Fortaleza 1 x 1 Ceará

A marcação forte predominou durante a maior parte do Clássico-Rei, que ficou no 1 x 1

A marcação forte predominou durante a maior parte do Clássico-Rei, que ficou no 1 x 1 
(Foto: Divulgação/CearaSC.com)

O equilíbrio marcou o primeiro jogo entre Ceará e Fortaleza no ano de 2014. Os dois times se enfrentaram nesta tarde, pela quarta rodada do Campeonato Cearense 2014 e o resultado foi 1 x 1, em um jogo muito disputado e com poucas chances de gol. O resultado deixou o Alvinegro com cinco pontos na tabela da competição.

O primeiro tempo começou com os dois times se estudando dentro de campo. O Vozão tentava levar perigo através de lançamentos longos de Ricardinho e Rogerinho, porém, o ataque do Vovô não prevaleceu nos lances. Enquanto isso, o Fortaleza não levava perigo e não se encontrava em campo.

Aos 21 minutos, em jogada ensaiada, Souza tocou para Ricardinho, que cruzou na medida para Sandro. O zagueiro apareceu em velocidade na área e desviou de cabeça para o fundo das redes, abrindo o placar do Clássico-Rei. Em desvantagem, o rival do Vozão tentou empatar aos 28 minutos, quando Robert chutou rasteiro, mas Luís Carlos defendeu.

O empate do Fortaleza aconteceu aos 37 minutos, quando Walfrido chutou colocado e Luís Carlos fez grande defesa, porém, Robert aproveitou o rebote para mandar para o gol e deixar o placar em 1 x 1. Nos minutos finais, o jogo seguiu cheio de emoções e, com mais posse de bola, o Alvinegro pressionava.

Com 43 minutos, de jogo, o meio-campista Rogerinho partiu ao ataque, deixou a marcação para trás e chutou cruzado, mas a defesa conseguiu cortar, evitando maior perigo. Este foi o último lance de perigo da etapa inicial do jogo, que ficou empatado em 1 x 1.

No segundo tempo, o jogo seguiu muito igual e os dois times criavam poucas oportunidades no ataque. Com 12 minutos, Sérgio Soares colocou Assisinho na vaga de Souza e, em seguida, Ricardinho chutou rasteiro, mas Luís Carlos fez a defesa. Aos 16 minutos, o volante arriscou novamente, mas o camisa 1 adversário também levou a melhor.

O Fortaleza respondeu somente aos 17 minutos, quando Marcelinho Paraíba recebeu cruzamento e cabeceou, mas mandou para fora. Dois minutos depois, Rogerinho mandou na cabeça de Sandro, que finalizou bonito, mas o goleiro Luís Henrique salvou a equipe adversária.

Para dar novo fôlego ao time, o treinador alvinegro colocou Vicente na vaga de Hélder Santos e aos 33 minutos o Vozão quase marcou, quando Ricardinho cobrou falta com efeito e viu o zagueiro adversário se jogar na bola para afastar o perigo. O Fortaleza respondeu da mesma forma, mas a cobrança de falta de Corrêa parou nas mãos de Luís Carlos.

Querendo os três pontos, o Alvinegro teve nova chance aos 41 minutos, quando Assisinho fez boa jogada individual e chutou colocado, porém, o goleiro adversário conseguiu defender. Depois, Sérgio Soares colocou Marcos na vaga de Rogerinho e o Vozão ganhou mais poder ofensivo.

Já nos acréscimos, Marcos fez boa jogada e cruzou para Bill, que tentou finalizar, porém, a bola passou na pequena área e a zaga rival conseguiu evitar o gol alvinegro. Esta foi a última chance de perigo do jogo, que terminou em 1 x 1, mostrando o quão disputado foi o primeiro Clássico-Rei desta temporada.

O resultado deixa o Ceará com cinco pontos na tabela do Campeonato Cearense 2014 e agora, o Mais Querido volta seus pensamentos para a disputa da Copa do Nordeste, no qual, o Vozão enfrentará o América/RN, pelas semifinais da competição. O grupo se reapresenta amanhã e começa a trabalhar para o jogo da próxima quarta-feira, 12/03.

