Juiz da final diz que gol do Flamengo não foi irregular: “O zagueiro Rodrigo dava condições”

Rodrigo sendo atendido fora do campo (FOTO: José Roberto Wright)

Rodrigo sendo atendido fora do campo
(FOTO: José Roberto Wright)

 

Será o fim da polêmica? Após ser bombardeado com criticas por causa do gol impedido do Flamengo, marcado pelo crack Márcio Araújo, o árbitro da partida, Marcelo de Lima Henrique, se manifestou e garantiu que o gol foi legal. Segundo o juiz rubro negro, o zagueiro Rodrigo dava condições ao volante.

“O gol foi legal, porque o Rodrigo dava condições de jogo. Alguns dirão que ele estava fora do campo sendo atendido, mas isso é questão de interpretação. Para mim, aquela parte ali ainda é campo, é gramado, e ele poderia atrapalhar o goleiro. Portanto, não teve roubo nem erro”, disse.

O presidente vascaíno, Roberto Dinamite, não aceitou a justificativa e levantou outras possibilidades. “Na hora do gol, algumas pessoas falaram que o árbitro colaborou com o Flamengo por estar com pena do clube devido à eliminação na Libertadores, outros afirmam que de tão raro, gol de Marciniesta não deve ser anulado. Não sei qual é a real, só sei que não admito nenhuma delas”, disse.

Apesar da justifica do juiz, o Olé obteve a informação de que o gol foi validado para garantir o emprego da equipe de arbitragem. Por validarem o gol do Vasco – diferente do que fez Castanheira -, todos seriam excluídos do quadro de árbitros da CBF. Contudo, como se redimiram e deram a taça para o Mengão, foram mantidos no posto.

 

 

Olé do Brasil

Após grande atuação, Cruzeiro corre para inscrever Leandro Vuaden nas oitavas da Libertadores

Vuaden levanta taça de crack da partida (Foto: Maria do Bairro)

Vuaden levanta taça de crack da partida
(Foto: Maria do Bairro)

Uma contratação bombástica agitou o fim de semana de futebol. O árbitro Leandro Vuaden, que defendia o Corinthians, fechou com o Cruzeiro. Contudo, poucos sabiam da contratação, até o juiz entrar com a camisa do Cruzeiro sob o uniforme de árbitro na decisão do Campeonato Mineiro. A atuação decisiva – o gênio inventou um impedimento maluco quando Jõ sofreu pênalti claro -, deixou os celestes empolgados e os dirigentes já correm para inscrever o novo ídolo nas oitavas da Libertadores.

Animado, o presidente cruzeirense, Gilvan Tavares, elogiou a nova contratação e já o espera em campo contra o Cerro Porteño. “O crack é assim, aparece no momento decisivo para salvar o time, para resolver a partida. Foi isso que o Vuaden fez no clássico e é fundamental para o  Cruzeiro tê-lo na Libertadores, já que no mata-mata qualquer detalhe muda o rumo de uma equipe na competição. Espero contar com ele já no primeiro jogo contra o Cerro”, disse.

árbitro já é o cruzeirense mais escalado no Cartola para a primeira rodada do Brasileirão.

 

 

Olé do Brasil

Renato Maurício Prado publica em sua coluna Tréplica de Bebeto de Freitas

Botafogo de Futebol e Regatas logo.svg

 

 

Após a entrevista que o ex-presidente do Botafogo, Bebeto de Freitas, deu ao meu programa “A Última Palavra”, o atual presidente Maurício Assumpção resolveu responder às críticas feitas por ele à sua administração através de um longo documento que publiquei aqui no meu blog.

Agora é a vez da tréplica, de Bebeto. Ei-la:

Renato,

 Gostaria de agradecer a primeira oportunidade de falar, no Rio de Janeiro, sobre o Botafogo, pois há alguns anos, por motivos particulares, afastei-me do esporte como um todo.

Antes, porém, de adentrar no mérito da questão, não posso deixar de comentar as situações levantadas pelo atual Presidente do Botafogo e que causaram em mim tremendo espanto por sua falta absoluta de compromisso com a verdade.

A primeira deve-se a afirmativa feita pelo Ilmo. Sr. Presidente do Botafogo, Maurício Assumpção, de que eu  teria abandonado o clube nos últimos meses de meu mandato como presidente. Esclareço que tal situação jamais ocorreu e que, meu último ato praticado a frente da presidência do Botafogo foi justamente, estar reunido com o atual presidente no dia 26 ou 27/12/08. Esta reunião foi agendada pelo novo Vice-Presidente Financeiro de então, que por acaso, foi o único a não comparecer.

De modo que não me esquivei em momento algum de estar à frente do clube do início ao fim da vigência do meu mandato.

Quanto às alegações sobre salários de empregados do clube, reafirmo que os deixei devidamente quitados, inclusive com antecipação de 13º. salário.

No que tange as demais obrigações do Botafogo e ao pagamento dos atletas, nego veementemente que não havia condições para pagamento dos mesmos, pois havia recursos para tal provenientes em parte do contrato da Liquigás e em parte por adiantamentos que seriam recebidos referentes aos direitos de televisão.

