New rules to put asylum seekers back in detention

December 21, 2013

Tom Allard, Alexia Attwood, Jonathan Swan

Opposition immigration minister Richard Marles.

”If people are breaking the law, there should be consequences”: opposition immigration spokesman Richard Marles. Photo: Alex Ellinghausen

Immigration Minister Scott Morrison has identified asylum seekers congregating in large numbers in apartments as the type of ”antisocial” behaviour that could see them thrown into detention under a new code of conduct for more than 20,000 irregular immigrants living in the community on bridging visas.

Under previous arrangements, anyone on a bridging visa alleged to have broken the law and facing criminal proceedings was returned to detention while the matter made its way through the courts, but the new code greatly widens the types of behaviour that can lead to the penalty.

These include ”antisocial and disruptive activities that are inconsiderate, disrespectful or threaten the peaceful enjoyment of other members of the community”.

”There have been complaints … about antisocial behaviour in terms of overcrowding in particular accommodation that have caused a nuisance to nearby residents and distressed elderly residents,” Mr Morrison said on Friday. ”Currently there’s no provision to manage that behaviour.”

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People on bridging visas have limited work rights and receive less than $250 a week in welfare payments. They can wait up to five years to have their refugee status determined under the ”no advantage test” introduced by the former Labor government.

As a result, many can be crammed into accommodation to save money, although Mr Morrison said this was not necessarily the type of overcrowding that would be deemed antisocial.

He pointed to ”large numbers of people turning up to particular places and places that are being rented and that is not where they were living”.

Labor’s immigration spokesman Richard Marles said the code and definition of antisocial behaviour ”reeks of being mean for the sake of it”.

”If people are breaking the law, there should be consequences,” Mr Marles said. ”But one of the key standards in Australia is the standard of fairness.

”A situation where you don’t break the law but you have simply upset someone and, without being tested, put in detention or even sent offshore is concerning. That is not fair.”

Disobeying road rules, failing to comply with an instruction to undertake health treatment or refusing to co-operate with officials as they review their refugee claims are also deemed to be breaches of the code.

”I think it is quite helpful to be quite specific with people who are given the opportunity to live in the community what is expected of them,” Mr Morrison said. ”To assume they just know is naive.”

He noted that, in serious cases, they could be sent to Nauru and Manus Island.

Meanwhile, Mr Morrison said he did not ”backflip” when reversing his freeze on protection visas for asylum seekers, arguing the regulation was no longer necessary because he had introduced stronger rules.

But legal experts and the Greens say Mr Morrison is engaged in legal ”trickery” and his regulation will either be struck down by the High Court or reversed when the Senate reconvenes in February.

with Alexia Attwoodand Jonathan Swan

The Sydney Morning Herald

Conca, adeus e retorno de um ídolo

Conca, adeus e retorno de um ídolo

© Getty Images

A disputa pelo terceiro lugar da Copa do Mundo de Clubes da FIFA Marrocos 2013 contra o Atlético Mineiro será o primeiro passo da readaptação de Darío Conca ao futebol brasileiro. O argentino, afinal, disputará neste sábado, contra um rival bastante conhecido, seu último jogo com o Guangzhou Evergrande antes de retornar ao Fluminense e a um país que se tornou a sua segunda casa.

Do outro lado do mundo, Conca chegará exatamente com o mesmo status de quando deixou o Tricolor carioca após um período vencedor entre 2008 e 2011, marcado principalmente pela conquista de mais um título nacional. Mesmo status também com o qual se despede do Guangzhou após dois anos e meio de mais títulos.

“Espero voltar bem, fazendo as coisas certas e ser feliz como fui nos três anos que estive por lá”, admitiu Conca ao FIFA.com pouco após a derrota do time chinês para o Bayern de Munique por 3 a 0, na semifinal do Mundial de Clubes. “Estou muito animado, indo para um lugar que me deu muitos momentos felizes, apesar de também ter vivido na China um período muito bom.”

