The big issues in Australian Capital Territory politics in 2013

December 28, 2013

Peter Jean

In 2013 it was the best of times, it was worst of times in Canberra. We look at some of the key moments.

Katy Gallagher and Robyn Archer at Canberra's Centenary celebration.

Katy Gallagher and Robyn Archer at Canberra’s Centenary celebration. Photo: Katherine Griffiths

■ The Feds

Canberra’s a company town and there’s new management in place on Capital Hill. The city’s other government is still waiting to see what impact public sector job cuts have on the local economy.

■ Budget

ACT Treasurer Andrew Barr’s June budget included a $254 million deficit. His plan for a return to surplus by 2015-16 may be dependent on how Canberra’s economy copes with a smaller federal bureaucracy.

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■ ACTEW trouble

ACTEW managing director Mark Sullivan, right, accepted a $140,000 pay cut after it was revealed the water utility understated his $855,000 salary by $234,000. ACTEW chairman John Mackay resigned and an independent report recommended changes to the structure of the organisation.

■ The Centenary

Canberra’s birthday has generally been judged a success. But, amid cries of ”Boobzilla” in the Legislative Assembly, the government came under attack for commissioning Skywhale. A shortage of activities for children and food marred the ”Very Big Day Out” in March.

■ Liberal Party turmoil

The Canberra Liberals descended into warfare when Zed Seselja successfully launched a preselection challenge for former chief minister Gary Humphries’ Senate seat. Party members went public with their concerns about the way the Canberra Liberals were being managed. The Liberals copped a fine for failing to comply with electoral disclosure rules.

■ Health

Surgery waiting times improved but the city’s two public hospital emergency departments continued to struggle under growing patient loads.

■ Parking

With an election out of the way, the ACT government promptly increased parking fees while the Commonwealth prepared to introduce paid parking in the Parliamentary Triangle.

■ Light rail

The Capital Metro Agency was established to build stage one of Canberra’s light rail network. The opposition is sceptical about the need for trams down Northbourne Avenue and promises to scrutinise every stage of the project.

■ A bigger assembly

An expert panel recommended that the 17-member Legislative Assembly be enlarged at the 2016 election. Local politicians will decide in 2014 if they need extra colleagues.

■ A bigger dam

The Expanded Cotter Dam was completed at a final cost of about $409 million. Staff, the engineers’ union and the Liberal Party all raised concerns about management of the project and cost blowouts.

■ Same-sex marriage

The ACT briefly became known as the ”Rainbow Territory” before the High Court struck down the territory’s same-sex marriage law.

The Canberra Times

Com Magno Alves na lista, mais seis jogadores se apresentam no Ceará

Contratados para a temporada, goleiro Luís Carlos e zagueiro Gabriel também se apresentam nesta sexta-feira. Mais jogadores são esperados para o dia 2 de janeiro.

Magno Alves está liberado para jogar contra o Atlético-PR (Foto: Divulgação / CearáSC.com)

Magno Alves se apresentou nesta sexta-feira (Foto: Divulgação / CearáSC.com)

Mais seis jogadores do Ceará se apresentaram nesta sexta-feira (27), em Porangabuçu, para a próxima temporada. O atacante Magno Alves foi a surpresa, já que estava sendo aguardado apenas para o próximo domingo.

Além do atacante, o goleiro Luís Carlos, o zagueiro Gabriel, o lateral-esquerdo Vicente, o volante Everton e o atacante Léo Gamalho também se apresentaram nesta sexta, no Vovozão.

Na última quinta-feira, 11 jogadores do Ceará já haviam treinado em Porangabuçu. Dos dez reforços, apenas Assisinho e Samuel Xavier apareceram. Os zagueiros Sandro e Anderson, o lateral-direito Marcos, os volantes Amaral e Leandro Brasília, o meia Souza e o atacante Bill só devem desembarcam no Vovô no dia 2 de janeiro.

O Ceará faz o primeiro jogo na Copa do Nordeste no dia 19 de janeiro contra o CRB, na Arena Castelão.

Primeiro reforço: Éverton volta ao Fla para disputar a Libertadores

Meia, ex-Atlético-PR, faz exames médicos, é aprovado e retorna à Gávea após ser campeão brasileiro em 2009. Contrato tem duração de quatro temporada

Everton jogo Atletico-PR (Foto: Luciano Claudino/Agência Estado)

Everton é o primeiro reforço do Fla para 2014 (Foto: Luciano Claudino/Agência Estado)

Um velho conhecido é o primeiro reforço do Flamengo para Taça Libertadores da América: Éverton. O meia, que tem contrato com o Atlético-PR até o próximo dia 31, desembarcou no Rio de Janeiro nesta sexta-feira e resolveu sua situação rapidamente. O jogador de 25 anos realizou exames médicos, foi aprovado e assinou vínculo por quatro temporadas. A transação já foi confirmada oficialmente no Twitter do clube.

