Cerro Porteno 0 x 2 Cruzeiro

Fora de casa, Cruzeiro avança. Grêmio cai nos pênaltis

A missão não era fácil nem para o Cruzeiro, nem para o Grêmio, nesta quarta-feira, na Copa Libertadores. Quer dizer, chegar à segunda partida das oitavas de final, diante de equipes tradicionais do futebol sul-americano, após um resultado frustrante, era o sinal de que a noite seria longa. E foi.

A diferença é que, para os cruzeirenses, com todo os sofrimento fora de casa, em Assunção, ela acabou de forma feliz – com vaga nas quartas de final -, enquanto os gremistas, mesmo tendo revertido um placar adverso em casa, acabaram eliminados nos pênaltis diante do San Lorenzo.

Diante do Cerro Porteño, com quem havia empatado em 1 a 1 no Mineirão graças a um gol salvador do lateral Samudio, o Cruzeiro teve dificuldade, viu o adversário ter chances e, pior, aos 32 minutos da segunda etapa viu o zagueiro Bruno Rodrigo ser expulso. Mas o que parecia ser a senha para mais pressão ainda acabou antecipando foi a vantagem da Raposa: logo depois, Dedé marcou o gol que abriu o placar, antes de que Dagoberto, já nos acréscimos, decretasse o 2 a 0 que manteve os campeões brasileiros na briga pelo título continental.

“Não fizemos um primeiro tempo muito bom, mas o segundo foi espetacular. Todo mundo estava focado, esperto no jogo, mostramos que nossa equipe é forte”, comemorou o meia Everton Ribeiro, autor do cruzamento que resultou no primeiro gol. “O Cerro é uma equipe muito forte, nos pressionou, assim como nós pressionamos no Mineirão, mas sabíamos que tinha que mudar a postura e fizemos isso no segundo tempo.”

A maneira como se desenrolou a partida na Arena do Grêmio fez com que a eliminação dos tricolores gaúchos – a terceira seguida nas oitavas de final da Libertadores – fosse ainda mais dolorida. Isso porque, depois de muito tentar, a sete minutos do final o time alcançou enfim seu gol, com Dudu. Os gremistas, então, repetiam o placar sofrido no jogo de ida contra o San Lorenzo, em Buenos Aires, e levavam a decisão para a disputa por pênaltis. Uma triste disputa, que confirmou a vaga dos argentinos.

“Nós fizemos o gol de que precisávamos, jogamos bem. Perder nos pênaltis dá muita raiva, impotência. A gente não merecia”, lamentou o argentino Hernán Barcos, que, assim como o uruguaio Maxi Rodríguez, teve sua cobrança defendida pelo goleiro Sebastián Torrico. “Conseguimos o mais difícil, que foi criar as situações, mas infelizmente não deu.”

Na outra partida da rodada de quarta-feira, os argentinos do Arsenal de Sarandí foram mais uns a vencer fora de casa e garantir vaga nas quartas: derrotaram a Unión Española, do Chile, por 1 a 0, com o único gol marcado na somatória de todo o confronto.

FIFA .COM

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