hai Airways set to launch Sky Connect inflight Internet service

"Why yes, this inflight Internet is just great, thank you..."

Thai Airways is gearing up to launch its Sky Connect satellite Internet service in the coming months, which will no doubt result in a surge of mile-high Twitter updates and Instagram snaps of inflight meals.

Sky Connect “is planned to be introduced in the near future”, a Thai Airways spokeswoman confirmed to Australian Business Traveller, across the airline’s Airbus A380 and A330-300 fleet. This will include selected regional flights around Asia as well as Thai’s long-distance international routes.

Thailand’s National Broadcasting and Telecommunications Commissions (NBTC) has recently granted Thai a ‘WiFi license’ which is required to begin inflight service, the spokesperson said.

The required hardware has already been fitted into the aircraft by specialist provider OnAir, with passengers able to choose between the Internet OnAir and Mobile OnAir systems.

Internet OnAir works like any pay-to-use WiFi hotspot you’d find in an airport or cafe: enter your credit card details and start surfing with your laptop, tablet or smartphone.

Mobile OnAir is more akin to global roaming on your phone for making and receiving text messages, email, mobile data – and, yes, phone calls. (So unless you want to return home to a hefty data bill, make sure your phone’s roaming function is switched off before you step on that plane.)

Thai hasn’t yet revealed how much you’ll pay for a shot of sky-high surfing.

However, as a ballpark figure, Emirates’ plans range from US$7.50 for 5MB to US$25 for 100MB; Singapore Airlines charges US$10 for 10MB of data and US$25 for 30MB; while Etihad’s Wi-Fly service is billed according to time, with US$14 for one hour and US$25 for a 24-hour pass.

Qantas trialled inflight Internet on selected Airbus A380 routes for nine months in 2012 but decided against introducing the satellite-based service, citing a lacklustre response from travellers.

“Whilst customers who used the Wi-Fi service told us that they valued the option to connect in flight, overall the trial has demonstrated a lower than expected take-up of the service, particularly on overnight flights where sleep was their priority” a Qantas spokeswoman told Australian Business Traveller at the time, with average take-up during the trial sitting at “less than 5 per cent.”

“Naturally, the costs associated with offering a reliable internet connection in-flight are significantly higher than on the ground, particularly when you are flying over vast expanses of ocean and can’t connect to ground towers.”

AusBT reader Andrew Hazelton, who tested the Qantas inflight Internet service from Sydney to Los Angeles, reported it was “fine for Facebook chat and allowed reasonable downloads for emails on the iPhone and laptop.”

 

Australian Business Traveller

Renato Maurício Prado comenta o fracasso de grandes treinadores

Em 2013, trabalharam nos quatro grandes clubes do Rio alguns dos treinadores mais badalados do futebol brasileiro: Paulo Autuori, no Vasco; Mano Menezes, no Flamengo; Abel Braga e Vanderlei Luxemburgo, no Fluminense, e Oswaldo de Oliveira, no Botafogo. Exceção feita ao último, que conquistou o Estadual e uma vaga na Libertadores, todos os demais fracassaram rotundamente. Foi uma temporada que deixou evidente quanto é, no mínimo, duvidoso o caríssimo investimento nos chamados técnicos de ponta.

E o fenômeno não se restringiu aos cariocas. Tite e Muricy Ramalho também não corresponderam às expectativas no ano que passou. O primeiro acabou deixando o Corinthians (onde conquistara tudo nas duas temporadas anteriores) e o segundo, após ser demitido no Santos (onde fora campeão da Libertadores, em 2011), até se recuperou um pouco no São Paulo (seu eterno lar), mas ainda assim ficou devendo, ao deixar escapar a Sul-Americana, numa eliminação dolorosa diante da fraca Ponte Preta.

Os grandes vitoriosos foram mesmo Marcelo Oliveira, com o Cruzeiro, e Cuca, com o Atlético Mineiro. Dois ótimos profissionais, mas que nem de longe eram considerados do “primeiro time” — aquele que cobra entre R$ 500 mil e R$ 1 milhão de salários por mês e ainda carrega uma numerosa comissão técnica a tiracolo. Diante disso é extremamente saudável ver o Campeonato Carioca começar com o quarteto dos grandes sendo dirigido por gente de carne e osso, não pelos catedráticos que se julgam acima do bem e do mal e se consideram as maiores estrelas do espetáculo.

Jayme de Almeida, no Flamengo; Eduardo Húngaro, no Botafogo; Adílson Batista, no Vasco, e até mesmo Renato Gaúcho (que já é mais rodado), no Fluminense, são profissionais menos badalados e, por isso, mais afeitos a ideias novas — algo que o futebol brasileiro está precisando muito.

