Números de ontem do TV TOTAL

Isabel Vilela_Juliana Silveira

País Visualizações
Sinal BrazilBrazil 852
Sinal Estados UnidosEstados Unidos 57
Sinal PortugalPortugal 30
Sinal GermanyGermany 10
Sinal SwitzerlandSwitzerland 9
Sinal AustráliaAustrália 7
Sinal JapanJapan 4
Sinal United KingdomUnited Kingdom 3
Sinal ChileChile 3
Sinal CanadáCanadá 2
Sinal Porto RicoPorto Rico 1
Sinal PeruPeru 1

Renato Maurício Prado comenta Flamengo 4 x 2 Palmeiras

Flamengo 4 x 2 Palmeiras

Duas vitórias e duas derrotas. Um saldo ruim para o futebol carioca, no final de semana. Principalmente porque um dos triunfos foi na Segunda Divisão, com o Vasco batendo o Atlético-GO, em São Januário (uma vez de portões fechados) por 3 a 0. O lateral Marlon foi o destaque, com dois gols – Douglas, de falta, marcou o outro. Uma grande atuação vascaína? Longe disso. Mas foi um resultado importante: a primeira vitória, em três rodadas, levando o Vasco à sétima posição na tabela.

Na primeira divisão, o Fluminense, que liderava, com 100% de aproveitamento, foi a maior decepção, ao ser surpreendentemente batido, em casa, pelo Vitória, por 2 a 1. A torcida encheu o Maracanã, com mais de 50 mil presentes, mas o time frustrou a expectativa geral por uma grande atuação . Até foi superior ao adversário, no primeiro tempo, mas não conseguiu marcar. E, após o intervalo, surpreendido com um gol de Marquinhos, num chute da entrada da área (que desviou em Fred), se desarticulou e acabou sofrendo o segundo (do mesmo jogador). Quando descontou, com Wagner, impedido, já era tarde.

Nos jogos de hoje, o Botafogo acabou derrotado pelo Bahia, na Fonte Nova, por 1 a 0, gol de Maxi Biancucchi: o novo ataque, formado por Emerson e Zeballos, desta vez, não funcionou: o paraguaio acabou substituído por Wallyson, e até o tanque Ferreyra foi acionado, no lugar de Daniel, mas nada adiantou. O resultado deixou o Glorioso na penúltima posição da tabela. A vitória, na próxima rodada, contra o Criciúma, no Maracanã, é fundamental para Wagner Mancini ter um mínimo de tranquilidade para trabalhar. Será Carlos Alberto capaz de melhorar o até agora inoperante meio-campo alvinegro?

O melhor resultado foi mesmo o do Flamengo, que saiu perdendo do Palmeiras por 1 a 0 e, depois, 2 a 1, mas conseguiu virar, no segundo tempo, vencendo por 4 a 2. Nos primeiros 45 minutos, o rubro-negro sentiu muito a falta de um armador de verdade. Jayme de Almeida iniciou a partida com Negueba (!!!) no meio e Nixon, Alecssandro e Paulinho, na frente. Não deu certo. Após o intervalo, com Lucas Mugni substituindo Nixon (e assumindo a função de armador), o time melhorou bastante e a vitória veio com dois gols de Alecssandro e um de Márcio Araújo (Paulinho marcara, na etapa inicial). Mugni participou ativamente de dois gols.

Ao que tudo indica, o argentino deverá ser o titular no Fla-Flu da próxima rodada. Resta saber se conseguirá repetir a boa atuação. Talento, ele tem, mas, de uma maneira geral, os rubro-negros que entram bem e são mantidos no time, na rodada seguinte, não vêm conseguem confirmar.