Se não conseguimos utilizá-los foi em face da grave crise financeira mundial que ocorreu no segundo semestre de 2008.

Cabe esclarecer que ainda no início de 2008, quando se fez o orçamento para aquele exercício, a decisão de utilizar os recursos acima mencionados foi orientada pelo Vice-Presidente Financeiro da minha gestão, o qual veio a ser o mesmo que permaneceu como Vice-Presidente Financeiro no primeiro ano de mandato da gestão do atual Presidente. Logo, nada há que se falar que desconheciam esses e outros compromissos, inclusive porque, este foi um dos assuntos abordados na nossa última reunião, no dia 27/12/08. 

Em breve retrospectiva, recordo que ao chegar ao clube, a situação era de tal ordem caótica que durante o período de dois anos não tínhamos os documentos do clube sob o argumento de que teriam sido furtados juntamente com os computadores. Meu primeiro ato como presidente do Botafogo foi ir à delegacia e registrar essa informação. 

Assim, gastamos longo tempo levantando a real situação quando, enfim, nos foram devolvidos os referidos documentos ao que constatamos que existia uma enorme diferença entre o que nos era apresentado e o que fora realmente apurado.

Não havia direitos televisivos a receber, pois o clube em 2001 teve adiantados os direitos televisivos sobre os anos 2003, 2004 e 2005, justamente os primeiros anos da nossa gestão.

Em razão do rebaixamento do Botafogo, os direitos televisivos foram reduzidos à 50%, de acordo com a regra estabelecida pelo Clube dos Treze.  Como havia sido adiantado um valor sobre esses direitos, no primeiro ano da nossa administração ficamos trabalhando com somente 25% do montante e, após retornarmos a primeira divisão, voltamos a ter os 50%.

Como se não bastasse, o Botafogo estava sem campo para treinar e, somente graças ao Zico, por ironia, tivemos o empréstimo das instalações do CFZ para os treinos. Basta dizer que no dia da minha posse, em 31/01/03 ganhamos 20 anos de direito a utilizar o estádio Caio Martins e nem chegamos a comemorar, pois na mesma hora fui surpreendido com a perda das instalações de base do Botafogo em Marechal Hermes só vindo a reavê-la, em fins de 2006.

Sem falar nas dívidas trabalhistas, nas sucessivas penhoras e em outras dívidas de toda ordem quando os recursos para fazer frente a elas eram muito escassos.

A solução foi entrar em vários REFIS e firmar o Ato Trabalhista logo de início, sem o que, não teríamos condições de administrar o Botafogo. Sem isso o Botafogo de Futebol e Regatas fecharia, acabaria…

Os problemas eram de tal magnitude que não seria possível em poucos mandatos resolvê-los todos, todavia, conseguimos tirar o clube do caos.

Logo, o Sr. Maurício Assumpção sabe que não deixamos a ele o Manchester United ou o Bayern de Munique, mas sim o Botafogo de Futebol e Regatas.

Quanto à alegação mentirosa de que havia somente três jogadores no clube, cumpre esclarecer que houve uma inversão de responsabilidades por parte da atual administração, pois na verdade, o Sr. Maurício Assumpção pagou somente aqueles a quem interessava ao Botafogo que continuassem no clube e aos demais, alegou falta de recursos.

Sobre a TIMEMANIA o atual presidente quer atribuir equivocadamente a minha gestão o não equacionamento da dívida financeira. Ocorre que a mesma não estava equacionada em função do próprio Governo que ainda não havia consolidado a Divida do Clube. Diga-se: dívida esta relativa ao TIMEMANIA. 

Enquanto o Governo Federal não apresentava os valores finais, fazíamos um pagamento mínimo mensal.

Quando o Sr. Maurício Assumpção fala da situação que recebeu o ENGENHÃO, cabe lembrar que a o contrato feito com a empresa EBN, empresa esta especializada em venda  ingressos, responsável pela venda dos ingressos do sambódromo, foi negociada pelo Vice Presidente Financeiro de então, que veio a ser o mesmo do primeiro ano de gestão da nova presidência e contou com o aval do setor jurídico do clube e de outros interessados. A EBN foi a empresa contratada para vender os ingressos do Engenhão e nos adiantou cinco milhões  de reais à época.

Por motivos alheios tivemos que rescindir esse contrato e devolver o valor recebido à longo prazo, sem qualquer prejuízo ao clube que já tinha destinado o valor recebido ao pagamento de outros encargos. Cabe ressaltar que tudo foi feito sob a orientação da atual diretora jurídica do Botafogo que era a mesma diretora jurídica da minha gestão. Obviamente que eu não fui avalista desse compromisso de recursos utilizados pelo Botafogo.

Quanto ao alvará de funcionamento demos início a todo o processo de regularização que deveria findar na administração seguinte.

Sobre a sede de GENERAL SEVERIANO, basta olhar na contabilidade para ver o que foi gasto em General Severiano, além da liberação de valores pela Petrobrás para a reforma desta Sede.

