um ponto. Foi superação”.
Ricardinho
Meia do Ceará, analisando a reação diante das desvantagens no jogo

Consolo

Verdade que o Ceará foi bravo diante do Náutico. Inferiorizado no placar (0 x 2) e com um jogador a menos, claro que a reação que o levou ao empate tem de ser reconhecida. Mas a produção ruim do primeiro tempo não pode ser esquecida.
Oportunidades
Não se concebe a perda de chances tão claras quanto as que tiveram Tadeu e Felipe Amorim. Série B não permite elevado erro nas conclusões. Incrível é que, no Icasa, Tadeu fazia gol de todo jeito, querendo e até sem querer a bola batia nele e entrava. Agora, tropeça. Deus, meu!
Zagueiro
Anderson precisa fazer uma autocrítica. Anda cometendo falhas que há algum tempo não cometia. No lance do pênalti em Careca, Anderson não conseguiu acompanhar o atacante do Náutico. Ficou para trás, tendo que fazer a falta. Antes não era assim.
Na bola
Sim, foi muito bem cobrada a falta que resultou no gol de Raí, do Náutico (0 x 1). Mas o goleiro Luis Carlos ter ficado paralisado, olhando a bola entrar, transmitiu a impressão de ter perdido o tempo de reação. Isso é ruim. Goleiro tem que ir em todas.
Tom Barros – Diário do Nordeste – Jogada – 05.05.2014

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