Torcedor mirim com paralisia cerebral realiza sonho e conhece Magno Alves

A torcida marcou presença no último treino do Ceará, nesta quarta-feira (20), antes da viagem para Campo Grande, onde o time encara o Palmeiras, pela penúltima rodada da Série B. No entanto, um torcedor especial teve motivo maior para comemorar. Aliadson Martins, de apenas nove anos, conheceu o ídolo Magno Alves. Cara a cara com o ídolo, o pequeno torcedor aproveitou para fazer um pedido.

– Magno Alves, marca um gol para mim contra o Palmeiras? – pediu.

Aliadson, torcedor, mirim, Ceará, Magno Alves (Foto: Juscelino Filho)Aliadson realiza sonho e conhece Magno Alves, atacante do Ceará (Foto: Juscelino Filho)

Na hora, o pedido demorou a sair. Antes do encontro, durante o treino, Aliadson disse que esta era a primeira vez em um treino do Vovô. Com paralisia cerebral diagnosticada logo no parto, o jovem alvinegro hoje tem dificuldades motoras nos membros inferiores. No entanto, o pequeno não hesitou, quando perguntado, e cravou.

– Quero ser jogador de futebol – pontuou.

Aliadson foi ao treino do Vovô acompanhado da mãe, Herbiana Roberto, de 25 anos, e outros amigos também torcedores do Alvinegro de Porangabuçu. A mãe explicou que acabou aproveitando a carona de outros torcedores, que também são vizinhos da família Martins, para que o filho pudesse ir ao CT.

– Ele é apaixonado pelo Ceará. Daí como o pessoal é da torcida organizada do time e já vinha, aproveitamos a oportunidade para que ele pudesse conhecer o Magno – explicou.

Aliadson, torcedor, mirim, Ceará (Foto: Juscelino Filho)
Aliadson e a mãe, Herbiana, em Porangabuçu
(Foto: Juscelino Filho)

Rivalidade na família

No entanto, havia um estranho no ninho, em Porangabuçu. Herbiana é torcedora do Fortaleza e do Palmeiras, este último, próximo adversário do Ceará no próximo sábado, em Campo Grande-MS. A paixão pelo Vovô foi influenciada pelo pai, alvinegro ‘doente’ que não pôde acompanhar a família desta vez. Mesmo assim, Herbiana fez questão de levar o filho ao CT do rival.

– Não podia perder a oportunidade. Tentamos outras vezes, mas acabou não dando certo. Desta vez deu e ele está super feliz – afirmou a mãe.

E como o pequeno Aliadson ficou contente. No entanto, falador desenvolto durante o treino, o torcedor perdeu a voz quando viu o ídolo de perto, na sala de entrevistas do clube após o treinamento. Esperto, Magnata aproveitou a situação e ‘ajudou’ o fã a responder algumas perguntas da imprensa.

– Vou te ajudar. Responde para eles (imprensa) assim: ‘Gosto do Magno Alves porque ele é um ótimo jogador e faz muitos gols. E é humilde’ – brincou.

O atacante do Alvinegro de Porangabuçu ainda convidou o pequeno fã a torcer pelo Vovô na última rodada, no Castelão, quando o Ceará enfrenta o Joinville, em partida que pode dar o tão sonhado acesso à Série A. O jogo ocorre somente no dia 30 de novembro.

– Muito bom receber a visita de um torcedor como o Aliadson, que a gente sabe que tem um carinho grande por nós, mesmo com todas as dificuldades enfrentadas. Que ele possa nos acompanhar no Castelão, contra o Joinville, para entrarmos juntos no estádio – concluiu o Magnata.

Aliadson, torcedor, mirim, Ceará (Foto: Juscelino Filho)Torcedor mirim faz questão de reproduzir o símbolo da torcida alvinegra (Foto: Juscelino Filho)

Há exatos quatro anos, Vovô subia com uma rodada de antecedência

No dia 21 de novembro de 2009, Ceará vencia Ponte Preta e subia à Série A após 17 anos. Alvinegro segue na briga pela promoção em 2013.

