André Santos se declara: ‘Nunca é demais falar do orgulho em retornar’

Lateral posta imagem no Instagram e começa a ser tietado por torcedores rubro-negros

 

Confirmado como novo reforço do Flamengo desde quinta-feira, o lateral-esquerdo André Santos voltou a externar a alegria de ser rubro-negro, desta vez via Instagram. Em seu perfil na rede social, declarou-se:

– Já estão todos ligados, mas nunca é demais falar do orgulho que sinto em retornar. #crflamengo #mengao #flamengo – escreveu.

Nas redes sociais, André ainda usa o 27, número usado por ele em seus últimos clubes e que no Flamengo atualmente está em posse do goleiro Paulo Victor. A camisa 6 é usada por Ramon. João Paulo, atual titular da lateral esquerda, usa a 16.

André Santos Flamengo retorno  (Foto: Reprodução / Instagram)
André Santos fez questão de ‘carimbar’ a camisa rubro-negra (Foto: Reprodução / Instagram)

Uniforme para a ‘secação’: camisa do Olimpia vende aos montes em BH

Shopping popular da capital mineira tem forte procura de cruzeirenses por camiseta do time paraguaio. Secadores já usam camisa nas ruas da cidade.

 

Se esboçasse reações, o manequim estilizado de Ronaldinho Gaúcho no box 514 do Oiapoque, centro popular de compras de Belo Horizonte, faria cara (ainda mais) feia. É que aumentou a concorrência para ele por ali. Além de uniformes do Cruzeiro, agora pintaram camisas do Olimpia. Centenas delas.

É a “secação” correndo solta em Belo Horizonte. A derrota de 2 a 0 do Atlético-MG no primeiro jogo da final da Libertadores foi a senha para os cruzeirenses correrem às compras. Na manhã desta sexta-feira, restavam poucas peças à venda no Oiapoque. E apenas no tamanho pequeno. As demais haviam sido compradas. Teve muita gente indo lá e saindo de mãos vazias, porque precisava de uma peça maior.

Camisa do Olimpia a venda em Belo Horizonte (Foto: Alexandre Alliatti)
Luiz Moura, 49 anos, queria comprar a camisa do Olimpia. No entanto, não levou porque só tinha tamanho P, manequim do Ronaldinho (Foto: Alexandre Alliatti)

Foi o caso de Luiz Moura, 49 anos. Ele trabalha no metrô. Queria comprar camisas do Olimpia para ele e para colegas de emprego. Mas vai ter que voltar no sábado, quando diversas lojas do local receberão carregamentos de uniformes do time paraguaio.

– Eu quero comprar para brincar com meus colegas. Já tinha comprado a do Newell’s, e dancei. Tive que jogar fora. Agora tô colocando uma fé danada nesse Olimpia – disse o cruzeirense.

A camiseta custa R$ 50,00. À vista, sai por R$ 45,00. Claro, a peça não é original. Mas vende feito água no deserto. Funcionários do box 514 calculam que comercializaram mais de mil camisas do Olimpia desde que ele foi definido como adversário do Atlético na final. A procura aumentou especialmente após o primeiro jogo da decisão. Só na manhã desta sexta, menos apenas com tamanho pequeno à disposição, cerca de 50 camisetas foram vendidas na banca que chama a atenção de quem passa por causa do manequim de Ronaldinho Gaúcho.

torcedores com taça da Libertadores (Foto: Alexandre Alliatti)
Torcedor vestido com camisa do Olimpia aproveitou
para ver a taça da Libertadores, que está exposta
na capital mineira (Foto: Alexandre Alliatti)

Pelas ruas de Belo Horizonte, já é possível ver secadores exibindo suas camisas recém-compradas. Nesta sexta-feira, um deles foi até visitar a taça da Libertadores, no Mercado Central, vestido de Olimpia.

– Vou dar uma secada agora. É a minha vez. É o troco pela final de 2009 – disse Felipe Honório, 26 anos, se referindo à torcida dos atleticanos pelo Estudiantes na final da Libertadores de 2009, contra o Cruzeiro.

