Luiza Brunet detona A Fazenda: “Jamais faria parte desse circo de horrores”

Atriz usou seu Instagram para desmentir a notícia de que foi convidada para o programa.

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Divulgação

Luiza Brunet, 51, usou seu perfil no Instagram para desmentir a notícia de que teria recebido um convite para participar da nova temporada do reality show “A Fazenda”, da Record.

No post publicado nesta terça-feira (8), ela detonou o reality show: “Não sei quem foi o responsável pela falsa notícia de que teria sido convidada para o ‘Fazenda’. Jamais faria parte desse circo de horrores”.

A notícia do convite da atriz e outros famosos circulou na internet nesta segunda-feira (7).

 

 

A sétima edição de “A Fazenda” está prevista para ir ao ar no segundo semestre e vai contar com participações como Thammy Miranda, Babi Rossi e outras celebridades.

Em tempo

Atualmente sem contrato com nenhuma emissora de televisão, depois que não renovou o seu vínculo com o SBT, a apresentadora e dançarina Lola Melnick teria um novo trabalho em vista.

Lola foi cogitada para participar da sétima temporada do reality-show “A Fazenda”, da Record, onde estaria junto com junto com Thammy Gretchen, Babi Rossi, a miss bumbum Dai Macedo, que namora um cadeirante, Tati Neves, a garota que supostamente dormiu com o astro canadense Justin Bieber, e Sabrina Boing Boing.

O NaTelinha entrou em contato com a assessoria de imprensa de Lola Melnick, que confirmou a informação e disse que o contato aconteceu no início do ano. Porém, ela recusou o convite e não estará no reality.

NaTelinha

Coelce quer reajustar conta de luz em 13,83%

Agência vai analisar

08.04.2014

O índice definitivo só será conhecido na próxima terça-feira, dia 15, quando a diretoria do órgão vota o pleito .

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Conta de luz: pleito da Coelce supera expectativa do mercado. Estimativa do BC é de um reajuste médio de 9,5% nas tarifas praticadas no País

FOTO: KID JÚNIOR
Se depender do pleito encaminhado pela Companhia Energética do Ceará (Coelce) à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a conta de luz do cearense poderá sofrer, neste ano, um aumento bem superior ao esperado pelo mercado. Segundo disponibilizado pela Aneel em sua página na internet, a distribuidora cearense solicitou um índice de reajuste tarifário de 13,83% sobre os preços por ela praticado. Enquanto isso, em seu último relatório de inflação, divulgado no fim do mês passado, o Banco Central (BC) apontava para uma expectativa de reajuste médio nas tarifas de energia no País de 9,5%. Dessa forma, o índice pedido pela Coelce está a mais de quatro pontos percentuais acima da estimativa da autoridade monetária.Se aprovado, o aumento sobre os valores praticados pela distribuidora passará a vigorar a partir do próximo dia 22 de abril. Porém, o reajuste final só será conhecido na terça-feira da semana que vem, dia 15, quando a diretoria da Aneel vota o pleito da Coelce em sua reunião pública ordinária.

Entretanto, conforme fontes ligadas ao mercado, o índice proposto pelas distribuidoras de energia não são determinantes para o reajuste autorizado pela Agência. Apenas subsidiam a tomada de decisão, visto que esta é baseada na avaliação de sua área de Regulação Econômica, que fiscaliza as concessionárias e acompanha os desempenhos.

Acima da inflação

O pleito solicitado pela Coelce chama a atenção ainda quando comparado com a inflação acumulada nos últimos 12 meses, medida pelo Índice Geral de Preços Mercado (IGP-M), indicador utilizado pelo setor para corrigir preços. De acordo com a proposta de reajuste tarifário apresentado pela companhia, o IGP-M considerado para os cálculos foi de 5,97%, portanto, bem inferior aos 13,83% sugeridos pela concessionária de energia.

A observação gerou, assim, críticas por parte do mercado, a exemplo do presidente do Conselho de Consumidores da Coelce, Erildo Pontes, para quem o reajuste solicitado superou suas expectativas. “O índice de reajuste pedido pela Coelce é alto. Se o IGP-M nos 12 meses que antecedem o aumento foi de 5,97%, o que a Coelce está pedindo representa quase oito pontos percentuais a mais, o que não se justifica”, explica.

Outro fator que poderia contribuir para um reajuste menor neste ano, lembra Pontes, é o saldo de R$ 300 milhões a favor do consumidor, referente à última revisão tarifária, em 2012, aplicada somente em 2013, e que ficou para ser compensado no reajuste de 2014. “Portanto, tínhamos a expectativa de que o pleito da Coelce fosse inferior, mesmo com mais uso das térmicas, como agora”, argumenta.

