Para se livrar do comando do jogo do bicho, Carlão vira traficante de cocaína

Após descobrir que são irmãos, Carlão dá um voto de confiança e pede ajuda a Picasso

Divulgação / TV Record

Para fugir da imposição de assumir o comando do jogo do bicho, Carlão convoca Picasso e Monet para juntos armarem um plano que deverá fazer com que o bicheiro Perfume desista da ideia de nomeá-lo chefe dos contraventores. A ideia é fazer com que Carlão seja apontado como traficante de cocaína, prática abolida pela maioria dos bicheiros de Pecado Mortal.

Após descobrir que Picasso é seu irmão, Carlão resolve dar uma trégua nas brigas, já que o hippie acredita que o delegado pode se tornar uma boa pessoa. Assim, enquanto Patrícia janta com Dorotéia em um restaurante de Copacabana, Picasso e Monet vão até o apartamento de Carlão para ouvir o plano: “Preciso ser pego comprando cocaína”, diz Carlão. E segue: “Esse é um bom plano. Seu Perfume é da turma de bicheiros que odeia o tráfico. Se me pega com cocaína vai querer me ver longe e desiste de mim”.

A princípio Picasso e Otávio ficam surpresos, mas concordam que se trata de um bom plano. “Plano simples e bom, mas qual a minha parte?” questiona o delegado. “Você não pode me prender, tem apenas que arrumar um vendedor. E precisa ser em um lugar público. Otávio chega, me dá uma surra de tanta raiva, pra todo mundo ver”.

Monet ficará com a responsabilidade de fazer com que a informação de que Carlão estaria traficando cocaína chegue aos ouvidos de Perfume.

A conversa chega ao fim com Carlão dizendo que confia em Picasso: “Estou confiando em você”. Enquanto faz alguns telefonemas, o delegado amistosamente responde: “Estou te devendo muitas. Você vai ver que pode confiar em mim”.

A cena deve ir ao ar na próxima sexta-feira (27).

 

Consagração alemã e surpresa anfitriã

Consagração alemã e surpresa anfitriã

© Getty Images

 

Se quase tudo que Pep Guardiola toca se transforma em ouro, imagine quando ele disputa uma competição à frente de uma equipe que, semanas antes de sua chegada, já havia conquistado o Campeonato Alemão, a Copa da Alemanha e a Liga dos Campeões da UEFA. Foi assim, com uma boa dose de talento e confiança, que o Bayern de Munique desembarcou no Marrocos para participar da Copa do Mundo de Clubes da FIFA 2013.

Nada mais natural, portanto, que ver os bávaros faturarem o título do torneio pela primeira vez, após já terem sido bicampeões da Copa Intercontinental, em 1976 e 2001, contra Cruzeiro e Boca Juniors respectivamente, dois gigantes do futebol sul-americano. “Todo mundo quer ganhar essa competição, principalmente os sul-americanos, que acreditam que o vencedor é realmente o melhor time do mundo”, explicou o peruano Claudio Pizarro, campeão mundial em 2001 e agora bi em 2013. Após tudo que o Bayern fez este ano, nem precisa ser sul-americano para reconhecer que não há ninguém acima dele.

O primeiro adversário a constatar essa realidade foi o chinês Guangzhou Evergrande, que perdeu por 3 a 0 nas semifinais, apesar de todo o conhecimento tático do técnico italiano Marcello Lippi, campeão mundial com a Azzurra em 2006. Em seguida, foi a vez do anfitrião Raja Casablanca, que sucumbiu diante do rolo compressor bávaro, conduzido brilhantemente por Franck Ribéry, Bola de Ouro adidas do torneio.

Raja desafia a lógica
Mas se a vitória do Bayern na decisão apenas confirmou a lógica, o mesmo não se pode dizer do resto da competição, que será sempre lembrada pela grande surpresa protagonizada pelo Raja. Um Raja que se classificara depois de vencer o Campeonato Marroquino de 2013, mas que aparentemente havia perdido seu encanto na nova temporada, tendo iniciado o Mundial na esteira de uma série de três derrotas e um empate. Como se não bastasse, o clube de Casablanca havia demitido o técnico Mhamed Fakhir pouco antes do torneio para substituí-lo pelo tunisiano Faouzi Benzarti, que, embora fosse experiente, conheceu o elenco apenas três dias antes da estreia contra o Auckland City!

