Toque brasileiro na semifinal da Liga dos Campeões da Àsia

Toque brasileiro na semifinal

© AFP

Após alcançar as semifinais da Liga dos Campeões da AFC pela primeira vez em suas histórias, os quatro clubes envolvidos chegarão para as partidas de ida desta quarta-feira com a esperança de desbravar novas fronteiras. E dois deles apostarão em nomes conhecidos da torcida brasileira para chegar ainda mais longe: Guangzhou Evergrande e Kashiwa Reysol.

O atual bicampeão chinês, comandado pelo técnico italiano Marcello Lippi, viajará ao Japão liderado em campo por um embalado Elkeson e ainda por Muriqui e pelo argentino Dario Conca para enfrentar um rival que conta com Jorge Wagner e o atacante Cléo, ambos comandados por Nelsinho Baptista. Na outra semi, o Seul tentará tirar máximo proveito da vantagem de jogar em casa ao receber o Esteghlal, atual campeão iraniano.

Próximos jogos
25 de setembro
Kashiwa Reysol x Guangzhou Evergrande
Seul x Esteghlal

O jogo da rodada
Kashiwa Reysol x Guangzhou Evergrande
Esta partida deve atrair as atenções de toda a Ásia e de outros continentes, dados o renome que ambos os times ganharam nos últimos tempos e suas grandes atuações até o momento. Os nipônicos são a única equipe invicta da competição. Já os visitantes têm o melhor ataque do torneio, com 25 gols marcados em apenas dez jogos.

O Guangzhou também chegará para o encontro com uma ligeira vantagem psicológica, já que, no ano passado, ganhou em casa e empatou fora com o adversário. Sob o comando de Lippi, o time se tornou forte taticamente, sólido na defesa e perigoso no ataque. Com até sete titulares da seleção daChina e estrangeiros em alta como Conca, Muriqui e Elkeson – artilheiro do Campeonato Chinês com 21 gols –, o time da zona de Cantão já mostrou que tem condições de jogar de igual para igual com qualquer equipe asiática.

No entanto, o Reysol também vem encontrando seu espaço na elite do continente e, nesta campanha, foi causando surpresa atrás de surpresa. Depois de passar com facilidade pela fase de grupos, o atual campeão da Copa do Japão derrotou duas vezes o Jeonbuk Motors, campeão asiático em 2006, e a seguir eliminou o Al Ahli saudita. Quem tem a responsabilidade de marcar gols é o atacante Masato Kudo, que balançou a rede pela 16ª vez na temporada no empate em 1 a 1 com o Cerezo Osaka no último fim de semana.

E o que mais?
Como a Coreia do Sul fez três dos quatro últimos campeões continentais, o Seul receberá o Esteghlal pressionado para manter essa escrita. Treinado pelo ex-centroavante da seleção nacional Choi Yongsoo, o atual dono do título sul-coreano fixou como meta o troféu asiático, principalmente com a grande campanha que vem fazendo. Eleito melhor jogador do Campeonato Sul-Coreano de 2012, o montenegrino Dejan Damjanovic continuará desempenhando seu fundamental papel no ataque. Foi ele o autor do gol da vitória sobre o Al Shabab nas quartas. No meio de campo, o trio formado por Ha Daesung, Yun Illok e Go Yohan será responsável pela pegada e o ritmo da equipe, enquanto a sólida linha de zaga foi reforçada pelo retorno do lateral-esquerdo brasileiro Adilson.

Para a alegria da torcida local, o elenco estará completo, já que nenhuma suspensão ou lesão afeta a equipe. Já o Esteghlal precisará se virar sem o defensor Khorow Heydari, suspenso. Apesar desse duro golpe, os visitantes poderão contar com o capitão da seleção nacional, Javad Nekounam, e com o meia Andranik Teymourian, decisivo na vitória de virada sobre o Buriram United por 2 a 1 nas quartas. O capitão Farhad Majidi, de 37 anos, foi campeão da primeira edição do torneio continental no atual formato em 2003 e também oferecerá experiência e liderança em campo. Além disso, com o adiamento do jogo com o Mes Kerman pelo Campeonato Iraniano, os comandados de Amir Ghalenoei estarão bem descansados e esperançosos de surpreender.