Renato Maurício Prado – O GLOBO – 05.05.2014

Coluna Tom Barros 05.05.2014

 Ceará Sporting Club
Só faltou a torcida 
A vitória tricolor poderia ter sido mais confortável. Após os lances iniciais em que a confusa defesa tricolor permitiu perigosas conclusões de Chulapa e Diego Macedo, o Leão cresceu, fez 1 a 0 com Cametá e poderia ter ampliado com Romarinho. Levou para a fase final a vantagem mínima, 1 a 0, que não dá tranquilidade a ninguém. Na fase final, passou apreensões, até que o gol de Edinho (2 x 0), aos 20 minutos, serenou a situação, apesar do belo gol de Moisés no apagar das luzes. De lamentável apenas o estádio vazio. A torcida tricolor merecia ter divididocom os atletas a alegria de mais um triunfo.
Pela ordem
Os melhores do Leão foram, pela ordem, Tiago Cametá, Walfrido, Romarinho e Edinho. Não tenho dúvida de que, se continuarem assim, esses jovens valores levarão o Fortaleza ao seuobjetivo principal que é a subida para a Série B nacional em 2015.
O passe
Disse, há dias, que Magno Alves pode produzir mais e melhor. Não esteve bem contra o Náutico. Falta-lhe, parece, um parceiro ideal. Pelo menos entendo assim. O que o salvou no empate foi o passe genial que deu para Gil marcar o gol.
“Coração, vontade. Nós nos cobramos em campo com um a menos. E saímos ganhando um ponto. Foi superação”.
Ricardinho
Meia do Ceará, analisando a reação diante das desvantagens no jogo

Consolo

Verdade que o Ceará foi bravo diante do Náutico. Inferiorizado no placar (0 x 2) e com um jogador a menos, claro que a reação que o levou ao empate tem de ser reconhecida. Mas a produção ruim do primeiro tempo não pode ser esquecida.
Oportunidades
Não se concebe a perda de chances tão claras quanto as que tiveram Tadeu e Felipe Amorim. Série B não permite elevado erro nas conclusões. Incrível é que, no Icasa, Tadeu fazia gol de todo jeito, querendo e até sem querer a bola batia nele e entrava. Agora, tropeça. Deus, meu!
Zagueiro
Anderson precisa fazer uma autocrítica. Anda cometendo falhas que há algum tempo não cometia. No lance do pênalti em Careca, Anderson não conseguiu acompanhar o atacante do Náutico. Ficou para trás, tendo que fazer a falta. Antes não era assim.
Na bola
Sim, foi muito bem cobrada a falta que resultou no gol de Raí, do Náutico (0 x 1). Mas o goleiro Luis Carlos ter ficado paralisado, olhando a bola entrar, transmitiu a impressão de ter perdido o tempo de reação. Isso é ruim. Goleiro tem que ir em todas.
Tom Barros – Diário do Nordeste – Jogada – 05.05.2014

Ante Covic cries foul as Western Sydney Wanderers keeper says decision cost his side dearly in grand final

May 5, 2014 – 12:46PM

Sports Writer

Ante Covic can't stop the Roar's equalising goal by Besart Berisha.

Ante Covic can’t stop the Roar’s equalising goal by Besart Berisha. Photo: Getty Images

An angry Ante Covic has called Football Federation Australia to use “neutral” referees in all matches after Western Sydney were denied what he believes was a foul leading up to Brisbane’s title-clinching goal.

Less than 12 hours after the A-League’s newest club lost their second consecutive A-League grand final, Covic slammed FFA for allowing the Brisbane-born whistleblower Peter Green, who is this season’s referee of the year, to adjudicate in Sunday night’s playoff.

While Covic stopped short of accusing Green of being biased, the Wanderers goalkeeper believes referees should not be allowed to officiate in matches involving teams from their home state.

A-League referee of the year, Peter Green, hands out a yellow card Adam D'Apuzzo.

A-League referee of the year, Peter Green, hands out a yellow card Adam D’Apuzzo. Photo: Getty Images

Covic’s frustration stems from a lopsided count for fouls (32-13) and yellow cards (6-0) which went against the Wanderers, and a foul he believes should have been awarded to Matthew Spiranovic before the Roar scored their second goal.

Spiranovic fell after being challenged from behind by Matt Smith as the pair contested a corner kick taken by Thomas Broich.

“Matty himself tells me he just about got whiplash going up for that ball,” Covic said on Monday morning.

The Wanderers failed to adequately clear the ball, allowing the Roar to mount another attack and kick the decisive goal.

“[I’m] frustrated by the second goal because I believe it was a foul on Spiro in the corner beforehand that should have been blown,” Covic said.

“There’s my other qualm, how a referee that’s born and raised in Brisbane can referee a game of that importance.

“That’s something that’s got to be looked at. Where that would happen in the world where you don’t have a neutral referee is beyond me?

“There’s other referees from different states. What would it have looked like if the referee was from western Sydney?

“I’m not saying [it was] a local decision but if it’s 50-50 decisions where are you going to sway?

“They played a good game without question but six yellow cards to zero? If the hit on Matt in the corner leading up to the goal happened in their goal mouth to their player I’d like to wonder what would have happened.

“I think the FFA has got to look into that. You got to have a neutral referee, as simple as that. Take out all the guesswork. I’m not saying that’s the only reason we got done but it’s a bitter pill to swallow when things can slide in a direction.”

Source :The Sydney Morning Herald

Wanderers’ Iacopo La Rocca takes little comfort from Marston Medal

May 5, 2014 – 11:27PM

Sebastian Hassett

Football reporter

Fire and ice: Wanderers midfielder Iacopo La Rocca was a thorn in the side for Brisbane, especially the combustible Besart Berisha.

Fire and ice: Wanderers midfielder Iacopo La Rocca was a thorn in the side for Brisbane, especially the combustible Besart Berisha. Photo: Getty-Images

He might have played the game of his life in the biggest game of the season but Western Sydney Wanderers midfielder Iacopo La Rocca says there’s no silver lining to Sunday’s grand final defeat.

La Rocca was instrumental in breaking up Brisbane’s dynamic midfield in the first hour of the season decider before slotting into defence to cover for the injured Nikolai Topor-Stanley.

However, with the Roar cancelling out Matthew Spiranovic’s opener through Besart Berisha, and then Henrique slotting home an extra-time winner, La Rocca was left to lament a second championship defeat in as many seasons. He said the pride in winning the Joe Marston Medal – jointly with Brisbane’s Thomas Broich – was all too fleeting.

Wanderers fans arrive prior to the 2014 A-League Grand Final match between the Brisbane Roar and the Western Sydney Wanderers at Suncorp Stadium.

A-League Grand Final: Brisbane Roar v Western Sydney Wanderers

Wanderers fans arrive prior to the 2014 A-League Grand Final match between the Brisbane Roar and the Western Sydney Wanderers at Suncorp Stadium. Photo: Getty Images

“Yes but I don’t care – we lost the game. It was important to win but we didn’t win, and congratulations to Brisbane Roar,” he said. “They did a very good season. We have to try and win next season.”

La Rocca continued to perform admirably after his mid-game positional switch, even though it coincided with the Roar’s two goals. The Italian has only ever played at the back a handful of times in his decade-long career.

“It was difficult but I played centre-back two years ago,” he said. “It was different, and we know that Nikolai is a very important player for us. But I had to do my job, and that’s what I did. If I have to play at central back, I play at central back.”

The Wanderers have no time to lick their wounds after a hectic 24 hours of travel following the grand final.

The demands of playing in the Asian Champions League are well documented but there will be few turnarounds as brutal as the one endured by the Wanderers this week.

The players went straight from Suncorp Stadium to Brisbane Airport, flying to Sydney and staying in an airport hotel on Sunday night. They then flew on an early morning flight to Tokyo, arriving in the evening. After that, they then transferred to another flight to Hiroshima for the first leg of their round of 16 clash.

However, La Rocca said competing in Asia against the J-League champions would be a comforting distraction.

“We lost the game and, no, we cannot do nothing. But now we have to change our minds and be ready for the next game against the Japanese team,” he said. “I know that it won’t be easy but we are a good team and we have to change our mind. I think we can do very good in the Asian Champions League.”

Topor-Stanley said he wasn’t sure how serious his injury was, with early reports indicating a medial ligament strain.

“It’s obviously a bit sore but the disappointment is far worse. We’ll reassess back in Sydney,” he said. “I don’t know [how bad it is]. I’ll have to get it scanned, and we’ll take it from there.”

The tall defender, who had the captain’s armband, said he desperately wanted to stay on the park with his team leading 1-0.

“I wanted to stay on but the physios ruled me out,” he said. “I couldn’t really do any lateral movements, and I probably would have been a burden to the boys. But what can you do.”

Even though he was angry enough at being substituted to throw his armband to the ground, Topor-Stanley reckoned his teammates were still in the right position to emerge triumphant.

“I thought the boys would go on and do it but it just wasn’t to be, and full credit to Brisbane,” he said. “They never gave up, they never lost belief or panicked. They’re a great side.”

Source :The Sydney Morning Herald

Classificação da Serie A do Campeonato Brasileiro após a terceira rodada

Pos Times Pts J V E D GP GC SG % M Classificação ou rebaixamento
1 São Paulo Corinthians 7 3 2 1 0 3 0 +3 78 Aumento2 Segunda fase da Copa Libertadores de 2015
2 Minas Gerais Cruzeiro 7 3 2 1 0 6 4 +2 78 Aumento2
3 Rio Grande do Sul Internacional 7 3 2 1 0 5 3 +2 78 Aumento1
4 Goiás Goiás 7 3 2 1 0 2 0 +2 78 Aumento4 Primeira fase da Copa Libertadores de 2015
5 Rio de Janeiro Fluminense 6 3 2 0 1 5 2 +3 67 Baixa4
6 Bahia Bahia 6 3 2 0 1 4 2 +2 67 Aumento3
7 São Paulo São Paulo 5 3 1 2 0 6 3 +3 55 Baixa5
8 Paraná Atlético Paranaense 4 3 1 1 1 5 5 0 44 Baixa4
9 Rio de Janeiro Flamengo 4 3 1 1 1 4 4 0 44 Aumento8
Pernambuco Sport 4 3 1 1 1 4 4 0 44 Baixa5
Bahia Vitória 4 3 1 1 1 4 4 0 44 Aumento5
12 Rio Grande do Sul Grêmio 4 3 1 1 1 2 2 0 44 Baixa2
13 Santa Catarina Criciúma 3 3 1 0 2 2 3 –1 33 Aumento6
14 São Paulo Palmeiras 3 3 1 0 2 4 6 –2 33 Baixa4
15 Paraná Coritiba 3 3 0 3 0 2 2 0 33 Baixa2
16 São Paulo Santos 3 3 0 3 0 1 1 0 33 Baixa4
17 Minas Gerais Atlético Mineiro 1 3 0 1 2 1 3 –2 11 Baixa2 Zona de rebaixamento à Série B de 2015
Santa Catarina Chapecoense 1 3 0 1 2 1 3 –2 11 Baixa2
19 Rio de Janeiro Botafogo 1 3 0 1 2 2 6 –4 11 Baixa1
20 Santa Catarina Figueirense 0 3 0 0 3 0 6 –6 0 Estável

Chapecoense 0 x 1 Corinthians

 0 x 1 

3ª RODADA
GUERRERO MARCA, CORINTHIANS VENCE A CHAPECOENSE E É LÍDER DO BRASILEIRÃO
A festa da torcida da Chapecoense na noite deste domingo, na Arena Condá, que recebia o Corinthians pela primeira vez, foi muito bonita. O jogo, não: faltou técnica e sobraram erros, desentendimentos e confusões entre os dois times. Mesmo assim, os alvinegros tiveram muito o que comemorar: a vitória por 1 a 0, com gol de Paolo Guerrero, no segundo tempo, colocou o Timão na liderança do Campeonato Brasileiro, com sete pontos. O clube volta ao posto 79 rodadas depois, já que a última vez havia sido no título do torneio de 2011. Enquanto isso, a recém-promovida Chape, com apenas dois pontos, está na zona de rebaixamento.

Pouca coisa de bom aconteceu durante os 90 minutos. O que mais chamou atenção foram os erros, as trocas de empurrões e discussões entre os adversários. O gol do Timão aconteceu em um dos raros lampejos do setor ofensivo e com uma dose de sorte. Contra a eficiente defesa do Corinthians, que chegou ao sétimo jogo seguido sem ser vazada, o ataque dos donos da casa também não conseguiu muita coisa nas poucas vezes que tentou.

As duas equipes voltam a campo no Brasileirão no próximo domingo, às 16h. O Timão faz o clássico com o São Paulo na Arena Barueri, enquanto a Chapecoense recebe o Grêmio na Arena Condá.

Atlético Mineiro 0 x 1 Goiás

 0 x  1 

3ª RODADA
GOIÁS SE APROVEITA DO GALO EM MÁ FASE E DESFIGURADO PARA VENCER NO HORTO
Esmeraldino marca bem, chega ao gol com David e entra no G-4. Sem cinco titulares e com Jô machucado, Atlético-MG sofre sem criatividade .
O Goiás foi mais um a se aproveitar da má fase do Atlético-MG. Mesmo no Independência, em Belo Horizonte, o Esmeraldino contou com os vários desfalques do Galo, entre eles as estrelas Ronaldinho e Diego Tardelli, para vencer por 1 a 0, gol de David. Como se não bastassem os cinco titulares ausentes, o time da casa ainda perdeu Jô, lesionado, logo aos 16 minutos do primeiro tempo, e se viu sem poder de fogo ou criatividade para agredir o rival. Os visitantes, que não têm nada com isso, aproveitaram a chance e deixaram o time alvinegro com seis jogos seguidos sem vitória.

Com a proposta de se defender para tentar um bote certo, a equipe comandada por Ricardo Drubscky mostrou aplicação tática e conseguiu o objetivo com perfeição, fato que o colocou no G-4, em quarto lugar, com sete pontos, empatado com Corinthians, Cruzeiro e Inter, mas atrás nos critérios de desempate. Já o Galo, muito vaiado no que nem de longe lembrou o caldeirão do Horto, entrou na zona de rebaixamento. Com apenas um ponto ganho em três jogos, é o 17º colocado.

Os times voltam a campo no próximo fim de semana. O Galo terá pela frente o clássico contra o arquirrival Cruzeiro, domingo, às 16h (de Brasília). Um dia antes, no sábado, o Goiás visita o Palmeiras, no Pacaembu, às 18h30.

Posse de bola, mas sem criatividade

Em casa e em busca da reabilitação após a eliminação da Libertadores, ocorrida na última quinta-feira, o Atlético-MG partiu para cima do Goiás. Mas os desfalques, sobretudo R10 e Tardelli, mesmo em má fase, fizeram falta.

Criciúma 1 x 0 Figueirense

 1 x 0 

3ª RODADA
NO DUELO ENTRE TÉCNICOS ESTREANTES, CRICIÚMA VENCE O FIGUEIRA POR 1 A 0
Catarinenses trocam de comandantes na mesma semana, e Wagner Lopes leva a melhor sobre Guto Ferreira, com gol de Silvinho, no primeiro tempo .
A decisão de trocar os treinadores em busca da primeira vitória no Brasileirão deu certo a um dos catarinenses. Neste domingo, os torcedores de Criciúma e Figueirense conheceram seus novos comandantes, e viram Wagner Lopes levar a melhor sobre Guto Ferreira no duelo particular entre os estreantes. Diante de 10.316 pessoas no estádio Heriberto Hülse, Silvinho marcou ainda no primeiro tempo e garantiu o 1 a 0 no placar.

Naturalizado japonês e com uma Copa do Mundo jogada pelos nipônicos, em 1998, o ex-atacante Wagner Lopes prometeu um time disciplinado, ao melhor estilo samurai. E conseguiu colocar em prática a nova filosofia em seis dias de trabalho no Criciúma. Jogando com intensidade, o Tigre marcou aos 13 minutos. Para facilitar, Nirley, do Figueirense, foi expulso na etapa inicial, ao receber o segundo cartão amarelo.

A vitória do Criciúma teve a assinatura de dois jogadores em particular: Silvinho e Paulo Baier. O atacante, homem mais agudo do Criciúma, flutuou pelas duas pontas e jogou por si e também pelo companheiro Lucca, que começou como titular ao seu lado e quando saiu do campo foi muito vaiado pela torcida. Coube ao experiente Baier a missão de municiar os jogadores e dosar o ritmo da equipe. Melhor durante os 90 minutos, o Tigre viu no seu camisa 10 o termômetro para saber a hora certa de atacar e tocar para o lado, aproveitando a vantagem numérica. Não ampliou o placar por ineficiência na finalização, em especial de Rodrigo Silva, e também pela competência do goleiro Tiago Volpi.

Novamente no esquema com três atacantes, utilizado durante a campanha do Campeonato Catarinense, o Figueirense de Guto Ferreira foi engolido nos minutos iniciais.

Sofreu o gol e quando perdeu seu zagueiro expulso, voltou a atenção para a marcação. Com Ricardo Bueno, Everton Santos e Dudu à frente, os contragolpes não encaixaram, muito em função da ausência de um homem de criação – Marco Antônio foi sacrificado no primeiro tempo para a entrada do zagueiro Marquinhos. As melhores chances de gol nasceram justamente depois que o defensor foi à campo. Com 1,94m de altura, Marquinhos levou perigo nas bolas aéreas, mas ainda é pouco para o time que não marcou gols no Brasileirão.

Primeiro catarinense a vencer no Brasileirão, o Criciúma chega aos três pontos e ganha a semana de tranquilidade. O Tigre volta a campo apenas no próximo sábado, pela quarta rodada, quando encara o Botafogo, no Rio de Janeiro. Na lanterna e sem somar pontos, o Figueirense tem pouco tempo para assimilar a nova derrota. Na quarta-feira, o Alvinegro joga a partida de ida da segunda fase Copa do Brasil, diante do Bragantino, em Bragança Paulista. Na Série A, o Alvinegro joga no próximo domingo, diante do Santos, em Londrina, último jogo de punição da perda de mando de campo.

criciúma x figueirense (Foto: João Lucas Cardoso)
Jogadores comemoram o gol da vitória do Criciúma sobre o Figueirense (Foto: João Lucas Cardoso)

 

 

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