Reajustes já autorizados

Ontem, a Aneel aprovou o índice final da terceira revisão tarifária periódica da distribuidora Ampla, do mesmo controlador da Coelce, que fornece energia a 2,5 milhões de unidades consumidoras em 66 municípios do Rio de Janeiro. Com a revisão, os consumidores residenciais terão redução de 0,74% nas tarifas, e as indústrias terão aumento de 8,11%. Os índices são retroativos a 15 de março. Ao mesmo tempo, a Agência também aprovou ainda a revisão anual das tarifas da distribuidora Cemig-D (aumento de 14,24% para as residências e 12,41% para as indústrias) e os reajuste da CPFL Paulista (16,46% e 16,1%, respectivamente) e para a Cemat (11,16% e 13,42%, por sua vez).

Mecanismos de aumento

O reajuste anual é um dos três mecanismos de atualização das tarifas previstos nos contratos assinados entre as distribuidoras de energia e a União, com objetivo de manter o equilíbrio econômico-financeiro da concessão dos serviço. Os outros dois são a revisão tarifária periódica e a revisão extraordinária.

A periódica acontece a cada quatro anos e se diferencia do reajuste anual por ser mais ampla e levar em conta todos os custos, investimentos e receitas para fixar um novo patamar de tarifa, mais adequado à estrutura da empresa e ao seu mercado.

Já a revisão extraordinária destina-se, especificamente, a atender casos muito especiais de desequilíbrio econômico justificado, podendo ocorrer a qualquer tempo.

O QUE ELES PENSAM
Aumento inoportuno e fora da realidade

O que a Coelce está pedindo é abusivo e não condiz com os números da economia apresentados. A inflação do período está na casa dos 6%. Então, um reajuste de quase 13% é mais do que o dobro da inflação. A gente entende que o setor elétrico está carente de mais investimentos, mas o consumidor e o setor produtivo, sobretudo, não podem ser apenado dessa forma.

Cid Alves
Presidente do Sindilojas

Se o índice pleiteado pela Coelce for aprovado pela Aneel, isto significará um aumento inoportuno. A indústria em geral será prejudicada. Um reajuste nessa proporção afetará a competitividade dos produtos brasileiros tanto lá fora como aqui, pois dará mais chances para que entrem itens importados bem mais baratos. E, infelizmente, nós teremos que repassar o reajuste para o consumidor.

Fernando Castelo Branco
Presidente do Conselho de Economia da Fiec

Aneel reduz valor de encargo ao consumidor

Brasília/Fortaleza A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) reduziu ontem o valor que as distribuidoras de energia terão que pagar para a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) neste ano. Em decisão anterior, a cota da CDE havia sido calculada em R$ 5,6 bilhões, mas a agência refez os cálculos, incluindo novos aportes anunciados pelo governo, e o valor acabou caindo para R$ 1,66 bilhão.

O valor, que é parte das receitas da CDE, será dividido entre as empresas na proporção de seus mercados e consequentemente terá reflexo nos reajustes anuais das distribuidoras. As cotas da CDE que devem ser pagas pelas distribuidoras é resultado da diferença entre o total de despesas e as receitas da conta. Para 2014, a estimativa de despesas da CDE é R$ 18,07 bilhões.

A redução das cotas da CDE foi possível porque o governo anunciou, no mês passado, um aporte extra, para cobrir os gastos das distribuidoras com a compra de energia no mercado livre e com o uso maior de energia de termelétricas, que é mais cara. Dos R$ 4 bilhões anunciados, R$ 2,8 bilhões irão para a CDE. Além disso, também entraram na receita da CDE R$ 1,175 bilhão de parcelamentos de dívidas de agentes inadimplentes.

Hidrelétricas

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) indicou ontem uma ligeira melhora na situação dos reservatórios hidrelétricos do Nordeste, tendo em vista que as estimativas apontaram para uma evolução de 42,8% para 43,4% no fim de abril. Para o Norte, a projeção permaneceu no mesmo patamar, de 91%.

Com a previsão de menos chuvas no Sul, o ONS revisou para baixo a estimativa de estoque nos reservatórios das usinas da região no fim do mês, passando de 43,6%, para 40,3%. O mesmo aconteceu com o subsistema Sudeste/Centro-Oeste, o principal do país, já que a estimativa de estoque dos lagos das usinas das duas regiões caiu de 40,6% para 36,6%, revelou o ONS. A queda foi motivada principalmente pela redução da expectativa de chuvas para abril.

Anchieta Dantas Jr.
Repórter
INDICES

Diário do Nordeste – Negócios – 08/04/2014

Water woes endanger Korea DPR reactor

The Yongbyon nuclear complex in North Korea (Yonhap)

North Korea may have temporarily shut down its plutonium reactor due to water supply problems that could pose risks of radiation exposure in case of a natural disaster or other major incidents, a U.S. think tank said Monday, adding to controversy over the nuclear complex’s safety.

