Renovados, Icasa e Ceará tentam recuperação em jogo no Romeirão

Ambos estão com novos técnicos e com táticas diferentes das que encerraram as disputas da Série B antes da Copa das Confederações.

Sidney Moraes, técnico do Icasa (Foto: Divulgação/Icasa)

Sidney Moraes será o técnico do Icasa no retorno
da Série B após a Copa das Confederações (Foto:
Divulgação/Icasa)

Icasa e Ceará voltam a jogar na Série B do Campeonato Brasileiro com técnicos novos. O Verdão do Cariri tem Sidney Moraes no comando, e o Alvinegro de Porangabuçu conta com Sérgio Guedes à beira do gramado. De cara nova, as duas equipes se enfrentam, no Estádio Romeirão, em Juazeiro do Norte, a partir das 21h deste sábado, na sequência da 7ª rodada da Segundona, que se iniciou na última terça-feira.

Além dos técnicos novos, alviverdes e alvinegros contam também com um mesmo objetivo: crescer na tabela da Série B, após a parada para a disputa da Copa das Confederações deste ano, realizada no Brasil. Atualmente, ambos têm sete pontos ganhos e ocupam posições aquém do que suas torcidas esperavam. O Vovô, por exemplo, ocupa uma das posições na zona de rebaixamento.

O trio de arbitragem será todo cearense. Avelar Rodrigo apita e Marcos Brígido e Arnaldo Rodrigues de Souza serão os assistentes. O GLOBOESPORTE.COM acompanha o duelo em Tempo Real e o PremiereFC 4 também faz a transmissão ao vivo.

header as escalações 2 (Foto: arte esporte)

Icasa: O Verdão do Cariri chega para o jogo com duas mudanças em relação à equipe titular que atuou na última partida, antes da parada da competição, contra o Atlético-GO. O volante Radamés, ex-Fluminense e o zagueiro Bruno Perone, recém-contratado foram confirmados. Assim, o time deve ir a campo com: João Ricardo; Leyrielton, Nildo, Bruno Perone e Gustavo;
Da Silva, Radamés, Roberto e Chapinha; Juninho Potiguar e Kiros.

sérgio guedes ceará apresentação (Foto: Thaís Jorge)
Sérgio Guedes estreia pelo Ceará na Série B (Foto:
Thaís Jorge)

Ceará: O técnico Sérgio Guedes mudou bem o Vovô para essa restreia na Série B. Além do esquema tático, ele trocou jogadores em três posições. Com isso, os recém-chegados Marcos, Hamilton e Rychely assumem a titularidade. Junto a essas mudanças, Guedes encaixou Macena no lugar de Mota, fora da equipe por mais de um mês, devido a contusão. A equipe que deve entrar em campo será: Fernando Henrique; Marcos, Douglas, Anderson Marques e Vicente; Hamilton, João Marcos e Ricardinho; Richely, Raphael Macena e Magno Alves.

header quem está fora (Foto: Editoria de Arte/Globoesporte.com)

Icasa: São duas baixas para o técnico Sidney Moraes. Os zagueiros Luiz Otávio e Naylhor estão fora da partida por lesão muscular. Luiz Otávio, inclusive, já está se tratando desde o período da Copa das Confederações. O meia Renatinho e o goleiro Camilo também estão fora por contusão.

Ceará: Do lado alvinegro, a baixa é o atacante Mota, que se recupera de um edema ósseo no pé esquerdo. Com isso, o jogador só deve estar à disposição de Sérgio Guedes em agosto.

header pendurados (Foto: ArteEsporte)

Icasa: Da Silva e Naylhor.

Ceará: Anderson Marques e Lulinha.

Novo humorístico da Globo viajará o Brasil fazendo esquetes

Programa deve estrear até novembro

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Jorge Fernando comandará o novo programa – Divulgação

Em setembro, a Globo iniciará as gravações de seu novo humorístico, comandado pelo ator e diretor Jorge Fernando.

O programa contará com esquetes de humor em estúdio e externas, gravadas em várias cidades brasileiras.

Segundo informações da coluna “Outro Canal”, a ideia é que a cada episódio os humoristas se apresentem em uma região diferente, brincando justamente com as particularidades culturais de cada município.