Ceará comemora acesso Série B 2009 Ponte Preta Moisés Lucarelli (Foto: Kiko Silva/Agência Diário)
Ceará comemora acesso Série B 2009 Ponte Preta Moisés Lucarelli (Foto: Kiko Silva/Agência Diário)

No momento que o Ceará se prepara para dois jogos decisivos na Série B do Campeonato Brasileiro de 2013 contra Palmeiras e Joinville, o torcedor alvinegro pode relembrar esperançoso o que aconteceu há exatamente quatro anos. No dia 21 de novembro de 2009, o alvinegro de Porangabuçu vencia a Ponte Preta por 2 a 1 no Estádio Moisés Lucarelli e garantia, com uma rodada de antecedência, o retorno à Série A após de 17 anos amargando a Segunda Divisão do Futebol Nacional.

Então comandado por Paulo César Gusmão, o Vovô chegava a Campinas precisando apenas de uma simples vitória para garantir o acesso já na 37ª rodada. com 64 pontos, à equipe bastava mais três pontos para não ser mais alcançado pelo Figueirense, então 5º colocado com 60 pontos. Caso não conseguisse a promoção naquela partida, tudo seria decidido no último jogo, contra o América-RN, no Castelão.

Ponte Preta x Ceará Série B 2009 Moisés Lucarelli (Foto: Kiko Silva/Agência Diário)
Ponte Preta x Ceará Série B 2009 Moisés Lucarelli
(Foto: Kiko Silva/Agência Diário)

Após tanto tempo na fila para subir, apreensão e esperança eram as palavras que definiam o torcedor alvinegro, quer ele assistisse aquele jogo em casa ou em alguma churrascaria da capital cearense, quer tenha conseguido juntar uns trocados para acompanhar in loco o jogo histórico.

A tensão não demorou a se transformar em alegria, pois logo aos 10 minutos, Renan Fonseca, zagueiro da Macaca, tratou de ajudar o Vovô, cortando errado um cruzamento de Geraldo e marcando contra. Quando a partida caminhava para o intervalo, o goleiro Lopes, do Ceará, espalmou para entrada da área e foi encoberto por um chute de Fabiano Gadelha, aumentando a aflição do torcedor do Ceará.

No entanto, o gol do acesso do Vovô veio aos 31 dos segundo tempo com Fabrício. O zagueiro subiu mais alto que a defesa pontepretana após escanteio e marcou de cabeça para que o torcedor alvinegro pudesse, após longa espera, soltar o grito de acesso à Série A.

Quatro anos depois

Assim como em 2009, o Ceará chega à reta decisiva da Série B de 2013 brigando para subir. Porém, diferentemente de quatro anos atrás, o Vovô não pode assegurar a vaga na 37ª rodada. Ocupando a 5ª colocação com 59 pontos, a equipe do técnico Sérgio Soares tem ainda que passar por Icasa ou Sport para chegar ao G-4. Caso aconteça, o acesso alvinegro só pode ocorrer na última rodada, quando a equipe enfrenta na Arena Castelão o Joinville.

Antes da partida contra os catarinenses, o Ceará enfrenta o Palmeiras neste sábado (23), às 16h20m (horário de Fortaleza) e 17h20m (horário de Brasília), no Estádio Morenão, em Campo Grande-MS. Palmeiras x Ceará tem transmitido pela TV Verdes Mares e pelo Premiere FC. O GloboEsporte.com acompanha todas as emoções da partida em Tempo Real. O jogo é decisivo para as pretensões alvinegras de permanecer na briga por um lugar na Série A.

Ceará comemora acesso contra Ponte Preta Série B 2009 Moisés Lucarelli (Foto: Kiko Silva/Agência Diário)Ceará comemora acesso contra Ponte Preta Série B 2009 Moisés Lucarelli (Foto: Kiko Silva/Agência Diário)

Health Dept reveals voluntary demotion

November 21, 2013

Noel Towell

Reporter for The Canberra Times

ON THE DEFENSIVE: Department of Health secretary   Jane Halton.

ON THE DEFENSIVE: Department of Health secretary Jane Halton.

The federal public service has deployed a new weapon in its war on staffing costs: voluntary demotion.

Public servants at the Health Department in Canberra have been told accepting a ”lower classification” might improve their chances of keeping their jobs.

Other workers whose jobs have been ”unfunded” in the radically downsized department are being asked to provide written assurances they will look for new positions in the public service before they are moved to the controversial new ”business services centre”.

Labor has blasted the government after top department officials confirmed in Senate estimates on Wednesday details of the new unit, first revealed by The Canberra Times a week ago.

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Opposition health spokeswoman Catherine King accused the government of sending hundreds of workers to ”no-man’s land” without providing any work for them.

