Números de ontem do TV TOTAL

Isabel Vilela_Juliana Silveira

País Visualizações
Sinal BrazilBrazil 1.006
Sinal Estados UnidosEstados Unidos 77
Sinal PortugalPortugal 16
Sinal JapanJapan 6
Sinal ChileChile 5
Sinal Syrian Arab RepublicSyrian Arab Republic 5
Sinal FranceFrance 5
Sinal AustráliaAustrália 4
Sinal BélgicaBélgica 3
Sinal EspanhaEspanha 2
Sinal SwitzerlandSwitzerland 2
Sinal ParaguayParaguay 1

Números do TV TOTAL no mês de abril de 2014

London 2012

País Visualizações
Sinal BrazilBrazil 21.830
Sinal Estados UnidosEstados Unidos 1.783
Sinal ChileChile 595
Sinal PortugalPortugal 415
Sinal TurkeyTurkey 111
Sinal AustráliaAustrália 106
Sinal ArgentinaArgentina 93
Sinal United KingdomUnited Kingdom 84
Sinal FranceFrance 57
Sinal GermanyGermany 54
Sinal JapanJapan 40
Sinal SwitzerlandSwitzerland 37
Sinal MéxicoMéxico 34
Sinal CanadáCanadá 22
Sinal ItalyItaly 22
Sinal HolandaHolanda 21
Sinal EspanhaEspanha 20
Sinal New ZealandNew Zealand 18
Sinal IndonesiaIndonesia 16
Sinal IndiaIndia 14
Sinal RomaniaRomania 14
Sinal UruguayUruguay 13
Sinal PakistanPakistan 13
Sinal MoçambiqueMoçambique 12
Sinal PeruPeru 12
Sinal SwedenSweden 11
Sinal GeorgiaGeorgia 11
Sinal EgitoEgito 11
Sinal SingapuraSingapura 9
Sinal IrelandIreland 9
Sinal PolandPoland 9
Sinal AngolaAngola 9
Sinal Cabo VerdeCabo Verde 9
Sinal BélgicaBélgica 9
Sinal ParaguayParaguay 8
Sinal Arábia SauditaArábia Saudita 8
Sinal Korea, Republic ofRepública da Coreia 8
Sinal BoliviaBolivia 7
Sinal VenezuelaVenezuela 7
Sinal NicaraguaNicaragua 7
Sinal EcuadorEcuador 7
Sinal ColombiaColombia 6
Sinal Russian FederationRussian Federation 6
Sinal QatarQatar 6
Sinal GreeceGreece 5
Sinal Syrian Arab RepublicSyrian Arab Republic 5
Sinal ArgéliaArgélia 4
Sinal ÁustriaÁustria 4
Sinal South AfricaSouth Africa 4
Sinal CroáciaCroácia 4
Sinal BulgariaBulgaria 4
Sinal NoruegaNoruega 4
Sinal HungaryHungary 3
Sinal Costa RicaCosta Rica 3
Sinal MalaysiaMalaysia 3
Sinal United Arab EmiratesUnited Arab Emirates 3
Sinal SerbiaSerbia 3
Sinal DenmarkDenmark 3
Sinal GuatemalaGuatemala 3
Sinal GhanaGhana 3
Sinal MontenegroMontenegro 3
Sinal Hong KongHong Kong 3
Sinal Moldova, Republic ofMoldávia 2
Sinal LithuaniaLithuania 2
Sinal ThailandThailand 2
Sinal TunisiaTunisia 2
Sinal LíbanoLíbano 2
Sinal JordanJordan 1
Sinal Trinidad and TobagoTrinidad and Tobago 1
Sinal UkraineUkraine 1
Sinal Dominican RepublicDominican Republic 1
Sinal KazakhstanKazakhstan 1
Sinal KuwaitKuwait 1
Sinal VietnãVietnã 1
Sinal Porto RicoPorto Rico 1
Sinal El SalvadorEl Salvador 1
Sinal SurinameSuriname 1
Sinal French GuianaFrench Guiana 1
Sinal ArubaAruba 1
Sinal EstoniaEstonia 1
Sinal OmanOman 1
Sinal MarrocosMarrocos 1
Sinal NigériaNigéria 1

Após estreia, Rodrigo Faro diz: “vamos tentar o primeiro lugar com humildade”

Após estreia, Faro diz:

Colaboraram João Gabriel Batista e Thiago Forato

No último domingo (27), Rodrigo Faro estreou sem mais novo projeto na Record, o “Hora do Faro“, que entrou no lugar de “O Melhor do Brasil” e garantiu a vice-liderança no Ibope da Grande SP.

