ACT in Singapore Airlines talks as part of its push to woo international airlines

November 22, 2013

Peter Jean

CHIEF ASSEMBLY REPORTER FOR THE CANBERRA TIMES.

Singapore Airlines

Singapore Airlines Photo: Quentin Jones

The ACT region has a large untapped market for direct flights between Canberra and Singapore, the ACT government has told Singapore’s national airline.

Deputy Chief Minister Andrew Barr and Canberra Airport Group chief Stephen Byron met senior Singapore Airlines executives in Singapore earlier this month as part of their ongoing attempts to lure international flights to the ACT.

Mr Barr and Mr Byron also met senior Singapore government minister Josephine Teo to discuss the issue. Singapore Airlines is government-owed. Mr Barr said research indicated there would be enough passenger demand to justify using planes which could carry more than 230 passengers.

“Our estimation of demand between Canberra and Singapore is for a plane with at least 30-odd business class seats and over 200 economy for a single flight a day,” he said.

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Several thousand passengers per week catch domestic flights from Canberra Airport to board overseas-bound aircraft. A similar number of passengers coming to Australia from overseas are forced to change planes in other Australian cities.

“There’s about 7000 a week who come into and out of the ACT and more than half of them are hubbing through Singapore,” Mr Barr said.

An unknown number of Canberra passengers drive or catch buses or trains to Sydney or Melbourne to catch international flights.

Mr Barr said a full-service airline would probably be more suited to the Canberra-Singapore route than a discount carrier.

“A full service airline like Singapore is a better fit for the Canberra market [but Singapore Airlines] are not the only airline we’re talking to,” Mr Barr said.

“So we continue our engagement with Qantas and also with their alliance partner Emirates. So those negotiations continue.”

The ACT government has promised to make tourism marketing funds available for the first airline that starts regular international flights into and out of Canberra.

Mr Barr said he and Mr Byron had explained to the Singapore Airlines executives that the airport had a much larger catchment area than the ACT itself.

“It’s the closest airport for 2½ hours around the ACT,” he said.

“That doubled the catchment from the 400,000 inside the territory to closer to 800,000.

”So that changes the metrics on passenger volume and the like.”

Ron Bishop, a senior lecturer in aviation at Central Queensland University said the ACT region’s population and Canberra’s status as the capital should make the proposed Singapore route viable.

Mr Bishop said international business travellers flying directly into Canberra would be more likely to stay overnight in the capital than those who had transited through Sydney or other Australian cities.

“If it’s straight shot to Canberra that would bring a lot more people that need taxis, that need to go hotels” he said.

“Before they might have gone to Sydney, shoot over to Canberra to do their business and then go back to Sydney that night, or not stay in Canberra as long.”

Canberra Business Council president Michelle Melbourne, who accompanied Mr Barr on the Singapore leg of his trip, said direct international flights would boost export opportunities for the Canberra region, including winemakers and seafood businesses on the coast.

“You can imagine the backloads we can put on those planes which will help grow our economy here,” Ms Melbourne said.

The Sydney Morning Herald


Hermanos cubanos se reúnen después de 51 años separados

Hermanos Cubanos

Eduardo Rodríguez de 81 años de edad pudo reunirse con su hermana por primera vez después de 51 años de su partida de Cuba según reporto CBS Los Ángeles. “Estoy muy feliz por mi padre. Estoy muy feliz por mi familia. Y sólo por el día de hoy, siendo finalmente aquí. Hemos estado orando y esperando con tanta fe. Mi tía, por el otro lado del mundo, a 90 millas de Cuba, se encuentra tan cerca, pero tan lejos. Para que ella finalmente pudiera venir hoy en día es un milagro” dijo la hija de Rodríguez que también estaba en el recibimiento.

Eduardo Rodríguez huyo de Cuba en 1962 como cientos de miles de cubanos escapando del gobierno de Cuba y separándose de la familia sin comunicación alguna. ”Mi madre murió. Mi padre murió. Mi hermano más joven lo pusieron en un campo de concentración y se volvió loco” dijo sobre lo que vivió su familia en Cuba. Eduardo Rodríguez declaro que cuando abandono la isla lo hizo solo con la ropa que llevaba puesta.

Los hermanos han podido reencontrarse y abrazarse después de 51 años y ahora podrán estar juntos por algún tiempo. La suerte de los hermanos Rodríguez no la han tenido muchos otros cubanos que han visto sus familias separadas hasta la muerte por absurdas ideologías y restricciones.

 

Cuba en Miami

“Aprendiz – O Retorno” tem a pior audiência da história do reality-show

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Divulgação/TV Record

 

Em sua nona temporada, o “Aprendiz” vem registrando a pior audiência da história do reality na Record.

Esta edição atual, que conta com ex-Aprendizes e o retorno de Roberto Justus, marcou entre os dia 1º de outubro e 12 de novembro uma média de  apenas 4,3 pontos na Grande SP.

Só para se ter uma ideia, a quinta temporada do programa, exibida em 2008 com o nome de “Aprendiz – O Sócio”, registrou 12 pontos.

O formato vem perdendo público a cada ano, mas a Record esperava que a volta de Roberto Justus estancasse essa queda.

Mesmo com o fracasso de audiência, a emissora vai manter o “Aprendiz” para o ano que vem, por conta de seu alto faturamento. Mas dessa vez, lançará a versão celebridades do reality, que já acontece nos Estados Unidos.

Justus seguirá na apresentação.

 

NaTelinha

Renato Maurício Prado comenta Atlético Paranaense 1 x 1 Flamengo

 

Uma bomba de Amaral, aos 30 minutos do primeiro tempo, garantiu ao Flamengo um resultado importantíssimo, no primeiro jogo da final da Copa do Brasil. Até o chutaço do volante, disparado de fora da area, estufar a rede de Weverton, o Atlético Paranaense era dono  das ações e já vencia por 1 a 0, gol de Marcelo, aos 17 minutos, também num lindo chute de fora da area.

Com o 1 a 1 no placar, a partida se equilibrou e, apesar de perder dois jogadores por contusão, ainda no primeira etapa (André Santos e Chicão), o Fla conseguiu neutralizar bem a pressão do Furacão  e levou a igualdade para o vestiário (Samir e João Paulo, que substituiram os machucados, cumpriram bem suas missões).

Após o intervalo, o panorama se modificou um pouco, pois os cariocas recuaram demais e os paranaenses se lançaram decididamente ao ataque, na tentativa de fazer o gol de desempate. Quase conseguiram, numa cabeçada de Luís Alberto, mas Felipe fez grande defesa e espalmou.

À medida que o tempo ia passando, o Atlético avançava mais e os espaços para os contra-ataques começaram a surgir. Com um pouco mais de capricho, o Flamengo poderia até ter voltado do Paraná com a vitória: Hernane, Luís Antônio e Leonardo Moura chegaram a ter excelentes oportunidades para desempatar, mas todos chutaram para fora. Isso sem falar nas várias jogadas que acabaram neutralizadas pela lentidão e a tradicional inutilidade de Carlos Eduardo.

Nos minutos finais, Jayme tirou o queridinho de Paulo Pelaipe e fez entrar, outro de seus contratados: Diego Silva, alteração tática (de recuo) que entregou definitivamente o meio-campo aos rivais, que pressionaram até o fim, mas não conseguiram chegar ao gol que lhes garantiria a vitória.

Com o 1 a 1, o Fla pode ser campeão até com um  0 a 0, na partida de volta. Mas se o 1 a 1 se repetir haverá disputa por pênaltis e qualquer outro empate dará o título ao Atlético Paranaense.

No Paraná, a equipe dirigida por Jayme não foi brilhante (longe disso), mas esbanjou disposição, entrega e preparo físico. Basta dizer que o melhor em campo foi… AMARAL!

Com todos os méritos!

 

Renato Maurício Prado – O GLOBO – 21/11/2013

Atlético Paranaense 1 x 1 Flamengo

 1 x 1 

CHUTES POTENTES SELAM EMPATE ENTRE FURACÃO E FLA NO PRIMEIRO JOGO DA FINAL
Cariocas fazem gol fora e têm a vantagem do empate por 0 a 0 na partida de volta, no Maracanã, na próxima quarta-feira, para levar o título .
O empate, por definição, propõe igualdade. Mas, pelo regulamento da Copa do Brasil, o 1 a 1 entre Atlético-PR e Flamengo, no Durival Britto, em Curitiba, nesta quarta-feira, deixou os cariocas em vantagem e mais perto do título. Com o resultado e o gol marcado fora de casa, um 0 a 0 no Maracanã, na próxima quarta, será suficiente para levantar a taça. A torcida visitante, em minoria, saiu do estádio gritando “seremos campeões”, mas os atleticanos sabem que nada está decidido. O time precisa de uma vitória (ou empate por dois ou mais gols), mas já superou o rival neste ano no Rio (4 a 2), pelo Brasileiro. Outro empate por 1 a 1 leva a decisão para os pênaltis.

No duelo particular entre dois dos maiores artilheiros do país na temporada, Ederson e Hernane passaram em branco. Paulo Baier e Elias, os principais articuladores dos dois lados, também não chegaram a brilhar. Mas as redes balançaram em grande estilo. Foram chutes de longe, fortes e bem colocados. Pelo Atlético-PR, Marcelo marcou numa bomba de 126km/h. O gol do Flamengo foi do improvável Amaral, cão de guarda que anotou seu primeiro gol com a camisa do clube, numa finalização a 99km/h.

– Venho trabalhando forte para isso, e se acontecer outras vezes vou ficar feliz. É um gol muito importante para mim e para minha família, é fruto de luta e determinação. Foi meu segundo gol na carreira, pelo que me lembro, e outro foi pelo Quissamã – afirmou Amaral.

