Londrina 2 x 2 Maringá

Tubarão fica duas vezes à frente, com Joel e Celsinho, mas não segura a vantagem. Zebra marca com Gabriel Barcos e Baiano. Finalíssima será no próximo domingo


Casa cheia, gols, disputas acirradas, rivalidade e muita emoção… A partida entre Londrina e Maringá teve todos os ingredientes de uma final. No fim, o equilíbrio prevaleceu, e os times empataram em 2 a 2 na tarde deste domingo, no Estádio do Café, no jogo de ida da decisão do Campeonato Paranaense. A finalíssima será no próximo domingo, às 16h (horário de Brasília), no Willie Davids. Quem vencer fica com a taça. O empate leva a disputa para os pênaltis.

O Tubarão deixou o Café com um gosto amargo, já que esteve à frente no placar em duas oportunidades. Joel e Celsinho anotaram os gols do time da casa. Já a Zebra saiu mais satisfeita por ter mostrado poder de reação – Gabriel Barcos e Baiano garantiram o empate – e também porque terá a necessidade de uma vitória simples diante do seu torcedor – que já esgotou todos os ingressos para o segundo duelo da final do campeonato estadual.

Os 26.827 torcedores que compareceram ao Café na tarde deste domingo (27.977 pessoas ao todo e R$ 873 mil de renda bruta) viram um confronto equilibrado.

O Londrina rondava a área adversária e levava mais perigo. Na bola parada, Joel colocou o time em vantagem. Já o Maringá, que tinha uma postura mais cautelosa, mas mostrava muita eficiência nos contra-ataques, empatou logo depois com Gabriel Barcos. O time da casa voltou à frente no placar com Celsinho, no segundo tempo, mas a Zebra fechou o placar com um golaço de Baiano.

Antes da finalíssima, o Londrina volta as atenções para a Copa do Brasil. Após vitória por 2 a 0 em casa, o time visita o Criciúma na quinta-feira, às 19h30m, no Heriberto Hülse, com a vantagem de poder perder por um gol de diferença ou até por dois gols, desde que marque ao menos um (ou seja, 3 a 1, 4 a 2…).

Joel e Barcos roubam a cena e fazem 1 a 1

Londrina e Maringá adotavam o mesmo desenho tático, o 4-4-2, e faziam um primeiro tempo disputado. Apoiado pela torcida, os comandados de Claudio Tencati eram mais perigosos, principalmente nos lances de bola parada. Rone Dias, Celsinho e Joel movimentavam-se e davam trabalho à marcação, e o artilheiro Arthur ficava na área à espera de uma chance. Aos 18, Rone Dias cobrou escanteio, e Joel desviou de cabeça para colocar o Tubarão em vantagem.

O time visitante, por sua vez, apostava nos contra-ataques, com destaque para o trio Léo Maringá, Cristiano e Gabriel Barcos. A Zebra tinha mais dificuldades para chegar ao ataque, mas quando a oportunidade apareceu, deixou tudo igual. Cristiano soltou a bomba, e Gabriel Barcos aproveitou o rebote do goleiro Vitor para empatar no primeiro tempo. Com o forte calor que fazia no interior do estado (superior a 30°C), o ritmo da partida caiu, assim como o número de lances perigosos.

Torcida do Londrina no Estádio do Café (Foto: Reprodução/RPC TV)
Torcida do Londrina faz bela festa no Estádio do Café (Foto: Reprodução/RPC TV)

Oportunismo de Celsinho e golaço de Baiano: tudo igual

Os times voltaram sem alterações para o segundo tempo, e o Londrina manteve a postura ofensiva, levando mais perigo ao gol adversário. A postura deu resultado. Aos 10, Maicon Silva cruzou, Arthur cabeceou no canto, e Edvaldo salvou com a ponta dos dedos. No rebote, porém, Celsinho – que vinha tendo atuação apagada na partida – chutou forte e recolocou o Tubarão em vantagem. Mas o Maringá, assim como no primeiro tempo, não baixou a cabeça. O lateral-direito Baiano, que tinha acabado de entrar no lugar do machucado Fernandinho, soltou a bomba de longe e acertou o canto, sem chance para Vitor. Um golaço e, mais uma vez, tudo igual no Estádio do Café.