Já em relação à sede de VENCESLAU BRÁZ, deixamos um contrato da Petrobrás onde previa a liberação de cerca de R$ 1.600.000,00 para o término da sede.

Por fim, quero dizer que entendo que o último ano de mandato a frente do clube não é fácil para qualquer um em razão da política reinante em General Severiano, porém, se hoje o Botafogo enfrenta situação de extrema dificuldade, tal situação deve ser desassociada do meu nome, pois tais dificuldades decorrem do simples fato de que a atual direção do clube, dita moderna e participativa, escolheu inadimplir ao ATO TRABALHISTA acarretando assim a exclusão do Botafogo do ato por sonegação.

Preocupante, sobretudo o aumento da dívida do clube nas alegadas atualizações das mesmas. Esse fato deve ser observado com atenção.

Resta levantar se o clube está também inadimplente no que concerne as dívidas fiscais uma vez que vem apostando num suposto perdão da dívida por parte do Governo Federal que até o presente momento, diga-se, não veio.

Claro que mesmo tendo sido durante a minha gestão, a adesão ao ato trabalhista, em certos momentos tivemos dificuldades de pagá-la, mas ao final, não deixamos de arcar com o compromisso com previsão de recursos para assim continuar a fazê-lo a nova administração. Tanto que a não renovação do ato, conforme sentença do TRT, cuja íntegra envio-lhe em anexo menciona o inadimplemento/sonegação referente aos anos de 2009, 2010 e 2011.

Resta claro que esta decisão da moderna administração do Sr. Maurício Assumpção, a qual eu não entendo, pois sou do tempo em que 2+2 = 4, não se deveu a uma impossibilidade financeira, nem tampouco a uma mera expiração de prazo para sua renovação.

A causa da não renovação do ato, conforme declarações do próprio presidente do Botafogo, “Não interessava ao Botafogo discutir a dívida de forma judicial naquele momento…“ demonstra que se tratou de uma decisão deliberada, de uma escolha intencional, ou de uma aposta equivocada e imprudente da atual administração. Se é certo que o Sr. Maurício contou com a orientação de pessoas de notório saber para chegar a essa conclusão, se tivessem planejado o enterro do clube não teria dado tão certo.

Porém, o que mais me salta aos olhos, são os valores envolvidos no montante de R$ 627.191.242,50 segundo o calculista do Juízo Trabalhista.

Conforme sentença judicial, o Botafogo teria que pagar a quantia de R$ 125.438.248,50, porém somente arcou com o montante de R$ 30.344.015,87. Desta forma, restou inadimplente, e como consequência, não obteve a renovação do ato.

Ou seja, a atual gestão recebeu três vezes mais em quatro anos do que a gestão anterior em seis anos.

O valor que o clube recebeu de mais de seiscentos milhões de reais dariam, certamente, para acabar com a dívida trabalhista do Botafogo, as antigas e as novas que poderiam ser, inclusive, negociadas. Se tivesse priorizado o pagamento das dívidas que sufocavam o Botafogo, hoje o Sr. Maurício Assumpção não precisaria vir à imprensa dizer que o clube está totalmente penhorado.

E ainda, cabe esclarecer que as dívidas herdadas não foram feitas sob o meu mandato.

Só para se ter melhor noção, durante a nossa administração o clube renegociou todas as suas dívidas federais e trabalhistas através do ato e o grande problema do clube seria  começar o ano de 2009 com dois milhões e meio de reais para o pagamento dos refinanciamentos. Para que se fizesse frente a essas dívidas todos os contratos do Engenhão estavam liberados.  

Pela sentença do TRT tivemos comprovado que a arrecadação feita pela atual direção foi suficiente para investir na dívida.

Além da  vantagem extra que seria ter o Engenhão como o único estádio em funcionamento no Rio de Janeiro e Botafogo teria a oportunidade única ao firmar o ato trabalhista e administrar essa dívida, contando com a receita proveniente desse estádio, já que o Maracanã ficaria fechado.

Essa oportunidade jamais se repetirá com o Maracanã funcionando.

Se o atual presidente tivesse priorizado o clube, teria investido essa receita extra no pagamento da dívida e hoje a situação seria muito outra.

A atual administração jogou no lixo todos os esforços feitos pelo Botafogo para salvar o clube da insolvência!

Ressalto que vejo com muita pena toda essa problemática  a que foi levado o Botafogo, mas penso que  a torcida precisa saber da verdade.

Como ex-presidente do clube, ex-atleta e torcedor eterno do Botafogo tenho o direito de saber para onde foram destinados esses quase seiscentos e trinta milhões de reais recebidos, conforme apuração apontada na sentença do TRT.

Considero que como ex-presidente do clube, não tenho mais nada a explicar sobre a minha gestão. Ressalto que jamais me locupletei do Botafogo. Caso alguém pense diferente disso, há caminhos para averiguar.

Também durante mandato como presidente não me filiei a partido político me valendo da bandeira do clube. Assim sendo, sugiro que desassociem meu nome do que ocorre atualmente, pois sei perfeitamente bem o clube que deixei e, o Sr. Maurício Assunção, sabe o clube que recebeu.