Os torcedores do Atlético-PR fizeram uma grande festa desde muito antes do apito inicial. Foram 15.494 pagantes (com renda de R$ 70.080). E chegaram cedo, fizeram vigília à espera da abertura dos portões, que acabou antecipada em 20 minutos. Na chegada do time, montou a rua de fogo, como é chamado o corredor de sinalizadores vermelhos para a entrada do ônibus no estádio. Dentro do Durival Britto, um mar de faixas, bandeiras e outros adereços para incentivar o Furacão. Para tentar escapar da pressão, o Flamengo colocou seus jogadores para passarem no meio da sua torcida na saída do ônibus. Na entrada para o aquecimento, mãos dadas e postura de união com os 1.700 torcedores que compareceram, e saíram confiantes na conquista do título.

Os dois times jogam pela 36ª rodada do Campeonato Brasileiro, no fim de semana, antes de decidirem o título –  ambos em casa, às 17h de domingo. O Atlético-PR pega o lanterna Náutico, e o Flamengo encara o Corinthians.

Marcelo Atlético-PR Flamengo (Foto: Hedeson Alves/VIPCOMM)Artilheiros da noite, Amaral e Marcelo disputam a jogada (Foto: Hedeson Alves/VIPCOMM)

Duas bombas e dois gols

Diante do caldeirão que era o Durival Britto, foi até surpreendente a postura dos times no início da partida. O Flamengo tomou a iniciativa de ficar com a bola, e o Atlético-PR recuou, esperando uma chance de dar o golpe mortal. Com Everton, Marcelo e Ederson em velocidade, a movimentação era constante. O Fla girava a bola, mas não encontrava espaços. Hernane, para buscar o jogo, passou a ir à intermediária, onde sua produtividade não é a mesma. Passou o primeiro tempo escondido.

A torcida do Furacão chegou a se silenciar por uns instantes, mas explodiu novamente aos 17 minutos. Paulo Baier recebeu a cobrança de lateral na esquerda e acertou passe para Marcelo. O atacante cortou para o meio e soltou a bomba. A bola, apesar da grande velocidade, passou pelas mãos de Felipe, que não conseguiu espalmar. O goleiro voltou ao time quase um mês depois de torção no joelho esquerdo que o obrigou a passar por uma artroscopia.

Após o golpe, o Furacão cresceu e adiantou suas peças. O Flamengo tentou se recuperar, e a tarefa foi facilitada quando o empate chegou de uma das formas mais improváveis. Amaral dominou a bola na intermediária, e ninguém foi marcá-lo. Escalado com prioridade para destruir, o volante avançou, armou, e atirou com precisão uma bomba ainda mais inapelável do que a do gol rival. Na comemoração, o pitbull rubro-negro – apelido dado pela torcida, que ele abraçou – caminhou em quatro patas, como se dominasse o terreno adversário. O jogo, então, caiu um pouco de ritmo e ficou embolado no meio-campo. O gramado, duro e desnivelado, não ajudava. O time carioca, que perdeu André Santos e Chicão por lesão na etapa inicial e precisou forçar duas substituições, ganhou tempo para respirar e se reorganizar no intervalo.

Amaral comemora gol do Flamengo contra o Atlético-PR (Foto: André Durão)Amaral comemora o gol de empate do Flamengo no Durival Britto (Foto: André Durão)

Boas chances dos dois lados

No duelo de dois dos atacantes mais produtivos do Brasil nesta temporada, Ederson e Hernane tiveram poucas oportunidades. O atleticano só conseguiu sua melhor oportunidade no segundo tempo, uma cabeçada que foi para fora. No minuto seguinte Hernane rebateu, com um chute que obrigou Weverton a defesa. Em velocidade, Marcelo quase fez o segundo, mas Felipe salvou bem. E tudo isso em menos de 15 minutos. O Furacão precisava de mais um gol, e Vagner Mancini lançou o atacante Dellatorre no lugar do lateral Pedro Botelho. O volante Zezinho foi ocupar o setor na defesa.

Normalmente o responsável pela saída de bola e chegada ao ataque, Elias esteve sumido na partida, e Luiz Antonio assumiu a função. Em uma dela, fez grande jogada, passou por três adversários, mas, em vez de cruzar para Hernane, sozinho na área, preferiu o chute. O Brocador foi ao desespero. O jogo ficou aberto, sem muita marcação, com ataques lá e cá, mas os erros, no passe final ou na finalização, prejudicaram a produção dos times. Léo Moura, livre, isolou. Ederson, na área, jogou de zagueiro e cortou a bola. Luiz Antonio cobrou falta com muito perigo. Paulo Baier, sumido no segundo tempo, acabou substituído por Maranhão. O Furacão apertou no fim em busca do gol, mas o Flamengo segurou o empate.