 

Ceará Sporting Club

Corinthians 2 x 3 São Paulo

 2 x 3 

Só o São Paulo fez gols no Pacaembu. Ganso, Luis Fabiano, Rodrigo Caio e dois de Antônio Carlos, o goleador da tarde. Não, não foi 5 a 0 para o time de Muricy Ramalho. O zagueiro-artilheiro fez dois contra e deu emoção a um clássico muito bom no Pacaembu, mas que teve domínio tricolor diante de um Corinthians impecável no primeiro tempo (quando em vantagem), mas frágil ao tentar sair para o jogo.

O companheiro de zaga Rodrigo Caio salvou a pele de Antônio Carlos nos últimos minutos: 3 a 2 e o fim de um longo jejum: eram 15 meses sem vencer um clássico. A última vez havia sido também contra o Timão no Pacaembu.

Jogadores do São Paulo comemoram gol (Foto: Marcos Ribolli)Jogadores do Tricolor celebram gol decisivo contra o Corinthians no Pacaembu (Foto: Marcos Ribolli)

Durante todo o tempo, os visitantes tiveram mais posse de bola no Pacaembu, mas demoraram a conseguir furar o sistema defensivo corintiano. O São Paulo de Muricy Ramalho evoluiu coletivamente. Já o Corinthians, que teve Mano Menezes expulso no fim do primeiro tempo, melhorou na etapa final com a entrada de Guerrero.

Os dois times sentiram falta de suas novas estrelas. Jadson poderia ter se aproveitado muito bem do espaço no meio-campo. A qualidade técnica de Alexandre Pato também seria um trunfo importante para o ataque de Muricy Ramalho. Os clubes estudam a possibilidade de liberá-los para o duelo do Campeonato Brasileiro.

O Corinthians terá uma semana só de treinos até a próxima partida. No próximo domingo, a equipe vai enfrentar o Penapolense na casa do adversário. Compromisso importantíssimo porque o time segue dois pontos atrás do Ituano e faltam apenas duas rodadas para o fim da primeira fase. A equipe do interior vai enfrentar justamente o São Paulo no fim de semana.

Já o Tricolor, aliviado por, finalmente, vencer um de seus principais rivias, começa nesta quarta-feira sua caminhada na Copa do Brasil, contra o CSA, em Maceió. Será a estreia do atacante Alexandre Pato, já confirmado como titular.

Corinthians x São Paulo (Foto: Marcos Ribolli)
Timão abriu o placar num gol contra de Antônio
Carlos na primeira etapa (Foto: Marcos Ribolli)

Só Ganso vence a retranca

Retranca. Não há outra palavra para definir o que fez o Corinthians, principalmente depois de abrir o placar. E nem é condenável. Foi a proposta de jogo de Mano Menezes para utilizar a velocidade de Romarinho e Luciano. O Timão não propôs o jogo e chegou ao gol num lance de escanteio, ponto fraco do São Paulo neste Campeonato Paulista.

Já que os clubes (felizmente!) vivem 2014 em extrema cordialidade, com trocas pra cá, abraços pra lá, Antônio Carlos resolveu entrar no clima. Luciano cruzou com força para o meio da área e o zagueiro-artilheiro, que tanto gosta das redes, furou ao tentar cortar de pé direito. A bola resvalou na canhota e entrou.

Um castigo para o Tricolor, que havia iniciado bem o Majestoso, sobretudo com Osvaldo, num flashback de seus bons momentos de 2012, infernizando Fagner pelo lado esquerdo. Em desvantagem, foi um drama tentar entrar na compacta defesa alvinegra. A bola girava de um lado pro outro: Alvaro Pereira, Ganso, Maicon, Souza, Douglas… Douglas, Souza, Maicon, Ganso… Até o corte de um dos três volantes do Corinthians ou um erro de passe.

O jeito era arriscar de longe. Douglas, Luis Fabiano e Pabón tentaram, mas foi justamente aquele que quase nunca chuta quem arrancou o grito dos são-paulinos. A bola parecia grudada no pé de Ganso, mas saiu em direção ao ângulo de Cássio como se fosse videogame. Um golaço! Por que não faz isso sempre, Ganso?