Em sua volta ao Brasil, Conca encontrará um Fluminense um pouco diferente, que, se conquistou um novo título nacional em 2012, acabou vivendo uma atual temporada das mais conturbadas. E, por isso mesmo, nesta segunda passagem o baixinho de 1,67 m tem apenas uma ideia fixa em sua cabeça: reviver com o clube as glórias de 2010, ano em que foi eleito o melhor jogador do Brasileirão.

“Trabalhei muito para chegar naquele momento, ganhei prêmios, fui campeão e agora espero poder fazer as coisas certas novamente, porque o torcedor merece muito”, aponta. “Não faltará vontade, porque o clube apostou em mim e respeito muito isso. Tenho um amor enorme pelo Fluminense e quero dar o melhor de mim. Não quero falar de títulos, mas espero dar alegrias e saber que todos estarão felizes comigo. Ajudar o Fluminense será o mais importante para mim.”

Deixando saudades
Fazer um clube e uma torcida felizes, neste caso, significa deixar outros tristes, mas Conca sabe ao menos que deixa a China com o sentimento de dever cumprido – e de retorno assegurado ao clube. Para o Guangzhou, afinal, as três ofertas oficiais e o alto valor desembolsado em 2011 para acertar sua contratação acabaram se justificando com as conquistas de três títulos nacionais, um da Liga dos Campeões da Ásia e, sobretudo, com a evolução do clube à condição de potência no país.

Não à toa, Conca virou ídolo, recebeu prêmios (como o de melhor jogador da China em 2013) e virou uma espécie de xodó até mesmo do experiente Marcello Lippi, treinador do Evergrande. “Conca é um grande jogador e estou orgulhoso de ter trabalhado com ele nos últimos dois anos e meio”, destacou o técnico italiano pouco antes da última atuação do argentino no país. “Treinei jogadores como Del Piero, Zidane e Totti e, para mim, Conca é tão brilhante quanto eles.”

Elogiado fora dos campos, Conca também viu companheiros como o brasileiro Muriqui, com quem dividiu gols e grandes atuações nas últimas temporadas, falarem com um certo pesar de sua saída. “Ele vai fazer muita falta para a gente”, garante o atacante ao FIFA.com. “Espero que o clube possa continuar forte, que possa repor essa saída com alguém da mesma qualidade que ele. Chegamos em um nível alto e esperamos seguir assim.”

O meia, claro, agradece e espera retribuir todo o esforço e o carinho que recebeu nessa aventura com uma última grande atuação pela equipe chinesa. Em seguida, repetirá algo que fez nos últimos anos: olhará para o outro lado do mundo, para um clube em que se tornou ídolo, com um misto de saudade e satisfação.

“Foi um período muito válido e estou feliz por ter vivido tudo isso. Vivemos muitas coisas boas e chegamos a este Mundial, que era algo que poucos acreditavam que conseguiríamos”, explica o argentino. “O Guangzhou tem um grande treinador, bons jogadores estrangeiros e vai continuar forte. De longe estarei longe para que eles possam manter essa fase e retornar ao Mundial”, encerra.

 

FIFA.com

Zidane: “O Brasil faz parte da minha vida”

O caminho que Zinedine Zidane percorreu para se tornar um verdadeiro craque da bola passou duas vezes pelo Brasil. Seus dois gols na final da Copa do Mundo da FIFA 1998 e sua atuação antológica contra a Seleção nas quartas de final da Alemanha 2006 garantiram a Zizou um lugar privilegiado no panteão do futebol mundial.

Mas se o chamado “país do futebol” foi decisivo para o destino do maestro francês, o mesmo se pode dizer agora no sentido contrário da equação. Afinal, o futuro do Brasil e da “sua” Copa do Mundo foi colocado nas mãos de Zidane no último dia 6 de dezembro, quando ele participou do Sorteio Final da competição na Costa do Sauípe. O FIFA.com aproveitou a ocasião para bater um papo com o legendário jogador sobre essa relação especial que ele tem com a terra do Rei Pelé e sobre suas experiências no Mundial.