No momento, cabe ao atual presidente esclarecer aos Botafoguenses onde foram aplicados os milhões sonegados, conforme matérias publicadas e a sentença do TRT.

Espero que ele responda a torcida, a imprensa que denunciou o fato na pessoa da jornalista Marluce Martins do Jornal Extra, pois através dessa matéria tomei conhecimento do que ocorria no clube, ao blog Mais Botafogo e ao blog FalaGlorioso.com e a quem mais de direito e, não somente a mim.

Gostaria ainda de deixar claro que não tenho a intenção de candidatar-me a qualquer cargo no Botafogo e que não mantenho compromisso com qualquer candidato a quem desejo sorte.

Por fim, esclareço que não mantenho qualquer vínculo com os blogs apontados acima.

Bebeto de Freitas.

 

 

Renato Maurício Prado – O GLOBO – 15.04.2014

Sydney Airport won’t lose passengers: analyst

April 16, 2014 – 10:50AM

Jamie Freed

A second airport at Badgerys Creeks is set to take pressure of Sydney Airport.

A second airport at Badgerys Creeks would not see Kingsford-Smith’s numbers fall dramatically, says analyst. Photo: Dallas Kilponen

 

The development of a new airport at Badgerys Creek in Sydney’s west is unlikely to result in a dramatic shift in passengers from Kingsford-Smith if it follows the London experience, says Deutsche Bank analyst Cameron McDonald.

Sydney Airport has the first right of refusal to develop the $2.5 billion second Sydney airport at Badgerys Creek announced by the federal government on Tuesday.

Mr McDonald has retained his “buy” recommendation on Sydney Airport with a 12-month price target of $4.30 on the basis that flight operations at the new airport won’t start until after 2025.

He said data from London showed Heathrow had managed to maintain passenger growth despite the development of secondary airports at Gatwick and Stansted.

Mr McDonald also noted Avalon in Melbourne had only attracted 1.5 per cent of the seats that serviced the larger Tullamarine airport.

Qantas Airways and Virgin Australia Holdings have expressed support for a new airport at Badgerys Creek, but it is too early to say how they would service the airport in the future.

Analysts believe low-cost carriers like Jetstar and Tigerair Australia are likely to be among the first airlines to operate from the airport 50 kilometres west of the CBD.

Sydney Airport is understood to be pleased that the government is willing to invest almost $3 billion in a roads package for western Sydney, as the ease of road and rail access will have a significant effect on whether the airport is popular with airlines and passengers.

The Australian and International Pilot’s Association, which represents Qantas pilots, welcomed the Badgerys Creek announcement.

“Today, Sydney stands virtually alone as a major world city with only one major airport,” AIPA president Nathan Safe said. “A second airport at Badgerys Creek will finally put an end to this anomaly. This is an exciting moment for Australian aviation.”

Mr Safe said Australian pilots were willing to help with the planning of Badgerys Creek to ensure it was pilot friendly and passenger friendly.

“Pilots are ready to provide expert advice on all aerodrome issues including the layout and composition of runways, taxiways, safety areas, and ramp areas,” he said. “We can offer valuable perspective on aspects like visual aids including approach, runway, taxiway, ramp, marshalling signage and lighting – and the provision of aerodrome rescue and fire fighting.”

Source :The Sydney Morning Herald

Joana Fomm poderá voltar à Record após dez anos; entenda

Joana Fomm poderá voltar à Record após dez anos; entenda

Joana Fomm poderá atuar em telefilme da Record – Divulgação/Globo

Considerada uma das atrizes mais prestigiadas da dramaturgia brasileira, Joana Fomm poderá voltar à Record após dez anos afastada da emissora. As informações são da coluna Controle Remoto.
Joana, que tem mais de 50 anos de carreira, foi convidada para atuar em “Manual Prático da Melhor Idade”, um dos telefilmes que a Record deseja produzir ao longo deste ano. O roteiro é de Adolfo Rosenthal, que escreveu o especial “Uns Braços”, baseado na obra de Machado de Assis, em 2009.
Caso aceite, Joana retornará a emissora após uma década. Seu último trabalho por lá foi a novela “Metamorphoses”, que apesar dos baixos índices de audiência, teve um dos elencos mais prestigiados da casa.
Além dela, também estavam no casting Luciano Szafir, Paulo Betti, Gianfrancesco Guarnieri (em sua penúltima novela, dois anos antes de seu falecimento), Rodrigo Lombardi (atualmente um dos nomes do primeiro escalão da Globo), Fernando Pavão (atual protagonista de “Pecado Mortal”), Paolla Oliveira (hoje também no primeiro escalão da emissora carioca), entre outros.
NaTelinha

Preview : Central Coast Mariners vs Seoul FC

Wednesday 16 April 2014 at 7:30pm
Central Coast Stadium, Gosford

Flag of Australia.svg

Flag of South Korea.svg

Central Coast Mariners host Seoul on matchday five of the 2014 AFC Champions League at Bluetongue Stadium on Wednesday April 16 at 7.30pm AEST.