A emissora fez grandes investimentos na nova atração, que conta com formatos comprados e gravações em três estúdios, tudo para se consolidar nos domingos.

Em entrevista exclusiva concedida ao NaTelinha por telefone na tarde desta quarta (30), pouco antes de gravar no estúdio Quanta, Rodrigo Faro falou sobre seu novo programa, comemorou a audiência conquistada na estreia, mas manteve os pés no chão: “A gente ganhar ou perder, depois vem outro domingo… Cada domingo é uma história, não podemos ter a pretensão ou orgulho de dizer que esse programa é vice-líder”.

Questionado, o apresentador achou correta a decisão da Record de extinguir a marca “O Melhor do Brasil” e lançar uma nova: “o nome ‘O Melhor do Brasil’ remete ao sábado. No domingo precisava ter um novo nome, um programa novo”.

Sobre os boatos de que teria ameaçado pedir demissão após a emissora mexer em sua equipe, ele explica: “a única discussão que houve foi quando me separaram da Ritinha [diretora Rita Fonseca], a troca de direção”.

Rodrigo Faro também falou dos seus motivos para não querer fazer programas ao vivo no momento e qual a sua próxima meta: chegar ao primeiro lugar de audiência.

Confira a conversa:

NaTelinha – Rodrigo, “Hora do Faro” estreou no último domingo (27) na vice-liderança. Como você prevê a guerra no Ibope contra Faustão e Eliana para os próximos meses?

Rodrigo Faro – Como vem sendo desde que estreei. Desde que televisão é televisão. O domingo não é moleza para ninguém. É o dia mais concorrido, onde as três maiores emissoras concorrem em condições de igualdade. Fizemos um programa de estreia, a Globo fez de tudo para tentar atrapalhar, o SBT também, colocando a Eliana mais tarde, o “Troféu Imprensa” entrando mais cedo. Mas, que bom que conseguimos manter a vice-liderança, e agora a cada domingo é uma história diferente.

A gente ganhar ou perder, depois vem outro domingo… Cada domingo é uma história, não podemos ter a pretensão ou orgulho de dizer que esse programa é vice-líder, não é assim. Vamos ter que batalhar o nosso espaço a cada domingo. É a luta da melhor estratégia, dos melhores quadros… Estávamos com “O Melhor do Brasil” adaptado. A Record está investindo nisso, e agora temos tendo um programa com investimento para crescer cada vez mais na audiência.

NaTelinha – Como vê a escolha da Record em acabar com a marca “O Melhor do Brasil”, que já existia há nove anos?

Rodrigo Faro – “O Melhor do Brasil” ficou caracterizado como programa de sábado à noite. A minha história na televisão como apresentador explodiu no sábado à noite com o “O Melhor do Brasil”, com o “Dança Gatinho”, com o “Vai dar Namoro” e o nome “O Melhor do Brasil” remete ao sábado. No domingo precisava ter um novo nome, um programa novo. Mas fui informado que iria para o domingo na quinta, e com sete programas gravados. O jeito era colocar no ar e torcer.

NaTelinha – Na época que saiu a notícia de que seria lançado o programa “Hora do Faro”, surgiram boatos de que você teria se irritado com as alterações na equipe e ameaçado pedir demissão. O que realmente aconteceu?

Rodrigo Faro – A única discussão que houve foi quando me separaram da Ritinha [diretora Rita Fonseca], a troca de direção. Mas quando soube que a Rita tinha uma missão importante, de implementar a Sabrina Sato na Record, tive uma conversa com ela e decidimos deixar tudo como está. A Sabrina precisava dela, mais do que eu. As coisas aconteceram sem estresse, apenas com esse desentendimento. Nada além disso.