Zinedine, o que você sente ao rever as imagens do jogo das quartas de final da Copa do Mundo 2006 contra o Brasil, em que você foi brilhante?
É uma sensação boa! Na verdade, não vejo muito meus vídeos. Aquela partida naturalmente me traz boas lembranças. Aconteceu algo mágico em campo naquele dia, tanto comigo como com vários companheiros. Tínhamos realmente uma grande geração de jogadores. Foi um belo momento.

Foi a melhor atuação de toda a sua carreira?
É o que costumam me dizer. Na verdade, não sei. Foi uma das minhas melhores partidas. Mas a melhor? Não tenho ideia. Acho que houve algumas outras, pelo menos para mim…

Mas não dá para negar que o Brasil é uma seleção inspiradora para você. Tanto pelo jogo de 2006 como, é claro, pela final de 1998. Afinal, o Brasil não foi seu adversário preferido?
Curiosamente, nas conversas que tenho com alguns ex-jogadores, o Brasil é visto como um país tradicional do futebol, mas apenas isso. Particularmente, foi uma equipe que sempre me inspirou, contra a qual conseguia jogar no mais alto nível, assim como meus companheiros. Cada vez que enfrentávamos a Seleção, sabíamos que éramos capazes de qualquer coisa. Nunca fomos favoritos. E é nesses casos que você costuma realizar as proezas. Foi o que aconteceu conosco.

Em dois jogos contra o Brasil, você praticamente humilhou a Seleção. Ainda assim, os brasileiros parecem não ter nenhum ressentimento contra a sua pessoa. Você se sente em casa quando está no Brasil?
Humilhar talvez seja uma palavra um pouco forte… Vencemos o jogo, nada além disso (sorriso). Mas é verdade, não sinto nenhum ressentimento contra mim. Sempre que venho aqui, fico com a impressão de que as pessoas admiram o que fiz contra o Brasil. Embora pudéssemos pensar que eu seria recebido a pedradas (risos)! Recentemente encontrei o senhor Zagallo, que era o técnico do Brasil em 1998. Ele me contou uma coisa muito emocionante. Disse que, se tivesse que escolher um jogador de fora do Brasil para colocar na equipe dele, seria eu. Vindo do Professor Zagallo, trata-se de um elogio e tanto.

De certa forma, sua maneira de jogar não foi influenciada pelo futebol brasileiro?
Sim, com certeza! Além disso, quando eu era pequeno e jogava com meus amigos do bairro, organizávamos Copas do Mundo de mentirinha. Qual seleção queríamos ser sempre? O Brasil! É um país que sempre fez parte da minha vida. Depois o sonho se tornou realidade, disputei uma verdadeira Copa do Mundo e tive a chance de jogar contra o Brasil. Então pensei comigo mesmo: “Essa é a sua oportunidade! Aproveite! Nada de mau pode acontecer. Mesmo em caso de derrota, ninguém ficará com raiva de você. Vá lá e divirta-se! E se você conseguir vencer o Brasil, será ótimo para o seu currículo (sorriso)!”

Quais são suas primeiras lembranças do futebol brasileiro?
Sem dúvida nenhuma, a Copa do Mundo de 1982. Eu tinha dez anos… Lembro aquela camisa amarela, jogadores como Sócrates, Zico, Julio César… Não faltavam craques…

Qual foi o jogador brasileiro que mais o marcou?
Há tantos… Mas para mim, pelo fato de termos atuado juntos, o melhor foi Ronaldo, com quem joguei no Real Madrid.

Que palavras vêm à sua mente quando alguém menciona o Brasil?
Festa, alegria, animação, camisa amarela! É sofisticação, felicidade absoluta… Além disso, os brasileiros entendem de futebol. Acredito que iremos assistir a um grande campeonato, com grandes jogadores.

A seleção da França estará lá. O que você achou da campanha do país nas eliminatórias?
Conseguimos a classificação, essa foi a parte boa. Para um país como a França, participar da Copa do Mundo é essencial. Agora, como chegamos lá… Tivemos alguns problemas nas eliminatórias, mas o importante foi ter garantido a vaga. Isso é o que fica.

