Ceará assina contrato com Arena Castelão nesta quinta-feira

Até 2018, equipe de Porangabuçu mandará jogos com exclusividade no estádio. Antes, o Ferroviário já havia assinado com a Arena Castelão

O Ceará assinará contrato de exclusividade com a Arena Castelão, nesta quinta-feira, até 2018. Estarão presentes na solenidade o presidente do clube, Evandro Leitão, o secretário Especial da Copa 2014 no Ceará, Ferruccio Feitosa, e o presidente da Arena Castelão, Silvio Andrade. O evento terá início às 9 horas, no Auditório Blanchard Girão, anexo ao Castelão.

Torcida do Ceará na Arena Castelão na partida contra o ASA-AL pela Copa do Nordeste (Foto: Divulgação/Cearasc.com)
Torcida do Ceará na Arena Castelão
(Foto: Divulgação/Cearasc.com)

– Nós ficamos felizes com mais essa parceria e podemos garantir que a Arena Castelão é sim a casa dos cearenses que adoram o futebol. O nosso desejo é que os melhores clubes mandem seus jogos com exclusividade no maior equipamento do Norte/Nordeste – declarou Ferruccio.

O Ceará será o segundo time local a fechar contrato de exclusividade com a Arena Castelão. No último mês de março, o Ferroviário passou a mandar seus jogos no estádio. O acerto foi feito em negociação entre a Arena e a diretoria do time até 2018.

– O Ceará Sporting Club é mais um time que adota o Castelão como casa e quer lotar suas arquibancadas. O resultado dessa parceria é a interação deste equipamento com a população local, que vai aproveitar a herança desta arena com padrões internacionais, orgulho dos cearenses – finalizou o secretário.

Cena final: Jorginho teve orientação recusada por Felipe em campo

Antes de cair, técnico, que disse ao goleiro para ir à área em falta no fim do jogo, alega entender negativa ao recordar o gol sofrido diante do Botafogo

Felipe goleiro Flamengo (Foto: Alexandre Durão / Globoesporte.com)

Felipe não quis ir para o ataque no fim do jogo
(Foto: Alexandre Durão / Globoesporte.com)

Agachado e com os cotovelos sobre os joelhos, Felipe era a imagem da desilusão na derrota por 1 a 0 do Flamengo para o Náutico, quarta-feira, em Florianópolis, pela quarta rodada do Brasileirão. A cena era uma mistura de indignação pela falha da defesa no gol de Rogério, que escorou livre na sua frente, e lamento pela quarta partida sem vitória na competição. Não foi de impotência porque teve a chance de buscar a igualdade, mas recusou. Na verdade, ignorou orientação de Jorginho, que pediu para que ele subisse ao ataque em falta no minuto final. Esta foi uma das últimas orientações do treinador, demitido após o revés no Orlando Scarpelli.

Assim que o árbitro assinalou a infração a favor dos rubro-negros na lateral esquerda de ataque, o treinador deu sinal verde para o goleiro. Como estava, Felipe ficou. Jorginho chegou a apontar o relógio justificando a liberação, mas nada mudou. Em coletiva, o comandante rubro-negro aceitou a postura do camisa 1 e lembrou o gol sofrido por ele na semifinal da Taça Guanabara, contra o Botafogo, quando foi à área adversária e Vitinho castigou no contra-ataque.

– Não é desespero. Você não tinha mais o que fazer, eram alguns segundos de jogo, perder de um ou de dois não faria diferença, não tinha tempo. Falei com ele que não tinha problema, mas entendo bem a questão do Felipe. Ele saiu e tomou o gol . Entendi bem, mas deveria ter ido – disse Jorginho, pouco antes de ser demitido.

Com dois pontos, o Flamengo é o penúltimo colocado no Brasileirão e encara o Criciúma, sábado, às 16h20m (de Brasília), pela quinta rodada da competição, a última antes da paralisação para Copa das Confederações. A equipe treina em Floripa quinta e sexta-feira, quando segue para o interior de Santa Catarina.

Jorginho é demitido do Flamengo

Apesar de longo período para treinamentos, técnico não consegue dar identidade ao time e diretoria decide por mudança imediata

Atuações abaixo da média, muitas mudanças na equipe titular, substituições que não surtiram efeito e o pior início de Brasileirão do Flamengo desde 2001. Como se não bastasse isso tudo, a falta de identidade para equipe mesmo após longo período de treinos, com dois jogos em 38 dias após a eliminação do Carioca. A soma dos fatores citados foi suficiente para que a diretoria demitisse Jorginho após a derrota por 1 a 0 para o Náutico , quarta-feira, em Florianópolis. Ainda com uniforme de jogo, o treinador foi chamado por Wallim Vasconcelos, vice de futebol, e Paulo Pelaipe, diretor executivo, para ser comunicado da decisão. Aílton Ferraz, auxiliar técnico, sai junto, enquanto o preparador físico Joélton Urtiga permanece.

Na madrugada de quinta-feira, vândalos picharam o muro da Gávea. Um dos principais alvos era justamente Jorginho. O presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, o diretor executivo de futebol, Paulo Pelaipe, e o meia Carlos Eduardo, contratado como grande reforço para 2013, também não foram poupados.

muro pichado flamengo gávea (Foto: Fábio Leme )
Jorginho sofre protestos durante a madrugada em que deixou o clube (Foto: Fábio Leme )

Na ausência de Jorginho, quem comanda o treinamento desta quinta-feira, no CT do Figueirense, é o auxiliar técnico Jayme Almeida. O ex-zagueiro do clube será o responsável por dirigir o time também na partida contra o Criciúma, sábado, às 16h20m (de Brasília), no Heriberto Hulse, pela quinta rodada do Brasileirão, a última antes da paralisação para Copa das Confederações.

De um dos camarotes do Orlando Scarpelli, o vice de futebol, Wallim Vasconcellos, e o presidente Eduardo Bandeira de Mello assistiram ao revés para os pernambucanos e não gostaram nada do que viram em campo. Não apenas do resultado, o que é óbvio, mas muito também da impotência da equipe. Desde a partida contra a Ponte Preta a insatisfação já estava evidente, mas foi aliviada pela boa exibição diante do Santos. Assim que chegaram ao hotel onde a delegação está hospedada, os dirigentes se reuniram com Pelaipe para tomar a decisão.

Jorginho jogo Flamengo contra Náutico (Foto: Cristiano Andujar / Agência Estado)
Derrota para o Timbu custou o cargo de Jorginho (Foto: Cristiano Andujar / Agência Estado)

A conversa foi rápida, e logo em seguida Jorginho, Aílton e Joélton foram convocados para ouvirem o veredito. O diálogo com o treinador não contou com a presença do presidente e foi longo. Resignado,  ele apertou a mão da dupla e seguiu para seu quarto. Em seguida, foi a vez de Aílton, que ouviu um pedido de desculpas do vice de futebol e retribuiu da mesma maneira, elogiando ainda a postura da diretoria.

Ao término do encontro, Wallim foi indagado pela reportagem do GLOBOESPORTE.COM sobre o teor da reunião e desconversou:

– Não existe nada. Estávamos falando apenas do jogo – disse, saindo com rapidez para o elevador.

Segundos depois, porém, o próprio Jorginho confirmou a demissão:

– Já fui mandado embora.

Ainda no Orlando Scarpelli, o ex-treinador do Flamengo já abordava o tema com tranquilidade e sabia que não estava completamente seguro no cargo.

– O Muricy foi mandado embora. Se o Muricy, que é campeão para caramba, foi demitido, por que não pode acontecer comigo? É a coisa mais natural. Não deveria ser, mas quando não acontecem os resultados… Não me preocupo com isso, estou fazendo um trabalho de coração. Se o torcedor não está feliz, nós também não estamos. Mas podem ter certeza que dou a vida. Faço o melhor. Vamos continuar trabalhando. Nem sempre quem começa bem, termina bem o campeonato. Normalmente, o melhor fica para o fim.

Questionado sobre o desempenho muito ruim mesmo após um longo período para acertar o time, passando inclusive por uma intertemporada em Pinheiral, Jorginho admitiu que o resultado não é o esperado. Por outro lado, lamentou o desperdício de oportunidades contra Peixe, Timbu e Furacão.

– Tivemos tempo para trabalhar, como todos tiveram. Mas estamos tendo dificuldades. Não podemos deixar de reconhecer e fixar que tivemos chances de vencer Atlético-PR, Santos e Náutico. Se conseguíssemos esses nove pontos, o discurso seria outro.

No comando do Flamengo desde março, Jorginho conquistou sete vitórias, quatro empates e sofreu três derrotas, para Audax, Ponte Preta e Náutico.

Flamengo 0 x 1 Náutico

O Náutico se defendeu bravamente e conseguiu aproveitar uma das poucas chances que teve para arrancar na raça uma vitória por 1 a 0 sobre o Flamengo em Florianópolis, pela quarta rodada do Brasileiro, duelo que acabou custando o cargo de Jorginho. O treinador foi demitido pela diretoria do clube da Gávea após a partida. Com o resultado, o time pernambucano quebra um jejum de seis jogos contra o Rubro-Negro (o último triunfo havia sido em 2007, nos Aflitos), conquista seu primeiro resultado positivo na competição e se coloca fora da zona de rebaixamento, em 16º lugar com quatro pontos. Rogério marcou o gol, aos 37 minutos do segundo tempo, diante de 5.033 pagantes (5.241 presentes), para uma renda de R$ 263.189.

Do lado rubro-negro, mais preocupante do que os resultados é a atitude do time e a total falta de capacidade de se impor em campo, mesmo diante de rivais de baixa qualidade técnica. O Fla segue sem vencer no nacional e está na penúltima colocação, com apenas dois pontos ganhos. O Flamengo já enfrentou três das outras equipes que estão nas últimas posições na tabela (Náutico, Ponte Preta e Santos) e não ganhou de nenhuma delas.

– Estamos jogando bem independentemente da formação, mas não estamos conseguindo fazer os gols. Não tem explicação. Os times vêm fechados, e não conseguimos superar isso. Precisamos esquecer essa pressão e ganhar os jogos – afirmou Luiz Antonio.

Os cariocas fazem uma última partida pelo Brasileiro, antes da paralisação em razão da Copa das Confederações, diante do Criciúma, no sábado, às 16h20m, no estádio Heriberto Hülse. Já o Náutico joga novamente fora de casa, desta vez contra o Coritiba, no domingo, às 18h30m, no Couto Pereira.

– Jogamos bem e fizemos o que o Levi (Gomes) pediu. Conseguimos a vitória com determinação – afirmou o atacante Rogério na saída de campo no Scarpelli.

João Paulo jogo Flamengo contra Náutico (Foto: Alexandre Vidal / Fla Imagem)O lateral-esquerdo João Paulo recebe forte marcação do Náutico (Foto: Alexandre Vidal / Fla Imagem)

O técnico Jorginho vive uma situação complicada. Seu único armador mais clássico, Carlos Eduardo, não consegue render. Sem ele, o meio-campo se enche de volantes, o que se traduz em menos criatividade e velocidade. Com três atacantes, o time deveria ser agudo, mas Rafinha, Gabriel e Paulinho não emplacam, e os centroavantes sofrem. Em quatro jogos, são quatro escalações diferentes, e o time não se encaixa.

Insistência pelo meio atrapalha o Fla

Contra o Náutico, o treinador sacou Carlos Eduardo e Gabriel e voltou com Renato e Rafinha. Assim, Elias ganhou mais liberdade para aparecer como elemento surpresa, como na primeira boa chance rubro-negra, na qual o volante fez boa jogada com Léo Moura, e Hernane desperdiçou, logo aos sete minutos. Pouco depois, o próprio Elias concluiu com perigo, para fora. O Náutico, muito limitado tecnicamente, justificava sua posição na tabela e, recuado, basicamente se defendia.

Pouco inteligente, no entanto, o Rubro-Negro mais uma vez empacava diante de um sistema de marcação mais postado. O time insistia nas bolas pelo meio, facilitando o trabalho da zaga pernambucana. A posse de bola era toda do Flamengo (64% contra 36% no primeiro tempo), e o Náutico pouco ameaçava – ainda assim, a superioridade não era tão clara. Tanto que a chance mais perigosa foi do Timbu, em contra-ataque de Jones Carioca que Felipe salvou com o pé. No fim da primeira etapa, o Flamengo até ensaiou uma pressão, mas não impediu as fortes vaias no intervalo.

Hernane perde chance; Rogério não perdoa

O panorama seguiu complicado para o Rubro-Negro no segundo tempo. Lento e sem inspiração, o time mal chegava ao gol de Gideão. Diante da inércia, Jorginho lançou Val e Gabriel no lugar de Rafinha e Paulinho. Impaciente, a torcida vaiou forte, e gritos de “burro” ecoaram no Orlando Scarpelli. Os catarinenses até tentavam empurrar a equipe, mas o que era apresentado em campo esfriava qualquer entusiasmo.

Quando a situação é difícil, é fundamental aproveitar as poucas oportunidades que aparecem. Mesmo desordenado, o Flamengo teve uma excelente chance de abrir o placar. Mas Hernane conseguiu furar uma cabeçada quase na pequena área, sozinho, de frente para o goleiro. Depois, ele saiu para entrada de Adryan, deixando o time sem uma referência na área. Rogério teve uma oportunidade semelhante, não perdoou e abriu o placar depois de cruzamento de Hugo. A torcida foi ao desespero, e o Flamengo também. Renato foi expulso e o Timbu conseguiu segurar um resultado muito comemorado pelos jogadores.

Cruzeiro 1 x 0 Corinthians

Cruzeiro e Corinthians entraram na quarta rodada do Campeonato Brasileiro com chances de liderança da tabela da competição. Sem um futebol convincente, porém, foi difícil achar uma jogada que resultasse em gol. Só de pênalti. Graças à insistência celeste e à competência de Dagoberto numa penalidade máxima, o Cruzeiro fez 1 a 0 na noite desta quarta-feira, em Sete Lagoas, e assumiu a ponta por ter maior número de gols marcados – nove, contra sete do São Paulo. Outros quatro times (Vitória, Grêmio, Botafogo e Bahia) também têm sete pontos.

A volta do Cruzeiro à Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, foi na medida. Após mais de um ano afastado do estádio, o time celeste deu um presente à torcida que lotou o local e fez muita festa, apesar de alguns momentos de protestos contra o técnico Marcelo Oliveira. Ao menos por enquanto, o time está cumprindo seu objetivo: ficar no grupo dos classificados para a Taça Libertadores.

Objetivo que o Corinthians também tinha, mas não consegue alcançar por causa de um futebol burocrático, sem a mesma eficiência de antes. Com cinco pontos, o Timão já não pode mais tornar realidade sua meta para as primeiras cinco rodadas – eram 10 pontos nos planos.

Dagoberto, Cruzeiro x Corinthians (Foto: Washington Alves/Vipcomm)
Dagoberto, do Cruzeiro, em lance com Fábio Santos, do Corinthians (Foto: Washington Alves/Vipcomm)

Nem Pato, nem Mito. Deu ídolo

O Cruzeiro controlou a posse de bola por quase todo o primeiro tempo, mas não teve chances claras de gol. Tocou, tocou, tocou, e na hora de chegar perto do gol de Cássio, os zagueiros corintianos salvaram – ou a equipe celeste tropeçava nos próprios erros de passes. Marcelo Oliveira ainda teve de fazer uma troca logo no início: Ceará, machucado, deu lugar a Mayke. Mesmo consciente, o bom time do Cruzeiro não traduziu o toque de bola de Diego Souza, Everton Ribeiro e Dagoberto em oportunidades reais.

Todos os grandes lances passaram pelos mesmos pés – todos eles bem longe do gol defendido por Cássio. Lá do outro lado do campo, três protagonistas se encontraram. Alexandre Pato, Dedé e Fábio, quase sempre juntos, em quatro diferentes cenas com o mesmo final feliz para o goleiro cruzeirense.

Pato vive um incômodo jejum de gols que chega agora a oito jogos. Sem Guerrero, infiltrou-se como centroavante e aterrorizou Dedé, provocando pelo menos duas falhas grotescas do zagueiro chamado de Mito pela torcida celeste – e anteriormente pela vascaína. O corintiano sempre levou vantagem sobre o beque rival.

O problema é que passar por Dedé não era suficiente. Primeiro, bola enfiada por Emerson, chute cruzado, defesa de Fábio. Minutos depois, lançamento em profundidade, matada com estilo no peito, defesaça de Fábio. No fim, falha da zaga cruzeirense, bola limpa para Pato, intervenção milagrosa de Fábio. Sem contar uma bola para fora, de pé esquerdo, também livre na grande área. Entre o Pato e o Mito, melhor mesmo para o goleiro, ídolo e capitão do Cruzeiro.

Leandro Guerreiro Emerson Sheik, Cruzeiro x Corinthians (Foto: Washington Alves/Vipcomm)
Leandro Guerreiro disputa com Emerson Sheik
(Foto: Washington Alves/Vipcomm)

Jogo arrastado e pênalti decisivo

No primeiro tempo, ao menos, o Corinthians criava chances de gol. No segundo, só o Cruzeiro mostrou disposição em buscar a vitória, mesmo com a impaciência da torcida local, que lotou a Arena do Jacaré. A cada erro ofensivo, um apupo, uma vaia, quase sempre contra o técnico Marcelo Oliveira. Quando ele trocou Anselmo Ramon por Luan, alguns protestos puderam ser ouvidos.

Perigo, mesmo, só na bola aérea. Dedé, agora mais tranquilo, foi quem chegou mais perto do gol – uma cabeçada à direita do gol de Cássio, aos cinco minutos. Depois, o toque de bola, mais uma vez, não foi traduzido em chances real de gol.

Após os 30, a pressão aumentou. A cobrança de falta de Dagoberto raspou a trave de Cássio. Três minutos depois, Elber teve chance quase na pequena área, ajeitou, mas soltou a bomba nas arquibancadas. A paciência da torcida celeste foi embora, mas só até os 37: o mesmo Elber sofreu pênalti claro de Fábio Santos. Dagoberto bateu com tranquilidade, no canto direito de Cássio: 1 a 0.

Tite mexeu pouco no Corinthians – colocou apenas Romarinho na vaga de Douglas, para tentar dar velocidade ao meio-campo. Nada que mudasse o destino de um jogo arrastado, enfadonho, duro de assistir. Um 0 a 0 era até merecido, mas o Cruzeiro foi premiado pela insistência. O Timão, mais uma vez, mostrou que é apenas sombra daquele forte elenco campeão mundial.

Dagoberto, Cruzeiro x Corinthians (Foto: Washington Alves/Vipcomm)
Dagoberto comemora gol do Cruzeiro sobre o Corinthians (Foto: Washington Alves/Vipcomm)

C´est fini-Fernando Carrillo estará no Domingo Legal no dia 09/06/2013-Flávio Ricco volta amanhã ás 12h00 de Fortaleza

 

O “Domingo Legal”, do Celso Portioli, no SBT, receberá no próximo programa o galã de “Rosalinda”, Fernando Carrillo.
A novela, em reprise, está sendo apresentada, diariamente, às 14h30.

Então é isso. Mas amanhã tem mais. Tchau!