NaTelinha – E a relação da nova equipe liderada por Ignácio Coqueiro, como está sendo?

Rodrigo Faro – O “Ig” [apelido de Ignácio Coqueiro] veio para somar. Trouxe a experiência dele, de vários programas que dirigiu, de apresentação, trouxe uma nova cara. Tudo diferente. Graças a Deus, a resposta do público, de audiência, tem sido muito positiva. Está sendo ótima a convivência com ele. A própria Rita continua minha amiga. Tudo igual, como era antes, mas com o Ignácio trazendo a visão dele para o programa.

NaTelinha – Você declarou em outras ocasiões que não pretende fazer programa ao vivo nos domingos porque é dia de ficar em casa com a família, de cueca… Você não tem mesmo vontade de fazer ao vivo?

Rodrigo Faro – Não. Ao não ser que seja um programa como o do Fausto, Silvio, que tenha menos trocas de cenários. Nós temos três cenários de 1 mil metros quadrados. Como faço isso ao vivo em três locais diferentes? Não tem como. Se fosse só em um palco, daria tranquilamente. Mas nada que no futuro não possamos fazer, mas aí não poderia ser esse formato de programa.

NaTelinha – Você está gostando desse novo formato com gravações em produtoras e cenários grandiosos?

Rodrigo Faro – Estou muito animado, trabalhando muito mais do que trabalhava. Agora, estou feliz com o resultado, o programa está lindo no ar. A nossa estreia foi emocionante e ver o  investimento da Record. A grandiosidade do projeto me deixou muito feliz.

NaTelinha – Você realizou um sonho em ir para os domingos. Qual a próxima meta?

Rodrigo Faro – É óbvio que quando você entra num domingo, você precisa pensar em crescer. Embuscar com trabalho, humildade e ser o número 1. Mas é muito difícil, eu sou um novato. Estou chegando agora no domingo. Preciso primeiro buscar meu espaço, e graças a Deus isso vem acontecendo.

Preciso ir aumentando cada vez mais meu público no domingo, fazer com que as pessoas liguem a televisão para me ver. Para isso tem que ter trabalho, e demanda tempo. Vamos tentar buscar esse primeiro lugar com humildade, não podemos ficar contando vitória antes do tempo. Tem muito trabalho pra mim, que sou um apresentador de domingo iniciante. Agora, é trabalho.

NaTelinha – Você chegou a dizer que pretende reduzir sua aparição em comerciais. É pela sua imagem e por estar trabalhando demais?

Rodrigo Faro – Eu estava com muitas campanhas. Quero ficar somente com as grandes empresas, que já venho fazendo. Não dá para fazer muitas propagandas, porque você pode ficar muito tempo no ar e desgastar sua imagem. É só ficar atento na quantidade e o excesso de exposição. Eu sou chamado para fazer muitas campanhas, não dá para fazer todas.

NaTelinha – Você tem ganhado vários prêmios como melhor apresentador e no “Troféu Imprensa” é eleito há cinco anos. Como você se sente com esse prestígio?

Rodrigo Faro – Me sinto muito feliz, cada prêmio que ganho é um incentivo para continuar trabalhando. Para mim o  melhor apresentador do Brasil é e sempre vai ser Silvio Santos. Só eu sei qual a emoção em receber um troféu das mãos dele pelo quinto ano consecutivo. É a maior emoção da minha vida. É uma satisfação incrível. É um incentivo de cada vez crescer mais, e a crítica vem me elogiando como apresentador, acho muito bom, é importante.

NaTelinha

Melbourne Airport to get private VIP terminal

Melbourne Airport to get private VIP terminal

 

Melbourne Airport could soon have a VIP terminal dedicated to the highest of high-flyers including celebrities, rock bands, cashed-up ‘whales’ bound for Crown Casino and others belonging to the private jetset.

The terminal, which would be Australia’s first such facility, will be built on a 20 hectare (49 acre) site currently occupied by John Holland Aviation Services and first developed by Ansett Airlines before that airline collapsed in 2001.

