Paulo César Norões comenta a rivalidade entre Ceará e Fortaleza é maior que se imagina …

 

Torcedor nenhum gosta quando seu ídolo vira a casaca e vai jogar no maior rival. Mas, se essa transição é feita de forma respeitosa, o tempo se encarrega de apagar a mágoa. Pedro Basílio, por exemplo, cria da base do Fortaleza, passou seis anos no Ceará – onde conquistou cinco estaduais. Quando voltou ao Pici, foi recebido de braços abertos. Jogou ainda seis anos e ganhou mais quatro títulos. O mesmo ocorreu com Arthur, ídolo alvinegro com boa passagem no Leão e retorno festivo para Porangabuçu. Lulinha, Amilton Melo, Zé Eduardo, Osmar e Elói são outros exemplos. Até Tiquinho, herói alvinegro, passou pelo Pici sem problemas.

Respeito é bom

Mas, ganhar o respeito de torcidas arquirrivais não é para qualquer um. Que o digam Clodoaldo e Luiz Carlos. Ambos tinham status de ídolo – Clodô no Leão e LC no Vozão. As transferências polêmicas, no entanto, queimaram o filme deles com as duas torcidas.

Herói e vilão Clodoaldo vaiado impiedosamente, Rinaldo ovacionado pelos tricolores, no Pici. A diferença no tratamento aos ídolos recentes reflete o que ficou de cada um no coração do torcedor.Erros fatais

Erros fatais

Clodoaldo, mesmo com contrato assinado – e adiantamento no bolso – com o Fortaleza, aceitou proposta do Ceará e se mandou para Porangabuçu. Já Luiz Carlos, se queimou ao pisar numa bandeira alvinegra, na chegada ao Pici. Inaceitável!

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