Hora da verdade

Dos “supertécnicos” supracitados, dois precisam urgentemente de bons resultados pra não perder o resto do prestígio que ainda têm: Autuori, que apesar das passagens desastrosas por Vasco e São Paulo, foi contratado para substituir Cuca, no Atlético Mineiro, e Mano Menezes, que após ser demitido da seleção brasileira, protagonizou um fiasco de proporções tsunâmicas no Flamengo e acabou retornando ao Corinthians. Detalhe: depois que ele saiu do scratch e do rubro-negro, ambos decolaram, o que depõe muito contra seu trabalho…

Limbo

Quem parece relegado ao ostracismo é Vanderlei Luxemburgo, que em 2013 conseguiu ser demitido duas vezes: no Grêmio e no Fluminense. Tal como Tite, que ao contrário dele, saiu em alta, está mais do que na hora de dar um tempo e se reciclar. Porque daquele treinador vitorioso, que conquistou cinco Brasileiros, pouco parece ter sobrado…

Albari Rosa / Gazeta do Povo / Felipão quer que os torcedores valorizem Neymar durante a Copa das Confederações

Imune

Quem conseguiu uma recuperação espetacular foi Scolari, o último dos dinossauros de pé. Após rebaixar o Palmeiras, Felipão parecia condenado. A volta por cima na seleção recuperou todo o seu prestígio, reforçando a impressão de que seu forte é mesmo competição de tiro curto e mata-mata. A Copa desse ano, entretanto, será seu teste final. Se vencê-la, entrará definitivamente no panteão dos maiores, por alcançar um bicampeonato mundial inédito entre os treinadores de seleção, na era do profissionalismo (antes dele, apenas o italiano Vittorio Pozzo conseguiu o bi, ganhando os Mundiais de 34 e 38, com a Itália). Mas se Scolari perder em casa…

 

Renato Maurício Prado

Renato Maurício Prado comenta que o Flamengo não dá sorte com jogadores sul americanos

 

Lucas Mugni é mais um argentino que o Fla contrata para resolver o problema do meio-campo. O último que veio com essa missão, Dario Bottinelli, fracassou. A relação dos sul-americanos que chegaram à Gávea, nos últimos anos, e não convenceram é extensa: além de Bottinelli, o chileno Fierro, o primo de Messi, Maxi Biancucci, Sambueza e por aí vai… Que eu me lembre, desde que me entendo por gente, ídolo mesmo só o argentino Doval, nos anos 70. E Petkovic, é claro. Mas Pet era sérvio…

 

Renato Maurício Prado

Bill Shorten is ready to rule and declares Tony Abbott a ‘oncer’ prime minister

January 20, 2014

Michael Gordon

Political editor, The Age

Federal Opposition leader Bill Shorten at Queen's Lake Park Moonee Ponds.

Bill Shorten claims Tony Abbott has squandered much of his political capital. Photo: Michael Clayton-Jones

 

Bill Shorten has branded Tony Abbott a potential ”oncer” prime minister, insisting Labor can win government back at the next election if it stays united.

Declaring jobs, cuts and broken promises the key political battleground for the coming year, the Labor leader says he is stunned that Mr Abbott has squandered so much political capital so quickly.

In an interview to mark 100 days since he assumed the Labor leadership, Mr Shorten claimed the government was vulnerable on jobs, health, education, climate change and the implementation of its ”stop the boats” policy.

”I’m amazed at how our relationship with Indonesia went from hero to zero so quickly,” he said before four days of campaigning in Brisbane for the February 8 Griffith byelection. The byelection in Kevin Rudd’s once safe Labor seat in suburban Brisbane will set the scene for the resumption of Parliament three days later.

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Mr Shorten also announced that he is developing a plan to tackle street violence and called on the government to fund ”one punch can kill” advertisements. ”Young men need to see other men condemning this street violence. They need to know it’s completely uncool and unacceptable.”

Mr Shorten believes that last week’s heatwave has reframed the debate on climate change and he is canvassing ways to put the government’s ”direct action” policy under more scrutiny. ”Nothing they have done signals any conviction about climate change. Their direct action plan is just a handout to big polluters,” he said.

”I get the argument from some people that we shouldn’t be leading the whole world, but under the Abbott government we’re following the whole world. The attack on science and research is remarkable.”

Mr Shorten says Labor will not be outlining the detailed policies it will take to the next election this year, insisting: ”This is the year where we talk to people, hold the government to account. Parents in Australia want someone to stand up for their schools. That’s not going to be Christopher Pyne.

”They want someone to stand up for the health system, because it is a world-class system. And people want someone who will fight for jobs.

”Voters don’t like to be taken for granted. Rusted-on voters are a diminishing proportion of the population. Life has speeded up these days and that includes goodwill to governments.”

While Mr Shorten attributed Labor’s healthy position in opinion polls to the Abbott government’s failings, he said he wanted to win the 2016 election ”because we have better ideas, not because they break lots of promises and make lots of mistakes”.

”I’m very concerned that this government won’t fight for existing jobs, on the one hand, and, on the other, it doesn’t have any idea what Australia looks like in 2020, where the jobs of the future are coming from,” he said.

”Abbott won’t fight for manufacturing jobs. Supporting [fruit processor] SPC and encouraging co-investment is a no-brainer, but these guys are so ideological.

”There’s only two explanations for their attitude on Electrolux, Qantas, Holden, SPC. Either they don’t know what to do or they don’t care, which is the more worrying. They’ve got a right-wing ideology which says Australia can’t compete and therefore we just give up.

”Are they going to fail the SPC test, the Alcoa test and the Shell test? Their argument is these are all old jobs. No, they’re real jobs, Tony Abbott. They’re high-skilled competitive jobs, and where are the new jobs that these people are going to go to?”

The Sydney Morning Herald

UOL trata o Ceará Sporting Club como ‘nanico’ e blogueiro se enoja

Hoje vi uma matéria (http://esporte.uol.com.br/futebol/album/2014/01/17/veteranos-aparecem-em-nanicos-dos-estaduais.htm?abrefoto=1#fotoNav=1) publicada no site UOL Esportes que tinha como título: Veteranos aparecem em nanicos nos estaduais.

A primeira foto e o primeiro ‘nanico’ citado é o Ceará Sporting Club.

Print da página veiculada. Logo depois, retiraram do ar.

Ao mesmo tempo que a imprensa sudestina/sulista nos chama de nanico, a imprensa cearense eleva a campanha do Fortaleza na primeira fase do estadual a um patamar extraordinário e trata o Ceará no Nordestão como algo secundário. A melhor campanha do Ceará na história da Copa SP de Futebol Jr foi praticamente esquecida por uma parte da imprensa local, enquanto em outrora, quando o rival fazia boa campanha, todos apontavam as lentes para eles.

Um famoso colunista aqui do estado publicou no ‘O Povo’ que Edinho estava em alta por marcar três gols e o Sérgio Soares estava em baixa pois Michel fora contratado a contra-gosto do técnico.

Mas eu não me importo, eu ACHO É BOM!

Não me importo que nos chamem de nanicos! Pois enquanto vocês nos chamam de nanico, nós aumentamos nossa estrutura e hoje contamos com a estrutura melhor que a de times como o Fluminense, como falou o Souza. Enquanto ficamos esquecidos e o rival, há cinco anos na Série C, é sempre posto como um nível acima do que é na verdade, a gente está as portas de um tetra no centenário e de um título do Nordestão.

Chamem o Vozão de nanico! Podem chamar! Vangloriem a espetacular campanha do ex rival no espetacular campeonato cearense que não tem o Ceará. Enquanto vocês fazem isso, a gente TRABALHA e na base do TRABALHO e não na SOBERBA e INVEJA, nós construímos o Ceará, um dos dez únicos times no Brasil que não atrasa salário, um dos únicos times entre as séries A e B que não tem dívidas e o maior campeão do estado!

Pode falar, imprensa local! Podem exaltar os 100% do mangaleza! Pode falar, imprensa do sudeste! Pode menosprezar o time que sempre elimina o queridinho Flamengo da Copa do Brasil e que da trabalho para os grandes mesmo recebendo 10x menos dinheiro!

 

Falador passa mal! Uns falam, nós fazemos.

 

@ranierimena

 

#Ceara100anos

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#CearaEstaremosContigo

 

SAUDAÇÕES ALVINEGRAS

 

Trinta profissionais deixam o “Zorra Total”; Globo explica

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Divulgação/TV Globo

 

Passando por um momento de baixa em relação à audiência, o “Zorra Total” pode estar preparando uma reformulação em seus contratados.

Segundo o jornal “Extra”, a Globo demitiu 30 profissionais do humorístico na última segunda (13). As demissões passaram entre humoristas e modelos que trabalhavam na atração, ficando somente os comediantes com quadros fixos, como Rodrigo Sant’anna, Katiuscia Canório, Nelson Freitas, Fabiana Karla, dentre outros.

Procurada, porém, a emissora carioca negou que tenha demitido estes profissionais, e sim que os seus contratos eram mantidos de forma diferente dos demais: “não procede. O ‘Zorra Total’ é composto por quadros de naturezas distintas e por isso trabalha com diferentes modelos de contratos”.

Em 2013, o “Zorra Total” fechou o ano com média de 18 pontos no Ibope, uma das mais baixas da história. A queda em relação à 2012 foi de quatro pontos.
 

NaTelinha

SBT RS fixa “SBT Esporte” no horário do almoço

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Divulgação

 

Mesmo sem muita tradição no esporte, o SBT no Rio Grande do Sul decidiu promover uma novidade em sua programação.

Segundo o site “Papo de Bola”, o SBT RS fixará o “SBT Esporte”, que já é exibido em pílulas durante a programação nos comerciais do canal, no horário do almoço.

A atração esportiva será exibida às 12h10, logo após o jornalístico “SBT Rio Grande”. Os apresentadores continuarão os mesmos da pílula, que existe desde 2008: Débora de Oliveira e Ricardo Vidarte.

A atração substituirá as reprises regionalizadas do seriado “Chaves”, que são exibidas há algum tempo pelo canal.

Em tempo:

Mesmo sem muita tradição, o SBT lançará em breve um programa esportivo nacional com entretenimento, chamado “Estádio SBT”. A atração terá nomes como Lívia Andrade e radialistas consagrados no esporte, como Smigol, ex-participante do “Rock Bola”.

O programa visa uma cobertura diferenciada da Copa do Mundo de 2014, que acontecerá em julho. A intenção da emissora é que a estreia aconteça em março, juntamente com o novo programa de Danilo Gentili.

 

NaTelinha