Fique de olho
Após marcar quatro gols na Liga dos Campeões do ano passado e colaborar de forma decisiva para que o Guangzhou chegasse às quartas de final, o atacante brasileiro Cléo, emprestado ao Kashiwa no início desta temporada, quer reeditar aquelas atuações com a camisa do novo clube. Seu conhecimento sobre o atual campeão chinês pode fazer a diferença para os japoneses no jogo de ida.

O número
12
 – Com nove gols, o centroavante Muriqui, estrela do Guangzhou, está a apenas três de igualar o recorde histórico da competição, estabelecido pelo compatriota Ricardo Oliveira no ano passado, quando defendia o Al Jazira.

O que eles disseram
“Já temos experiência jogando contra o Kashiwa, mas ainda mais importante é que estamos preparados para esse novo encontro. Estou orgulhoso de que meu time esteja entre os semifinalistas. Estamos prontos para derrotar qualquer adversário que vier pela frente.”
Marcello Lippi, técnico do Guangzhou Evergrande

 

FIFA.com

Fortaleza inicia venda de ingressos para ‘decisão’ diante do Luverdense

As equipes já empataram esse ano em 0 x 0 no PV, pela Copa do Brasil. Foto: Kid Júnior

 

Vencer ou vencer. É somente pensando na vitória que o tricolor cearense vai a campo no próximo sábado (28), contra o Luverdense/MT, no PV.

Os ingressos já estão disponíveis para o torcedor leonino a partir desta terça-feira (24). Os preços seguem os mesmos, com disponibilidade de ingressos de meia-entrada para todos os setores:

  • R$ 30,00 (arquibancada)
  • R$ 120,00 (Sociais)

Os associados do Programa de Fidelidade Fortaleza, dos planos Leão Fiel e Leão Estudante podem fazer as suas recargas na Loja Leões do Pici Store e na Sala do Sócio, no Estádio Alcides Santos. As gratuidades serão entregues na sexta feira, somente no Estádio Alcides Santos (Pici).

Confira os pontos de vendas de ingressos:

  • Estádio Alcides Santos (Pici)
  • Leões do Pici Store
  • Loja Tricolaço
  • Lojão do Ariosvaldo
  • Loja Amor Eterno (Benfica).

Obs: A pedido da empresa que administra a Fortaleza Store, não haverá venda de ingressos nessa loja.

 

Diário do Nordeste

Reinaldo Gottino apresentará “Cidade Alerta” aos sábados

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Reinaldo Gottino, quando âncora do “SP Record”: jornalista deverá assumir edição de sábado do “Cidade Alerta” – Divulgação/Record

A nova edição de sábado do “Cidade Alerta”, que foi lançada neste último dia 21, não será comandada por Marcelo Rezende de forma permanente.
Segundo a coluna Canal 1, Rezende, que já apresenta as edições de segunda a sexta, comandará apenas mais dois programas aos sábados. A partir do quarto, ele será substituído por Reinaldo Gottino, âncora da edição matinal e paulista do “Balanço Geral”.
A chegada de Gottino não é algo considerado inesperado. O apresentador tem grande experiência no jornalismo policial e em coberturas jornalísticas, além de também já ter substituído Rezende no “Cidade Alerta” durante as férias e períodos de recesso do titular.
NaTelinha

Confira as principais audiências comentadas desta segunda-feira

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Confira as principais audiências comentadas desta segunda (24), segundo dados consolidados do Ibope na Grande SP:

Globo

Pela manhã, o “Mais Você” continua sendo o programa de maior audiências da faixa na Globo: 7 pontos, enquanto o “Bem Estar” e o “Encontro” marcaram 6.