Atlético-MG e Olimpia decidem a Libertadores na próxima quarta-feira, às 21h50m, no Mineirão. O Galo precisa vencer por três gols de diferença para ser campeão. Outra alternativa é ganhar por vantagem de dois gols e levar a final à prorrogação e, se não houver mudança no placar, aos pênaltis.

Família de Marabá (PA) coloca o nome do filho de Ninguém, porque…

Apesar das críticas, os pais garantem que ninguém vai mudar o nome de Ninguém

 

… ninguém é perfeito!

 

 

No Estado do Pará uma família deu o nome de “Ninguém” ao filho caçula. Segundo os pais, o garoto recebeu este nome porque Ninguém é perfeito. “Apesar das críticas sobre a escolha do nome, meu filho Ninguém é perfeito e o nome é muito justo”, disse o pai.

Em Marabá, interior do Pará, onde Ninguém existe, as pessoas já se acostumaram com o nome do garoto. Ninguém vai a escola todos os dias e por sorte, não sofre bullying dos colegas. Ninguém gosta de estudar e pretende se formar em medicina, para suprir a necessidade do SUS.

Apesar de algumas críticas, os pais garantem que ninguém vai mudar o nome de Ninguém. “Meu filho continuará sendo Ninguém”, disse o pai.

Rio Grande do Sul quer criar uma seleção de futebol própria

CBF acha a ideia absurda, pois perderia os direitos sobre o futebol gaúcho

 

Os gaúchos querem fazer um plebiscito para criar uma seleção de futebol própria, que ganharia o nome de seleção sul-rio-grandense. O caso está sendo discutido pelos órgãos esportivos do estado.

Se o plebiscito for aprovado, os jogadores gaúchos não poderão mais jogar pela seleção brasileira e sim pela seleção sul-rio-grandense. A CBF também não teria mais autonomia sobre o futebol gaúcho, que passaria a ser de competência da CSF (Confederação Sul-Rio-Grandense de Futebol).

Os gaúchos pediram o apoio de Dilma, que também é gaúcha, mas ela por sua vez, preocupada com os grampos americanos, ainda não se pronunciou sobre o fato. A CBF acha a ideia absurda, pois o Rio Grande do Sul teria que se desmembrar do Brasil.

 

 

Acusados pelo naufrágio do Costa Concordia pegam pena de prisão

Oficiais foram condenados de 18 meses a 2 anos e 10 meses de prisão.
Comandante Francesco Schettino segue em julgamento.

Cinco oficiais do navio Costa Concordia, que naufragou em janeiro de 2012 deixando 32 mortos, foram condenados neste sábado a penas que variam de 18 meses a dois anos e 10 meses de prisão. Com a divulgação das penas, o capitãoFrancesco Schettino permanece como o único réu do caso ainda em julgamento.

Os cinco oficiais fizeram um acordo com a acusação e se declararam culpados perante à Corte, evitando um longo julgamento. Eles foram condenados por acusações de homicídio e negligência.

Nenhum dos cinco devem ser presos, já que as sentenças de menos de dois anos foram suspensas. Nas mais longas cabe apelação, com a possibilidade de serem substituídas por serviços comunitários, informaram fontes judiciais.

Quatro dos condenados, cujos advogados formalizaram as requisições de negociação de suas sentenças em maio, em uma audiência preliminar, estavam à bordo do navio no momento da tragédia.

O quinto é o diretor da unidade de crise da Costa Crociere, Roberto Ferrarini. Ele recebeu a pena mais dura, de dois anos e dez meses de prisão.

O gerente de bordo, Manrico Giampedroni, recebeu dois anos e seis meses de prisão e o oficial de bordo, Ciro Ambrosio, foi condenado a um ano e 11 meses de detenção. O timoneiro indonésio, Jacob Rusli Bin, foi condenado a um ano e oito meses, enquanto outra oficial à bordo, Silvia Coronica, foi condenada a um ano e seis meses, a menor pena.