Campeão brasileiro em 2009, Éverton teve 80% dos direitos econômicos vendidos ao Tigres, do México, no início da temporada seguinte por cerca de R$ 10 milhões. O vínculo com os mexicanos ia até a metade de 2015 e uma transação estava avaliada em torno de R$ 4,8 milhões. Desde que deixou o Fla, o atleta defendeu ainda o Botafogo e o Samsung Bluewings, da Coreia do Sul, antes de chegar ao Furacão. Em Curitiba, reencontrou o bom futebol do início da carreira no Paraná Clube e foi um dos destaques da boa participação tanto na Copa do Brasil quanto no Brasileirão.

No Flamengo, Éverton teve estreia muito elogiada em um Fla-Flu, mas depois viveu altos e baixos e vestiu a camisa rubro-negra em 52 oportunidades, com quatro gols marcados. Na campanha do hexa, ficou marcado por substituir com eficiência o lateral-esquerdo Juan em inúmeras oportunidades.

Além de Éverton, o Fla está próximo de acertar a chegada do lateral-direito Léo, que também se destacou no Atlético-PR em 2013. As conversas seguem bom rumo, mas as partes aguardam a próxima terça-feira, quando se encerra o vínculo de empréstimo do jogador, que pertence ao Vitória, para acelerar o acordo. Um volante, um atacante, outro meia e um zagueiro ainda fazem parte dos planos da equipe para Libertadores.

Advogado prevê Fla mais cauteloso daqui para frente: ‘Claro que há lição’

Michel Assef Filho acredita que clube não repetirá escalação em novo caso como o de André Santos e pede maior clareza nos artigos que definem punições desportivas

Michel Assef Filho advogado Flamengo Julgamento STJD (Foto: Edgard Maciel de Sa)

Michel Assef Filho em julgamento no STJD nesta sexta-feira (Foto: Edgard Maciel de Sa)

O Flamengo bate o pé. Mesmo com as duas derrotas por unanimidade na Justiça Desportiva, garante ter escalado André Santos em condições legais na partida contra o Cruzeiro e estuda até mesmo ir à Corte Arbitral do Esporte (CAS) com o episódio. Toda polêmica, no entanto, deixou uma certeza na Gávea: em caso de dúvidas, fuja do problema. Apesar de manter os argumentos debaixo do braço, o Rubro-Negro deixou o tribunal com uma lição para o futuro, na opinião do advogado Michel Assef Filho.

Apesar de não abrir mão de suas teses de defesa, o profissional acredita que a postura dos auditores no tribunal serve como exemplo para conduta em situações similares. Sendo assim, Assef Filho orienta cautela máxima daqui para frente.

– Tenho certeza que a partir de agora a diretoria não vai escalar o atleta em uma situação como essa. Já sabe que o entendimento da Justiça Desportiva é esse, da procuradoria é esse. Claro que há a lição. Mesmo entendendo que há condição de jogo, interpretando a norma dessa maneira, o recomendável é não escalar.

Responsável por defender o Flamengo após a CBF apresentar a irregularidade para promotoria, o advogado se esquiva ao ser questionado quem foi o responsável pelo aval para escalação de André Santos. Por outro lado, reafirma que vê condições legais para tal após estudo do caso.

– Não tenho como dizer o que aconteceu para levar a diretoria a escalar. O fato é que escalou. Depois de escalado, o assunto foi passado para mim e entendo que o atleta tinha, sim, condição de jogo. Isso com toda sinceridade como profissional e como apaixonado pelo esporte. Todas as interpretações possíveis foram trazidas para o tribunal. Estudei o caso e entendi que o atleta tinha condição de jogo. A Justiça não entende assim.

As teses apresentadas no tribunal apontam para subjetividade do artigo que impõe a pena. De acordo com Michel Assef Filho, há interpretações que permitiam a escalação do lateral-esquerdo, já que o mesmo foi expulso pela Copa do Brasil.  Com o clube condenado, o advogado pede alterações que deixem a resolução mais clara.

– As normas dão margem para muitas interpretações. Acho que isso poderia ser um pouco mais resumido e simplificado para que todos pudessem cumprir. Foi exatamente assim que a diretoria escalou o atleta. Por cautela, poderia até deixar o atleta fora para não haver tudo isso, mas há necessidade, sim, de uma simplificação para facilitar o esporte e não dificultar que seja cumprido. Se há margem para diferentes interpretações, não há punição disciplinar. Mas está aí, o entendimento é esse. O recomendável, então, é não deixar o atleta jogar.