Foi o primeiro dele no ano, o primeiro dele em clássicos pelo São Paulo e o primeiro dele com a camisa 10, herdada de Jadson. Gol que irritou ainda mais Mano Menezes. O técnico passou boa parte do primeiro tempo reclamando do árbitro Luiz Flávio de Oliveira. Acabouexpulso. O Corinthians foi para o vestiário com posse de bola muito inferior e um dilema: como fazer para tomar conta do clássico no segundo tempo?

Ganso comemora gol do São Paulo (Foto: Marcos Ribolli)Ganso (à dir.) comemora gol do São Paulo no primeiro tempo (Foto: Marcos Ribolli)

Atacantes duelam e zagueiro decide

Souza, um dos melhores do Tricolor no primeiro tempo, saiu com dores no joelho. Entrou Wellington. Renato Augusto, discretíssimo no Timão, saiu. Entrou Guerrero. O peruano travaria ótimo duelo de camisas 9 com Luis Fabiano. O Fabuloso, que nem parece o eterno insatisfeito do ano passado. Ágil, rápido nas decisões, bem posicionado e empolgado.

Foi assim que o artilheiro do Paulistão completou linda jogada do lado direito e virou o clássico. Com um drible, Douglas deixou dois para trás e tocou para Pabón – e saiu a terceira assistência seguida do colombiano para o centroavante.

Começava então a saga de Guerrero em busca do empate pessoal contra Luis Fabiano. Ele tentou dividir com Rogério Ceni, escorregou e acertou o goleiro. Nada de mais, um pedido de desculpas. Depois, não chegou por centímetros ao cruzamento de Luciano. Mais alguns minutos e um cabeceio que passou perto do gol do São Paulo.

Estava difícil. Só mesmo com a inestimável ajuda de Antônio Carlos num lance amador da equipe de Muricy Ramalho. Douglas não soltou a bola em contra-ataque e perdeu. No contra-ataque do contra-ataque, Guerrero recebeu em suas costas, avançou e cruzou. Lá estava o zagueiro-artilheiro para marcar seu segundo contra. O árbitro chegou a dar o gol para o peruano, mas voltou atrás e, corretamente, “puniu” o são-paulino.

O cansaço bateu, e o Majestoso ficou mais pegado. Guerrero, que havia incendiado o ataque, sentiu lesão muscular e deixou o Corinthians com dez nos instantes finais. E o prêmio ao domínio são-paulino veio no bom cruzamento de Osvaldo para Rodrigo Caio. Enfim, um zagueiro da equipe acertou o lado. Cabeçada certeira e a vitória garantida.

Jogadores do São Paulo comemoram gol (Foto: Marcos Ribolli)Jogadores do São Paulo comemoram gol da vitória, marcado por Rodrigo Caio (Foto: Marcos Ribolli)
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Duque de Caxias 2 x 2 Fluminense

Doze quilos mais magro desde que chegou ao Fluminense, Walter mudou a silhueta, os hábitos alimentares, mas mantém intacta a voracidade quando o assunto é gol. Em um jogo morno e que pouco valia para o Tricolor das Laranjeiras, o atacante fez um dos gols do empate por 2 a 2 com o Duque de Caxias neste domingo, no estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda. Ele chegou a cinco na temporada e vale destacar que só foi titular nos últimos dois jogos. O público pagante foi de 976 torcedores, com renda de R$ 19.475.

Wagner anotou o outro gol tricolor, enquanto Alex Terra e Juninho fizeram para o Duque. A duas rodadas do fim da primeira fase, o resultado mantém o Flu na segunda posição do Campeonato Carioca, com 26 pontos. O Flamengo lidera com 31 e se vencer o Botafogo no clássico desta noite conquista a Taça Guanabara.

Com a classificação garantida às semifinais e os astros Conca e Fred poupados, o Fluminense entrou em campo no Raulino de Oliveira para uma partida qualquer e quase foi castigado. Sobretudo no primeiro tempo, o time teve atuação relaxada e passou por apuros.