O julgamento do capitão Schettino deve durar semanas, segundo especialistas. No dia 16, seu advogado pediu um acordo amigável ao ao tribunal de Grosseto.

Um pedido inicial neste sentido havia sido rejeitado em maio.

A solicitação foi feita pelo advogado Domenico Pepe, que pediu uma pena de três anos e cinco meses de prisão para o capitão Schettino em troca de um reconhecimento parcial de culpa no acidente que matou 32 pessoas em janeiro de 2012.

O julgamento de Schettino começou nesta quarta, um ano e meio após o naufrágio.

O navio permanece encalhado em frente à ilha de Giglio, na costa da Itália.

O processo ocorre em Grosseto, na região central da Itália, e havia sido marcado para iniciar no dia 9. No entanto, foi adiado por conta de uma greve de advogados.

Apresentaram-se 242 partes litigantes, entre passageiros, grupos ambientalistas, prefeitura e o grupo Costa Cruzeiros, ao qual pertencia o navio.

O processo é realizado, assim como foi para as audiências preliminares, no teatro de Grosseto, devido à presença de aproximadamente 160 pessoas entre público, parentes das vítimas e passageiros.

O julgamento terá longa duração, pois a promotoria convocou 338 testemunhas, enquanto o advogado de Schettino chamou 96, e as partes litigantes, 575.

Banhistas aproveitam dia de sol descansando em rocha próxima ao navio Costa Concordia, que permanece há um ano e meio tombado à beira da ilha de Giglio, na Itália. (Foto: Giampiero Sposito/Reuters)
Banhistas aproveitam dia de sol descansando em rocha próxima ao navio Costa Concordia, que permanece há um ano e meio tombado à beira da ilha de Giglio, na Itália. (Foto: Giampiero Sposito/Reuters)
A moldava Domnica Cemortan, que foi vista com o capitão Schettino durante o naufrágio, comparece ao tribunal nesta quarta-feira (17) (Foto: Tiziana Fabi/AFP)
A moldava Domnica Cemortan, que foi vista com o capitão Schettino durante o naufrágio, comparece ao tribunal nesta quarta-feira (17) (Foto: Tiziana Fabi/AFP)

Acusações
O ex-capitão Schettino enfrenta neste julgamento a acusação de múltiplo homicídio culposo, abandono do navio, naufrágio e de não ter informado imediatamente às autoridades portuárias sobre a colisão que provocou o naufrágio em 13 de janeiro de 2012.

Schettino deve contar sua versão sobre os motivos que provocaram o encalhe do navio nos recifes da ilha toscana de Giglio. O Costa Concordia tinha 4.229 pessoas a bordo.

Ele é acusado de ter provocado o acidente ao passar muito perto da costa e de ter abandonado o navio durante o procedimento de esvaziamento do Costa Concordia, que se inclinava com os passageiros a bordo, que tentavam recorrer aos botes salva-vidas.

No dia 20 de julho, em uma audiência preliminar de um julgamento paralelo, serão divulgadas as sentenças (entre 1 e 2 anos de prisão) para os outros acusados do naufrágio: o responsável pela ponte de comando (espaço onde o navio é comandado) Ciro Ambrosio, o oficial Coronica Silvia, o timoneiro Jacob Rusli, o chefe dos serviços de bordo, Manrico Giampedroni, e o chefe da unidade de crise da Costa Cruzeiros em terra, Roberto Ferrarini.

Encalhado
O cruzeiro, de 290 metros de largura e 70 metros de altura, segue encalhado, oxidando-se pouco a pouco, sem que aparentemente tenha havido alguma mudança apesar das tentativas de removê-lo para outro lugar.

Desde maio de 2012 a equipe de resgate Titan Salvage é encarregada da construção de estruturas submarinas para estabilizar o navio e evitar que ele afunde para sempre, o que significaria uma enorme catástrofe ambiental.

O próximo passo, segundo a imprensa italiana, é a instalação de grandes vasilhas que servirão para fazer o navio flutuar e transferí-lo a outro lugar mais seguro para seu desmonte.

Equipes montam estrutura para retirada do Costa Concordia (Foto: Gregorio Borgia/AP)
Equipes montam estrutura para retirada do Costa Concordia. (Foto: Gregorio Borgia/AP)

As companhias explicaram que o processo para desencalhar o navio poderia começar em setembro, mas o comissário encarregado da emergência, Franco Gabrielli, explicou em recente entrevista que esta operação poderia atrasar devido à “falta de dados que garantam a segurança da operação”.

 

G1

Russia cruise past Wales

01.07.2013

On Monday, July 1 the Russian Women’s A-team which is under the preparation to the final tournament of UEFA Women’s EURO 2013 played a friendly game versus the National Women’s U19 team of Wales at Krylia Sovetov stadium in Moscow. The match ended with Russia’s 6:0 robust win.

PHOTO

Russia – Wales (U19) – 6:0 (4:0)

Ksenia Tsybutovich, the captain of the Russian Women’s team:

– Mixed feelings after the match. We succeeded at some moments: prepared schemes and combinations have worked out. At some moments we made unnecessary mistakes. We still have something to work at. Well, we will continue training to be prepared in the best possible way!

Sergey Lavrentiev, the Head coach of the Russian Women’s team:

On the match:

– We played under physical load: we had a training session in the morning and, of course, we lacked forces. In general, I am satisfied with the match: we got what we needed from it. We gave an opportunity to play to all the players entered for UEFA Women’s EURO. Let’s say, we have presented the team at their best today.

On the final list:

– The final players’ list of 23 has been sent to UEFA. Besides, we take one player outside the entry – Ksenia Kovalenko, a player of U19 Russia. She underwent the whole training process with us and we are pleased that she would be able to feel the atmosphere of such a top tournament and then share her impressions with youth players. We are really grateful to RFU President Nikolay Tolstykh who made it possible.

South Korea confronts uphill battle against hackers

Seoul maps out plan to beef up cyber security amid a rising wave of hacking attempts from North Korea and China

 

How long does it take for hackers to break into the secure network of a commercial bank in South Korea?

A team from the Korea Advanced Institute of Science and Technology, under an agreement with the bank, managed to unlock its security protection in just a couple of weeks.

The simulated cyber attack, led by Lim Chae-ho, professor of information security at KAIST, worked as follows: When an official of the bank opened an email sent by the hackers, malware hidden in the email quickly infiltrated the computers in the network, neutralizing the antivirus system and threatening to disrupt the bank’s data and service systems entirely.

The simulation, helped by three students, sheds light on how vulnerable South Korea’s financial industry is to cyber attacks in a country where the daily online banking transactions amount to about 33 trillion won ($29.3 billion).

“Any Korean company or person could face cyber attacks if they lack security awareness even if they have great security solutions,” said Lim in an interview with The Korea Herald.

The real possibility of losing banking data to hackers goes squarely against the perception that South Korea is a technologically advanced nation with enviable broadband and mobile network infrastructure. But the country’s rich wireless and broadband resources are a double-edged sword because they offer more opportunities for hackers.

(Illustration by Nam Kyung-don)

“Hackers have an eye on South Korea due to its high-speed Internet environment and advanced technology,” said Dave DeWalt, chief executive of FireEye, a global network security company. “With massive intellectual property and economic growth, Korea has emerged as a main target of worldwide cyber attacks.”

From June 25 to July 1 this year, a series of cyber attacks paralyzed 69 government offices, news outlets and other institutions, including the presidential office website. The hackers stole a massive amount of personal data: 2.5 million members of the ruling Saenuri Party, 300,000 military personnel and 200,000 registered users of the presidential office’s website.

The latest cyber attacks took place just three months after the country’s major broadcasters and financial institutions were subject to similar attacks. In March, NongHyup and Shinhan banks suffered malfunctions from malware thought to originate in North Korea.

Despite the continued attacks, Korean firms and government agencies do not invest in security systems aggressively. The government’s 2013 budget for information protection is just 240 billion won ($214 million), and less than 10 billion won of the annual security budget was allocated to strengthen cyber warfare capabilities, according to the report by the National Information Society Agency.

The lack of manpower is another problem. According to the Defense Ministry, Korea has only 400 experts in cyber warfare, far fewer than the 3,000 professional hackers nurtured by Pyongyang. To catch up, Seoul plans to increase the number of cyber security experts to 5,000 by 2017.

Cyber terrorism, a global threat

Increasingly, cyber attacks are carried out internationally. On May 28, the Washington Post reported that Chinese hackers accessed the secret designs of major U.S. weapons systems including combat aircraft and advanced missile defenses. It is feared that China is rapidly strengthening its defense technology through state-sponsored hacking.

China is also known as a notorious source of hacking attacks in South Korea. Chinese hackers ― or hackers using Chinese networks to hide their real locations ― are speculated to have spearheaded the major cyber attacks on South Korea over the past few years.

For instance, the massive leak of personal information in 2011 involving SK Communications, Hyundai Capital and Nexon reportedly started in China. Research conducted by the Korea Internet & Security Agency showed that 53 percent of the hacking sources originated in China.


China is Korea’s biggest trading partner and hosts a number of manufacturing plants for South Korean firms. Chinese companies also compete with Korean rivals in diverse markets around the world, and it is anybody’s guess how stolen data from Korea are being exploited for unfair business, military and security purposes.

“Cyber defense capability has emerged as vital to national security due to an increasing number of cyber attacks against major infrastructures,” said Kim Myung-chul, dean of KAIST’s Graduate School of Information Security.

Along with China, North Korea poses a serious cyber-related challenge to South Korea. Kim Heung-kwang, former professor at Pyongyang Computer Technology University and member of the North Korea Intellectuals Solidarity group, said that the North was aggressively pursuing cyber warfare capabilities including attacks on smartphones and other mobile devices, plus hacks into personal computers.

“Pyongyang trains 300 cyber experts every year and some 3,000 hackers are now working for four cyber warfare units,” the North Korean defector said.

Evolution of cyber attacks

While South Korea remains passive in beefing up its security solutions, hackers are sprinting forward with new technologies that could easily cripple antivirus software and inflict far greater damage. Experts said over 100,000 new strains of malware are created every day.

“Malware can be massively spread to all users of websites very quickly, and then hackers could use the infected PCs as zombie computers for Distributed Denial of Service attacks or to steal financial data,” said Lim Chae-ho of KAIST.

“The existing defense solutions are not powerful enough to respond to such sophisticated attacks.”

Hackers now prefer what is called “advanced persistent threat,” or APT, together with DDoS in their assaults. APT allows an unauthorized person to gain access to a network and stays there undetected for a long period of time, so that hackers can steal data more effectively.

“Nowadays many conglomerates in the world are helplessly attacked by APT. We need a paradigm shift from passive to active defense,” said Robert F. Lentz, former deputy assistant secretary of defense at the International Conference on Information Security held in Seoul on July 10.

Korea remains fully exposed to APT attacks.

“The existing security solutions cannot block APT attacks, so we need a new protection system,” said Shin Soo-jung, CEO of information security firm Infosec Co.

Amid growing concerns over cyber security, the Korean government announced a comprehensive national cyber security plan on July 4. Under the plan, policymakers plan to double the size of the domestic information security market to 10 trillion won ($8.76 billion) by 2017, according to the Ministry of Science, ICT and Future Planning.

The ministry also said it would provide systematic training to foster 5,000 cyber security experts. Cheong Wa Dae will act as a control tower of cyber security and the National Intelligence Service will handle working-level affairs.

Some experts, however, are skeptical of the government plan.

“Since there is no detailed action plan, it is questionable whether and how the government will implement the project,” said Lim Jong-in, professor of information security at Korea University.

The nation’s financial regulator also announced a cyber security plan on July 11. The Financial Services Commission will require banks to build a two-pronged network system to avert cyber attacks.