Os técnicos passaram a mexer nos times. Claudio Tencati colocou Sílvio e Alexandre Oliveira; Clademir Sturion respondeu com as entradas de Fábio Gomes e Fábio Martins. O jogo ficou aberto até o final. Os dois times buscavam o gol que os daria uma vantagem na segunda partida da decisão. Mas um pouco pelo cansaço, um pouco pelo nervosismo de ambos os lados, as chances de gol tornaram-se raras. Assim, apesar da luta, o jogo terminou mesmo 2 a 2. A finalíssima no Estádio Willie Davids, no próximo domingo, promete muito mais emoção.

Londrina Maringá (Foto: Reprodução/RPC TV)
Londrina e Maringá fazem partida equilibrada no Estádio do Café (Foto: Reprodução/RPC TV)
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Oswaldo admite má atuação, mas diz: ‘Não jogaremos duas vezes assim’

Técnico reconhece que Peixe esteve desorganizado em campo e enaltece jornada do Ituano, mas aposta em semana cheia para virar a decisão e conquistar o título .

O técnico Oswaldo de Oliveira admitiu que o Santos jogou mal na derrota por 1 a 0 para o Ituano, no Pacaembu, neste domingo, primeiro jogo da final do Campeonato Paulista. Ele reconheceu que o Alvinegro não esteve organizado e enalteceu a apresentação do rival, que passa a ter a vantagem do empate na partida de volta, no próximo domingo, às 16h (horário de Brasília), no Pacaembu. O treinador, porém, não acredita que o Peixe repetirá a fraca exibição na volta.

– Acho que não jogaremos mal duas vezes seguidas. Reconheço os méritos do Ituano. Já os tinha visto jogar, não foi novidade. Sabíamos que seria difícil. É uma equipe bem organizada e muito bem treinada. Agora temos de trabalhar, primeiro para corrigir o que deixamos a desejar hoje (domingo) e, principalmente, nos organizar para furar o bloqueio deles, que certamente será maior na volta – disse.

Oswaldo minimizou o impacto do pênalti perdido pelo meia Cícero no primeiro tempo (o placar já marcava 1 a 0). Para o técnico, a constante perda da posse de bola no meio de campo e a atuação pouco inspirada da equipe explicam a má jornada dos santistas no Pacaembu.

– Já aconteceu em outras partidas de termos essa oscilação, com a equipe desequilibrada, sem conseguir se organizar em campo e permitindo que o adversário se antecipasse sempre na segunda bola. E acho que as bolas perdidas foram mais determinantes, mais até que o pênalti. Considero um dos pontos fortes do Santos as bolas que ganhamos no meio, e hoje não tivemos sucesso – declarou.

Por fim, apesar dos elogios à postura do Ituano, que justificou ter a melhor defesa do Paulistão (apenas 10 gols sofridos) ao anular as ações do ataque do Santos, o treinador alvinegro não esconde o otimismo para o jogo de volta da decisão.

– O Ituano é uma dificuldade. Faz bem sua parte em campo. O Santos deixou a desejar, mas, com os treinos da semana, vamos nos reabilitar e vencer a próxima partida – concluiu.

Para ser campeão, o Santos precisa de uma vitória por, no mínimo, dois gols. Se a vitória santista for por um gol, o confronto será decidido nos pênaltis.