O Flamengo, que já havia sido condenado por unanimidade no último dia 16 pela escalação irregular de André Santos, encerra o Campeonato Brasileiro de 2013 com menos quatro pontos – três de punição, mais um que conquistou com o empate na partida contra o Cruzeiro -, na 16ª posição. No primeiro julgamento do dia, os auditores do Tribunal também mantiveram a pena da Portuguesa. Assim, o clube paulista teve o rebaixamento à Série B confirmado, salvando o Fluminense da degola.

Sam Malcolmson: Phoenix will rise, but we need an Auckland team

5:30 AM Saturday Dec 28, 2013

Phoenix coach Ernie Merrick has the team on the right track for the playoffs. Photo / Getty Images

Phoenix coach Ernie Merrick has the team on the right track for the playoffs. Photo / Getty Images

Despite their struggles I’m convinced the Phoenix will soon be a force in the A-league again. More importantly, though, I believe the time is right for the A-league administration and New Zealand Football to consider establishing a new franchise in Auckland.

Yes, I can hear the cry that the Kingz and the Knights were dismal failures. But the A-league has progressed as a professional organisation since those embarrassing days. A new franchise will also learn from those mistakes and the success of the Phoenix in their infancy. There are enough well-heeled business people in Auckland to relish this challenge.

Phoenix coach Ernie Merrick is on the right track with the attractive style of soccer they are playing, and even a 25 per cent success rate from the strikers would have them in the top four. Once Merrick can offload a few players and sign his own, they will be title challengers.

The standard of the A-league has dropped this season but such is its closeness and unpredictability that I agree with Merrick’s prediction that the Phoenix will make the playoffs.

My major concern is the poor crowds – the last two home games have attracted only around 6000 spectators. That is a big problem when you consider that last Sunday’s game was played on a beautiful evening, with a late kickoff making it attractive for families during the school holidays.

That match against Sydney City highlighted that the Phoenix are really a Wellington team. Only four New Zealanders started the game and one of those, Andrew Durante, is a recently naturalised Australian.

This is not a criticism, but an observation that the pathway to professional soccer for New Zealand youngsters is restricted.

Added to that, the national league is a dismal competition and interest sparks only for the O-league, where Auckland and Waitakere have represented New Zealand well.

An Auckland A-league team, based at North Harbour Stadium, would offer more opportunities for our youngsters as well as reinvigorating the world’s number one game in the country’s biggest city.

Auckland’s population of 1.5 million must surely be able to maintain a successful and popular A-league team. It would also be easier to attract high quality overseas foundation players and coaches to a multi-cultural city like Auckland.

How about Ryan Nelsen as the coach and a player such as one of the Manchester United legends Ryan Giggs and Paul Scholes as the marquee signing who would double as assistant coach. Happy New Year, and be safe in 2014.

 

The New Zealand Herald

Man hospitalised following stabbing

7:53 AM Saturday Dec 28, 2013

Photo / file

A 20-year-old man has been taken to Auckland Hospital with a stab wound to his stomach after being attacked by a group of youths in Albert Street, central Auckland, just after 2am.

The man is reported to have serious but not life threatening injuries.

Police are investigating and are looking for a group of 5-7 youths who ran from the scene immediately after the stabbing.

Do you know more? Please get in touch by phoning 09-3739340 or emailing news@heraldonsunday.co.nz

 

The New Zealand Herald

 

OiTV quer tirar ESPN, Fox Sports e E+I de pacote básico e gera revolta

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Divulgação

 

Uma briga ferrenha está movimentando os bastidores dos canais esportivos de TV por assinatura neste findar de 2013.

Segundo o jornalista Lauro Jardim, da revista “Veja”, a OiTV, operadora de TV à cabo ligada à empresa telefônica, está ameaçando tirar os canais ESPN, Fox Sports e Esporte Interativo do pacote básico – que é o mais barato -, deixando apenas o SporTV 1 e 2 como opções para o público.

A própria OiTV já relatou para alguns deles sobre sua vontade, que pode se concretizar em breve.

Revoltados, os canais estão tentando se organizar para irem no CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), já que isso pode se tratar de um caso de monopólio do canal esportivo da Globosat, segundo eles.

A OiTV corresponde a 5% dos assinantes brasileiros, porém, destes 5%, 70% dos assinantes são de classes C e D, público onde os canais querem chegar.