“Separating the network system into two partitions is the very basic for strengthening security,” said Jeon Sang-hun, CTO of Bitscan Inc. He said that enterprises here have considered cyber security as a part of the government’s regulation, but it’s time for them to realize that security is a vital investment for survival.

By Park Han-na and Im Woo-jung
(hnpark@heraldcorp.com) (iwj@heraldcorp.com)

 

 

S. Korea hails Panama’s seizure of North Korean ship

 

SEOUL, July 19 (Yonhap) — South Korea on Friday expressed support for Panama’s recent seizure of a North Korean ship loaded with undeclared weapons and vowed close international cooperation to fully implement sanctions against its communist neighbor.

Earlier this week, Panama raided the 14,000-ton North Korean ship passing through the Panama Canal, apparently on its way home from Cuba with the suspected goods, according to local authorities. The ship was allegedly transporting contraband weapons in violation of U.N. sanctions.

The South Korean government “commends and supports the interdiction by the Panamanian government of the Chong Chon Gang, a North Korean vessel suspected of carrying prohibited items on board, in conformity with its obligations under the relevant U.N. Security Council resolutions,” Seoul’s Ministry of Foreign Affairs said in a statement.

“We expect that this case in question will be promptly addressed through investigations by the Government of Panama and the 1718 Security Council Sanctions Committee,” it added.

At the request of the Panamanian authorities, the U.N. committee plans to launch an investigation into the case by sending a team of five experts to the Latin American country next month.

Expressing hope for “full implementation by all states” of the resolutions against Pyongyang, the South Korean government also vowed “a close cooperation with the international community to this end.”

North Korea was slapped with broad U.N. sanctions prohibiting arms trafficking with other countries following a long-range rocket launch in December and a third nuclear test in February.

North Korea said it was transporting obsolete weaponry under a legitimate contract with Cuba, and has demanded the immediate release of the ship and its 35-man crew.

graceoh@yna.co.kr
(END)

 

Yonhap News Agency

Preventing another shutdown key for reopening Kaesong park: Seoul

 

SEOUL, July 19 (Yonhap) — South Korea is focusing on securing a commitment from North Korea not to cause another suspension of the now-shuttered inter-Korean factory park in its long-drawn-out talks with Pyongyang, the government said Friday.

The fourth working-level dialogue between the two countries on Wednesday ended again without progress as they failed to come to terms on restarting the Kaesong Industrial Complex in its namesake city in the North, a major symbol of inter-Korean rapprochement.

Operations of the joint factory zone ground to a halt after the North withdrew its workers in early April over joint Seoul-Washington military drills that occurred the month before. During their first working-level talks, the countries agreed to work toward re-opening the zone, but no progress was made in the subsequent meetings.

“The most important thing is to prevent an recurrence … and then comes (inter-Korean) efforts to develop the complex as a internationally competitive industrial complex,” Unification Ministry spokesman Kim Hyung-suk said in a briefing.

During the previous talks, Seoul demanded the North officially commit to not cause another suspension of the park and come up with legal and institutional measures to guarantee the safety and property rights of South Korean investors and workers in the Kaesong complex, located just north of the inter-Korean military demarcation line.

The North Korean side has not been cooperative during the previous meetings, Kim indicated. “So far, the North has fallen short of the expectations of our government, our citizens and the international community,” the spokesman said.

During their latest meeting on Wednesday, the countries agreed to meet again on Monday to hold another negotiation on the normalization of the joint factory zone, designed to combine South Korean capital and technology with cheap North Korean labor.

Kim also said the government is, for now, not considering sending emergency flood aid to the North where heavy rain fall has reportedly killed at least seven people and destroyed many houses and farmland.

So far, the ministry has not received any applications from private aid groups to send flood aid to the North either, he said.

The remarks came after Washington-based Radio Free Asia said the International Federation of Red Cross and Red Crescent Societies provided emergency aid goods to flood-stricken North Koreans.

pbr@yna.co.kr
(END)

 

Yonhap News Agency