À tarde, o “Vídeo Show”, embora tenha ficado melhor com a nova direção, segue mal no Ibope e registrou 10 pontos. A reapresentação da novela “O Cravo e a Rosa” marcou 14, índice expressivo pro horário. na sequência, a “Sessão da Tarde” cravou 12, número que já é considerado normal.

No horário nobre, “Joia Rara” ultrapassou os 20 pontos, registrando 21. “Amor à Vida” garantiu 38 e a “Tela Quente” foi muito mal: deu só 18 pontos com o longa inédito “Red – Aposentados Perigosos”.

Mais Você – 7
Bem Estar – 6
Encontro – 6
Vídeo Show – 10
O Cravo e a Rosa – 14
Sessão da Tarde – 12
Malhação – 16
Joia Rara – 21
Sangue Bom – 26
Amor à Vida 38
Tela Quente -18
Programa do Jô – 5
Sessão Brasil – 4

Record

O “Fala Brasil” é o campeão de audiência nas manhãs da Record. Ontem, marcou 7 pontos, e o “Hoje em Dia”, 5. O “Balanço Geral”, no horário do almoço, deu 8, número alto para a faixa.

No período vespertino, o “Programa da Tarde” registrou 4 pontos e o “Cidade Alerta” não conhece um dígito. Deu 10 pontos.

À noite, “A Fazenda” também não tem oscilações e registrou 9, enquanto o programa de Roberto Justus marcou 4 pontos.

Fala Brasil – 7
Hoje em Dia – 5
Balanço Geral – 8
Programa da Tarde – 4
Cidade Alerta – 10
CSI: NY – 4
Dona Xepa – 7
A Fazenda – 9
Roberto Justus + 4

SBT

O “Bom Dia & Cia” cravou apenas 4 pontos, ficando em terceiro lugar. Mas o destaque da emissora de Silvio Santos segue sendo as novelas diurnas. “Cuidado com o Anjo” e “Rubi” marcaram 8 pontos.

No horário nobre, a estreia do “SBT Notícias” ficou dentro do esperado e registrou 5 pontos. “Chiquititas” mostra estabilidade, e ontem fez 12 de audiência. “Rebelde”, 6.

Depois, Ratinho registrou 6 e a reprise do “Casos de Família” ficou com 5 pontos.

Bom Dia & Cia – 4
Maria do Bairro – 6
Marimar – 6
Cuidado com o Anjo – 8
Rubi – 8
SBT Notícias – 5
Chiquititas – 12
Rebelde – 6
Programa do Ratinho – 6
Casos de Família – 5

NaTelinha

“Pecado Mortal”: A briga entre bicheiros e traficantes no Rio dos anos 70

Onde o sobrenome torna-se muito importante no mundo do crime

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O Rio de Janeiro dos anos 70. Esse é o pano de fundo da primeira novela de Carlos Lombardi na TV Record. O folhetim mostrará como o consumo de drogas se alastrou pela sociedade, alterando a estrutura do poder do crime. Se antes quem mandava no pedaço eram os famosos chefões do jogo do bicho, a partir daquele momento, os traficantes passavam a dividir o status de reis do crime.

Paralelamente a isso, itens como as calças bocas de sino, os bigodes e cavanhaques, as roupas coloridas e os cabelos black power ditavam a moda. E a sociedade carioca passou a viver a época do sexo fácil, com transas de uma noite só e a virgindade tornando-se cada vez menos um tabu. Tudo isso poucos anos antes da descoberta da AIDS, que acabaria com a alegria de muitos.

Nesse cenário, pessoas continuavam se casando, tendo filhos, adquirindo dívidas e constituindo famílias. E algumas dessas famílias viraram sinônimo de riqueza e poder. O sobrenome passou a tornar-se muito importante, principalmente dentro do mundo do crime.