Melbourne business tycoon Paul Little’s company Little Aviation has bought the John Holland site for an estimated $10 million, reports The Sydney Morning Herald, with plans to spend another $10 million upgrading the space to house a VIP terminal by the middle of 2015, subject to approval by Melbourne Airport.

“‘We think the types of people that will use the facilities are private aircraft owners through to rock groups to sporting people that come to Melbourne for the grand prix” Little said. “It is the sort of world-class facility that Melbourne just doesn’t have at the moment.'”

John Holland Aviation already holds several private jet contracts, including those run by the Crown Casino.

Little also has eyes beyond the domestic market, suggesting the VIP terminal could include its own quarantine and customs operations for handling international travellers.

Under Melbourne Airport’s current arrangements, all arriving international travellers are fed through the same channels, although the airport offers a ‘VIP room’ in the international arrivals and baggage reclaim hall where selected passengers can gather before braving the scrum to exit into the public area.

However, for some VIPs the airport does allow ‘tarmac transfers’ based on safety and security requirements.

A spokeswoman for Sydney Airport said the airport “has well-established VIP facilitation arrangements.”

“Several fixed base operators are located at Sydney Airport’s general aviation area to facilitate private jet movements away from the airport’s main terminals” she told Australian Business Traveller.

“We have five VIP lounges in our International terminal which are handled by Sydney Airport’s dedicated VIP manager.”

 

Source : Australian Business Traveller

Air India to join Star Alliance in July

Air India to join Star Alliance in July

Air India is set to formally join the Star Alliance family in July.

Star Alliance CEO Mark Schwab confirmed the timeline on a visit to India this week to lay the groundwork for Air India’s admission into the group, saying that “The precise date is yet to be decided but it will be in July.”

Air India is working through the final stages of its checklist for entry into Star Alliance, reports The Economic Times, with most of what remains being integration of Air India’s IT network into the Star Alliance system.

“There are also a few commercial agreements that need to be signed with other member airlines relating to codeshares, but Air India is already in the advanced stages of those discussions,” Schwab added.

The official ‘endorsement vote’ from the CEOs of Star Alliance’s 26 other member airline is expected to take place at an alliance membership gathering in London on June 23.

Second time’s the charm

This will be Air India’s second chance to join the Star Alliance group  as the airline coalition scrambles for a large piece of the growing Indian air travel market.

The Indian airline first signed on to Star Alliance in December 2007 but the process ground to a halt after almost four years, with the airline’s

application

for membership suspended in July 2011.

Asked what has changed three years down the track, Schwab said today’s airline is “a different Air India.”

“They have been through a tough merger but they have a strongmanagement team and they have improved their infrastructure and fleet.”

Star eyes more Indian travellers

Nearly 37 million international passengers travel to and from India each year, with a third of those passengers flying on Air India and Jet Airways, Air India’s local competitor which late last year sold a 24% stake to Etihad.

17% of the traffic belongs to Gulf carriers including Emirates, Qatar Airways, Etihad Airways and Air Arabia.

Star Alliance is reported to have only a 13% share of the country’s total international traffic, with rivals OneWorld and SkyTeam holding 8% each.

The remainder belongs to international airlines which are not affiliated with any of the three alliance families.

Finding an Indian partner has been troublesome for alliances.

Oneworld had pinned its hopes on high-flyer Kingfisher, which as recently as December 2011 enjoyed the the second largest share in India’sdomestic air travel market, but suspended the airline’s membership application in early 2012 as the airline’s growing losses exceeded US$1 billion.

Following a series of shut-downs, strikes and employee lock-outs, Kingfisher’s aviation licence was withdrawn in October 12 and its international flying rights and domestic slots scrapped by Indian aviation authorities in February 2013.

 

Source : Australian Business Traveller

Aussie home values cool

May 1, 2014 – 10:19AM

Antony Lawes and Toby Johnstone

Sydney halts, Melbourne falls and Brisbane starts to emerge as nation’s best performer.

There is more evidence that surging property prices are turning buyers away, with the latest data suggesting only nominal growth over the past month.

RP Data-Rismark figures for April show that dwelling values nationally rose only 0.3 per cent, which is well down on the 2.3 per cent growth of the previous month and in some cities is the lowest monthly growth in a year.