Recent satellite imagery indicated that the Yongbyon site in the country’s northwest appeared to have been struggling to ensure stable water supplies to its cooling systems in the aftermath of torrential rain and subsequent floods last summer, according to the U.S.-Korea Institute at Johns Hopkins University.

The 5-megawatt graphite-moderated reactor is believed to have been put back in operation last year, ending its closure under a 2008 disarmament agreement with the U.S.

Despite recent fixes such as water channel and dam construction, concerns linger over supply difficulties over the long term because the new channels and dams are built with sand and thus could be washed away by floods, the Washington-based think tank said.

“If the reactor’s secondary cooling system were to fail, so would the entire cooling system. The result would be a fire in the graphite core and the release of radioactivity,” analyst Nick Hansen wrote on its website, 38 North.

“While North Korea’s experience operating this system would increase its chances of quickly shutting it down before a fire broke out, the reactor’s lack of airtight containment could lead to the escape of some radioactivity even in small accidents. … The rapid loss of water used to cool the reactor could result in a serious safety problem.”

But the institute argued that any nuclear accident in Yongbyon would not bring about greater damage than the 1986 Chernobyl disaster given the reactor’s small size, dismissing recent comments by President Park Geun-hye.

In her speech late last month at a nuclear security summit at The Hague, she said that a fire at Yongbyon may result in a disaster far worse than the Ukrainian one, which killed 30 people in an explosion and additional 2,500 in related illnesses, citing a report by a Seoul National University nuclear scientist.

But the report has been criticized by many other scholars as “nonsense,” as the level of power generated by the Yongbyon reactor is less than one-hundredth of Chernobyl’s.

“However, a radioactive release in the atmosphere or river would cause an expanded local area of contamination,” Hansen noted.

“Also, Pyongyang’s likely lack of transparency could create a regional crisis, panicking the public in surrounding countries and raising tensions with governments anxious for further information.”

 

By Shin Hyon-hee (heeshin@heraldcorp.com)

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Korea Republic and Australia created free trade pact

South Korea and Australia on Tuesday signed a free trade agreement that is expected to reinforce economic ties and help respective businesses find new opportunities.

The tearing-down of tariffs on automobiles, beef and other traded goods is expected to give Korea’s gross domestic product a 0.14 percent increase and boost customer welfare by $1.6 billion within 10 years of the FTA’s effectuation, the Korean government said.

The signing was held between Korean Trade Minister Yoon Sang-jick and his counterpart Andrew Robb at the presidential office in Seoul, with President Park Geun-hye and Australian Prime Minister Tony Abbott’s support. The pact now awaits the National Assembly’s ratification and is expected to go into effect in 2015.

The Korea-Australia FTA is the first such deal for both the Park Geun-hye and Abbott governments. A deal with Canada was agreed in March but has not yet been signed. The Australia pact is the 11th FTA for Korea, which now has free trade ties with 48 economies.

President Park Geun-hye and Australian Prime Minister Tony Abbott conduct a joint press conference after a summit at Cheong Wa Dae on Tuesday. (Park Hyun-koo/The Korea Herald)

“We believe signing the free trade agreement today offers an institutional template promoting economic cooperation and broadening the scope of our cooperation as well as taking our cooperation to a higher level,” Park said during the bilateral summit held earlier in the day.

The Korea-Australia Free Trade Agreement is regarded as a pivotal pact for both countries. Korea is currently the third-largest export market and fourth-largest trading partner for Australia. Australia is the sixth-largest trading partner for Korea and the 10th-largest export market, with South Korea posting an $11.22 billion bilateral trade deficit in 2013.

Under the agreement, the two economies will eliminate import tariffs on most products within 10 years of the implementation of the deal.

Australia will immediately abolish its tariffs on 70 percent of cars from Korea, while the rest will be removed within the following three years. Korea’s car exports to Australia marked around $1.96 billion in 2013, taking over 20.5 percent of South Korea’s total exports to Australia.

Korea will gradually eliminate its tariffs of up to 72 percent on beef imports from Australia.

“The FTA is expected to give balanced benefit for the two parties,” said Assistant Trade Minister Woo Tae-hee.

During the bilateral summit held before the FTA signing ceremony, leaders of South Korea and Australia agreed to boost security cooperation to better protect the Asia-Pacific region from diverse military threats and to promote peace and stability to the Korean Peninsula. The two leaders also urged North Korea to abandon its nuclear weapons programs and comply with the United Nations Security Council resolutions, saying it was “essential for peace and stability in the region and beyond.”

Abbott also welcomed Park’s vision for promoting peace and cooperation in Northeast Asia and stressed the need for achieving peaceful unification and improving human rights conditions in the communist regime.

In a joint statement for a secure, peaceful and prosperous future between the two countries, leaders said they would review the existing bilateral-security frameworks and seek to strengthen defense-industry and procurement cooperation.

To expand investment, the two said they would cooperate to promote deregulation campaigns by exchanging experts and business delegations.

“By eliminating unnecessary corporate regulation, we will ensure businesses get the most out of our free trade agreement,” the two said in a joint statement.

 

By Cho Chung-un and Bae Ji-sook
(christory@heraldcorp.com) (baejisook@heraldcorp.com)

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SporTV terá programa na madrugada durante a Copa do Mundo

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O SporTV, canal esportivo da Globo na TV por assinatura, tem preparado cada detalhe de sua cobertura da Copa do Mundo de 2014, que acontecerá no Brasil.

Segundo o jornal “O Globo”, o Sportv se transformará em um canal exclusivo sobre a Copa entre junho e julho, tendo sua programação voltada para os jogos, bastidores e notícias do Mundial, 24 horas por dia.

Para que isso seja cumprido, a emissora prepara uma atração que será exibida nas madrugadas: trata-se do “Madruga SporTV”, que deve ir ao ar entre 1h30 e 7 da manhã.

O programa contará com quadros como “Copa da Cozinha”, onde serão ensinados lanches e quitutes para os telespectadores não ficarem com fome durante a madrugada, e com o “Replaygame”, onde os gols do dia serão mostrados, mas em sua versão no vídeo game oficial da Copa do Mundo, algo que é bastante comum de se encontrar na internet, por exemplo.

A Copa do Mundo de 2014 acontecerá entre 12 de junho e 13 de julho e será exibida, além do SporTV, por Globo, Band, Band Sports, Fox Sports e ESPN Brasil.

 

NaTelinha

 

Ordem para falar só bem da Copa do Mundo gera revolta na Band; entenda

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Uma ordem feita pela Band ao seu departamento de jornalismo está pegando muito mal dentro da emissora, não só com os jornalistas, mas também entre seus produtores.

A direção da Band exigiu que não se critique ou se denuncie qualquer assunto relacionado à Copa do Mundo de 2014, que acontecerá no Brasil entre o mês de junho e julho, com ampla transmissão da emissora do Morumbi.

A ordem é só falar bem, ou como se diz no mercado, fazer uma cobertura bem “chapa branca”. Segundo informações obtidas com exclusividade pelo NaTelinha, a regra pegou muito mal perante os jornalistas e produtores dos jornais.

Editores estão questionando a ordem, por achar que, com isso, a cobertura perderá bastante qualidade. Alguns mais exaltados estão pensando até em pedir demissão, pois o “pedido” vai contra os princípios do jornalismo, segundo muitos. Há quem diga também que, se houver protestos contra a Copa, a direção pode até vetar matérias.

A Band irá transmitir a Copa do Mundo em TV aberta, junto com a Globo. A emissora, que tem tradição nos esportes, promete uma grande cobertura jamais vista antes.

NaTelinha

Nakedbus faces another passenger drama

Photo / APN

Photo / APN

A passenger on a Nakedbus journey last weekend says she was stunned when the bus ran out of fuel.

The Wellington to Auckland service came to a halt outside a Cambridge service station on Saturday.

The driver, who had slept in that morning and will face extra safety training after the fuel gaffe, then informed travellers he couldn’t fill up there because he had a fuel card for another gas company in the town.

He had to dig into his pocket to put enough fuel into the bus to get them to the other service station so he could then use his company fuel card.

Melanie Blood, a media and information systems student at Victoria University, was travelling with a friend to Hamilton on Saturday morning for a 21st birthday party.

After a one-hour delay in setting off on the 10-hour journey, she said she couldn’t believe her bad luck when the bus ran out of fuel coming into Cambridge.

The passengers had to sit and wait while the flustered driver decided what to do, Ms Blood said.

Worried she wouldn’t make the party in time, she phoned a friend to drive down from Hamilton and pick her up.

“No one was really angry because the fares are so cheap anyway. You get what you pay for, I guess,” she told APNZ.

She paid $12 for the ill-fated trip north, and $25 for the homeward leg.

A spokeswoman for Nakedbus said the driver “slept in on Saturday morning”, causing the hour delay to departure.

When the fuel was “at the bottom of the tank” in Cambridge, he topped it up with 20 litres from the nearest service station, before filling up at another with his fuel card, she said. The bus arrived in Auckland an hour behind schedule.

Nakedbus has offered all 23 passengers on board at the time a free trip, and the driver faces further safety training around best practice.

 

 

Source : The New Zealand Herald