Ficha técnica

Escrita por Carlos Lombardi
Direção geral de Alexandre Avancini
Estreia: 25/09
Horário: 22h30
Antecessora: “Dona Xepa”, de Gustavo Reiz

Elenco

Luiz Guilherme e Henrique Guimarães – Michele Vêneto
Jussara Freire e Maytê Piragibe – Donana (Ana Vêneto)
Betty Lago e Marcela Barrozo – Stella Nolasco

Aline Borges – Joana da Costa
André Luiz Miranda – Djalma
André Ramiro – Jeferson Carneiro (Mineral)
Andréa Avancini – Fernanda
Bernardo Velasco – Romeu
Bianca Byington – Ilana Vergueiro
Carla Cabral – Laura Escobar
Carlos Bonow – Marcelo Firenze (Starsky)
Cláudio Gabriel – Júnior
Cláudio Heinrich – Paulo Noronha
Daniel Del Sarto – Adriano D’Ângelo (Anjo)
Daniela Galli – Catarina Ashcar
Denise Del Vecchio – Doutora Das Dores
Eduardo Lago – José Vergueiro
Fabio Villa Verde – Jurandir Carvalho
Felipe Cardoso – Otávio Vêneto
Fernando Pavão – Carlão
Gabriela Moreyra – Antônia
Gero Pestalozzi – Bernard Avelar
Gracindo Jr. – Cebolão
Guilherme Winter – Veludo
Gustavo Machado – Danilo Ashcar
Heitor Martinez – Tadeu Wernek (Van Gogh)
Henrique Guimarães – Juliano Vêneto
Iran Malfitano – Pedro Noronha
Juliana Didone – Leila Vergueiro e Maria Clara Vergueiro
Laíze Câmara – Lili
Livia Rossy – Bruna
Lua Blanco – Silvia de Almeida
Luciana Braga – Rosa
Luis Augusto Formal – Guilherme Escobar
Luiz Felipe Mello – Rodolfo
Marcos Pitombo – Ramiro Rodrigues
Mariah Rocha – Helena
Mário Gomes e Gustavo Leão – Getúlio Amado
Mel Lisboa – Marcinha Figueiredo
Miguel Nader – José Maria (Caravaggio)
Nanda Ziegler – Xuxu
Paloma Duarte – Dorotéia
Pietra Goa – Rafaela
Rafael Sardão – Baldochi
Renato Livera – Reginaldo Soares (Monet)
Ricardo Duque – Laerte
Ricardo Petraglia – Omar
Ricardo Vandré – Horário Carvalho (Vegetal)
Roberta Santiago – Urana Torres
Simone Spoladore – Patrícia Salgado
Sônia Lima – Norma Shirley de Almeida
Tarciana Saad – Teresa
Tatyane Goulart – Lívia Vêneto
Vitor Hugo – Vinícius Vieira (delegado Picasso)

Triângulo amoroso

A família Vêneto começa a se estabelecer no Brasil, a partir da vinda de Michele Vêneto (Henrique Guimarães e Luiz Guilherme), que veio para o Brasil fugindo de problemas com a polícia na Europa. Nessa época, o subúrbio carioca era dominado pelos bicheiros. Apaixonado pelas mulatas cariocas, Michele acabou tornando-se chefe de segurança do bicheiro Cebolão (Gracindo Jr.). Ele herdou o posto com a ajuda de sua esposa Donana (Maytê Piragibe/Jussara Freire), uma mulher que para alcançar suas metas é capaz de passar por cima de tudo.

A relação do casal parece ser a melhor possível, no entanto, começa a mudar quando Donana perde o filho que espera. Para piorar, ela descobre que Michele tem uma amante, Stella (Marcela Barrozo e Betty Lago), que também está grávida dele. O que Michele não faz ideia é de que, na verdade, o bebê será seu segundo filho com a amante. Temendo a violência dos bicheiros, Stella fez de tudo para esconder o filho de dois anos, Otávio (Felipe Cardoso).