But departmental secretary Jane Halton defended the creation of the unit, saying its occupants would do the department’s ”most important” work.

Documents and employment agreements distributed to department employees offer the chance to take a ”voluntary reduction in classification” as part of ”job sizing and reclassification”.

If a public servant’s job is found to be beneath their pay scale, they can ask for a voluntary reclassification and avoid the dreaded ”unfunded” status. The process could also see the worker go part-time or be offered some other flexible arrangement.

Less lucky employees being sent to the business services centre, dubbed ”the pound” by some staffers, will be asked to sign a form with an undertaking to ”actively pursue alternative employment opportunities to maximise the prospect of successful reassignment”.

But most public servants earmarked for the controversial centre have still not learnt their fate, departmental bosses confirmed on Wednesday.

Ms Halton said between 150 and 350 workers would find themselves ”unfunded” in the department’s downsizing process.

She told the committee that public servants in the unit would be doing important work.

”There are many things that we can’t afford to do that are incredibly important and it’s only the most important things that are going to be done using the business services centre,” Ms Halton said.

She could not give any guarantees about the duration of employees’ stay in the centre.

”We hope, as we’ve indicated, that as vacancies come available, people will be slotted into those vacancies. That is our intention,” Ms Halton said.

She told the committee that the department had to cut its staff to suit the funding available to it.

”We are cutting our cloth based on what we have available,” Ms Halton said.

But Ms King went on the offensive after the committee hearing, accusing the government of sending Health Department officials to a mysterious unit without giving them any work to do.

”The centre sounds more like something that would be found in a hotel lobby than a legitimate operation of government,” Ms King said.

”To give clarity to these staff, the government should immediately advise how many staff are moving and what their long-term role will be. Health Department staff shouldn’t have to sit around waiting for the Health Minister to start doing his job.”

The Sydney Morning Herald

Solange Couto reforçará elenco de “Pecado Mortal”

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Solange Couto reforçará elenco de “Pecado Mortal” – Divulgação/Record
Longe das telinhas desde “Balacobaco”, onde interpretou a trambiqueira Cremilda, Solange Couto voltará às novelas dentro de alguns dias em “Pecado Mortal”.
A atriz, até poucos dias atrás envolvida nas gravações de “Noite de Arrepiar”, especial de fim de ano de Bosco Brasil, entrará na história de Carlos Lombardi como a Betty Valle, uma cafetina.
Betty será a mãe de Laura (Carla Cabral), que divide seu tempo entre a atividade de enfermeira e de stripper para assim juntar dinheiro suficiente para a criação de seu filho.
Com esta escalação, Solange Couto volta a trabalhar com Carlos Lombardi após dez anos. Ela atuou em “Kubanacan” como a “Pomba-Gira”.
NaTelinha

“Amor à Vida” bate novo recorde negativo em Portugal

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César (Antonio Fagundes) e Aline (Vanessa Giácomo) em “Amor à Vida”: novela perde força em novo horário em Portugal – Divulgação/Globo
Contrariando a tendência aqui no Brasil, onde vem ganhando audiência com a chegada de momentos decisivos, “Amor à Vida” vem perdendo telespectadores em Portugal, onde vai ao ar pelo canal SIC.
Na noite desta terça-feira (19), a novela de Walcyr Carrasco bateu um novo recorde negativo e, pela primeira vez, fechou com apenas um dígito de média. O folhetim alcançou apenas 9,5 pontos e ficou longe da liderança.
O novo horário de exibição, que empurrou a novela global para as 23h, segue prejudicando o seu
desempenho.
Na mesma faixa em que “Amor à Vida” foi ao ar, a TVI, que mais uma vez mudou sua grade de programação, exibiu o reality “Casa dos Segredos”, o qual teve 12,4 pontos em seu horário fechado.
Ainda nesta terça, “Sangue Bom”, que havia chegado à casa dos dois dígitos e com índices recordes na segunda, caiu para 8,5 pontos e para a segunda colocação, atrás da RTP mas à frente da TVI.
“Senhora do Destino” manteve seus bons índices e fechou com 6,8 pontos. Já “A Guerreira” – “Salve Jorge” – segue com boa performance na faixa da meia-noite, onde marcou 6,1 pontos.
Esses índices são de medição do instituto GfK.
NaTelinha

Os altos e baixos da Croácia pela vaga na Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014

Os altos e baixos da Croácia pela vaga

© Getty Images

Depois de participar em 1998, 2002 e 2006, e de se ausentar em 2010, a Croácia reservou lugar na Copa do Mundo da FIFA 2014. Membro da FIFA apenas desde 1992, o país já vai para o seu quarto Mundial. No entanto, o caminho não foi fácil, e a vaga só veio após dois jogos complicados com a Islândia na repescagem. O FIFA.com analisa os momentos mais marcantes da Croácia no torneio classificatório.