Do outro lado, o Duque de Caxias, que pressionado pela zona de rebaixamento vivia uma “final de Copa do Mundo” particular. Estímulos constantes entre os jogadores, disposição a cada bola dividida e a tática funcionou bem até uma expulsão improvável do goleiro Andrade no início da etapa final. O empate deixa a equipe em 15º lugar, com 11 pontos.

– O pensamento do Fluminense era conquistar esse primeiro turno, mas infelizmente está complicado. Sabíamos que ia ser difícil. Quando se joga contra uma equipe que está na zona de rebaixamento não pode ficar tão exposto quanto nós jogamos – analisou Leandro Euzébio, zagueiro do Flu.

 

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Guarani 0 x 1 Atlético Mineiro

 0 x 1 

O primeiro gol como profissional de Marion, marcado apenas aos 44 minutos do segundo tempo, garantiu ao Atlético-MG a vitória por 1 a 0 sobre o Guarani-MG no Farião e a classificação para as semifinais do Campeonato Mineiro. O time de Paulo Autuori soma 20 pontos, na segunda colocação (seis a menos do que o Cruzeiro), e ainda pode ser ultrapassado pelo Boa Esporte, que tem 16 e uma partida a menos.

O Galo escalou seus reservas, que, diferentemente das oportunidades anteriores, encontraram dificuldades na marcação. A equipe de Divinópolis teve as melhores chances do jogo e poderia ter conquistado uma importante vitória, que a deixaria fora do Z-2. Ela soma oito pontos e está em 11º lugar, à frente apenas do Minas Futebol por causa do critério de saldo de gols.

Os reservas de Paulo Autuori vinham de duas goleadas no estadual: 4 a 1 sobre o Villa Novae 5 a 0 sobre a URT. Marion, de 22 anos, substituiu o volante Rosinei no intervalo.

Na última rodada do Mineiro, o Atlético-MG recebe o Boa Esporte, seu possível concorrente ao segundo lugar, às 16h de domingo, no Independência. Antes, na quarta-feira (às 22h), tem o duelo contra o Nacional, no Paraguai, pela Taça Libertadores. O Guarani tentará sua salvação em Juiz de Fora, contra o Tupi, também às 16h de domingo.

 

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Maitê Proença será uma ex-miss falida em nova novela

 

Maitê Proença também fechou com a dupla Daniel Ortiz e Silvio de Abreu para viver um dos principais papéis de “Buu”, novela das sete que estreia em novembro.

Ela fará Kitty, uma mulher exuberante, ex-miss, que volta ao Brasil para caçar um marido rico. Passou anos no exterior casada com um milionário europeu, mas depois de sua morte, descobriu que ele só tinha dívidas. Detalhe: mesmo sem dinheiro, Kitty nunca perde a pose.

É mãe de Samantha (Monica Iozzi) e de César (Alejandro Claveaux). “Guerra dos Sexos” foi o último trabalho da atriz, também com Silvio de Abreu.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Quem explica: por que Lucélia Santos não consegue voltar pra TV?

Até com certa frequência, leitores deste espaço procuram respostas para a ausência de Lucélia Santos das novelas, séries e minisséries. O seu último trabalho foi em “Aline”, na Globo, que não teve todos episódios exibidos.

Lucélia vive no teatro e não esconde desejo de voltar a fazer televisão. Agora, a razão de os convites não aparecerem, nem ela tem conhecimento.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Glória Pires é responsabilizada por cancelamento de série

Caso se confirme o cancelamento dos trabalhos ou adiamento da série “Doutora Pri” para 2015 – o que parece certo, apesar de tudo pronto para as gravações dos 14 episódios já escritos, a produção já elegeu o seu vilão para o caso. Ou melhor, vilã da vez.

Estão colocando na conta de Glória Pires, porque a atriz preferiu priorizar a nova novela de Gilberto Braga. Deu, segundo comentários de bastidores, uma esnobada no Aguinaldo. O papel de protagonista era dela.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery