Good News 03.05.2014

Cláudia Barthel apresenta o “Good News”

 

Neste sábado, às 20h30, o “Good News”, pela Rede TV!, vai exibir uma reportagem de Emerson Tchalian, no Delta do Parnaíba, localizado entre o Maranhão e Piauí, que tem a natureza presente por todos os lados. Um cenário paradisíaco. Apresentação de Cláudia Barthel.
 

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Western Sydney Wanderers fans make pilgrimage to Brisbane showdown

May 3, 2014 – 5:13PM

Reporter

A long way from home: From front, left, Linda Zinghini, Rosie Daminao, Olivia Damiano, 3, Isabella Damiano, 8, and back, from left, Mark Fazio, Frank Damiano and Steve Damiano.

A long way from home: From front, left, Linda Zinghini, Rosie Daminao, Olivia Damiano, 3, Isabella Damiano, 8, and back, from left, Mark Fazio, Frank Damiano and Steve Damiano. Photo: Michelle Smith

Destination: Brisbane. The mission: To witness the Western Sydney Wanderers win the A-League Grand final on Sunday.

Every plane, train and automobile heading north to Brisbane on Saturday appeared to be carrying members of the red and black army, and their fervent hopes. An estimated 10,000 Wanderers fans were predicted to join the mass exodus from a cold and grey Sydney.

Forget about work and school on Monday, this is a Western Sydney football pilgrimage to the sunshine state to take on the Brisbane Roar.

Grand finale: Shinji Ono signing autographs for fans before his final A-League appearance.

Grand finale: Shinji Ono signing autographs for fans before his final A-League appearance. Photo: Michelle Smith

For the Reyes family, from West Hoxton, their journey began at Central Railway Station on Saturday afternoon. Ahead of them, a total of 30 hours’ train travel to Brisbane and back for 90 minutes of sporting action, discounting any possible extra time and penalty shootouts. A journey that would deliver them at Roma Street station early on Sunday morning – 4.53am, to be exact.

They were far from alone.

NSW TrainLink had added extra carriages to their regular service and offered special tickets: $50 one-way in economy class and $100 return, with accompanying children charged $2 return.

“We have Uno, books and colouring in,” said Isabel Reyes, with her children Kyle, 9, Jesse, 13, and Amelia, 16. “It’s a big adventure for the family as they have never been on a long train trip.

“We have been members since the club began. But we only decided on Thursday to go when we found out how cheap the trains were going to be and secured the tickets through the club.

“I just hope the kids won’t drive me mental.”

The Khal family – Jack and Nada and their children Danny, 23, Jessellyne, 19, and Dylan, 15 – will probably outlay more than $3000 to follow their football passions. After the full-time siren last Sunday, Danny immediately booked flights with Virgin Airlines to Queensland for his Merrylands family.

“We need a holiday,” said Nada, as Wanderers fans gathered in the gate 42 waiting area at Sydney airport. “And what better way than to follow our team.”

Indeed, the travelling Wanderers fans were already making their presence felt on the concourse outside Suncorp Stadium on Saturday afternoon.

Among them was the Damiano family from Wetherill Park, who had flown up to Brisbane on Friday night.

Frank Damiano said the family travelled to support the Wanderers on the road and had only missed “one or two” matches this season.

“It’s like having a kid in your family. It’s been around for two years now and we’re very passionate about it,” he said.

Wanderers coach Tony Popovic said his team would get a lot of heart from the sheer size of the away contingent, which will dominate the southern end of the stadium.

“They’ll have a big crowd, big support, but our fans are very vocal, passionate fans and we may be smaller in numbers, but they’ll certainly make some noise,” he said.

“There are people driving, people on trains, people on flights if they could get flights – they’re very passionate about this team. We’re honoured to have that kind of support.”

with Cameron Atfield

Source :The Sydney Morning Herald

Para subir na tabela, Vozão recebe o Náutico em clássico nordestino

O duelo de logo mais é importante para as duas equipes, mas o Vozão joga em casa

Sem Bill, Assisinho e Leandro Brasília, Ceará se prepara para enfrentar o Náutico

Os jogadores tiveram de se ausentar por problemas pessoais e de saúde.

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Jogador Bill sentiu dores na coxa esquerda e por isso será poupado.
FOTO: KIKO SILVA
Os torcedores do Ceará foram pegues desurpresa com a ausência dos jogadores Bill,Assisinho e Leandro Brasília na lista dos atletas relacionados para o jogo do próximo sábado (3) contra o Náutico, na Arena Castelão, pela 3° rodada da série B doCampeonato Brasileiro. A lista foi divulgada na manhã desta sexta-feira (2).

Assisinho voltou a sentir dores na coxaesquerda e por isso não entrará em campo.Segundo a assessoria de comunicação do Ceará, o jogador passou por sessões de fisioterapia durante a semana e já começa a fazer trabalhos no campo a partir da próxima semana. Assisinho já vinha sendo poupado desde os últimos jogos para que pudesse ficar bem preparado para a partida de sábado. Contudo, a equipe médica optou por deixá-lo descansando.

O atacante Bill teria se ausentado do treino do time por dois dias na semana para resolverproblemas familiares. Sem estar bem preparado, o técnico preferiu guardar o craque para as próximas partidas e garantiu que ele deve voltar já nas próximas rodadas.

Já o volante Leandro Brasília fica de fora por conta de um incômodo no púbis. Nas redes sociais, torcedores do Ceará ficaram surpresos com a ausência de Bill e Assisinho na escalação. Mas a assessoria do time afirma que conta com a compreensão dos alvinegros e que a decisão foi a melhor a se tomar para garantir ao time um bom desempenho.

O próprio técnico Sérgio Soares admitiu que o “Náutico fez um ótimo Campeonato Pernambucano e tem um grande elenco“. Por isso, terá que estar atento em campo para não cometer falhas.

A partida entre Ceará e Náutico acontece neste sábado (3), às 16h20, na Arena Castelão. O Vovô quer voltar a vencer, após perder o último jogo contra o América-MG, fora de casa.

Diário do Nordeste – Jogada – 02.05.2014

Faltam 41 dias para a Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014

Contagem regressiva: faltam 41 dias

Apenas 41 dias depois do seu aniversário de 17 anos, o norte-irlandês Norman Whiteside tornou-se o jogador mais jovem a participar de um jogo de Copa do Mundo da FIFA. O fato ocorreu na partida contra a Iugoslávia, em 1982.

Apesar de ter no currículo até então apenas dois jogos pelo Manchester United, o meia participou de todos os duelos da Irlanda do Norte naquela Copa do Mundo. Na Espanha, a sua equipe surpreendeu o planeta ao bater a seleção anfitriã e chegar à segunda fase do torneio.

Whiteside também é o jogador mais jovem a balançar as redes na final da Copa da Liga Inglesa e na final da Copa da Inglaterra. A sua carreira, porém, foi curta: frequentes lesões no joelho encerraram a sua trajetória no mundo da bola aos 26 anos de idade.

FIFA.COM

Renato Maurício Prado comenta o período no qual conviveu com Ayrton Senna

Convivi com Ayrton Senna durante uma temporada inteira da Fórmula-1. Foi em 1987, quando eu era correspondente do GLOBO na Europa: morava em Madrid e viajava para cobrir as corridas “in loco”. Naquele ano, Nelson Piquet conquistou seu terceiro título, apesar de (que coincidência!) sofrer sério acidente no GP de San Marino, em Imola, a bordo de uma Williams, na Tamburello!

Nelson, porém, saiu praticamente ileso e acabou campeão. Mas o piloto mais badalado no final do campeonato já era Ayrton. Isso porque, numa transferência milionária, trocara a Lotus pela McLaren, onde, a partir de 1988, faria dupla com o francês Alain Prost, o “professor”.

Envolta em mistério e rumores dos mais variados, a transferência só se confirmou, de fato, numa entrevista exclusiva que Senna me deu no dia 26 de agosto e foi publicada pelo GLOBO, no caderno de esportes do dia 31 — o anúncio oficial aconteceu em 5 de setembro, em Monza, na véspera do GP da Itália. E, por causa desse “furo”, eu e ele brigamos.