Ainda assim, os donos da casa conseguiram eliminar a equipe australiana com um gol de Adelilah Hafidi no último minuto de jogo, após terem saído na frente e sofrido o empate. Um roteiro que se repetiria mais duas vezes e contra adversários de calibre muito maior. Primeiro, nas quartas de final, o Monterrey não foi páreo para o Raja. Na fase seguinte, foi o Atlético Mineiro que se curvou diante dos marroquinos. Para realizar tamanhas proezas, eles não contaram apenas com o talento e a inspiração de seus melhores jogadores, como o goleiro Khalid Askri, o meio-campista Mohsine Moutaouali e o atacante Mouhssine Iajour, mas principalmente com o apoio de uma eufórica torcida, que proporcionou uma das atmosferas mais incríveis da história do Mundial de Clubes.

Os torcedores brasileiros do Atlético Mineiro, que vieram ao Marrocos em número superior a 10 mil, foram simplesmente sufocados pelo público anfitrião, assim como o próprio time, considerado favorito para a disputa da final, não só pela condição de campeão da Copa Libertadores como pela presença de jogadores com história na Seleção, sendo Ronaldinho o mais ilustre deles. Apesar do golaço de empate do craque em cobrança de falta, o Galo não resistiu a dois contra-ataques mortais, perdeu por 3 a 1 e, repetindo o Internacional em 2010, se tornou o segundo campeão sul-americano a voltar para casa sem sentir o gostinho da final.

Para os jogadores, o consolo veio com a conquista da medalha de bronze e a satisfação de terem entrado na história do clube como protagonistas de um inédito título continental. Um sentimento compartilhado pelo Guangzhou, que perdeu a disputa pelo terceiro lugar e terminou em quarto na primeira participação de um time da China no torneio. O que ficou, acima de tudo, foi o sentimento de dever cumprido após a conquista do tricampeonato nacional e de uma inédita Liga dos Campeões da Ásia. Todas essas vitórias passaram pelos pés do argentino Darío Conca, que disputou seu último jogo com a camisa do clube chinês antes de retornar ao Fluminense, de onde havia saído.

A única vítima do Guangzhou no Mundial foi o Al Ahly, que participou pela quinta vez do torneio e ficou longe de entusiasmar o público, tanto na derrota por 2 a 0 contra os chineses nas quartas de final quanto na goleada por 5 a 1 sofrida diante do Monterrey na decisão do quinto lugar. Vale lembrar, porém, que os egípcios chegaram ao Marrocos tendo disputado nesta temporada apenas as partidas válidas pela Liga dos Campeões, já que o campeonato nacional havia sido suspenso por questões de segurança. Isso pode não ter impedido o clube de erguer seu oitavo troféu continental, mas jogadores como Mohamed Aboutrika, Wael Gomaa, Sherif Ekramy, Sherif Abdelfadeel, Emad Meteab e Mohamed Naguib, todos acima dos 30 anos, já não conseguiram exibir o mesmo fôlego de antes.

Delgado faz história
A falta de ritmo de jogo talvez também esteja na origem do fracasso do Monterrey, cuja última partida antes do Mundial datava de mais de um mês antes. Após a quinta colocação em 2011 e o bronze em 2012, o time mexicano esperava chegar mais longe em sua terceira participação consecutiva. No final, foi barrado pelas grandes defesas do goleiro do Raja nas quartas, antes de faturar a quinta posição e fazer de César Delgado o maior artilheiro da história do torneio. Autor de três gols nas duas campanhas anteriores, o argentino balançou as redes mais duas vezes contra o Al Ahly, chegando a um total de cinco, o suficiente para superar Lionel Messi, Denilson e Aboutrika, que marcaram quatro cada um. Delgado, no entanto, não poderá ampliar sua conta em 2014, já que o Monterrey não se classificou para a fase final do Campeonato Mexicano e, portanto, já não tem mais chances de disputar a Liga dos Campeões da CONCACAF.