All capitals recorded some rise in dwelling values during April except for Melbourne, which fell 0.5 per cent, and Canberra (down 1.1 per cent).

Months away from the most expensive residential property market in history?

Australian house prices are cooling. Photo: Rob Homer

Brisbane had the strongest growth of the major capitals at 1.1 per cent, while Sydney property prices grew at a paltry 0.5 per cent, which was the slowest monthly gains since June 2013. In March dwelling values in Australia’s most expensive city rose 2.8 per cent.

This lower rate of growth, especially in Sydney and Melbourne, where property values have surged since the end of 2012 ‘‘may signal that these markets are moving through the peak of their growth cycle’’, said RP Data’s director of research, Tim Lawless.

RP Data’s senior research analyst Camerson Kusher said this stellar growth in Sydney was having an impact buyers’ ability to afford property, especially at the lower end price range.

‘‘Affordability constraints are now entering the market,’’ he said.

‘‘The lower end of the market, while it is still seeing value rise, the rate of value growth across that segment has really slowed….we know at the moment a lot of the activity is actually at the middle and top end of the market.’’

Despite this Mr Kusher expected values in Sydney would continue to rise but probably at a more moderate pace than over the first quarter of the year.

‘‘I think Sydney will continue to be one of the best performing capital city markets albeit the rate of growth is probably not going to be as strong as we’ve seen in the past.’’

There was a similar pattern in Melbourne, where the top end of the market was still showing the most strength.

‘‘That lower end of the market is starting to slow as the higher prices really mean that a lot of those buyers aren’t in a position where they can afford to buy a property,’’ Mr Kusher said.

‘‘We are coming into a seasonally softer part of the year. When you are looking at a month to month index that isn’t seasonally adjusted it is quite possible that we could see some more monthly dips in the Melbourne housing market.’’

But Mr Kusher said Brisbane would be where the action is this year.

‘‘Brisbane is going to be the strongest housing market going forward from here and that is purely because the gap in pricing between Sydney and Melbourne compared to Brisbane has really widened and that was always the thing in the past that attracted people to Brisbane.’’

Of the other cities, Adelaide had the best monthly growth of 2.1 per cent, followed by Darwin at 1.1 per cent, while Perth and Hobart dwelling values grew by 0.2 per cent.

This slow down in the nation’s house prices follows a similar trend reported by Fairfax Media-owned Australian Property Monitors, which found that growth had eased in the first three months of this year, compared with the last quarter of 2013.

Source : The Sydney Morning Herald

Ceará só irá contratar reforços após Copa do Mundo, afirma presidente

Evandro Leitão ainda quer três nomes para compor o plantel alvinegro na Série B .

Evandro Leitão, presidente do Ceará (Foto: Divulgação/CearaSC.com)

Evandro Leitão, presidente do Ceará (Foto: Divulgação/CearaSC.com)

Reforços só depois da Copa. No Ceará, este é o discurso adotado pelo presidente do clube, Evandro Leitão. Em entrevista à Rádio O Povo/CBN, o dirigente anunciou que o torcedor terá que esperar um pouco mais para ver reforços no plantel de Porangabuçu.

Para Evandro Leitão, três reforços bastariam para deixar o elenco cearense preparado para conquistar o principal objetivo no ano do centenário: o acesso à Série A.

– Acredito que com mais três contratações teremos um time forte para brigar pelo acesso. Esse elenco é bom, mas precisa se reforçar. Queremos um zagueiro, um volante e um atacante – explicou.

Sobre quem seriam as possíeis contratações, o presidente do Alvinegro de Porangabuçu se esquivou. No entanto, explicou a necessidade de ponderar para selecionar os nomes procurados para o elenco do Vovô.

– Antes disso (Copa do Mundo), não teremos mais condição de contratar. Ficaremos 45 dias sem jogar, por conta da Copa. Então, precisamos pensar muito nisso – afirmou.

O Ceará estreia na Copa do Brasil nesta quarta-feira (30) contra o Parnahyba-PI, em Parnaíba, no Piauí. O duelo é válido pela primeira fase da competição e está marcado para 22 horas.

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