Ayrton não queria admitir a mudança, antes do pronunciamento da sua futura escuderia. Mas concordou em falar comigo depois que, no dia 6 de agosto, na véspera dos treinos para o GP da Hungria, em Budapeste, a Lotus (sua equipe) surpreendeu a todos (inclusive a ele) com um comunicado de que contratara Nelson Piquet para o seu lugar. Ou seja: insinuou que Senna fora demitido — e não que a trocara para ter um carro mais competitivo.

Vinte dias depois, conforme o combinado com ele, no boxe da Lotus, no GP seguinte,em Zeltweg, na Áustria, desembarquei em Imola, para entrevistá-lo. Era uma sessão de testes, com poucos jornalistas presentes. Tínhamos combinado de jantar mas, ao me ver, Ayrton avisou que a conversa seria no almoço, pois à noite teria compromisso com patrocinadores. Nenhum problema pra mim, que vinha de Roma, onde estava cobrindo o Mundial de Atletismo, e poderia até retornar mais cedo.

Quando os motores pararam de roncar pela manhã, subimos a uma das salas de cima dos boxes e, enquanto ele comia, foi soltando cobras e lagartos e me contando toda a história:

— Mudei para ser campeão. O objetivo da Lotus é sobreviver, o meu é vencer. O dia em que não estiver mais a fim de ganhar, vou para casa. A vitória é o que importa na F-1. Eles (da Lotus) já sabiam que eu sairia, desde o GP da Alemanha, em Hockenhein. Armaram aquele circo todo em Budapeste para não passar por maridos traídos.

— É impossível ter amigos na F-1. O dinheiro que corre por trás é tão alto que ninguém quer saber de nada. Basta aparecer um piloto jovem, com talento, que todos querem derrubá-lo. O circo é nojento. Só continuo porque quero ser campeão do mundo. Quando parar, vou escrever um livro e muita gente vai ficar boquiaberto com as coisas que vou contar.

Àquela altura, quem já estava com o queixo caído era eu. E, em meio ao desabafo, Senna me deu vários detalhes de como seria a convivência com Prost:

— Não haverá primeiro piloto. O carro reserva estará sempre à disposição dos dois. A partir de agora, somente Lotus e McLaren usarão motor Honda e a Williams (então dominante) terá problemas…

Ao final, antes de voltar à pista, Ayrton disparou:

— Agora, você já sabe de tudo. Mas, olha: todo esse nosso papo é “off”… (ou seja, não é pra publicar).

— Como “off”? — contra-argumentei. Eu já avisara ao jornal que ia entrevistá-lo. E isso provocara uma viagem extra, com diária de hotel, passagem etc. Como voltar de mãos abanando, apenas com um papo em “off”? Para ser assim, não precisávamos ter marcado fora do calendário das corridas!

Contrariado, e sempre muito preocupado com a própria imagem, Ayrton condicionou a publicação à leitura prévia e à sua aprovação do texto. Recusei. Nunca submeti minhas entrevistas aos entrevistados e precisava voltar pra Roma, para seguir na cobertura do Mundial de Atletismo. Redigiria lá o texto da F-1 para o caderno da segunda-feira seguinte.

— Mas não me comprometa, hein? — recomendou ele, na despedida.

E voltei para a “Cidade Eterna”, onde escrevi uma página inteira, que foi publicada no dia 31. Acho que nem teríamos brigado se a “Gazzetta dello Sport”, mais tradicional jornal esportivo da Itália, não tivesse reproduzido vários trechos da minha reportagem, com uma manchete gigantesca e escandalosa na primeira página: “Senna admite pela primeira vez: em 88 serei da McLaren”!

O episódio acabou valendo um puxão de orelhas de Ron Dennis em Senna e dele em mim. Tivemos uma conversa dura, no motor-home da Lotus, no GP de Portugal, e só fomos nos reconciliar em Báli, onde alguns pilotos e jornalistas passaram uma semana entre os GPs do Japão e da Austrália.

Encerrada a temporada, não me encontrei mais com Ayrton (voltei ao Brasil e deixei de cobrir a F-1). O que não me impediu de continuar torcendo à distância e reconhecendo que ele era, de fato, o melhor. Não fosse a Tamburello, Shumacher, o seu recorde de títulos seria de Ayrton Senna…

Renato Maurício Prado – O GLOBO – 02.05.2014