Head-to-head:

Played: 1, Wins: Mariners 0, Seoul 1, Draws: 0

Previous encounter:

Seoul 2-0 Mariners, February 25 2014

Form:

Past five matches:

Mariners: WLWWW

Seoul: DLDDL

The Game:

Central Coast can take a huge step towards the last 16 of the AFC Champions League with a win over Seoul on Wednesday night. The Mariners are top of Group F through four matches – a point clear of the remaining three teams. With Sanfrecce Hiroshima travelling to Beijing Guoan, the Mariners could be in the last 16 if they win and the match in China is anything but a draw. Phil Moss’ men have a busy run of fixtures as they juggle continental commitments and A-League finals, but they did upset premiers Brisbane Roar 2-0 last time out. Seoul – last year’s Champions League runners-up – are struggling in second bottom in the K-League and are on a five-match winless run ahead of their trip to Australia.

The big issue:

Mariners – just what does Moss do with his squad for the first of three matches in eight days? With an elimination final at home to Adelaide United on Saturday, his selections will be key to have his team performing at close to their best in both matches. He has juggled his squad well so far so expect the likes of Kim Seung-Yong and Matt Simon – who both played no part in the win over the Roar – to feature. A trip to Japan awaits on April 23 before a potential A-League semi-final just days later.

Seoul – can Choi Yong-Soo’s men regain some confidence after a poor start to the season? They appear a long way from the team that finished fourth in the league last campaign and went close to winning the Champions League, with just win victory in their opening eight league matches. They are struggling to score goals and conceding plenty, and a visit to the Central Coast is a massive ask to lead to a turnaround.

The game breaker:

Kim Seung-Yong – the South Korean attacker missed the trip to Brisbane after hurting his hamstring against Perth Glory the week prior. With a meeting against one of his former clubs awaiting, Kim is likely to play a part after the injury was described as minor. The 29-year-old has the quality to cause problems in the attacking third and the Mariners will need him to have a big influence if they are to claim yet another win.

Prediction: Mariners 1-0 Seoul

In an even group, a win would be a huge boost to either team, but one comes in having tasted victory regularly over the past month as the other has struggled. The Mariners have won six of their past eight, while Seoul have just one victory since the start of March. Choi’s side have quality and South Korea international Yun Il-Lok could help them to a much-needed win. Moss hailed his side’s tactical flexibility after their win over Brisbane and, with a victory potentially sending them through, Central Coast may edge Seoul regardless of the personnel they use.

Source : Football Federation Australia

Júlio César se revolta com a derrota na final do Campeonato Carioca

Como havia dito no post anterior, em condições normais e sem favorecimentos, as coisas ficariam ruins para a mulambada. O Vasco dominou grande parte do jogo (chegamos a ter 73% da posse de bola), teve diante de si um adversário que jogou apenas para segurar o resultado e marcamos o gol que nos daria o título. Mas bastou um lance para lembrarmos que, “condições normais” numa partida contra a urubulândia é acontecerem “erros” da arbitragem favorecendo os mesmos. E vimos o Vasco perder o Estadual por conta de mais uma pixotada grotesca do trio de arbitragem.

Falando do time, Adilson acabou escolhendo o pior dos dois mundos: a única justificativa para se colocar o Barbio em campo era manter o mesmo esquema com o qual o Vasco vinha jogando, com três atacantes. Agora, se era pra mudar a formação do time, certamente haveria gente mais qualificada para colocar em campo.

Com essa decisão, perdemos em poder de penetração e atacamos muito menos do que deveríamos, já que precisávamos da vitória. O primeiro tempo foi um duelo entre quem não queria contra quem não conseguia jogar. Interessados no empate, a mulambada apenas se defendeu; sem criatividade na frente, o Vasco não conseguia levar perigo. Apenas no finzinho da etapa inicial levamos perigo, em chute de Diego Renan que obrigou o goleiro framenguista fazer boa defesa.

No segundo tempo, as coisas precisavam mudar e mudaram um pouco. O Vasco foi um pouco mais agressivo, o Framengo seguia esperando os contra-ataques. O juiz expulsou um de cada lado, os espaços aumentaram e o Vasco conseguiu abrir o placar: Pedro Ken recebe excelente passe de Thalles e é derrubado na área. Douglas bate e deixa o Vasco na frente.

Faltavam pouco minutos, o Vasco vinha se segurando. Até que aos 45 minutos, em um escanteio, a mulambada marca seu gol de empate, em lance impedido não muito complicado de marcar. Mas não foi marcado.

Resultado: mais um ano na fila pelo Estadual, mais um jogo em que não conseguimos a vitória por erros de arbitragem e mais um monte de gente falando com todo orgulho que “roubado é mais gostoso”. O que é até compreensível, já que sem “erros” da arbitragem, quase não haveria títulos para o Framengo.

***

Agora, além do gol de ontem, dois dos melhores momentos do Estadual…

As imagens falam mais que qualquer argumento. Que os erros de arbitragens são comuns, ok, todos sabemos. Mas nunca erraram tanto, de forma tão bizarra, sempre no mesmo confronto e para o mesmo lado.