O Auckland City, por sua vez, continua sonhando com o dia em que deixará de ser um mero figurante na festa. Esta foi a sexta participação do clube neozelandês, das quais cinco terminaram em eliminação na primeira fase, incluindo a edição de 2013. Mas a única equipe amadora da competição sucumbiu apenas no último minuto do confronto diante dos anfitriões. “É verdade que perdemos, mas foi por pouco”, destacou o espanhol Ramón Tribulietx, técnico do Auckland. “Mostramos que temos condições de jogar de igual para igual neste nível. Isso é um grande passo para nós. Foi uma boa experiência. Agora queremos continuar evoluindo e nos tornar um time mais importante.”

Afinal, esta é a característica que os sete clubes participantes têm em comum, independentemente do continente de origem, do estilo de jogo, do elenco ou da experiência: todos são importantes e deixam sua marca na história da competição. A do Bayern apenas ficou gravada de maneira um pouco mais profunda…

 

FIFA.com

Melbourne: View to a thrill

By Michael Guerin

8:30 AM Thursday Dec 19, 2013

As Melbourne hosts a 007 exhibition, Guerin, Michael Guerin, lives the Bond dream.

Michael Guerin takes an Aston Martin for a spin during a James Bond-themed weekend in Melbourne. Photo / Roberto Seba

Michael Guerin takes an Aston Martin for a spin during a James Bond-themed weekend in Melbourne. Photo / Roberto Seba

The problem with James Bond movies is you can leave them feeling your own life is a little, shall we say, timid. No matter what deal you pulled off this week before meeting the boys for a few quiets on Ponsonby Rd, it isn’t exactly doing heroic things in rocket-like cars with impossibly beautiful women, while wearing great suits and dropping cutting one-liners, is it?

So a trip to Melbourne to attend the opening of a James Bond exhibition comes with the caveat that afterwards your life may seem boring. Unless, of course, you decide to turn it into a Bond weekend in one of the few cities in Australasia that can come close to providing just that.

So now we have a mission, we just need a means. Enter the lovely people from Tourism Victoria, who know a lot of people in Melbourne with really cool things, like tickets to the opening of Designing 007: 50 Years of Bond Style.

The exhibition at the Melbourne Museum has the Q-branch gadgets, costumes, props and even cars from half a century of Bond movies.

Unlike most exhibitions you can identify quickly with much of it because you would have seen it before.

The golden gun; the attache case; the 1964 Aston Martin supposed blown up at the end of Skyfall, and an enormous range of costumes. My personal favourite, maybe because it was most recent in my mind, was the creepy suit Javier Bardem wore when he first met Daniel Craig in Skyfall. And there are wardrobes full of Bond Girl costumes, which are a great hook for guys trying to sell this to their lady as something she would enjoy, too. And she probably will.

The exhibition works, especially the room set up as a casino with monitors showing great Bond casino scenes. It’s cheap to get into, close to the CBD and even has Bond Bar-themed nights on Fridays. But be warned – you could leave feeling a little Bondish. Which is when the real fun starts.

A Bond weekend requires somewhere lavish to stay and, in Melbourne, lavish means Crown. The casino-based complex is the centrepiece of the city’s nightlife and has three levels of hotels.

If Crown was an airline, Crown Promenade would be a good economy class; the newest hotel, Crown Metropole, would be premium economy and Crown Towers would be business class. Except around Melbourne Cup, Grand Prix or Australian Tennis Open time, when it is more private jet material as the rich pour into town and rooms get more expensive.

Once you go down the Bond path, there is no turning back, so hire a Bond car – they can be surprisingly cheap from Sports Car Rentals Australia. Since I’d come all this way and even donned a black suit for the night, an Aston Martin seemed the way to go. Bond would approve, even if the guests at Crown didn’t as we blocked up the lobby carpark for a few not-so-quick pictures. By this stage you either feel embarrassed or are in total Bond mode – I chose the latter because it was more fun.

Have car, will travel (fast) and the Mornington Peninsula is the ideal day trip for the grown-up equivalent of a pub crawl – the wine tour. The Peninsula is home to plenty of wineries with restaurants worth driving an hour for. I went to Max’s, owned by a delightful guy remarkably called Max, who loves art, cars, people but mainly his restaurant. But even after warming up the brake pads on the Aston Martin on the way home, something was missing.

Bond, or Bond pretenders, are supposed to be surrounded by risk, glamour and beautiful people. The fact that the next day was Derby Day at Flemington almost felt scripted.

Derby Day, one of the world’s great horse race days, is more like a giant wedding reception – if you invited 110,000 guests and asked them to pay plenty for the privilege. It launches Melbourne Cup week and sees smiley people in great suits and knock-out dresses behaving like they are rich (and many are) until the last race, when giveaway flat shoes in the marquees overtake high heels and Melbourne erupts into a giant, week-long party.

This year, the special guests included England footballer Michael Owen and seemingly every actor who has ever been on Home And Away, and a smattering of Aussie rules stars. The immaculately dressed women ranged from supermodels like Naomi Campbell to girls who had spent their last dollar to come to the races, shopping for something other than clothes.

Derby Day is loud, stylish, pretentious, expensive, enormously good fun and incredibly tiring. Which also sums up Melbourne at its best, as a city that does “big” better than anywhere else in Australasia. The James Bond in us demands we should do the city properly, at least just once.

Top Melbourne experiences

1. Experience the fun of the Australian Open.

2. Visit the largest consumer fashion event in Australia, L’OrealMelbourne Fashion Festival.

3. Enjoy adrenalin and entertainment at the Australian Grand Prix.

4. Visit the South Melbourne Market, opened in 1867,with almost 150 stalls.

5. Walk the laneways and arcades of the CBD to find the best bars and shops.

6. Take a Hidden Secret Tours, Lanes and Arcades Tour to learn about Melbourne’s history and discover local designers and speciality shops.

7. Summer sees outdoor cinemas across the city including Ben & Jerry’s Openair Cinema and the Moonlight Cinema in the Royal Botanical Gardens.

8. Jump on a Melbourne Bike Share hire bike from one of the CBD docking stations and cycle between bars and cafes, or cycle trails around the city.

9. Melbourne has many rooftop bars with spectacular views including Madam BrusselsSigloRooftop BarRed Hummingbird and Transit Cocktail Lounge.

CHECKLIST

Getting there: Air New Zealand flies daily from Auckland to Melbourne.

Explore more: See myaustraliapassion.co.nz.

Details: Designing 007: 50 years of Bond Style is on at Melbourne Museum until February 23, 2014.

Drive and Dine: Max’s at Red Hill Estate.

Fast cars: Sports Car Rentals Australia.

Accommodation: See Crownhotels.com.au.

Michael Guerin travelled as a guest of Tourism Victoria and Tourism Australia.

 

The New Zealand Herald

Plane wing clips building at Johannesburg airport

8:10 AM Tuesday Dec 24, 2013

The wing of a British Airways Boeing 747-400 passenger aircraft is seen after it clipped a building, slightly injuring four members of ground staff. Photo / AP

The wing of a British Airways Boeing 747-400 passenger aircraft is seen after it clipped a building, slightly injuring four members of ground staff. Photo / AP

The wing of a British Airways Boeing 747 crashed into a Johannesburg airport building, slightly injuring four ground staff.

The accident at Johannesburg’s OR Tambo airport was caused by the plane using the wrong taxi way which was too narrow for the passenger jet, the South African Civil Aviation Authority said.

Air traffic control had instructed the crew of the British Airways Boeing 747-400 departing for London to use a specific taxi way, said SACAA spokeswoman Phindiwe Gwebu in a statement. However, the plane travelled on a different taxi way that was narrower.

This resulted in the plane’s wing clipping a building behind the SAA technical hangars, she said.

Four ground-handling staff in the building sustained minor injuries when they were hit by debris after the aircraft’s wing struck the building.

“The 17 crew and 185 passengers who were in the aircraft escaped unharmed and were evacuated,” said Gwebu.

She said there was fuel spillage, but that this was contained by the airport’s fire services.

Investigators witnessed the recovery of the aircraft, and the removal of the flight recorder, she said.

“The investigation continues,” said Gwebu.

The aircraft was moved to a remote location and airport operations had not been disrupted by the accident, she said.

 

The New Zealand Herald