O elenco da atração ainda não está totalmente fechado, mas Leandro Hassum e Maria Clara Gueiros já estão garantidos. Bruno Mazzeo e Fábio Porchat também podem fazerparte, mas ainda não confirmaram presença.

O projeto original era liderado por Marcius Melhem, mas ele acabou deixando a produção por “divergências artísticas”.

Melhem, que cuidaria do roteiro e também atuaria no programa, garante que não houve nenhuma briga com Jorge Fernando, mas discordaram de posicionamentos que o humorístico tomaria.

Mesmo com a saída de seu criador, o formato seguirá pra frente e deve estrear em novembro nas tardes de domingo da Globo.

NaTelinha

Rio: “Xepa” sobe e chega a 14 pontos; “Saramandaia” amarga 8 no Rio

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Rayana Carvalho é a Liz de “Dona Xepa”; novela alcança altos índices no Rio – Divulgação/Record

Além do bom desempenho de “A Fazenda”, que liderou na média geral com 12 pontos de média, e de “José do Egito”, que conquistou 15 pontos, “Dona Xepa” também é motivo de comemoração para a Record no Rio de Janeiro.
A novela de Gustavo Reiz vem crescendo no Ibope e atingiu nesta quarta-feira (03) 14 pontos de média na capital carioca, seu melhor desempenho desde a estreia.
O Ibope de “Xepa” contrasta com os baixos números de “Saramandaia”, que foi ao ar um pouco mais tarde pela Globo. A novela de Ricardo Linhares, ainda que com investimentos muito mais pesados, amargou 8 pontos de média, pouco menos de 60% que a trama da Record, segundo informou a jornalista Patrícia Kogut.
Esses índices são baseados na preferência de um grupo de telespectadores do Rio e Baixada Fluminense.
NaTelinha

“Amor à Vida”: saiba como será o reencontro de Paloma e sua mãe biológica

Durante conversa, Mariah conta que passou fome.

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Nos próximos capítulos de “Amor à Vida”, virá à tona todo o passado da mãe biológica de Paloma (Paolla Oliveira).

A ex-bailarina Mariah Piattini (Lúcia Veríssimo) vai ser encontrada pela médica e mostrará que tem medo de César (Antonio Fagundes).

Certo dia, Paloma decide reunir provas de seu nascimento e chega à conclusão de que realmente foi adotada. Ela coloca a família contra a parede e Bernarda (Nathália Timberg) conta que a neta é filha do empresário com outra mulher. A pediatra questiona César sobre o nome da sua verdadeira mãe e, com a informação, ela sai em busca de Mariah.

Após pesquisar na internet, Paloma acha um endereço e vai atrás dela.

A médica chega no apartamento e é recebida por uma senhora numa cadeira de rodas. Ela se apresenta e a ex-bailarina logo entende do que se trata e a partir daí as duas iniciam uma longa conversa.

Veja trecho do diálogo:

Mariah –  Desculpa o estado da casa. Estou para sair de viagem. Vou para a Alemanha, colocar uma nova prótese no quadril. É uma operação decisiva.

Paloma – Sinto muito, espero que corra tudo bem na cirurgia. Não quero parecer indelicada, mas você sabe o motivo porque eu vim te procurar. Eu sou a sua filha.

Mariah – Então você me descobriu. Nem vou perguntar como, eu imaginava que um dia nós nos encontraríamos. Eu tinha certeza. Achei que você podia aparecer antes. Pela lei, a partir dos 18 anos, você já poderia ter acesso à identidade dos seus pais biológicos. Como me descobriu?

Paloma – Perguntei ao meu pai o seu nome e descobri seu endereço. Por que você me entregou para outra mulher?

Mariah responde demonstrando que tem medo de César – Aconteceram coisas, coisas na minha vida, e eu tive que te entregar. Foi difícil deixar a minha própria filha ser criada pela mulher do homem que eu amava, mas não quero falar nisso. Eu tenho medo de remexer no passado.

Mariah Piattini continua relatando sobre o passado e desabafa: “Eu passei fome, Paloma. Fome, sim… Quando a gente sofre tanto na vida, aprende a fugir sempre, fugir de qualquer coisa que nos coloque em perigo”.

A médica pergunta se César forçou ela a lhe entregar para outra mulher, deixando-a passar fome: “Foi assim que o meu pai te obrigou a me entregar, te deixando passar necessidade? Eu não posso acreditar que ele tenha sido tão baixo. Não, o meu pai não é assim”.

A ex-bailarina nega e diz para ela esquecer o passado e esse assunto. Paloma não entende o pedido da mãe e fala que vai voltar.

Depois, no encontro com César, a médica diz tudo o que conversou com a mãe e pergunta: “Ela me pediu para não te dizer que eu me encontrei com ela. Do que ela tem medo, pai? Do que ela tem tanto medo?”.

“Amor à Vida” vai ao ar logo após o “Jornal Nacional”.

 

NaTelinha

“O Melhor do Brasil” estuda novo formato para o “Vai Dar Namoro”

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Nos domingos da Record desde o dia 16 de junho, substituindo Gugu Liberato, “O Melhor do Brasil” está lançando novidades aos poucos.

Neste fim de semana, o programa estreará o quadro “Sonho de Fã”, no qual Rodrigo Faro realiza o sonho de uma fã que gostaria de conhecê-lo.

Além desse, a direção também estuda mudar o “Vai Dar Namoro”, adaptando nele o formato britânico “Take Me Out”, onde um homem tem de mostrar suas habilidades para um grupo de 30 mulheres e convencer alguma delas a ter um encontro romântico com ele.

Enquanto a produção de “O Melhor do Brasil” planeja outras novidades, Faro tirou férias e irá descansar por três semanas. Até lá, serão exibidos programas já gravados com antecedência.

Com as mudanças, a atração espera conquistar a vice-liderança aos domingos, ultrapassando Eliana. Até agora, a loira do SBT está vencendo o novo concorrente.

 

NaTelinha

Queensland scientists move closer to developing malaria vaccine

July 5, 2013

Patrick Begley

Breakthrough ... mosquitoes spread malaria.

Breakthrough … mosquitoes spread malaria. Photo: iSTOCK

Queensland scientists say they are closer to developing a vaccine for malaria, which kills about 660,000 people world-wide a year.

But first the Griffith University team need human volunteers to test their unusual approach.

Researchers at the university’s Institute for Glycomics have found a way to make white blood cells attack the malaria parasite, potentially guarding against every known strain of the disease.

“It’s quite a unique approach to the vaccine,” says senior researcher Dr Danielle Stanisic.

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Existing vaccines rely on antibodies to do the attacking, but these are more easily evaded by the shape-shifting parasite.

The Queensland researchers have tested the vaccine on mice and are now looking to start clinical trials on humans in the next few months.

For the first trial stage, Dr Stanisic is seeking six people who will need to meet exacting criteria. The second stage will involve about 30 participants, before a large study is launched in a country badly affected by malaria.

Dr Stanisic says participants can help eliminate a devastating disease.

“It’s the parasitic disease associated with the most morbidity and mortality worldwide,” she said.

More than 200 million people are living with malaria world-wide.

Malaria caused about 660,000 deaths – mostly among African children – in 2010, according to the World Health Organisation.

UNICEF estimates that one child dies of malaria every minute.

Symptoms include headaches and muscle aches, profuse sweating, diarrhoea, and vomiting.

The World Health Organisation declared Australia malaria-free in 1981 but travellers still bring cases into the country.

Queensland has seen 66 cases this year and 100 the year before, according to the National Notifiable Diseases Surveillance System.

Professor James McCarthy, head of infectious diseases at the Queensland Institute of Medical Research, says most Australian case involve people infected in countries such as Papua New Guinea, Indonesia, and the Solomon Islands.

Fly-in fly-out miners working in Africa have also started to bring the disease home.

“It usually presents with a flu-like illness, and the problem is that unless the doctor and the patient think that it could be malaria, the right tests aren’t done, and therefore the diagnosis doesn’t get made as quickly as it should be,” Professor McCarthy said.

“In Australia, every few years we have a fatality, usually because of late diagnosis.”

Would-be volunteers can email d.stanisic@griffith.edu.au.

 

Brisbane Times

Flight check:South African Airways Boeing 737-800

3:00 PM Friday Jul 5, 2013

Grant Bradley flies on South African Airways

The plane: A Boeing 737-800, one of the later models of this fabulous workhorse, but well worn.

Class: Economy, with a 3-3 seat configuration. In business, separated by a curtain, it’s 2-3 seat. There’s an 8kg limit on hand luggage but no sign of enforcement of that.

Price: Economy tickets on this popular commuter run go for a little under $200 for the two-hour flight.

On time? We pushed back eight minutes late on a glorious morning.

My seat: 22C, on the aisle. Older-style cloth seats, plenty of leg room though.

Fellow passengers: It was a Saturday so not the usual number of suits. The plane can seat up to 157, but was about two-thirds full. My neighbour one seat over, was Sam, who was very curious about New Zealand’s economy and did not have much time for Oscar Pistorius.

Entertainment: Flip-down screens showed short items with good-looking people apparently extolling the virtues of South Africa. No headphones were offered so it was hard to tell.

A glimpse of the sprawl of Johannesburg, the brown of the veldt, but little of Cape Town, which was being battered by the worst winter storm in years, making for an exciting landing.

Service: South African Airways has a reputation for keeping up staff numbers, so no shortage of personnel and they were very friendly.

Food: SAA is also clinging to the full service model, so a full breakfast of omelette, sausage, potato and tomato, with juice and coffee was served.

Toilets: Clean, fairly tight space.

The airport experience: OR Tambo in Johannesburg is very big and named after the exiled freedom fighter. In the apartheid era it was Jan Smuts Airport where All Black teams arrived to a taste of the fanaticism that would doom them to successive failures and where one infamously said he was looking forward to “scoring more off the field than on”. The security is formidable, heavy iron grilles, lots of guards and I was a bit of a shambles after 26 hours’ journey time, rumpled suit on top of other clothes, pockets full and inevitably triggering alarms and well deserving of closer inspection. One stern-looking guard undid my shirt buttons and, just as I was preparing for a fairly intimate frisk, did them up again – this time in the right order – turned my collar over my jacket, smiled, gave me two thumbs up and told me it was “a much better look”.

Would I fly again? Certainly, but I’d also love to make the two-day “reverse trek” to the Cape in a car.
• Business Herald aviation reporter Grant Bradley flew as a guest of SAA.

 

The New Zealand Herald

Flight check: Emirates A340 Airbus

3:00 PM Thursday Jun 27, 2013

Linda Herrick flies Emirates from Dubai to Venice

Photo / Christchurch Star

Photo / Christchurch Star

The plane: A340 Airbus.

Class: Economy.

Price: Part of an Auckland to Venice low-season package of $2485.

On time?: Bang on. No mucking around. This is more like it, after schlepping up from Auckland to Brisbane (a seven-hour wait in its bleak transit lounge in the wee hours: avoid) then to Singapore in a B777-300 that had the ambience of a sardine can. The A340 looks clean and new. Ultra-smooth take-off and a banking swoop over Dubai’s The World sand islands, which are looking decidedly droopy.

My seat: 21A. A window seat; bigger and much more comfortable than the B777, which had very tight leg space, even for a shortie like me. No chance to snooze. The views as we cross from Dubai and head towards the Adriatic are far too interesting.

Fellow passengers: A glam bunch; including beautiful PDA couples, a chorus of “grazies” and the heady aroma of expensive men’s cologne. Seated next to me in our two-four-two row is a friendly yet (thankfully) silent Venetian girl with corn-row hair, white trackies and long nails more manicured than the Giardini lawns.

How full?: About 90 per cent.

Entertainment: Highly entertaining Hitchcock, starring Anthony Hopkins and Helen Mirren. Emirates’ entertainment channels have dozens of free, new, classic and world movies on hi-tech touch-screens. Later I switched to a talking book: Hugh Bonneville reading Goldfinger. The benign Downton Abbey star did an excellent turn as a menacing James Bond.

The service: Friendlier than the previous legs. There was a great mood on this flight – and why wouldn’t there be? Flying into Venice must be one of the happiest experiences a traveller can have.

Food and drink: Er, that’s a blur but I vaguely recall a small salad, shrimp cocktail and chicken casserole. After 30 hours and so many legs the meals were all starting to look and taste the same.

The toilets: Very clean. Nice fresh cologne. Tried not to look in the mirror. Thirty hours of flying does one’s complexion no favours.

Luggage: A generous 30kg. My suitcase weighed less than 20kg. That was about to change.

The airport experience: The arrival area at Marco Polo airport was surprisingly shabby. Only two bored-looking staff manned the immigration desks so progress was a trickle. Once through, you grab your bags but must pay for a trolley. Tricky if you have no euro coins. Thank goodness for wheeled suitcases. The departure point for private water taxis (they charge up to €100 ($170) for the one-hour ride to Venice) or the public-service Alilaguna boats are a 10-minute walk; buy a €15 Alilaguna ticket at the airport before leaving. The experience of waiting in the rocking, floating “shed”, then boarding by walking a plank, is surreal.

Would I fly this again? Per favore. But I would avoid the Brisbane transit. Mostruoso.

 

The New Zealand Herald

Auckland: Under the sea

By Danielle Wright

11:00 AM Saturday Jul 6, 2013

Danielle Wright takes a look underneath the sea at the Auckland War Memorial Museum’s Moana – My Ocean exhibition

Fun, scary and bizarre undersea creatures are on show at the museum. Photo / Danielle Wright

Fun, scary and bizarre undersea creatures are on show at the museum. Photo / Danielle Wright

One of the first messages we read inside the Moana – My Ocean exhibition is that most of the oxygen we breathe was made in the sea by tiny marine plants invisible to the public eye and therefore important for human survival. It makes the exhibition immediately relevant for everyone here.

The exhibition puts into context the weird and wonderful creatures we swim and sail over, as well as highlighting the importance of conservation. It took two years to create in partnership with top marine experts.

We watch birds flying on a wide screen through oversized yellow binoculars and the kids have the task of finding birds with leg bands, those flying in formation or feeding. Anything involving binoculars is always a hit.

Throughout the exhibition there are many chances to follow the life cycle of marine animals, such as the life of a snapper as it grows from a tiny larva into a top predator. There are also snapper skeleton mouths attached to illustrated bodies and giant crayfish claws attached to drawn-in bodies.

We read stories about our oldest marine reserve in Leigh, one of 34 now around the country from the Kermadecs to the sub-Antarctic islands.

There are also things to view under telescopes, and listening stations with underwater symphonies from animals living on a reef – apparently some larvae can hear these sounds from up to 40km away.

One area is set up with a 3D movie with kids – sitting in bean bags wearing 3D glasses – glued to a screen showing an underwater scene. The effect makes you feel like you too are under water.

One mother behind us sits still in her beanbag, exclaiming over and over: “Isn’t it amazing, it’s just so exciting, I feel like I can just touch it.”

That sets all the kids in the room off as they each take turns to touch the screen, daring each other one by one, before a single teenage voice of dissent bursts their bubble: “It’s not actually that exciting if you take the 3D glasses off.”

Later, we see early 14th century Maori fish-hooks made of two pieces of shaped shell and walk through a room filled with life-sized sharks with dark shiny eyes and menacing smirks.

We sit on the ground watching a Vampire Squid Theatre on the roof of one sectioned-off area and walk past amazingly strange marine creatures, like a goo-squirting shrimp, a whipnose anglerfish that swims upside down and a female anglerfish with smaller male fish, sometimes up to six, who have sniffed her out in the darkness only to attach themselves to her side: and stay there for life.

There is also plenty of coral. One, the bubblegum coral, is the largest living thing on the sea floor and known as the kauri tree of the sea because it can live for more than 400 years.

Where I was growing up opposite a surf beach, most of us wanted to become marine biologists (or the boys: professional surfers).

This exhibition takes me back to those childhood protective feelings towards the ocean. For that reason, Moana – My Ocean is not only a fun morning out with the kids, but it is also an important morning out, showing the next generation how important it is to care for the fragile ocean that surrounds us.

Fishy Business

• The Moana – My Ocean exhibition is on now in the Special Exhibitions Hall of the Auckland War Memorial Museum, The Domain, Maunsell Rd, Parnell; opening hours 10am-5pm, free entry, aucklandmuseum.com.

• Next time you head to the beach, download the museum’s free marine app NZ Marine Life and see what you can spot. NZ Marine Life – available now in theApple app store.

• See the gorgeous-looking new underwater diving series Descending on the big screen and join a Q&A with its Kiwi host Ellis Emmett. Family sessions, July 19 and 20, 11am. Free.

• Join the nautical Night at the Museum including a “Crossing the Line” party with Neptune and signalling messages across the water to the navy museum. Fish & Ships: Night at the Museum, July 23 to 25 from 6pm. $15 (Door sales $20).

By Danielle Wright

The New Zealand Herald