Mesmo que tenha havido erros do Adilson, que o time tenha recuado muito após abrir o placar ou mesmo que o Rodrigo tenha saído no momento errado de campo, é um absurdo culpar a perda do título a qualquer um desses fatores. O Vasco foi clamorosamente prejudicado e ponto. Nada poderia ser mais definitivo que isso.

***

Não podemos deixar de dar os parabéns à nossa valorosa federação, pela organização de um campeonato coroado com tamanho sucesso. O final desse Estadual foi o mais apropriado possível para uma competição deixada nas mãos competentes da FFERJ.

***

Quem quiser ler mais a respeito dos temas desse post podem visitar a fanpage do Blog da Fuzarca no Facebook e acessar os links das matérias que tratam desses assuntos. O link também está no meu twitter: @jc_CRVG.

 

 

Arthur Muhlenberg comenta a final do Campeonato Carioca

Agora que tudo acabou bem posso explanar pra geral e me livrar da neura que cultivei em silêncio sepulcral durante um tempão. Porque finalmente o Flamengo venceu a inhaca do centenário no futebol. Até que enfim! O Mengão conquistou seu 33º Carioca exatamente 100 anos após a conquista do nosso 1º Carioca em 1914. Xô, inhaca maldita e parabéns aos campeões centenários!

E não venham com essa caôzada de não comemorar o carioqueta. Tem que comemorar, sim e zoar bastante os fregueses diletos, porque esse é um dos motivos da existência do futebol e das paixões que ele desperta. O título foi mais do que merecido e acabou nas mãos do time que fez a melhor campanha e que levou a palhaçada desse ridículo estadual mais a sério. Estamos combinados, corta esse vascaínismo safado e vamos comemorar. Se não quiser comemorar o carioqueta pra não sujar roupa à toa comemore ao menos a nossa Megasena, o Flamengo ganhou a sexta decisão de campeonato seguida desses buchas. Chora, Portugal!

Essa conversa fiada dos bacalhaus de que o campeonato estava comprado é pueril e atenta contra ainteligência de quem à ela é exposto. Se os camisa-feia tinham tanta certeza que iam roubar pro Flamengo porque os trouxas foram ao jogo, porque assistiram à televisão? Inocentes, não sabem de nada! A verdade é que o Marcelo de Lima Henrique salvou o campeonato carioca do mais abjeto ostracismo. Se não fosse o nosso gol impedido absolutamente ninguém ia estar falando de um campeonato meia-boca que foi disputado praticamente na clandestinidade.

E caso o Flamengo tivesse mesmo comprado esse juiz teria sido um erro terrível. Um grande desperdício de dinheiro, uma despesa desnecessária. Como se o Flamengo precisasse comprar juiz pra ganhar da nossa baranga de fé. E que atentaria frontalmente contra a política de contenção de gastos do Flamengo. Se tivéssemos mesmo comprado a arbitragem o Flamengo teria que sustar imediatamente os cheques dados aos safados. Porque foram irresponsáveis, onde já se viu esperar até os 46 minutos do segundo tempo para começar a roubar pra gente? Isso é uma falta de profissionalismo que precisa ser punida.

Agora chega de zoação, vamos falar sério. O Flamengo foi campeão sem precisar fazer muita força. Eu tenho uma amiga vascaína que previu direitinho o que ia acontecer no jogo. Ela teve um dejavice. Todo mundo que não está fazendo o álbum de figurinhas da Grande Conspiração Internacional Pró-Flamengo, um sucesso editorial entre vascaínos adultos, sabe muito bem que o ambiente decisório é nocivo, infesto e prejudicial à saúde da nossa baranga.

Não é preconceito de gênero, simplesmente não dá pra bigoda bater de frente com a gente domingo no Maracanã. Aí é tiro, porrada, bomba e no final Mengão Campeão Carioca, Brasileiro, Copa do Brasil, etc. A gente se diverte, mas deve ser meio monótono pra eles. Mas toda situação, por pior que seja, sempre tem seu lado positivo, pelo menos dos jogos no domingo a vasca já se livrou.

O jogo não foi bom, o Flamengo, contrariando suas características ofensivas históricas, jogou com o regulamento debaixo do braço, abdicando acintosamente da posse de bola. Estratégia irritante para a torcida, mas que se mostrou extremamente inteligente, já que é notório que os bondes de São Januário não sabem o que fazer com a bola. E foi exatamente isso que rolou, a baranga ficava com a bola de lá pra cá, sem nos causar qualquer apuro, até zuni-la ou entrega-la a alguns dos nossos. Essa paupérrima configuração tática produziu um pelada nojenta que só ficou legal mesmo quando a banha derreteu, nos 15 minutos finais.

Já faz muito tempo que costumo dizer que quando o Flamengo é bom ele é muito bom. Mas que quando o Flamengo é mau, principalmente aos 46 minutos do 2º tempo, aí o Flamengo é ótimo. A satisfação de tirar o pão da boca da criança justamente quando ela já fazia malcriação, gritava olé e tirava foto com faixa de campeão é realmente indescritível. O Vice teve a vitória nas mãos quando converteu o pênalti cometido pelo seu melhor jogador, Erazo. O Vice queria quebrar o tabu e ser campeão. Querias, querias!

Como o Vasco está a cada dia se esquecendo de como é ser grande, não soube jogar com a súbita vantagem. Apequenou-se, chamou o Flamengo pra cima e foi protocolarmente castigado. Principalmente porque seu xerife (ui!), grande especialista em intimidação e simulação, resolveu bancar o malandro-agulha simulando uma enxaqueca e pedindo atendimento de um ginecologista do lado de fora do gramado para esfriar o jogo. Um recurso covarde próprio dos inaptos.

Na ultima cobrança de corner do jogo Wallace, totalmente livre de marcação, vocês sabem por quê, subiu ao terceiro andar com espírito verdadeiramente rondinelliano e mandou o balão com extrema violência no travessão da vasca. A bola pererecou e no rebote, Márcio Araújo, impedidinho, mas imbuído de toda a justiça esportiva do mundo, mandou a bola pro saco e entrou gloriosamente para a galeria dos Grandes Empaladores de Bacalhau. Simplesmente acabou com a palhaçada. Rodrigo, um dos melhores jogadores do Flamengo hoje, deitadinho atrás do gol, foi testemunha privilegiada da perfuração fatal. Os acessos às marquises lotaram na hora enquanto gargalhadas  incontroláveis irromperam pelo Brasil inteiro.

Gol do Flamengo? Gol do Flamengo impedido! Mas que delíciaaaaa! Os pobres diabos da vasca desabavam no gramado, escondiam a cara com suas camisas feias, estavam liquidados. Desde esse momento mágico a Nação não consegue mais parar de rir. Falando em riso, é importante fazer um registro. Completando agora 26 anos de sucesso absoluto e incontestável as decisões entre Flamengo x Vasco ultrapassaram o recorde de A Grande Família e se tornaram o programa humorístico de carreira mais longa da TV brasileira. Parabéns a todos os envolvidos.

Os vascaínos, revoltados, já disseram que isso não vai ficar assim. Em protesto contra a roubalheira os camisa-feia prometem não jogar a Série A esse ano. Pelo jeito magoaram. The Zoeira Never Ends!

Mengão Sempre

Vasco quer anulação da segunda partida da final do Campeonato Carioca

Para o Vasco, o Campeonato Carioca ainda não acabou. Na tarde desta segunda-feira, um dia após o empate por 1 a 1 com o Flamengo, a diretoria cruz-maltina se reuniu para definir quaismedidas vai tomar após o gol irregular que deu o título estadual para o rival. Entre as providências, o clube vai tentar anular o resultado da final noTribunal de Justiça Desportiva do Rio (TJD/RJ) por causa da falha da arbitragem que deu origem ao gol sofrido aos 45 do segundo tempo . O Cruz-Maltino vai entrar com uma ação reparatória contra a Federação de Futebol do Rio de Janeiro (Ferj) na Justiça Comum, fará uma representação na CBF e na Fifa pedindo a exclusão dos árbitros envolvidos na partida, além de uma denúncia formal no TJD contra o goleiro Felipe por suas declarações após o confronto.

A reunião em São Januário mobilizou a diretoria vascaína. Estavam presentes na coletiva de imprensa o presidente Roberto Dinamite, o diretor geral Cristiano Koehler, o diretor executivo de futebol, Rodrigo Caetano, o advogado Marcello Macedo, o vice-presidente geral Antônio Peralta, o presidente da Assembleia Geral Olavo Monteiro de Carvalho, além de representantes dodepartamento de marketing. Segundo Macedo, a súmula da partida “está tentando transformar erro de direito em erro de fato” ao apontar Nixon e não Márcio Araújo como autor do gol.

O erro cometido é gravíssimo e tem um agravante pela prática do erro cometido na confecção da súmula. Isso nos deixou preocupados. Ficou estampado um erro de direito, foi reconhecido pela federação, pelo trio de arbitragem… Todos sabiam que o Márcio Araújo havia feito o gol, ninguém tinha dúvidas, e a súmula equivocadamente e propositadamente aponta o Nixon já tentando desmontar a busca do Vasco pela anulação. Estão tentando transformar um erro de direito em erro de fato.
Marcello Macedo, advogado do Vasco

– Estou aqui para colocar o que pretendemos adotar como providência de imediato. A primeira ainda amanhã (terça-feira) será a notificação da Ferj, juntamente ao seu Rabello (Jorge, presidente da Comissão de Arbitragem do Rio de Janeiro), e a notificação da comissão de arbitragem e dos árbitros que participaram da partida. O erro cometido é gravíssimo e tem um agravante pela prática do erro cometido na confecção da súmula. Isso nos deixou preocupados. Ficou estampado um erro de direito, foi reconhecido pela federação, pelo trio de arbitragem… Todos sabiam que o Márcio Araújo havia feito o gol, ninguém tinha dúvidas, e a súmula equivocadamente e propositadamente aponta o Nixon já tentando desmontar a busca do Vasco pela anulação. Estão tentando transformar um erro de direito em erro de fato. É um problema ainda maior. Vamos dar entrada ainda em uma ação reparatória contra a Ferj na Justiça Comum e pedir também a anulação da partida. Se for necessário, vamos às veias criminais. Temos que ser reparados pelos prejuízos que sofremos – até mesmo de ordem moral – por um título que não tinha como Vasco perder naquele momento. Vamos fazer uma representação na Fifa e na CBF pedindo a exclusão dos árbitros envolvidos no jogo e ainda uma representação contra o goleiro Felipe por suas declarações no fim da partida – frisou.

Quem deu início ao pronunciamento foi o presidente Roberto Dinamite. Ele deixou claro que o clube deseja ver o futebol do Rio em alto nível e pediu a adoção da tecnologia no esporte para evitar que erros como o de domingo se repitam.

– É importante deixar claro todas as medidas que vamos tomar. Estou aqui com meus diretores, vice-presidentes, com a parte jurídica do clube… Antes de mais nada quero dizer que muitas vezes sou criticado por querer e desejar o futebol do Rio de Janeiro em alto nível. O Vasco se preparou para essa competição e isso não foi suficiente. Foi tudo jogada por água. Fomos nitidamente prejudicados nos resultados, nas finanças, nos nossos compromissos. Todos têm o direito de errar, mas coincidentemente só contra o Vasco e praticamente as mesmas pessoas é difícil de engolir. Estamos buscando, acima de tudo, o respeito. Não queremos ser beneficiados, mas não podemos mais ser prejudicados. Principalmente no confronto direto contra o Flamengo – resumiu o mandatário.

vasco coletiva roberto dinamite (Foto: Marcelo Sadio / vasco.com.br)
Peralta, Macedo, Dinamite e Koehler na entrevista que anunciou as medidas que o Vasco vai tomar após o gol irregular que tirou o título carioca de 2014 de São Januário (Foto: Marcelo Sadio / vasco.com.br)

Com emoção: Márcio Araújo repete Rondinelli e Pet em título do Flamengo

Volante marca no fim e decide a final contra o Vasco, assim como haviam feito zagueiro e meia em 1978 e 2001 .

Aos 42, aos 43, aos 45. O gol marcado por Márcio Araújo nos últimos minutos da decisão do Carioca contra o Vasco, neste domingo, no Maracanã, deu aos torcedores do Flamengo a alegria do 33º título estadual e trouxe à tona outras duas conquistas carregadas de dramaticidade e euforia. Após a partida, o presidente do clube, Eduardo Bandeira de Mello, e os rubro-negros que deixavam o estádio em êxtase por mais uma vitória sobre o rival, lembravam os feitos de 1978 e 2001.    

Se Márcio Araújo foi o herói da vez, no fim da década de 70 a honra coube ao zagueiro Rondinelli, o Deus da Raça. Na decisão de 78, o time precisava vencer para ficar com a taça. Zico cobrou escanteio, e o defensor subiu muito para decretar a vitória por 1 a 0 e a conquista, aos 42 dosegundo tempo. Coincidentemente, o gol de Márcio Araújo surgiu de uma cobrança de escanteio do mesmo lado do campo. Léo Moura cobrou, Wallace cabeceou na trave, e o volante, em posição irregular, completou no rebote.

Foi também na bola parada que Petkovic quase derrubou o Maracanã em 2001. Na decisão daquele Carioca contra o Cruz-Maltino, o sérvio cobrou uma falta com precisão incrível, aos 43 do segundo tempo. A bola foi no ângulo esquerdo do goleiro Hélton, hoje no Porto, e deu a vitória por 3 a 1 ao Flamengo, que precisava vencer por dois gols de diferença. Um detalhe: assim como naquele ano, os vascaínos desabaram um a um, incrédulos, após o gol do rival.

Marcio Araujo gol, Flamengo x Vasco (Foto: André Durão)
Márcio Araújo empurra a bola para a rede e dá o título ao Flamengo (Foto: André Durão)

Neste domingo, na comemoração ainda no gramado, o presidente Eduardo Bandeira de Mello recordou as outras duas conquistas.

– Claro que estamos sempre preparados para tudo, teve o gol do Rondinelli, do Pet, e várias outras que o Flamengo ganhou no último minuto. Nós estamos sempre preparados para ganhar e perder, quem conhece a história do Flamengo sabe que lutamos até o fim e ganhamos várias vezes no finzinho. Mais um para a coleção. Essa paixão nunca apaga. Tem uma tristeza um, dois, três, quatro dias, e depois vem uma alegria. Futebol é isso. Não ganhamos esse ano, vamos trabalhar com força para ganhar ano que vem – frisou Bandeira de Mello.

O título traz alento aos rubro-negros, mas a diretoria continua sendo cobrada. Sem dinheiro em caixa, é pouco provável que o clube contrate reforços de expressão, mas o presidente promete trabalho para melhorar o elenco.

– Estamos sempre ligados no mercado, pensando de que maneira podemos reforçar o time efetivamente. Nossa política é de responsabilidade, sem comprometer pagamento de salários e impostos – comentou.

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