O fato de ter superado tantas dificuldades não pode ajudar a seleção francesa a chegar mais forte para os próximos desafios?
Certamente. O mais difícil é se classificar. E quando você percorre um caminho como aquele, pensa: “chegamos lá”. Depois trata-se de uma outra competição. Vem a fase preparatória e o Mundial começa seis meses após o fim das eliminatórias. É aí que você tem que estar pronto, física e psicologicamente. Será um outro estado de espírito. Fico na torcida para que eles estejam preparados no mês de junho.

Quais são as chances dos Bleus nesta próxima Copa do Mundo?
Eles têm boas chances. Os jogadores já estão no clima da competição. Mas, repito, terão que estar preparados na hora da verdade. Podemos dizer agora que “é uma boa seleção” ou “não é uma boa seleção”, mas na verdade é só daqui a seis meses que eles precisam estar prontos e preparados para fazer bonito. E são capazes disso. A França tem jogadores para conseguir algo mais.

Qual é a sensação de conquistar uma Copa do Mundo? O que esse título representa no plano pessoal?
A Copa do Mundo é a cereja no bolo! É o ápice, o mais alto que se pode alcançar. Todo jogador sonhar em participar desse torneio e poucos conseguem. O objetivo seguinte é chegar o mais longe possível, depois disputar a final, vencê-la, marcar um gol… E quando você faz tudo isso, é a apoteose! É o sonho máximo de qualquer jogador de futebol.

E para um país, o que significa ganhar essa taça?
É fantástico! Em 1998, ganhamos com o apoio da torcida. Mesmo quando estávamos na nossa concentração, em Clairefontaine, víamos o que se passava do lado de fora… É incrível como o futebol pode unir as pessoas. Foi o que conseguimos fazer em determinado momento, pelo menos brevemente: criar uma harmonia entre as pessoas na rua. Podemos dizer que, durante um tempo, ajudamos a criar algo único através do esporte.

O que você espera da Copa do Mundo no Brasil? 
Como todo mundo, acho que será uma grande festa! O Brasil é simplesmente o país do futebol. Embora o futebol tenha sido inventado na Inglaterra, o Brasil fez muito pela sua evolução. Você tem que estar nesta Copa do Mundo. Se há uma Copa para se jogar, é esta!

Você tem um favorito?
Seria bom que uma seleção europeia ganhasse na América do Sul. Mas não tenho um favorito em particular. Numa competição como essa, não há mais equipes pequenas. Antes havia uma distância grande entre os países tradicionais e os demais, mas agora está tudo muito mais equilibrado.

 

FIFA.com

Franck Ribéry: “A atmosfera será sensacional”

Ribéry: "A atmosfera será sensacional"

© Getty Images

Um jogador está sendo considerado um símbolo do bom futebol apresentado pelo Bayern de Munique em 2013: Franck Ribéry. O francês jogou muito ao longo dos últimos 12 meses e foi decisivo para os títulos conquistados no período pelo time alemão.

O Bayern de Ribéry venceu o Campeonato Alemão com uma longa distância em relação ao segundo colocado, estabelecendo um novo recorde na Bundesliga. Além disso, também levantou os troféus da Copa da Alemanha e da UEFA Champions League, bem como da Supercopa da UEFA.

Na atual temporada, o Bayern mais uma vez está na ponta da Bundesliga, além de ainda estar na luta pela Copa da Alemanha e pela Liga dos Campeões. Mas o ano ainda não chegou ao fim, e Ribéry ainda quer mais de 2013. O título da Copa do Mundo de Clubes da FIFA no Marrocos poderá ser a cereja do bolo para um ano de muito sucesso.

Apesar dos muitos títulos, o atacante francês ainda não está satisfeito e quer acumular ainda mais conquistas, conforme revelou ao FIFA.com. “Foi uma ótima temporada, jogamos muito bem”, disse. “Mas quero sempre continuar ganhando, esta é a minha mentalidade. A pressão também não diminuiu. Precisamos e queremos sempre ganhar.”

O próximo título pode chegar já este sábado em Marrakech. O adversário da decisão do Mundial de Clubes será o Raja de Casablanca. Os marroquinos contam com o apoio de quase todo o país e de uma torcida maravilhosa nas arquibancadas. O clima na semifinal contra o Atlético Mineiro foi grandioso, assim como nos jogos anteriores. Ribéry está esperando por uma atmosfera parecida na decisão. “Acompanhamos a semifinal pela televisão no hotel”, afirmou. “A atmosfera na final certamente será sensacional.”

Com o coração
O atual campeão marroquino é a surpresa do torneio. Portanto, não é de admirar que Ribéry não queira de forma alguma subestimar o adversário, mesmo que ele tenha certeza de que o Bayern é a melhor equipe. “Não podemos pensar que será fácil”, declarou o jogador. “Precisamos estar muito concentrados e jogar com seriedade. A equipe marroquina é muito forte.”

Depois do apito final na semifinal, os jogadores do Raja não conseguiam se conter de alegria e começaram a recolher souvernires com os adversários. Os materiais usados por Ronaldinho Gaúcho eram os mais cobiçados. As imagens do craque brasileiro deixando os adversários levarem até as chuteiras obviamente chegaram também ao conhecimento do melhor jogador europeu de 2013.

O francês também é muito admirado no Marrocos, e por isso não é improvável que algo parecido possa acontecer com ele. Mas Ribéry não tem medo disso. Ele acha até que é algo positivo, como contou com um sorriso. “Acho isso legal”, afirmou. “Eles jogam com o coração e também são torcedores. Achei legal o que o Ronaldinho fez.”

Após a final, Ribéry pretende fazer as malas para entrar de férias durante a pausa de inverno naAlemanha. Durante o período de férias, que vai até o início da preparação para o segundo turno, o francês quer descansar bastante, já que ele acredita que isso é importante tanto para o corpo quanto para a mente. E ele já decidiu o destino da sua viagem. “Vou com a família para a França e vou passar lá as minhas férias.”

Mas para que possa realmente aproveitar as férias com os seus entes queridos, Ribéry ainda tem um desejo: “Se possível, quero ganhar no sábado”, comentou. “Então, tudo será muito mais bonito.”

 

FIFA.com

Medalhões, ex-Timão e trava-línguas: armas de rivais do Fla na Libertadores

León tem Rafa Márquez (ex-Barça) e Boselli; Emelec aposta em grandalhão de nome impronunciável, e Bolívar tem, além da altitude, o atacante Arce, ex-Corinthians

O Flamengo só inicia sua 12ª participação em Libertadores em 12 de fevereiro de 2014, mas o GLOBOESPORTE.COM já começa a apresentar aos brasileiros as principais características dos adversários rubro-negros: Bolívar-BOL, Emelec-EQU e León-MEX. Os dois últimos sagraram-se campeões em seus respectivos países neste fim de ano, enquanto o primeiro está em vias de conquistar o Campeonato Boliviano no próximo domingo.

O León conta com nomes consagrados como o do zagueiro Rafael Márquez, ex-Barcelona e com três Copas do Mundo no currículo, e do centroavante argentino Mauro Boselli, artilheiro do Estudiantes na campanha vitoriosa da Libertadores de 2009. O Bolívar aposta na altitude de La Paz (3.600 metros) e no atacante Arce, ex-Corinthians. Já o Emelec vai jogar muita bola na área para tentar sucesso com o grandalhão Denis Stracqualursi, de 1,91m e de nome que reserva um verdadeiro trava-línguas aos treinadores.

Confira opiniões de jornalistas que fazem a cobertura diária destes clubes e de Tim Vickery, correspondente da rede britânica BBC na América do Sul.

LEÓN-MEX

O León, homônimo de sua cidade, é um tradicional clube mexicano, o sexto maior campeão do país, com seis títulos. Sua última conquista se deu em 15 de dezembro, após vitória por 3 a 1 sobre o América na final. La Fiera (A Fera) ficou na Segunda Divisão por dez anos, de 2002 a 2012. Em agosto do ano do retorno à elite, o bilionário Carlos Slim, dono da América Móvil SAB, maior empresa de telefonia móvel do país, comprou 30% das ações do clube. O alto investimento deu resultado praticamente imediato. O ex-jogador Tita, figura crucial nas maiores conquistas da história do Flamengo, é ídolo do León.

O chefe do departamento de esportes do jornal “El Heraldo de León”, Adrian Castrejon, cita quem considera os melhores jogadores do León, atualmente treinado pelo uruguaio Gustavo Matosas, ex-meio-campo com passagem pelo São Paulo.

– Os melhores jogadores (do Léon) nesta temporada foram Rafael Márquez (zagueiro), Edwin “Aris” Hernández, lateral-esquerdo e que já foi convocado para a seleção; os volantes de contenção Juan José Gallo e Carlos “Gullit” Peña (outroconvocado), Luis Montes, meia ofensivo e também convocado, além do argentino Mauro Boselli (autor de 16 gols no último Campeonato Mexicano) – contou Castrejon, que trata o ex-flamenguista Tita, campeão mexicano pelo clube em 1992, como o último grande ídolo do León.

Rafael Marquez Leon (Foto: AFP)Rafael Márquez, de 34 anos, comemora o título mexicano, conquistado no último dia 15 (Foto: AFP)

Perguntado se há a possibilidade de um desmonte diante de uma conquista que encerrou jejum de 21 anos, Adrian Castrejon disse acreditar em apenas uma baixa. O meia colombiano Darío Burbano trocará o León pelo Tigres.

Opinião León (Foto: Editoria de arte / Globoesporte.com)

 

 

BOLÍVAR-BOL

O Bolívar é o clube mais popular da Bolívia e o maior campeão local. Desde 1977, quando foi criada a Liga de Futebol Profissional Boliviana, são 17 títulos. Seu grande trunfo é altitude de 3.600 metros acima do nível do mar da cidade de La Paz. Tem a maior folha salarial do país, gastando cerca de 250 mil dólares (cerca de R$ 580 mil) mensalmente. O jornalista Gery Zurita, do diário “El Deber”, de Santa Cruz de la Sierra, elegeu os melhores do time. Entre eles estão Juan Carlos Arce, que jogou por Corinthians e Sport, e Juanmi Callejón, irmão gêmeo de José Callejón, atualmente no Napoli e ex-Real Madrid.

– Os melhores são Ruddy Cardoso (meia ofensivo) e Juan Carlos Arce, ambos jogam pela seleção. Depois há três espanhóis: Juan Miguel Callejón, José Luis Sánchez Capdevilla e Eduardo Moya, todos jogam no meio-campo. E uma das figuras principais é o uruguaio William Ferreira, goleador do time (tem 13 gols no Campeonato Boliviano) – listou.

Juan Carlos Arce (Foto: Getty Images)Juan Carlos Arce já vestiu as camisas de Corinthians e Sport (Foto: Getty Images)

O trio formado por William Ferreira (13 gols), Arce (dez) e Callejón (seis) tem 29 gols – 58% da equipe (50) no Boliviano. O campeão local, aliás, será definido no próximo domingo. O Bolívar é líder, com 43 pontos, um a mais do que o Strongest. Para levar o caneco, basta conseguir o mesmo resultado que seu adversário direto. Às 16h locais (14h de Brasília), enfenta o Nacional de Potosí, fora de casa. No mesmo horário, o Strongest recebe o Real Potosí.

Gery Zurita disse apostar em mais um título do Bolívar, já que seu rendimento atuando fora de casa também é muito bom.

– No papel é fácil, porque o Bolívar é a equipe que melhor joga como visitante. Conseguiu muitos pontos assim e acho que pode conquistar mais uma vitória.

O elenco que encerra o Campeonato Boliviano no próximo domingo não deve sofrer grandes alterações para a disputa da próxima Libertadores. Segundo Zurita, o presidente da empresa responsável pela administração o Bolívar (Baisa), Marcelo Claure, disse que todos os jogadores serão mantidos e prometeu dois reforços, ainda desconhecidos pela imprensa local.

Opinião Bolívar (Foto: Editoria de arte / Globoesporte.com)

 

EMELEC-EQU

O Emelec é o segundo clube mais popular do Equador, perdendo nesse quesito apenas para o Barcelona de Guayaquil, seu rival local e com quem trava o maior clássico do futebol local. Onze vezes campeão equatoriano, só tem menos títulos do que Barcelona e El Nacional, empatados com 13.

Sofreu a baixa do atacante Enner “Superman” Valencia, um de seus melhores atacantes e artilheiro da última Copa Sul-Americana, com cinco gols. Ele se transferiu para o Pachuca, do México.

Denis Stracqualursi pelo San Lorenzo (Foto: AFP)Denis Stracqualursi, ex-San Lorenzo, estreou no Emelec no clássico contra o Barcelona e marcou dois gols (Foto: AFP)

Segundo o jornalista Carlos Anchundia, do diário “Extra”, de Guayaquil, o Emelec ganhou o Campeonato Equatoriano com dificuldades até a última partida, pois tinha equipes como Universidad Católica e Independiente seguindo-o passo a passo. Vale destacar que foram disputados dois turnos, ambos vencidos pelo adversário do Flamengo. Isso eliminou a realização de uma final.

– Os principais jogadores são os argentinos Esteban Dreer (goleiro), Denis Stracqualursi e Marcos Mondaini (os últimos dois atacantes), o zagueiro Gabriel Achilier, o meia ofensivo Fernando Gaibor e o lateral-esquerdo Oscar Bagüí. Este ano muitos juniores foram utilizados, caso dos meio-campistas Robert Burbano e Chirsthian Alemán e o lateral-direito Carlos Vera.

Opinião Emelec (Foto: Editoria de arte / Globoesporte.com)

 

 

Confira os jogos do Flamengo no Grupo 7 da Libertadores:

12/2: León x Flamengo
26/2: Flamengo x Emelec
12/3: Flamengo x Bolívar
19/3: Bolívar x Flamengo
2/4: Emelec x Flamengo
9/4: Flamengo x León

 

Globo Esporte

Ministério Público de São Paulo abre investigação sobre queda da Lusa

O Ministério Público de São Paulo abriu uma investigação sobre o rebaixamento da Portuguesa – decretado em primeira instância na semana passada pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva. A Lusa recorreu da decisão e seu recurso será julgado na próxima sexta-feira pelo Pleno do STJD.
O objetivo da Promotoria de Direito do Consumidor é apurar se houve o emprego de algum artifício para alteração de um resultado de campo – e se isso resultou em algum dano para o torcedor.
O Ministério Público pretende investigar porque a Portuguesa alega não ter sido avisada pelo advogado Osvaldo Sestário Filho da suspensão de Héverton, e também os critérios que levaram o STJD a condenar o clube paulista em primeira instância.
Blog Bastidores FC

“Amor & Sexo” pode ganhar nova temporada em 2014

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Fernanda Lima comanda o “Amor & Sexo” na Globo – Divulgação/Globo
Nesta quinta-feira (19), foi ao ar o último episódio da sétima temporada do “Amor & Sexo”. No ar desde 2009 na Globo, o programa comandado por Fernanda Lima chegaria ao fim neste ano, mas ele poderá se manter na grade em 2014.
Os expressivos índices de audiência da atração, somado a repercussão positiva que os temas abordados têm causado nos telespectadores, indicam que a emissora carioca está próxima de encomendar uma nova safra de episódios à equipe de Ricardo Waddington.
Um dos indicativos de que a decisão por uma nova temporada é iminente está no comportamento da própria Globo diante do encerramento do programa.
As chamadas indicam que a edição de ontem seria a última da temporada – e não do formato. A despedida de Fernanda Lima também abriu brechas para uma continuidade no ano que vem.
NaTelinha

Modern soccer coaches always the targets of power plays

December 19, 2013

Ange Postecoglou

Socceroos coach

Adelaide coach Josep Gombau.

Adelaide coach Josep Gombau. Photo: Getty Images

There are many challenges in modern coaching but easily the most difficult is the test of your authority in the public arena.

Last weekend saw Adelaide coach Josep Gombau and Perth Glory’s Alistair Edwards both essentially putting their jobs on the line in order to maintain control of their destiny. In the end only one was able to successfully navigate this process.

Gombau had a public argument with an Adelaide reporter following a media conference and Edwards a falling out with his captain, Jacob Burns.

There are lessons to be learnt from this but for me there is no doubt that coaching is becoming a more difficult proposition in this modern world, where it seems control is a power many aspire to within a sporting club.

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Whether it be players, owners, boards, management, fans, the media or even the head body, the days of a coach totally steering the club seem to be long gone. The question is not whether this is a positive or negative development, but whether a coach can truly instil a philosophy when there are, these days, going to be more than just his two hands on the steering wheel.

Both Adelaide and Perth  began the season with coaches who spelt out a clear direction for their respective clubs.

In Adelaide it was a distinct style of play, while in Perth the mantra involved implementing a youth policy that  would reap long-term benefits.

After 10 rounds there can be no doubt  Adelaide is developing a distinctive style  while in Perth, last week’s line-up was one of the youngest seen in the A-League. So why were both coaches forced to put their jobs on the line when it seems they were fulfilling the terms of their appointments?

One word: results.

There seems to be little patience for building and the never-ending desire for the quick fix or immediate success means that every week the ladder becomes the only gauge as to who is doing a good job and who is not.

Do results matter? Of course they do. But smart people and smart organisations look beyond just the win/loss ratio and more to the end game.

For me the end game has been always to taste ultimate success and that means sometimes you need to build a strong foundation before you move forward quickly.

If Adelaide or Perth challenge for the title next year, will this year have been a waste? Both these clubs have yet to win a championship, so for me it was definitely a punt worth taking.

So where does that leave coaches? Seeing Edwards lose his job would make a lot of coaches nervous about testing their authority again. The reality, however, is that for all coaches there is never any certainty of a timeline and, as difficult as it seems, you need to be brave and put your job on the line if you believe in what you are doing.

Coaching by consensus does not work and while many will want to put their hands on the steering wheel, allowing them to do so will inevitably mean the crash is around the corner. The one thing that won’t change is that the only person held responsible will be the coach, no matter how many hands are on that wheel.

For me, Edwards and Gombau were doing what they had spelt out they would do and that’s what coaching and leading is all about. Adelaide responded to last week’s controversy with a 4-0 victory over Central Coast. As a coach there needs to be an understanding that even in the best of times your approval rate never goes beyond 50 per cent. That means half the dressing room, half the board and management, half the press and half the fans. And that is during the good times. Belief, therefore,  needs to come from within and the courage to see it through, regardless of approval and consensus, is a non-negotiable.

 

The Canberra Times

Repórteres da Band reclamam do excesso de trabalho devido à integração

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Divulgação

 

A integração do jornalismo da TV com a rádio virou motivo de insatisfação por parte dos repórteres da Band, que são obrigados a se desdobrarem entre as matérias para os telejornais e os boletins ao vivo nas rádios Bandeirantes e Sulamérica.

De acordo com o colunista Fernando Oliveira, alguns são obrigados a interromper a produção de reportagens para atender às demandas das FMs, sendo que nem todos recebem remuneração extra pelas novas funções.

E o trabalho deve aumentar. No início de 2014, a Band irá estrear um novo matinal jornalístico.

Luiz Megale, correspondende em Nova York, esteve no Brasil para realizar testes para a atração, que contará com entradas de Ricardo Boechat direto do rádio.

 

NaTelinha