Duelo cheio de história
Em julho de 2011, o sorteio do Grupo A chamou atenção por colocar lado a lado Croácia e Sérvia, dois países assolados por guerras civis durante muitos anos. “É sempre um confronto muito especial, porque todos conhecem a história”, explicou Ivan Perisic ao FIFA.com. “É um jogo importante para o povo de ambos os países.”

“Quero enfatizar que, apesar da nossa rivalidade, a história entre os dois países não tem lugar no campo”, acrescentou o capitão Darijo Srna. “Nós jogamos futebol. Nenhum de nós pode mudar o passado, mas podemos influenciar o presente. Temos de dar um bom exemplo e jogar uma grande partida, sem escândalos.”

E foi exatamente o que eles fizeram. As duas equipes jogaram duas partidas acirradas, mas os croatas se mostraram mais maduros. A vitória em casa por 2 a 0, com gols de Mario Mandzukic e Ivica Olic, e o empate em 1 a 1 (gols de Aleksandar Mitrovic e Mandzukic) acabaram com as esperanças de classificação da Sérvia e mantiveram vivas as chances croatas.

Grupo qualificado
O plantel da Croácia conta com uma série de craques. O artilheiro Mandzukic, que também abriu o marcador na repescagem contra a Islândia, está em um momento de muito sucesso. Na última temporada, ele não só contribuiu significativamente para a tríplice coroa do Bayern de Munique, como também ficou entre os melhores jogadores das eliminatórias para a Copa do Mundo.

Também em grande forma está Luka Modric, que subiu de patamar desde a transferência para o Real Madrid em 2012 e tem sido o cérebro do meio-campo da Croácia. Mas a liderança dentro de campo vem há muitos anos do capitão Srna, que tem 31 anos e atua no ucraniano Shakhtar Donetsk.

Mesmo com tantos destaques, o técnico Niko Kovac sabe que o sucesso não se baseia apenas na habilidade individual, como explicou ao FIFA.com pouco depois de ser contratado para a disputa da repescagem. “Está nos faltando aquilo que fez a Croácia ter tanto sucesso: antes éramos um só em campo, e agora não parece mais ser assim”, disse. Em função do sucesso contra a Islândia, Kovac parece ter conseguido transmitir a mensagem à sua equipe.

Derrotas sem impacto
A tabela final do Grupo A é bastante clara, com nove pontos separando a líder Bélgica da Croácia. Só o Grupo D mostrou uma grande diferença como essa, entre a Holanda e a Romênia. No entanto, as posições nem sempre foram tão óbvias. Depois de seis de dez partidas classificatórias, com cinco vitórias e um empate, a Croácia estava em direção à liderança do grupo. No entanto, em seguida só obteve um empate e três derrotas, duas delas em casa, contra Escócia (1 a 0) e Bélgica (2 a 1). A Croácia só conseguiu terminar em segundo, três pontos à frente da Sérvia, graças ao ótimo início.

Mudança na hora certa
Um dia depois do fim da fase de grupos, Igor Stimac renunciou ao cargo de técnico da seleção croata. Quem o substituiu foi Kovac, que já tinha comandado o selecionado sub-21. O treinador assumiu juntamente com o irmão Robert, que é assistente.

“É claro que é um ótimo desafio, mas é muito difícil”, comentou o técnico de 42 anos após a contratação. “Esperam muito de nós na Croácia. A minha equipe e eu estamos cientes disso, e acho que estamos razoavelmente confiantes.” Tanta confiança provou ser bem fundamentada.

Islândia é páreo duro
Os croatas receberam com bons olhos o sorteio que os colocou em um confronto na repescagem com a Islândia, 46ª colocada no Ranking Mundial da FIFA/Coca-Cola. No entanto, o país nórdico acabou sendo um adversário difícil, algo que já tinha insinuado ao derrotar a Eslovênia e a Noruega na fase de grupos, perdendo apenas da Suíça.