Com medo de ver o casamento ruir, Donana esconde do marido que perdeu a criança e ameaça a rival. Ela convence Stella de que a única forma de seu filho sobreviver é de que o bebê seja criado por ela e seu marido. Paralelamente a isso, em 1941, após a morte do bicheiro Cebolão, Michele torna-se o grande nome do Morro do Pinguim. Assustada e temendo a própria vida, Stella entrega o recém-nascido Marco Antônio, juntamente com Otávio, para a rival criar.

Com o objetivo de enganar o marido e Stella, Donana vai para o interior, fingindo que teria o bebê na casa de parentes. Quanto retorna à capital, consegue convencê-la de que Marco Antônio é o filho legítimo dela com Michele e que Otávio era um menino abandonado no morro, que ela resolveu pegar para criar. Para evitar que sua mentira fosse revelada, ela pede a seu irmão Getúlio (Gustavo Leão e Mário Gomes), que dê um fim na vida de Stella.

Os filhos

O segredo de Donana seria mantido até 1977, quando ela e Michele completaram 38 anos de casados. Ao invés de dois, eles passaram a ter quatro filhos: Otávio, que acredita ser adotivo, Marco Antônio, além dos legítimos do casal, Juliano (Henrique Guimarães) e Lívia (Tatyane Goulart). Todos moram na mesma casa, com exceção de Marco Antônio, que fugiu por não concordar com a vida de crimes da família.

Já Otávio faz de tudo para ser o maior aliado do pai no mundo da contravenção. No entanto, vive infeliz ao lado da esposa Catarina (Daniela Galli), sobrinha do grande rival de Michele, o bicheiro Omar Ashcar (Ricardo Petraglia). Na verdade, Otávio está interessado pela nova moradora do morro, Laura (Carla Cabral). Com tantos problemas, Otávio não suporta a pressão e acaba agredindo a esposa Catarina, acirrando ainda mais os ânimos entre os Vêneto e Ashcar.

Duas famílias com problemas

Não são apenas os Vêneto que enfrentam problemas. Na família rival, Danilo Ashcar (Gustavo Machado) precisa arrumar uma solução. A mulher de seu tio Omar, Lili (Laíze Câmara), uma passista que deu o golpe na família, quer tirar tudo que Danilo conquistou durante a vida.

A maior preocupação das duas famílias é o equilíbrio de forças entre elas. No entanto, os Vêneto sofrerão um golpe difícil de ser superado por Michele e Donana. Stella, que para muitos estava morta, reaparece em cena. Ao contrário do passado, agora ela é uma mulher forte, rica e que fará de tudo para recuperar seus filhos de volta.

A volta de Stella

Durante o período em que foi dada como morta, Stella estudou e tornou-se uma modelo bem sucedida. Além disso, ficou viúva de um dono de cartório, que deixou uma herança satisfatória. Stella volta para o Rio com uma meta: fazer com que seus filhos descubram a verdade e construa algum tipo de relação com ela. Porém, para isso precisará enfrentar Donana.

A esposa de Michele tenta matá-la pela segunda vez, mas acaba desistindo do plano e cria uma armadilha para a rival. Ela tenta convencê-la de que Marco Antônio está morto. Quando Stella obriga Donana a apresentá-la para seu filho mais velho, Otávio a rejeita. Arrasada, Stella se desespera e teme nunca conquistar o amor de seus filhos.

A guerra esquenta

A disputa entre as famílias Vêneto e Ashcar nunca foi tão quente como nos anos 70. Se no passado a disputa entre Michele e Omar era silenciosa e velada, os herdeiros Otávio e Danilo não pensam do mesmo jeito, afinal, além do jogo do bicho, o tráfico de drogas também passa a ser alvo de disputa.

Para defenderem seus impérios do pó, os dois rivais passam a manipular políticos, comprar testemunhas e policiais e a defender seus territórios com armamento pesado. No jogo do bicho, Michele era o maior nome do Rio de Janeiro. Já no mundo das drogas, a família Ashcar não quer ficar para trás. Para isso, tenta abocanhar alguns territórios dos rivais.

