Ponte Preta está na final da Copa Total Sudamericana 2013

 1 x 1 

Semifinal
PONTE DESPACHA SÃO PAULO E CHEGA À SUA PRIMEIRA FINAL INTERNACIONAL
Após vencer o jogo de ida por 3 a 1, Macaca administra vantagem, não dá chances para o Tricolor e aguarda Lanús ou Libertad para tentar o título

Ser ou não ser campeã da Copa Sul-Americana, para a Ponte Preta, pelo menos nesta quarta-feira, é assunto para depois. O momento é de festejar um feito histórico. Pela primeira vez em seus 113 anos de história, a Macaca chega à final de um torneio internacional. O jogo contra o São Paulo, no estádio Romildo Ferreira, em Mogi Mirim, se desenrolou como uma mera formalidade. Após vencer a ida, quarta passada, no Morumbi, por 3 a 1, o time de Campinas poderia avançar até perdendo por 2 a 0. Fez bem melhor: empatou por 1 a 1 e despachou o Tricolor.

Agora, a Macaca aguarda o vencedor de Lanús, da Argentina, e Libertad, do Paraguai, que jogam nesta quinta. O time argentino, que atuará em casa, tem a vantagem do empate. E já que fez história e chegou à decisão, por que não sonhar com o título? Seria uma ótima forma de esquecer a péssima campanha no Brasileirão – a Ponte está praticamente rebaixada à Série B.

Ao São Paulo, resta lamentar um ano em que nada deu certo: eliminação na semifinal do Paulista, nas oitavas da Taça Libertadores, o sufoco para escapar do rebaixamento no Brasileirão e, agora, a perda da chance de ser bicampeão da Sul-Americana.

Leandro gol Ponte Preta jogo São Paulo Sul Americana (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)Jogadores da Ponte festejam gol contra o São Paulo (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)

Golpe de Macaca

Como no primeiro jogo, o São Paulo começou dominando a posse de bola, trocando passes e envolvendo a Ponte. A diferença é que, nesta quarta, o gol rápido não saiu. O time tricolor, apesar de ter a bola, não sabia bem o que fazer com ela. Tinha dificuldades para achar espaços na bem posicionada defesa da Macaca. Nem Rogério Ceni parecia em seus melhores dias: numa falta logo no início, a centímetros da linha da grande área, carimbou a barreira.

A equipe de Campinas, por sua vez, se mostrava atenta às brechas deixadas pela equipe tricolor. Não tinha pressa. Vigiava bem o adversário, limpava a sua área das bolas cruzadas. Esperava pelo São Paulo. Esperava por uma bola.

Ela veio aos 42. Felipe Bastos acertou ótimo lançamento para Uendel, que dominou no peito e cruzou rasteiro. Rodrigo Caio bem que tentou: primeiro, cortou o passe do ala pontepretano. Depois, rebatou o chute de Leonardo. Só que a bola voltou para Leonardo, que, dessa vez, acertou o alvo: 1 a 0 para a Ponte, 4 a 1 na soma dos dois jogos. A missão são-paulina, que já era difícil, ia se tornando impossível. A Ponte estava cada mais mais perto da inédita final internacional.

Maicon jogo São Paulo e Ponte Preta Sul-Americana (Foto: Reuters)O São Paulo não conseguiu furar o bloqueio da Macaca e se despede da Sul-Americana (Foto: Reuters)

Que venha a final

Não restava outra alternativa ao São Paulo no segundo tempo a não ser ir para o abafa. Muricy colocou os atacantes Luis Fabiano e Welliton em campo; saíram Paulo Miranda e Ademilson. Com três centroavantes, o Tricolor ocupou a área da Ponte. No entanto, a bola não chegava. Os responsáveis por levá-la à frente faziam partida sofrível. Ganso, sumido; Douglas com dificuldades até para dominar a bola; Maicon não foi visto em campo.

O relógio andava rápido, e nada de o time tricolor criar alguma coisa. Aí veio o desespero: o time se lançou à frente, deixou espaços na defesa, e a Ponte passou a mandar na partida. Toques rápidos, corretos, os jogadores se encontrando em campo. Faltava à Macaca, porém, maior capricho nas finalizações. Que o diga Baraka, que recebeu livre na área, aos 30, e, em vez de chutar a gol, deu mais um corte. Perdeu o ângulo, tentou passar a bola, e perdeu o lance.

Aos 38, um lampejo tricolor. Após chute desviado, a bola sobrou para Luis Fabiano cabecear e empatar a partida. Era muito pouco para o Tricolor. Gol insuficiente e tarde. O time do Morumbi precisava de mais dois gols para levar para os pênaltis, ou mais três para avançar à decisão. A Ponte não voltaria a vacilar. Agora, que venha a final para a Macaca.

Flamengo TRICAMPEÃO da Copa do Brasil Perdigão 2013

 2 x 0 

Final
FLAMENGO VENCE O FURACÃO POR 2 A 0 E É CAMPEÃO DA COPA DO BRASIL
Elias e Hernane marcam os gols do Rubro-Negro carioca e iniciam a festa no Maracanã. Time garante vaga na Taça Libertadores do ano que vem
Diante do Atlético-PR, o Flamengo foi da profunda crise à redenção, em um ciclo que se fecha com capricho, com o título da Copa do Brasil. A vitória por 2 a 0 sobre o Atlético-PR nesta quarta-feira, no Maracanã, é o último capítulo de uma história que não parecia nada boa para o time carioca em setembro, quando perdeu para este mesmo time, neste mesmo estádio, e ficou também sem o técnico Mano Menezes. Em uma virada completa, a torcida que lotou o estádio (57.991 pagantes e 68.857 presentes, com renda de R$ 9.733.785,00) e comandou a festa para comemorar a terceira conquista do clube na competição (1990 e 2006), que vale vaga na Taça Libertadores do próximo ano, e a primeira do novo Maracanã.

Com o 1 a 1 na última quarta-feira, em Curitiba, o Rubro-Negro carioca jogava por um empate por 0 a 0 ou por qualquer vitória. Vitória que chegou nos minutos finais,  primeiro com Elias, e depois com o Borcador, artilheiro da Copa do Brasil com oito gols, e do novo Maracanã, com 17. Foi  sofrido, brigado, o que só aumentou o sabor da comemoração da torcida. E os jogadores foram junto, correndo em direção às arquibancadas em total comunhão. De lá, os gritos de “Fica Elias”, pois o volante tem o contrato encerrado no fim do ano.

A conquista do Flamengo tem a cara de Jayme de Almeida, que ganhou a missão de conduzir um time destroçado pelo pedido de demissão de Mano Menezes após a derrota para este mesmo Atlético-PR, só que pelo Brasileiro. Dali a poucos dias aconteceria a primeira partida das quartas de final contra o Botafogo. Eliminar o rival, um mês depois,  com uma sonora goleada por 4 a 0, deu liga ao elenco na competição, já credenciado por ter deixado pelo caminho o campeão brasileiro Cruzeiro. O Rubro-Negro passou com certa facilidade pelo Goiás na semifinal, até chegar diante do Furacão, para fechar o ciclo, do quase apocalipse à redenção com a taça. No fim, o técnico foi cercado pelo jogadores, abraçado e consagrado como comandante do título.

Elias gol Flamengo contra Atlético-PR final Copa do Brasil (Foto: André Durão / Globoesporte.com)Elias comemora o gol do título da Copa do Brasil no Maracanã (Foto: André Durão / Globoesporte.com)

Fla vence a batalha no meio-campo

O primeiro tempo começou nervoso, como é bem comum em uma decisão. A bola queimava nos pés e, com isso, as jogadas combinadas eram raras. O Flamengo, dono de uma pequena vantagem e atuando em casa, se sentia mais confortável. A arma do Furacão, como aconteceu na partida de Curitiba, era a velocidade de Marcelo. No entanto, sem Everton, suspenso, o atacante virou presa mais fácil para a marcação. Vanger Mancini optou por Felipe para o lugar de Everton e o time paranaense, além de não ganhar poder de criação, sofreu com um buraco na frente da sua área. Um espaço, que, aos poucos, o time de Jayme de Almeida começou a aproveitar.

Entra em cena Luiz Antonio. O primeiro chute logo ali no início do jogo já mostrava que outra vez ele atuaria mais avançado, e Elias mais contido. A medida, assim como já havia acontecido em Curitiba, confundiu a marcação do Furacão. Aos 11, em contra-ataque, o volante entrou sozinho pelo meio da área, mas Carlos Eduardo fez a opção errada pela esquerda e estragou uma jogada que parecia gol certo. A torcida, que apoiou o camisa 20 e gritou seu nome antes do apito inicial, contrariando um hábito frequente de vaias, foi ao desespero.

Embora Hernane insistisse em sair da área, trazendo os zagueiros para perto dos armadores, Luiz Antonio conseguiu quatro finalizações das sete do Flamengo na primeira etapa. Na mais perigosa delas, em cobrança de falta, acertou a junção da trave com o travessão. O Atlético-PR pouco ameaçava, só chutou uma vez ao gol de Felipe. A torcida empurrava. O Rubro-Negro controlava as ações.

Hernane gol Flamengo final Copa do Brasil jogo Atlético-PR (Foto: André Durão / Globoesporte.com)Hernane morde o escudo do Fla na comemoração com a torcida (Foto: André Durão / Globoesporte.com)

Elias e Hernane decidem

Os times voltaram do intervalo sem alterações, e o panorama da partida também seguiu semelhante aos da primeira etapa nos primeiros minutos. Em uma escapada rápida, Hernane sairia na cara do gol, mas o impedimento foi incorretamente marcado. Insatisfeito, Mancini reslveu dar uma sacudida no time. Sacou Felipe e lançou Delatorre. O Furacão adiantou as suas peças, passou a ocupar mais o campo adversário, e Jayme de Almeida contra-atacou. Para reforçar o sistema de marcação, colocou Diego Silva no lugar de Carlos Eduardo, que dessa vez saiu aplaudido e com o nome gritado.

Os esquemas de jogo mudaram, o tempo passou, mas Luiz Antonio seguiu sendo o jogador mais efetivo do meio-campo do Flamengo. O volante colocou a bola na cabeça de Hernane, que cabeceou mal, para fora. Com maior presença do rival no ataque, o rubro-negro carioca se desarticulou e começou a fazer faltas próximas de sua área, o que criou boas chances para os paranaenses. A torcida, que apoiava sem parar, ficou apreensiva. O Atlético-PR, com a necessidade de um gol, ganhou confiança e esboçou uma pressão, embora não tivesse quem carregasse a bola até os atacantes com qualidade. Paulo Baier, aparentemente cansado, não estava bem.

Paulinho quase marcou em contra-ataque, e a torcida sentiu que era hora de voltar com sua força.  O Flamengo recuou para segurar o empate, e os dez minutos finais foram de roer os dedos para os dois lados. O Brocador, que passou em branco nas finais, acertou voleio que Weverton salvou. Em seguida, ele perdeu outra chance, mas Paulinho pegou o rebote, fez jogada sensacional em cima de Deivid, e deixou Elias na cara do gol para fazer 1 a 0. O resultado já valia o título, mas faltava o gol de Hernane. E Luiz Antonio deixou o Brocador em condições de cumprir sua promessa e fazer um gol na decisão.

Renato Maurício Prado comenta a vida de Nilton Santos

Não vi Nilton Santos jogar. Dele tenho lembranças apenas nas poucas cenas dos já esmaecidos vídeo-tapes das Copas de 1958 e 1962 e a jogada mais marcante, que me ficou na memória é o famoso pênalti, que comete no jogo contra a Espanha mas, instintivamente, dá um passo adiante e o juiz marca falta fora da área.

Uma imagem de esperteza que não corresponde, na verdade, à brilhante carreira do genial lateral-esquerdo, que vim a conhecer, anos mais tarde, ao entrevista-lo algumas vezes (a primeira delas,em companhia de João Máximo, na lojinha de esportes que tinha, em Botafogo). Já naquele primeiro papo era possível perceber, claramente, sua pureza, sua honestidade e seu imenso amor pelo futebol.

Não foi à toa que recebeu o apelido de “Enciclopédia do Futebol”. Era um monstro sagrado da bola. Para muitos, o maior lateral-esquerdo de todos os tempos e, com certeza, ao lado de Mané Garrincha (seu compadre e grande amigo) uma das maiores estrelas da gloriosa história do Botafogo.

Há alguns anos, quando ainda estava bem lúcido, lhe perguntaram se não tinha uma ponta de inveja dos salários milionários que os jogadores de hoje em dia ganham (Nílton vivia franciscanamente, na velhice). Com a simplicidade e a franqueza de sempre, respondeu, com um sorriso nos lábios:

– Tenho inveja é da liberdade (para atacar) que eles (os laterais) têm no futebol moderno.

Não custa lembrar que um dos lances mais emblemáticos de sua carreira foi exatamente quando, desobedecendo às ordens do técnico Vicente Feola, lançou-se ao ataque e marcou um dos gols do Brasil contra a Áustria, na Copa de 1958.

Descanse em paz, Nílton. Com certeza, Manoel dos Santos, o Mané Garrincha, já o está recebendo agora, na porta de entrada do principal estádio do Céu.

 

Renato Maurício Prado – O GLOBO-27/11/2013

Consolidados GRANDE SP 26/11/2013

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Reprise do “Vale a Pena Ver de Novo” se destaca na Globo – Divulgação

 

Confira os principais destaques de audiência desta segunda (25), com uma análise dos dados baseados na preferência de um grupo de telespectadores da Grande São Paulo:

Globo

Esta segunda foi dia de share alto (número de televisores ligados), e a Globo foi a mais beneficiada dentre as emissoras abertas. A começar pelo “Bom Dia Brasil”, que não dava dois dígitos há um bom tempo. O telejornal conquistou 10 pontos de média e impulsionou a manhã da emissora.

A grande surpresa foi “O Cravo e a Rosa”. A reapresentação da novela bateu seu recorde no Ibope e cravou 18 pontos de média. A “Sessão da Tarde”, por conta disso, também subiu e deu 16 pontos. “Malhação” foi outra que mostrou melhora e marcou 17.

“Joia Rara” e “Além do Horizonte” romperam a casa dos 20 pontos: 21 e 21,5 respectivamente. “Amor à Vida” também foi bem e conquistou 41 de média. O longa-metragem “Vovó…Zona 3, Tal Pai Tal Filho” marcou 24 pontos e obteve uma boa pontuação.

Bom Dia Brasil – 10
Mais Você – 7
Bem Estar – 8,5
Encontro – 8
Globo Esporte – 11
Jornal Hoje – 12
Vídeo Show – 12
O Cravo e a Rosa – 18
Sessão da Tarde – 16
Malhação – 17
Joia Rara – 21
Além do Horizonte – 21,5
Jornal Nacional – 27
Amor à Vida – 41
Tela Quente – 24

Record

E o “Cidade Alerta”? Continua rendendo. O policialesco, como de costume, liderou a audiência da Record e conquistou 11,5 pontos, sendo desta vez a maior média fora da Globo. O “Jornal da Record”, no entanto, marcou 7,5 pontos, derrubando ligeiramente os índices herdados.

Mais cedo, o “Balanço Geral” marcou 8 pontos e dividiu a liderança com o “Vídeo Show” durante o período em que concorreram, com 11 pontos.

Fala Brasil – 6,5
Hoje em Dia – 5
Balanço Geral – 8
Programa da Tarde – 5
Cidade Alerta – 11,5
Jornal da Record – 7,5
CSI: NY – 4
Pecado Mortal – 5
A Lei e o Crime – 4
Roberto Justus+ – 2

SBT

O SBT teve como destaque a novela mexicana protagonizada por Maite Perroni, “Cuidado com o Anjo”, que conquistou 8 pontos de média. Mais tarde, “Chiquititas” deu 11 pontos.

Já o “Programa do Ratinho” atingiu sua audiência mais baixa em 2013: 3,5 pontos. Ontem, a atração exibiu o quadro “Dez ou Mil”, um “Show de Calouros” mais moderno, com jurados como Leão Lobo e Décio Piccinini. Na sequência, o “Casos de Família” também foi mal e deu 4.

Bom Dia & Cia – 5
Três é Demais – 7
As Visões da Raven – 6
Maria do Bairro – 6
Cuidado com o Anjo – 8
A Madrasta – 6
O Privilégio de Amar – 5
Eu, a Patroa e as Crianças – 5
SBT Brasil – 5
Chiquititas – 11
Rebelde – 5
Programa do Ratinho – 3,5
Casos de Família – 4

Band

A Band, mesmo com o alto share, não obteve variações nos índices do Ibope.

Band Kids – 1,5
Jogo Aberto – 3
Os Donos da Bola – 2,5
Brasil Urgente – 4
Jornal da Band – 4
CQC – 3

 

NaTelinha

Audiência do Cidade Alerta no dia 25/11/2013

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Marcelo Rezende comanda o “Cidade Alerta”; noticiário se aproxima da Globo no Ibope – Divulgação/Record
Maior audiência da Record nos dias de semana, o “Cidade Alerta” mais uma vez surpreendeu por conta de seu desempenho.
O jornalístico comandado por Marcelo Rezende registrou, nesta última segunda-feira (25), média de 11 pontos com picos de 15, isolando-se assim na vice-liderança e com ampla folga sobre seus concorrentes. O SBT, na mesma faixa, teve 5 pontos e a Band veio em seguida com 4.
Às 19h39, no confronto com “Além do Horizonte”, o “Cidade Alerta” se aproximou da liderança. Neste minuto, o placar apontava 15 pontos para a Record ante 18,9 para a novela da Globo.
Na média geral, a Globo levou a melhor com certa folga e teve 19 pontos durante o período em que o “Cidade” estava no ar.
Esses índices são prévios e são baseados na preferência de um grupo de telespectadores da Grande São Paulo. Dados consolidados podem variar para mais ou paraa menos.
NaTelinha

Record Minas comemora liderança do “Pica Pau” no Ibope

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Divulgação
A Record Minas, filial da Record em Belo Horizonte e Região, está comemorando os seus resultados da tarde deste último sábado (23).
Com “A Turma do Pica Pau”, o canal se posicionou na liderança isolada no Ibope, ficando à frente da Globo. O desenho infantil registrou 6 pontos de média ante 4 da emissora carioca.
A Record Minas também vem se destacando em outras faixas. Um dos pontos fortes da emissora é a programação local. Jornais como o “MG no Ar” e “Balanço Geral” costumam chegar à liderança com certa frequência.
Esses índices são consolidados e são baseados na preferência de um grupo de telespectadores de Belo Horizonte e região metropolitana.
NaTelinha

Lower limit in police radar

By Sam Boyer

5:30 AM Wednesday Nov 27, 2013

Police will this summer enforce the 4km/h speed ticket threshold for 62 days in a row – a move that could spell the end of the 10km/h speed tolerance.

For two months from December 1, police will be aggressively targeting drivers travelling at more than 4km/h over the speed limit.

If the extended trial was a success, the the 4km/h speed threshold could become a permanent fixture on our roads, Assistant Commissioner of road policing Dave Cliff said.

“I wouldn’t rule it out. We’ve got to look at what we can achieve over this two-month period and then look at what comes next.”

It would take a few months to analyse summer crash data.

“We could end up having a really noticeable reduction in road trauma. And that’s what we’re trying to do.”

Steve Butler-Jones of the Auckland motorway police unit checks traffic speed levels with the Stalker laser gun.
Steve Butler-Jones of the Auckland motorway police unit checks traffic speed levels with the Stalker laser gun.

A reduced speed tolerance was first introduced on New Zealand roads over Queen’s Birthday weekend 2010 and has been used during public holiday periods since.

“Our research shows that when police combined high visibility tactics with a reduced speed threshold during Queen’s Birthday weekends in 2010 and 2011, the total number of fatality/injury crashes reduced by 25 per cent, compared with the previous two years. That’s an average of 30 people whose lives were saved.”

Last summer in the December-January period there were 346 crashes, leading to 359 serious injuries and 57 fatalities – much higher than the rest of the year, Mr Cliff said.

AA New Zealand said reducing the speed threshold was a positive move, but merely issuing tickets would not be the answer.

AA spokesman Dylan Thomsen said police needed to target high-risk areas, rather than just motorways or near passing lanes.

Bright cars to push safety message

Police announced yesterday red and orange patrol cars would be rolled out as a trial across the country – but they may not be the safest colour to convey the message.

The new red and orange police road safety cars which will patrol New Zealand roads throughout summer.
The new red and orange police road safety cars which will patrol New Zealand roads throughout summer.

Assistant commissioner of road policing Dave Cliff said he hoped the colourful cars would become a talking point.

“They’re very much a conversation starter,” he said. “It’s all around them being quite distinctive patrol cars. We need to get the public thinking and talking about road safety.”

Twenty-eight of the Holden VF Commodore SV6 patrol cars would be spread around the country over the next year, as older cars came up for replacement.

But red cars were not necessarily the safest colour on the road, some evidence suggests.

In a 2004 research white paper into the safest coloured cars on the roads, the AAA Foundation for Traffic Safety in the United States said there was evidence that cars of certain colours were less safe than others.

The AAA Foundation determined that silver, white and yellow cars the colours of most police cars and ambulances – were the least likely to be involved in crashes.

Brown, black and green cars were the most likely – almost twice as likely as white cars – to be involved in serious injury crashes, it said.

Red was one of the least visible car colours.

Police said a red patrol car previously trialled in Waikato, in June last year, had drawn “a hugely positive public response”.

The New Zealand Herald

How gym gear became fashionable

Active wear has become a fashion statement.
Photo / Lululemon

Active wear has become a fashion statement. Photo / Lululemon

So long, dingy sweatpants.

Workout clothes for women, once relegated to the back of the closet, are moving to the front of the fashion scene.

Yoga pants are the new jeans, neon sports bras have become the “it” accessory and long athletic socks are hipper than high heels.

“I’ve actually had more excitement buying workout gear than normal jeans and dresses,” says Amanda Kleinhenz, 27, who wears workout gear both in and outside of the gym.

“I want to look good.”

Blame it on the push toward a more active lifestyle. Or call it an extension of the fascination with fashion. Either way, these days jogging suits are just as likely to be seen on a runway in New York as a treadmill in Takapuna.

In fact, sales of workout gear are growing faster than sales of everyday clothing – by a lot. Spending on workout clothes jumped 7 per cent to US$31.6 billion during the 12-month period that ended in August from the same period a year ago.

 

That compares with a 1 per cent rise in spending for other clothing to about $169.2 billion.

But these aren’t cheap cotton T-shirts and spandex jumpsuits. Top designers like Calvin Klein, Stella McCartney and Alexander Wang all rolled out fitness chic clothing lines, with everything from $50 leggings to $125 zip-front hoodies and $225 long john sweatpants. And big nationwide retailers like Gap, Forever 21, Victoria Secret and Macy’s have fitness lines, too.

“Active has become an important part of what customers are wearing,” says Karen Hoguet, chief financial officer at Macy’s, which is expanding its active wear label to 400 stores from 160.

“Sometimes it’s for athletic endeavors. Sometimes it’s just to run errands.”

This is the latest evolution in fitness fashion. Sweatpants and tees were the hallmark of athletic clothing for decades. That changed with the invention of spandex in 1959, then again with the aerobics craze of the 1980s when tights, leotards, legwarmers and nylon track suits became popular.

Athletic gear giants like Nike, Reebok and Adidas were popular for years as synthetic material like Gore Tex and Lyrcra gained popularity because of their performance qualities. Then, in the late 1990s, it became cool to wear workout clothes everywhere after the Lululemon athletic chain opened and gained a loyal following of fitness  enthusiasts willing to shell out $100 for yoga pants .

Annie Georgia Greenberg, a New York editor for style blog Refinery29, says she noticed the trend at the New York Fashion week in September as more people were choosing shoes like the neon Nike Free Flyknit over designer pumps. Greenberg herself paired a Gold’s Gym t-shirt and Adidas Samba sneakers with a two-piece bejeweled suit – something she wouldn’t have done a couple years ago.

“It is almost cooler to be comfortable and athletic and feel like yourself than to be overly glam,” Greenberg says.

Fitness chic also sends a message to others that you are living a healthy lifestyle, says Noreen Naroo, senior creative director for apparel at fitness brand Under Armour. Recently, Naroo did a mile run at her daughter’s elementary school with leggings, a sports bra, t-shirt and sneakers. She changed from her sneakers into boots to go to work.

“This is exactly what women are doing – running between work and play,” Naroo says.

Nike says that’s one reason its women’s business has added $1 billion in revenue since fiscal 2010 to reach $4 billion in fiscal 2013. It’s been fueled in part by demand for fashionable workout gear like its leggings with compression technology that is made to be flattering. Another hit has been its “tights of the moment,” limited edition running tights with geometric or neon prints.

And to capitalise on the popularity of classes like Barre and Pilates in which people usually go barefoot, Nike says it created a lightweight foot wrap called the Studio Wrap which helps with hygiene and slippage, but also looks stylish. “Women don’t want to compromise performance or style,” says Heidi O’Neill, Nike’s vice president and general manager of women’s training.

Photo / Lululemon
CrossFit, a high intensity group training program, also has inspired fitness chic with brightly colored knee-high socks, colorful tanks and accessories like headbands and compression arm bands. “We’re seeing fitness become a fashion look,” said Chris Froio, vice president of fitness and training at Reebok, which sponsors the CrossFit Games.

Danielle Duffy, 31, wears CrossFit t-shirts and sparkly silver headbands or customised pink-and-purple Reebok shoes both in the gym and out hanging out with pals.

“Sometimes we’ll dress up in normal clothing … but mostly we’re the sweaty girls in CrossFit clothes hanging out in a bar,” says Duffy.

“We own it and we’re going to be those people.”

– AP

The New Zealand Herald

Lisa De Vanna denies there is a rivalry with Ellyse Perry

November 27, 2013

Michael Chammas

Rugby league reporter

??No rivalry??: Lisa De Vanna's controversial tackle on Ellyse Perry.

“No rivalry”: Lisa De Vanna’s controversial tackle on Ellyse Perry. Photo: Getty Images

There are few tougher in women’s football than Lisa De Vanna, but the Matildas striker’s on-field aggression is often misinterpreted.

A self-confessed ”problem child”, who left school and her home in Perth as a 16-year-old to chase her football dreams, De Vanna’s hard-nosed approach to the game has earned her a reputation as one of the most intimidating players in the sport.

Last week, she made the shortlist for FIFA’s Puskas Award for the best goal of 2013, with Antonio Di Natale, Zlatan Ibrahimovic, Nemanja Matic and Neymar, but a confrontation with dual international Ellyse Perry has taken the gloss off the achievement.

Standing tall: Matildas soccer star Lisa de Vanna.

Standing tall: Matildas soccer star Lisa de Vanna.Photo: Peter Rae

Melbourne Victory’s De Vanna, the two-goal hero from Sunday’s 2-0 win against China in Wollongong, injured Sydney FC’s Perry in a tackle during the round one W-League game. She has also been accused of kicking and punching Perry during the clash in Melbourne; accusations De Vanna has strongly denied.

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The Herald understands Perry didn’t hold back expressing her thoughts about De Vanna during the game at Lakeside Stadium on November 10, however De Vanna insists she never intended to injure her former Matildas teammate, nor does she hold a grudge against her given her profile as the face of female sport in Australia.

”There’s no catfight, there’s no rivalry between us, it’s just a game of football,” De Vanna said before Wednesday night’s second friendly against China at Pirtek Stadium.

”I play aggressively, I go in hard,” she said. ”It’s no different to any game you seen in the Premier League. Tackles happen and words are exchanged. I still would have went into that tackle the same, regardless of whether it was Ellyse Perry or not.

”I understand as an athlete you have to do things on the side to make money in whatever sport you do. But I’m more of a person who strives on doing stuff on the field and being the best I can. If you asked me if I was jealous of any player in the world, I’d say America’s Alex Morgan. Not because of how she looks, but because she’s got medals to show for all her great skills on the field.”

This month, De Vanna was made Football Federation Australia’s female player of the year. The recent portrayal of her as the thug of women’s football created a public backlash, and she was under fire on social media.

”It more affected me that it was a step backwards in women’s football if that’s the only thing that can be written about,” she said. ”Who I am as a footballer is quite different to who I am off the field. I’m actually quite boring. How I play is how I express myself. Being so aggressive and feisty and determined has taken me to the best leagues in the world against the best players.”

De Vanna is working with FFA to become a social worker after football. The 29-year-old, who lost her father before the 2007 World Cup, has earned everything she has achieved in the sport. While she admits she was far from role-model material as a teenager, she believes she can have a positive influence on those who lead similar lives to what she did.

”I was 16 years old chasing a dream when I moved to Adelaide, with nothing in my pocket, to play in the old W-League and I didn’t get one cent for that,” she said. ”Moving out of home at a young age, I missed a lot of big milestones. I never finished school. I was a problem child, because all I really wanted to do was play football.

”But I’m trying to make up for that now and for some reason I’ve always had a connection with kids and adults who aren’t as privileged as others.”

The Sydney Morning Herald