As equipes ficaram em um empate sem gols em Reykjavik, apesar de os anfitriões terem disputado a maior parte do jogo com dez homens. No duelo de volta, em Zagreb, brilhou a maior experiência internacional dos jogadores croatas. Srna e Mandzukic fizeram os gols da vitória e da classificação. Este último, porém, levou um cartão vermelho que o tirará da estreia na Copa do Mundo.

Após a festa da vitória, agora a Croácia pode fazer planos para a viagem ao Brasil. “Vai ser um grande espetáculo”, prevê Kovac. “A Copa do Mundo é sempre um espetáculo de qualquer maneira, mas vamos jogar em um país que é louco por futebol. Provavelmente todo mundo vai viver futebol 24 horas por dia.”

“É bem longe da Europa, e certamente vamos precisar viajar bastante depois de chegar, mas não vejo a hora. Já passei por isso como jogador, mas muitos dos meus atletas ainda não participaram de uma Copa do Mundo, e ela será certamente um marco para a carreira deles.”

 

FIFA.com

Park Geun-hye: Plain or elegant?

Korean designers discuss President Park’s two major looks ? pantsuits and hanbo

 
President Park Geun-hye wears a hanbok at a banquet hosted by Queen Elizabeth II on her state visit to the U.K. earlier this month. (Yonhap News)
Fashion would seem an unlikely topic for discussion in the male-dominated world of politics, but with more women entering politics and ascending to positions of power, it has become a frequently raised topic.

For better or worse, the style of women leaders have been under constant scrutiny, making women leaders and their fashion inseparable.

“Women leaders are getting more attention for their fashion because there isn’t a set of specific sartorial rules and guidelines as in menswear. For men, suits are the appropriate choice for formal settings and have become like uniforms. But for women, there’s no style that is accepted as appropriate ‘uniform’ for formal settings. People expect different styles from women leaders and show more diverse responses to it,” said Geum Key-sook, professor of textile art and costume design at Hongik University.

Ever since President Park Geun-hye was sworn in as the country’s first woman president in February, Park has received mixed comments on her style, something that her predecessors didn’t get. Some of her styles have been criticized for being non-descript and old-fashioned, while others were reminiscent of the elegance and grace of her late mother, former first lady Yuk Young-soo.

Park wears a pantsuit to a meeting with the President of the Kyrgyz Republic Almazbek Atambayev at the Blue House.
(Yonhap News)

Park’s style has been either pantsuits for local events or traditional Korean hanbok for formal banquets, especially on overseas trips. Her pantsuits create an authoritative, yet soft image for Park: her mid-thigh, two- or three-button Ottoman jackets usually come in a high collar and a variety of toned-down colors, and her tailored trousers are shaped comfortably, leaving room for her to move with ease.

“The pantsuits are well tailored, do not really look rigid and have interesting seam details. The soft and well-tailored pantsuits suit her image well,” said London-based Korean fashion designer Eudon Choi.

Another veteran fashion designer, however, said the shape of Park’s pantsuits was not very flattering to her figure when asked to comment on her clothes.

Park’s suits connect with the past through custom-made formal skirts or pantsuits reminiscent of the 1970s and 1980s, the time when she was in her 20s and 30s. Some designers say it can be interpreted as maintaining the old elegance of her generation.

“Presidents must have elegance in their style. I think Park has the elegance she needed for her role,” said a Seoul-based fashion designer who wished to remain anonymous. “But what’s different from other women leaders is that she keeps her elegance connected to the average people.”

Meanwhile, reactions to her hanbok style are varied. One well-known hanbok designer in Seoul said Park’s hanbok should be more formal to show her authority and position.

“There are formulas in hanbok style that accentuate a wearer’s dignity and status,” said the hanbok designer, who wished to remain anonymous, but added that Park still had to get used to the traditional gown.

Park wears a jacket and skirt ensemble during her recent state visit to France. (Yonhap News)

“She should wear hanbok more often, perhaps during her free time, just walk around in it in the Blue House to become at ease wearing it,” she said, referring an incident in London when Park tripped on the skirt of her blue hanbok while getting out of a car.

Some designers said Park should wear more clothes and accessories made by Korean designers as she is in a position to give much exposure to clothes by local designers.

“She could help the Korean fashion industry by wearing things by Korean designers when she goes abroad,” the veteran designer said.

Choi said designers’ brands can get the spotlight after their clothes are worn by famous figures, such as when Kate Middleton wore a draped blue jersey dress for her engagement, launching its creator, Issa London, to global fame.

Geum of Hongik University agreed the President holds power to give publicity to a particular brand or designer she wears, which can stimulate the whole fashion industry.

“It will definitely help the fashion industry to develop. But I don’t think she’s willing to promote what she wears as fashion-wise she’s a reserved person, but that will certainly help designers and the fashion industry,” she said.

By Lee Woo-young (wylee@heraldcorp.com)

 

Ceará ultrapassa 100 transplantes

 

Chegou a 41 o número de transplantes de medula óssea realizados no Estado em 2013. Com este registro, o Ceará alcança o total de 108 transplantes desde de 2008, ano em que esse tipo de procedimento passou a ser feito pelo Centro de Hematologia e Hemoterapia do Ceará (Hemoce), em parceria com o Hospital Universitário Walter Cantídio (HUWC), da Universidade Federal do Ceará (UFC).

Em 2008, foram três transplantes; sete em 2009, 14 em 2010, 17 em 2011 e 26 em 2012, todos do tipo autólogos, em que o paciente recebe as suas próprias células sadias. A expectativa é de 50 transplantes de medula óssea no Ceará neste ano, segundo o chefe do serviço de Hematologista e Transplante de Medula do HUWC e coordenador do Banco de Cordão Umbilical e Placentário do Hemoce, Fernando Barroso.

Um dos procedimentos deve ser realizado hoje, e mais nove pessoas estão prontas para receber o transplante, segundo o médico. Em outubro deste ano, o Hemoce recebeu autorização do Ministério da Saúde para realizar os transplantes alogênicos, em que o paciente recebe células sadias de outra pessoa.

Seleção

Com a autorização, o Hemocentro já está selecionando pacientes e doadores. Após a seleção do paciente e avaliação do estágio da doença e do estado de saúde, é preciso encontrar o doador. A primeira busca é na família do paciente, onde em 30% dos casos o doador é encontrado. Não sendo possível, a procura segue nos cadastros de doadores e bancos de cordão umbilical.

Até o momento, quem precisa do procedimento alogênico, deve se deslocar a outros estados. Espera-se, com o início dos procedimentos, em 2014, que os transplantes de medula óssea no Ceará aumentem ainda mais.

Uma das causas do aumento de doações no Estado é a campanha Doe de Coração, da Fundação Edson Queiroz, com apoio do Sistema Verdes Mares e parceria da Universidade de Fortaleza (Unifor). O movimento atua desde 2003 promovendo a conscientização voluntária da doação de órgãos no Ceará.

 

Diário do Nordeste-Cidade-20/11/2013

Dilma deve inaugurar UPA em visita ao Ceará

 

A presidente Dilma Rousseff deverá participar da inauguração de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) em Horizonte, na Região Metropolitana de Fortaleza, durante visita ao Ceará na próxima sexta-feira (22). A visita contemplará ainda o anúncio de investimentos para o PAC Mobilidade Urbana e a inauguração de uma policlínica em Caucaia, de acordo com o secretário de Gestão Participativa do Ministério da Saúde, Odorico Monteiro.

Presidente esteve no Ceará em julho. FOTO: DIVULGAÇÃO

O governador do estado do Ceará, Cid Gomes, e o prefeito de Fortaleza, Roberto Claudio, seguiram na manhã desta quarta-feira (20) em um jatinho rumo a Brasília. Os gestores discutirão na Capital Federal os últimos detalhes da visita da presidente.

Odorico Monteiro também viajou a Brasília para fechar a agenda do ministro da Saúde,Alexandre Padilha, que virá ao Ceará na comitiva presidencial. “A previsão de agenda da presidente é que, ao lado do governador, entregue a Unidade de Pronto Atendimento de Horizonte. Essa UPA será extremamente importante, criando um cinturão sanitário em torno de Fortaleza, com o objetivo de fortalecer o SOS Emergência, desafogando os hospitais da Capital, nosso maior objetivo”, explicou Odorico. “Ela também deverá inaugurar a policlínica de Caucaia, importante no atendimento e atenção ao litoral Oeste do Ceará, principalmente na região da Caucaia, pegando vários municípios”, disse.

As informações são do jornalista José Maria Melo