* Com supervisão de Alexandre Lopes

Oswaldo de Oliveira Ituano x Santos (Foto: Marcos Ribolli)
Oswaldo reconhece time desorganizado contra o Ituano (Foto: Marcos Ribolli)
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Salgueiro 2 x 0 Náutico

 2 x 0 

Semifinal
SALGUEIRO VENCE O NÁUTICO NO SERTÃO E GARANTE VANTAGEM NAS SEMIFINAIS
Com a vitória por 2 a 0, Carcará garante vaga na final do Pernambucano com empate; Timbu precisa vencer para levar decisão para os pênaltis .
De nada valeu a tradição do Náutico diante da boa campanha do Salgueiro dentro de casa – foram apenas duas derrotas em 14 jogos. A vitória por 2 a 0, neste domingo, serviu para consolidar o bom retrospecto no Cornélio de Barros e também para o Carcará largar com uma grande vantagem nas semifinais do Campeonato Pernambucano. Os sertanejos garantem vaga na decisão até com um empate, no próximo sábado, na Arena Pernambuco. Para a equipe alvirrubra, será necessário vencer por qualquer placar. Isso leva a disputa para os pênaltis, já que no regulamento da competição o saldo de gols não é levado em consideração.

O Salgueiro construiu a vitória aproveitando justamente a pior deficiência alvirrubra: os espaços deixados por Gerley na lateral esquerda. Aos 24 minutos do primeiro tempo, Everton marcou após cruzamento de Marcos Tamandaré. Aos 37 da etapa final, o gol foi de Kanu e o cruzamento de Victor Caicó.

Antes da próxima semifinal, o Náutico ainda terá o jogo da volta contra o Sergipe, pela Copa do Brasil, às 19h30m desta quarta-feira, na Arena Pernambuco. O Timbu foi derrotado por 1 a 0 no jogo de ida.

 

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Vice fora da lista e Cid monta nova estratégia

Um dos nomes da aliança para o Senado, na chapa do Governo, é apontado como indutor de provável derrota .

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Cid Gomes fala no evento que marcou o ingresso dele e todos os seus liderados no PROS,inclusive o vice-governador Domingos Filho. O fico do governador mudou esse clima de festa registrado no ano passado
FOTO: BRUNO GOMES

O cenário político estadual, com a decisão de Cid Gomes de permanecer no Governo até o fim do seu mandato, em 31 de dezembro deste ano, além de fazer voltar a expectativa de um rearrumar das oposições, registra a exclusão do nome do vice-governador Domingos Filho da relação de pretensos candidatos do PROS ao Governo do Estado no pleito de 2014, não por sua iniciativa, mas pela cúpula do comando partidário, irresignada pelo fato de ele insistir em permanecer no cargo.

Está sendo atribuído a Domingos o desmoronar de um projeto estratégico da estrutura governista, para facilitar a disputa sucessória de outubro vindouro, ao se recusar a renunciar à sua expectativa de poder juntamente com o governador, como lhe foi sugerido pelo próprio Cid Gomes, na última terça-feira, e por outros líderes do seu partido, no célebre encontro da pretérita quarta-feira. Essa posição do vice, por sinal, nós comentamos na publicação do dia 23 de março, neste mesmo espaço.

Sem dúvida, havia interesse do governador em ter o irmão, Ciro, candidato ao Senado. É um dos poucos políticos deste Estado com projeção nacional e perspectivas mais reais, sendo detentor de uma cadeira no Senado, de postular, como já o fez, a cargo de presidente da República. Mas existia, também, no cerne do objetivo da renúncia ao mandato, a tentativa de inviabilizar uma forte chapa concorrente que lhe viesse exigir bem mais esforços na campanha.

Diferente

Desincompatibilizados, tanto ele Cid, quanto Ciro poderiam ficar bem a cavalheiros até o fim de junho, quando termina o prazo de realização das convenções para homologação das candidaturas, deixando pairar a dúvida se entrariam ou não na disputa da vaga de senador, inibindo adversários, tanto pelo potencial eleitoral de que são possuidores, como pela estrutura de poder sob o comando deles, sem esquecermos o fato de que também afastariam fantasmas, hoje acostados à coligação, mas indesejáveis na chapa majoritária.

Se o PROS tem quadros com condições competitivas para postular o Governo, da aliança com os demais partidos os nomes oferecidos para o Senado, como os de Inácio Arruda e José Guimarães, sofrem restrições, por razões diferentes, tanto de políticos quanto do marqueteiro Manoel Canabarro, já escolhido para orientar a próxima campanha comandada por Cid. Para um seleto grupo reunido no Palácio da Abolição, na última quarta-feira, ele foi peremptório ao afirmar que o candidato ao Senado pode contaminar a chapa e levá-la à derrota.

A situação de elegibilidade de Cid e Ciro se houvesse sido concretizada, mostraria diferente a realidade de hoje. Domingos Filho está sendo responsabilizado por ter proporcionado esse estado diferente. Retraído, o vice não fala em público sobre o assunto, mas, segundo amigos seus, já está sentindo ter sido distanciado do grupo de elite do Governo. Embora o governador tenha permanecido recluso, em casa, por recomendação médica, desde a noite da quinta-feira passada, as conversas comandadas por Ciro, na última sexta-feira, sobre as desincompatibilizações de servidores do Estado, passaram à margem do vice.

Reflexão

Experiente, Domingos também sabe que vai sofrer as consequências de sua decisão. E, por certo, está recolhido para momentos de reflexão sobre o seu futuro político pessoal e o dos familiares, o filho deputado federal, Domingos Neto e a mulher prefeita de Tauá, Patrícia Aguiar. Não está descartada a possibilidade de o vice vir a disputar uma cadeira de deputado estadual para evitar o ostracismo, a partir de 2015.

Se Domingos Neto já não mais teria a expressiva votação que o elegeu no primeiro mandato, em 2010, totalizando 246.591, as investidas que serão feitas nos municípios em que foi votado, sobretudo em razão do que aconteceu, na última semana, contribuirão, sem dúvida, para reduzi-la ainda mais.

A propósito, por interferência do pai, o deputado acordou sair do Município de Camocim para que lá fosse votado, como candidato a deputado federal, o ex-ministro Leônidas Cristino, que já era considerado fora do quadro de postulantes ao Governo, mas deve estar de volta em razão da exclusão do nome do vice.

Cargos

O senador Eunício Oliveira (PMDB) conversou, demoradamente, na última segunda-feira, com o deputado estadual Heitor Férrer (PDT), sobre sua candidatura ao Governo do Estado, as potencialidades e perspectivas dela, ao fim da qual formalizou o convite ao pedetista de com ele participar da disputa.

Heitor não esconde a satisfação da deferência, mas deixou claro para o senador que o partido dele é aliado do Governo e, portanto, não teria condições de fazer parte da chapa do senador. Também, acrescentou Heitor, a disputa política entre ele e o senador, no Município de Lavras da Mangabeira, moralmente o impedia de estar aliado com o peemedebista no cenário estadual.

Sem vislumbrarem alteração do cenário estabelecido após o encontro de Cid e Eunício, no dia 28 de março, quando ficou bem definida a posição dos dois em relação à disputa pelo Governo do Estado, os governistas estão esperando, agora, que os três secretários peemedebistas: Bruno Vale Sarmento de Menezes, do Conselho de Políticas e Gestão do Meio Ambiente; César Augusto Pinheiro, dos Recursos Hídricos e João Alves Melo, da Controladoria e Ouvidoria Geral do Estado, bem como os indicados para a Prefeitura de Fortaleza, entreguem os cargos que ocupam.

Edison Silva
Editor de política

Diário do Nordeste – Política – 06.04.2014

Atlético Mineiro 0 x 0 Cruzeiro

 0 x 0 

O resultado do primeiro jogo da final do Campeonato Mineiro não combinou com o futebol apresentado por Atlético-MG e Cruzeiro neste domingo no Independência. A magreza do 0 a 0 foi incompatível com a fartura de boas jogadas, vibração e velocidade apresentada pelas duas equipes. O placar foi melhor para a Raposa, que agora joga pelo empate na finalíssima, domingo que vem, no Mineirão, para ser campeã estadual. O Galo precisa vencer.

Foi um clássico equilibrado. Empurrado pela torcida em um jogo apenas com torcedores atleticanos, mas desfalcado de Ronaldinho Gaúcho, com dores no pé esquerdo, o time de Paulo Autuori teve um pouco mais de posse (53% a 47%) e presença ofensiva levemente superior. Perdeu uma chance incrível com Marion no primeiro tempo e outra com Diego Tardelli no segundo. Mas o Cruzeiro também soube ser agressivo. Os dois times estiveram em vias de vencer a partida, que teve público de 22.342 pagantes e renda de R$ 697.225,00.

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Bahia 2 x 0 Vitória

Tricolor busca mesmo placar do Ba-Vi da primeira fase, vence por 2 a 0 e pode até perder por um gol de diferença no domingo para ficar com a taça .

Um filme repetido, mas que os tricolores terão prazer em rever. Assim como no Ba-Vi da primeira fase, o Bahia bateu o Vitória por 2 a 0. A diferença é que desta vez o placar valeu a vantagem na decisão do Campeonato Baiano. Os gols foram marcados por Talisca e Fahel. Com o resultado, o Tricolor pode até perder por um gol de diferença, no próximo domingo, no estádio de Pituaçu, que ainda assim conquistará seu 45º campeonato estadual.

O Ba-Vi deste domingo foi decidido por erros do Vitória e pela frieza do Bahia. Os personagens do triunfo tricolor foram doisjogadores com história no clube. Destaque do time na temporada, Anderson Talisca, que passou a semana em recuperação de uma torção no tornozelo, marcou o primeiro, após linda tabelinha com Maxi Biancucchi. O segundo foi anotado por Fahel. Em seu quarto ano de clube, o volante, maior artilheiro do atual elenco, marcou o 21º gol com a camisa tricolor.

Com o resultado, o Bahia chegou ao sexto jogo seguido sem perder para o maior rival. A última derrota foi na primeira partida da final do Campeonato Baiano de 2013, quando o Vitória venceu por 7 a 3. Desde então, foram três triunfos do Bahia e três empates. No próximo domingo, o Rubro-Negro terá que quebrar este tabu para ficar com a taça do Estadual. O Vitória precisa ganhar por dois gols de diferença para ficar com o título.

Talisca gol Bahia (Foto: Eduardo Martins / Ag. Estado)
Talisca marcou o primeiro, e o Bahia tem vantagem de poder até perder para ser campeão (Foto: Eduardo Martins/Ag.Estado)

Emoção, trave e Talisca   

O primeiro tempo do clássico teve de tudo: emoção, surpresas, discussões, lances polêmicos e bola na rede. O clássico começou equilibrado. De volta ao time titular, o argentino Maxi Biancucchi foi responsável pelo primeiro momento de perigo do jogo, após bela jogada individual. O Tricolor voltou a ficar perto do gol em cabeceio de Titi que Ayrton salvou em cima da linha. O Vitória respondeu com dois lances: Ayrton cobrou falta com perigo, e Juan, de longe, acertou a trave de Marcelo Lomba.

O clássico ainda teve dois gols anulados. Titi, em posição irregular, cabeceou para as redes de Wilson, mas a arbitragem invalidou. No lance seguinte, Juan usou o braço para conduzir a bola antes de superar Lomba e viu a arbitragem anular a jogada. Quando a partida parecia caminhar para um primeiro tempo sem gols, Rodrigo Defendi saiu jogando errado e permitiu o contragolpe do Bahia. Maxi e Talisca tabelaram, e o jovem meia tricolor bateu com consciência para abrir o placar: Bahia 1 x 0.

Juan e Fahel Bahia x Vitória (Foto: Edson Ruiz / Ag. Estado)
Partida foi muito disputada neste domingo na Fonte Nova (Foto: Edson Ruiz / Ag. Estado)

Vermelhos, pouco futebol e Fahel   

segundo tempo começou com o Vitória se lançando ao ataque em busca do empate. Em vantagem, o Bahia preferiu voltar com uma postura mais conservadora. A etapa teve poucos lances de perigo. Enquanto Ney Franco fazia mudanças para colocar o Vitória mais à frente, o Bahia se segurava bem com uma boa postura defensiva.

Em um lance não registrado pelas imagens, o árbitro Wilton Pereira Sampaio viu um desentendimento entre Hugo e Uelliton e expulsou os dois jogadores. Com dez para cada lado, a partida ficou ainda mais pegada. Assim como no primeiro tempo, a etapa caminhava para a ausência de gols, e um novo vacilo da defesa do Vitória definiu o clássico. Talisca cobrou escanteio, e Fahel, livre de marcação, cabeceou para ampliar: Bahia 2 x 0 e festa da torcida tricolor, que deixou a Fonte Nova em êxtase e com uma mão na taça.

 

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Ituano 1 x 0 Santos

 1 x 0 

Final
VITÓRIA GIGANTE! ITUANO DOMINA O SANTOS E FICA EM VANTAGEM NA FINAL
Time do interior leva a melhor no jogo de ida, vence por 1 a 0, com gol de Cristian, e agora joga pelo empate na decisão do próximo domingo .
Velocidade, toque de bola envolvente, golaço… Quantas vitórias do Santos foram descritas dessa maneira ao longo do Paulistão? Algumas, certamente. Mas neste domingo quem venceu assim foi o Ituano. Pequeno, mas com mania de grandeza, tradição da cidade, o time do interior fez 1 a 0 no Pacaembu, na primeira final, calando os santistas, em maioria no estádio (o público total foi de 29.203 pessoas, para uma renda de R$ 1.459.355,00).

O experiente Cristian, que aos 34 anos disse antes do jogo saber o caminho para o Ituano ser campeão, foi o autor do golaço que deu a vitória ao time rubro-negro. Mas todos os outros jogadores do Galo foram igualmente importantes no triunfo. Foram bem na defesa, no meio e no ataque. Bem diferente do Santos.

Frágil atrás, confuso no meio e sem ímpeto ofensivo, o Peixe assistiu ao adversário jogar. Poderia até ter empatado se Cícero tivesse acertado cobrança de pênalti. Mas é muito difícil marcar gols contra o time de Itu, que chegou ao seu quinto jogo consecutivo sem ser vazado. No próximo domingo, às 16h, também no Pacaembu, Ituano joga pelo empate. O Santos precisa de dois gols de diferença. Vencendo por um gol, o Peixe força a disputa por penalidades.

 

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Santa Cruz 3 x 0 Sport

 3 x 0 

Semifinal
SANTA CRUZ DÁ O TROCO NO SPORT E ABRE VANTAGEM NA SEMIFINAL
No quinto clássico do ano, Tricolor enfim bate o Leão, por 3 a 0, no Arruda
Tem sido assim nos últimos anos. O Santa Cruz cresce contra o Sport na reta final do Campeonato Pernambucano. Na primeira semifinal contra o Leão, rival que ainda não havia vencido este ano, o Tricolor lavou a alma de sua torcida. Na tarde deste domingo, uma vitória incontestável no Arruda: 3 a 0. Resultado para recuperar a autoestima do torcedor abalada após três derrotas consecutivas e um empate diante do rival. Na tarde deste domingo, um passo firme em direção ao sonhado tetracampeonato.

Léo Gamalho foi o nome do jogo. Não só pelos dois gols. O camisa 9 coral fez uma de suas melhores apresentações desde que chegou ao Arruda. Renatinho, que entrou no segundo tempo, marcou o outro. O placar poderia ser muito mais comemorado pelos tricolores não fosse o atual regulamento do Pernambucano, que não leva em conta o saldo de gols. Ou seja, vitória do Sport por 1 a 0 na Ilha leva a decisão para os pênaltis. Por outro lado, o Santa já garantiu, no mínimo, os pênaltis no próximo domingo.

Apesar de dividir as atenções com a final da Copa do Nordeste, o Sport foi escalado com força máxima. Mas esteve apático. Quarta-feira, o Leão decide o título regional contra o Ceará na Arena Castelão, após a vitória por 2 a 0 na Ilha do Retiro.

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