Enquanto o poder dos Ashcar cresce, Michele foca em apenas um objetivo: ir atrás de Ricardo Rocha, a quem jurou de morte. O inimigo número 1 de Michele o delatou à justiça, fornecendo provas que levou a Promotoria Pública do Rio a abrir um grande processo contra sua família. Fragilizado nos negócios, Michele fica cada vez mais sensível aos ataques da família Ashcar e passa a acreditar que encontrar Ricardo Rocha é a maneira mais eficaz de estancar o problema com a justiça.

No meio do furacão

Em meio aos problemas judiciais da família Vêneto, está Patrícia (Simone Spoladore), uma jovem promotora de justiça, responsável por analisar o caso. Ela também está montando um grande processo contra os Ashcar. A moça divide a dura rotina de trabalho com o dia a dia em casa. Ela é casada com Carlão (Fernando Pavão).

Enquanto Patrícia é respeitada em sua profissão e leva uma vida formal, Carlão é hippie e mantém sozinho uma escola para crianças, onde atua como professor, pedreiro, mecânico e até motorista. Cabeludo e com uma aparência um pouco diferente do normal, o rapaz sofre com o preconceito. Porém, supera as dificuldades e torna-se a figura mais popular das praias de Ipanema e Leblon.

Tarado do Jardim de Infância?

A vida do casal parecia perfeita, até que Carlão é acusado de abusar de um aluno em sua escolinha. A partir de então, sua vida se transforma e ele torna-se um grande vilão, passando a ser conhecido no Rio de Janeiro como o Tarado do Jardim de Infância.

Na verdade, Carlão foi vítima de uma armação, que só foi descoberta pelo casal certo tempo depois. As fotos usadas como prova contra ele foram feitas no dia em que o estabelecimento de ensino foi assaltado. Enquanto ele corria atrás dos criminosos, alguém entrou na escola e forjou as fotos comprometedoras.

Para complicar ainda mais a vida do rapaz, ele guarda um segredo: sua identidade é falsa. Ele mudou de vida para esconder seu passado, inclusive da própria esposa. O que poucos sabem é que, anos atrás, ele se envolveu com Dorotéia Ashcar (Paloma Duarte), irmã de Danilo e a mais fria e calculista da família. Com o tempo, cada vez fica mais claro que a vilã Dorotéia tem ligação com tudo que está ocorrendo na vida de Carlão.

A partir daí, perguntas intrigarão os telespectadores. Será que Dorotéia está se vingando do rapaz por causa de uma paixão não correspondida? Será que os Ashcar o escolheram para prejudicar a esposa dele, Patrícia, que resolveu investigar os negócios ilícitos da família? Ou, quem sabe ainda, ele é Ricardo Rocha, o homem que está sendo caçado por Michele e que sabe todos os podres dos Vêneto?

E o que já está complicado, pode ainda piorar. O responsável por investigar o suposto abuso de crianças é o corrupto detetive Picasso (Vitor Hugo).

Acima da lei

Picasso é líder de uma equipe de detetives conhecida como “Artistas da Polícia”. Com ele, trabalham Van Gogh (Heitor Martinez), Monet (Renato Livera) e Caravaggio (Miguel Nader). Famoso e bastante requisitado pelas emissoras de TV, Picasso leva a fama de melhor policial do Rio de Janeiro. O que ele esconde de todos é que ele transita entre a legalidade e a ilegalidade. Porém, após algumas mancadas, a corregedora Das Dores (Denise Del Vecchio) passa a ficar de olho no trabalho dos rapazes.

A conduta de Picasso na investigação do caso do “Tarado do Jardim de Infância” deixa suspeitas. Afinal, aparece uma estranha ligação entre ele e o perigoso Veludo (Guilherme Winter), um empregado da família Ashcar. Além deles, seus colegas de investigação também possuem posturas impróprias, que irão ser descobertas ao longo da trama.

Já a corregedora Das Dores, além de precisar monitorar as ações dos investigadores da polícia, enfrenta problemas na família. Seus sobrinhos golpistas, Pedro (Iran Malfitano) e Paulo (Cláudio Heinrich), chegam de Minas Gerais para aplicar golpes na Cidade Maravilhosa. Em pouco tempo, a dupla vira dona de um dos locais mais agitados do Rio de Janeiro, a discoteca Stars Like Dust. É lá que as vidas de vários personagens da novela se cruzarão.

O autor

“Pecado Mortal” marca a estreia do experiente novelista Carlos Lombardi na Rede Record. O autor marcou época na Globo na faixa das 19h nos anos 80 e 90. Lombardi é formado em Rádio e TV pela USP. Ingressou na televisão escrevendo, ao lado de Edy Lima e Ney Marcondes, a novela “Como Salvar Meu Casamento” para a TV Tupi em 1979.

Após rápidas passagens pela Band e TV Cultura, estreou na Globo como colaborador de Silvio de Abreu em “Jogo da Vida” no ano de 1981. Posteriormente, colaborou nos textos das novelas “Elas por Elas” e “Guerra dos Sexos”. Sua primeira trama como autor principal foi “Vereda Tropical”. Desde então, emplacou vários sucessos na faixa das 19h, como “Bebê a Bordo”, “Quatro por Quatro” e “Uga Uga”.

Porém, os bons números não se repetiram em suas últimas tramas na faixa. “Kubanacan” e “Pé na Jaca” não fizeram o mesmo sucesso de suas antecessoras e acabaram levando Lombardi a perder espaço na Globo. Nos últimos anos, escreveu apenas alguns capítulos de “Caminho das Índias” e colaborou com o texto do seriado “A Vida Alheia”. Com isso, o novelista cedeu ao convite da Record e assinou com a emissora em setembro de 2012. “Pecado Mortal” será a primeira novela do autor em uma faixa mais nobre da TV.

Anote na agenda

“Pecado Mortal” estreia nesta quarta (25), às 22h30.

 

NaTelinha

Decision to remove memorials ‘insensitive’

September 24, 2013 – 3:50PM

 

 

Five roadside crash memorials will be removed from two Queensland motorways next month, despite mourning families describing the decision as insensitive.

Queensland Motorways placed advertisements in newspapers last week advising drivers that crosses and flowers left on the side of the road to mark the scene of a fatal crash would be removed.

“It’s a very sensitive issue. We’ve tried to locate the families that are related to these memorials, but we haven’t been able to make contact,” Queensland Motorways chief executive Brendan Bourke told 612 ABC Brisbane.

Pic shows a roadside memorial for a victim of the Pacific Highway.

Pic shows a roadside memorial for a victim of the Pacific Highway. Photo: Dallas Kilponen DAK

“We understand that it’s a difficult issue and we’re just trying to be considered in the way we go about it.”

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But Citizens Against Road Slaughter secretary Bobby Henry, whose daughter was killed in a car crash in Logan in 1998, said the proposal was insensitive.

“It’s very sad, because at the end of the day for people like myself who have lost someone to a road crash, [we] need to be able to return to the spot where their loved one took their last breath, had their last thought and lived their last moments,” she said.

There have been two fatalities on the Gateway and Logan motorways in the past 12 months, and nine over the past five years.

Mr Bourke said safety concerns for people visiting crash sites were behind the removal of the memorials, although Ms Henry said families were well aware of the risks.

“Parking and walking along the motorway to maintain, establish or visit a memorial is an extremely unsafe activity, particularly with traffic moving at speeds of 100km/h,” he said.

“Roadside memorials also present a visual distraction to drivers and create the potential for physical objects to harm road users by shifting onto the road surface.”

Ms Henry said she believed the roadside memorials did more to combat the road toll than expensive government campaigns or flashing billboards.

“They make everyone out on the roads think and slow down, because they represent a real loss. It makes more of an impact,” she said.

Mr Bourke said Queensland Motorways would not tolerate roadside memorials after October.

“But what we will do is sit down on a case-by-case basis … to see how we can accommodate families at a difficult time,” he said.

Mr Bourke said governments and councils should allow families to place small plaques at crash sites, in lieu of larger roadside memorials.

“Families need that,” Ms Henry said.

Within the Logan City Council area, roadside memorials must be removed within two years of a fatal crash under restrictions introduced in 2011.

Mr Bourke said Queensland Motorways would store the roadside memorials indefinitely, or until they were claimed by family members or friends.

Brisbane Times

‘Surreal’ scenes in city as road scraper taken on joyride

September 24, 2013 – 6:08PM

Matthew Raggatt

 

Police inspect the road scraper, post-joyride.

Police inspect the road scraper, post-joyride.

A motorist has described as “surreal” the sight of a 30-tonne road scraper being allegedly taken for a joyride through the centre of Canberra, narrowly missing traffic as the driver ran a red light.

Police have arrested a 23-year-old Deakin man in relation to the 20-minute drive from Majura to Deakin, in the allegedly stolen machinery.

Mathew Birkin was driving on Northbourne Avenue behind the scraper when it allegedly ran a red light at the busy Mouat Street intersection.

Mr Birkin estimated the scraper was being driven at between 50 and 60 kilometres per hour.

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“As he ran his first red light, narrowly missing traffic at the intersection of Mouat Street and Northbourne Avenue heading towards the city, I realised that something was wrong and called “000” on the van’s Bluetooth,” he said.

“It was being driven at what I would believe the vehicle’s top speed, and the driver looked to be struggling to keep control swerving violently towards any traffic that looked like it was getting close.”

“As he was heading towards the city, the sheer size of the vehicle could easily have caused mass damage had he driven it into the shopping district.”

ACT Policing have said members of the public reported the scraper driving erratically at about 12.25pm, and said the community continued to send in reports, as the road scraper was driven south along Northbourne to Deakin High School where it is alleged damage was caused to the school’s oval.

Officers found the driver of the scraper at the high school about 12.50pm, where he was arrested and taken to Canberra Hospital for tests.

An ACT Policing spokeswoman was unable to confirm the nature of the tests.

A separate witness said the road scraper over took his vehicle near Commonwealth Bridge by driving on the green strip and nearly hit people waiting at the temporary Floriade traffic light.

Mr Birkin, a chef from Narrabundah, said he gave the road scraper space as he followed it south towards the city, before the driver turned the machinery left into Cooyong Street, which runs behind the Canberra Centre.

“It was pretty surreal … when you see it starting to swerve, you know to keep your distance – there’s no way something that big should be driven through suburban streets,” he said.

“[He] was jerking all over the place, trying to keep in one lane to begin with, then in the centre of the road.

“If he wanted to drive it into the shopping centre or whatever he could have done a lot of damage.”

The bizarre sight was the second road incident Mr Birkin had seen in two days, after having to brake heavily on Monday afternoon to avoid the three-car accident near the northern entrance to the University of Canberra.

An ACT Policing spokesman said the man was now being held at the ACT Watch House and is expected to appear in court tomorrow in relation to drug and traffic offences.

Witnesses or people with information have been asked to contact Crime Stoppers on 1800 333 000 or via act.crimestoppers.com.au

Did you see the road scraper as it was driven through the city? Email online@canberratimes.com.au

Canberra Times

Flávio Ricco comenta a chegada do SBT Notícias

O lançamento de um telejornal exige um mínimo de tempo e planejamento. Foi tudo o que não aconteceu com o “SBT Notícias”. Ontem, a confusão se espalhou por todos os setores da emissora, até no transporte, com equipes de reportagem se vendo obrigadas a sair em vans. Uma loucura.

Ficamos assim. Mas amanhã tem mais. Tchau!

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Rede Record poderá exibir Motel Bates

 

“Bates Motel”, da parceira Universal Channel, mas com o título de “Motel Bates”, já está à disposição da Record.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery