“Chiquititas” tem data de estreia definida no SBT

https://i0.wp.com/natelinha.ne10.uol.com.br/imagem/noticia/d7af843bfcc7eb6cb074804583f84f35.jpg

Depois de algumas especulações, o SBT definiu a data de estreia da nova versão de “Chiquititas”, que está em sua produção a todo o vapor.

Segundo o jornalista Fernando Oliveira, da coluna “Na TV”, todo o elenco e direção já foram informados que a novela começará a ser exibida no dia 15 de julho.

A previsão é que a trama tenha a mesma duração de “Carrossel”, cerca de um ano, e que consiga o mesmo ou até mais êxito comercial que a sua antecessora. Para isso, já estão sendo programados lançamentos de CDs, DVDs, bonecos dos personagens e uma linha completa de material escolar com a marca do folhetim.

“Chiquititas” será protagonizada por Manuela do Monte e terá no elenco atores como Guilherme Boury, Emílio Eric Surita e Letícia Navas. O remake está sendo escrito por Íris Abravanel e terá direção de Reynaldo Boury.

NaTelinha

Especial “Dona Xepa”: A dedicação integral de uma mãe pelos filhos

https://i2.wp.com/natelinha.ne10.uol.com.br/imagem/noticia/9cf2a8f81c6919ac93a91325380588e2.jpg

A história contada por Pedro Bloch na peça “Dona Xepa” ganha uma nova roupagem na TV. Após a versão de 1977, escrita por Gilberto Braga para a Globo, agora é a vez da Record apostar na trama, que desta vez será redigida por Gustavo Reiz, que faz sua estreia como autor principal de uma telenovela.

“Dona Xepa” narra uma história atemporal sobre o amor de uma mãe pelos filhos. Ambientada em São Paulo, o folhetim mostrará duas realidades bastante distintas: uma feira livre contrastando com a alta sociedade paulistana. Temas como o avanço imobiliário sobre as regiões residenciais, a ascensão da classe C, a influência da internet na vida das pessoas e a busca pela fama são algumas das novidades da adaptação que a Record estreia nesta terça (21), às 22h30.

A novela gira em torno da feirante Carlota Losano (Ângela Leal), uma mulher sem estudos, simpática e de temperamento explosivo, mais conhecida como Dona Xepa pelos amigos da Vila do Antigo Bonde. Ela ganhou esse apelido devido ao fato de distribuir as sobras de sua barraca na feira aos mais necessitados. No passado, Xepa foi abandonada pelo marido Esmeraldino (José Dumont) e se viu obrigada a exercer o papel de mãe e pai para garantir um futuro digno aos filhos Édison (Arthur Aguiar/foto/abaixo) e Rosália (Thais Fersoza).

Questionada por muitos por se dedicar quase integralmente aos filhos, a personagem nunca hesitou de fazer tudo por eles. No entanto, nem sempre a dedicação de uma mãe irá render os frutos esperados e, assim, Dona Xepa sofrerá com decepções no desenrolar da trama.

Ficha técnica

Escrita por Gustavo Reiz
Direção de Ivan Zettel
Inspirada na peça “Dona Xepa”, de Pedro Bloch
Adaptada para a TV pela primeira vez em 1977 por Gilberto Braga
Estreia: 21/05
Horário: 22h30
Antecessora: “Balacobaco”, de Gisele Joras

Elenco

Ângela Leal – Dona Xepa

Alessandra Loyola – Camila
Alexandre Barillari – Robério Escovão
Ana Clara Pintor – Gisele
Ana Zettel – Lady
Angelina Muniz – Pérola
Aracy Cardoso – Alda
Arthur Aguiar – Édison
Augusto Garcia – Graxinha
Bemvindo Siqueira – Dorivaldo
Bia Montez – Matilda
Castrinho – Ângelo
Diego Montez – Rick
Emilio Dantas – Benito
Gabriel Gracindo – François
Gabriela Durlo – Isabela
Giuseppe Oristânio – Feliciano
Gustavo Moretzsohn – Professor Miro
Íttala Nandi – Madame Catherine
Jeniffer Setti – Inocência
José Dumont – Esmeraldino
Juan Alba – Marcos
Luiza Tomé – Meg Pantaleão
Manoelita Lustosa – Terezinha Cho
Manuela Duarte – Cíntia
Marcella Muniz – Geni
Márcio Kieling – Vítor Hugo Pantaleão
Maurício Mattar – Júlio César Pantaleão
Pérola Faria – Yasmin
Rayana Carvalho – Lis
Robertha Portella – Dafne
Thais Fersoza – Rosália

O arquiteto da família

Édison é o caçula da casa. Namorado de Yasmim (Pérola Faria), sua vizinha na Vila do Antigo Bonde, o garoto cursa Arquitetura em uma faculdade particular e dá aulas de futebol para uma comunidade carente. O jovem precisa lidar com duas realidades bem diferentes. Enquanto convive com sua rotina de filho de feirante, ele lidar com jovens ricos que frequentam a faculdade, como Rick (Diego Montez) e Cíntia (Manuela Duarte).

Por desenvolver modernos projetos arquitetônicos, Édison despertará a antipatia de Lis (Rayana Carvalho), uma estudante de história que faz de tudo para preservar o patrimônio histórico. O rapaz quer, por meio do trabalho, dar uma vida melhor para sua mãe. Porém, com vergonha de suas condições sociais, ele esconde de seus amigos a sua verdadeira origem. E, a partir disso, os planos de Édison caminham para rumos bem diferentes do que ele havia imaginado.

Tudo para mudar de vida

Assim como o irmão, Rosália também quer crescer na vida. Porém, a garota, que se formou em Direito em uma faculdade particular e trabalha no escritório do advogado Marcos (Juan Alba), com quem mantém um relacionamento secreto, quer melhorar de vida por um caminho mais curto que o adotado por Édison. Sedutora e ambiciosa, Rosália vê no casamento com um homem rico a oportunidade de ter uma ascensão social.

Com essa meta, ela se aproxima de Isabela (Gabriela Durlo), filha do deputado Feliciano Barros (Giuseppe Oristânio) e noiva do empresário Vítor Hugo Pantaleão (Márcio Kieling). Ao perceber que a amiga leva a vida que ela sempre sonhou, Rosália resolve usar de mentiras e armações para tomar o noivo da melhor amiga. Para driblar a mãe, que não concorda com sua postura, Rosália é capaz de enganá-la e até passar por cima dos conselhos de Xepa.

No entanto, o caminho não será tão fácil para Rosália. Ao se aproximar de Isabela e Vítor Hugo, ela despertará o interesse do mau-caráter François (Gabriel Gracindo), um homem interesseiro, filho da estilista Catherine (Íttala Nandi) e que trabalha na empresa “Sabor e Luxo”, administrada pela família Pantaleão. Desde o início, ele desconfia das mentiras de Rosália, o que pode levá-lo a tornar-se uma ameaça aos planos da garota ou, quem sabe, até um potencial aliado.

Já Benito (Emilio Dantas), amigo de infância de Rosália, não acredita que a garota é maldosa, como alguns desconfiam. Ele, que sempre foi apaixonado por ela, acredita que no futuro ficarão juntos. Pensamento oposto tem Rosália, que mesmo sentindo algo pelo rapaz, jamais se envolveria com alguém tão pobre como ela. O que nenhum dos dois esperava é que suas vidas voltariam a se cruzar no futuro.

A Vila

O principal cenário de “Dona Xepa” é o pequeno bairro da Vila do Antigo Bonde, uma região com características de cidade do interior, cercada por vários edifícios arranha-céus. Assim como nas pequenas cidades, no bairro não faltam amizades e brigas entre vizinhos, fofocas, mistérios e romances. E é nessa região que funciona a tradicional feira livre, onde Xepa monta sua barraca e trabalha ao lado da ajudante Camila (Alessandra Loyola).

Durante o trabalho, Camila se envolve em vários barracos com a rival Matilda (Bia Montez), que também vende frutas na feira. Matilda é mãe de Dafne (Robertha Portella), uma jovem que faz de tudo para virar uma celebridade, inclusive desfilar caracterizada como Mulher Tutti-frutti na feira. As loucuras de Dafne são incentivadas pela filha dela, Gisele (Ana Clara Pintor) e pelo amigo Graxinha (Augusto Garcia).

Graxinha é o apelido de João da Graça, um mecânico que enfrenta problemas com o vizinho Robério Escovão (Alexandre Barillari), que aluga o andar de cima da casa onde funciona a borracharia para montar seu spa. Robério é um homem misterioso que chegou recentemente ao bairro e que deixa todos os moradores do local curiosos para descobrirem informações sobre seu verdadeiro passado.

O famoso pastel

Outro destaque do bairro é o famoso pastel de Terezinha Cho (Manoelita Lustosa), que faz sucesso na feira livre pelo fato de Terezinha jurar que a receita é de sua legítima família japonesa. No entanto, a versão dada pela pasteleira não engana muita gente, já que ela não consegue esconder seu sotaque nordestino.

Se o pastel faz sucesso com muitos fregueses, o quitute nunca agradou ao italiano Ângelo (Castrinho), dono da padaria do bairro, que vive reclamando do cheiro de gordura dos pasteis. Com a ajuda de Inocência (Jeniffer Setti), viúva do padeiro do estabelecimento, Ângelo é o típico personagem que sempre sabe de tudo que rola na vila.

O amigo fiel

Já as festas e reuniões dos moradores da região sempre acontecem na casa de samba Chorivaldo, mantida pelo melhor amigo de Xepa, o bondoso Dorivaldo (Bemvindo Siqueira). Ele era o melhor amigo de Esmeraldino, marido de Xepa que a abandonou no passado. Coube a Dorivaldo sempre amparar a protagonista nos momentos em que ela mais precisou, dando conselhos e alertando a amiga sobre a dedicação exagerada que ela tem pelos filhos. No entanto, ela nunca admitiu que alguém se intrometesse em assuntos familiares.

Uma realidade diferente

Apesar de ser ambientada em um fictício bairro popular da capital paulista, “Dona Xepa” também retratará a vida da alta sociedade paulistana. É o caso de Meg Pantaleão (Luiza Tomé), uma socialite casada com Júlio César Pantaleão (Maurício Mattar). Meg é ex-modelo e faz questão de ostentar sua riqueza em revistas e colunas sociais. Meg também é a garota propaganda da empresa do marido, a “Sabor e Luxo”.

Uma das rivais da ricaça é a elegante Pérola (Angelina Muniz), filha do fundador da “Sabor e Luxo”. Ela é casada com o deputado Feliciano, com quem teve a filha Isabela. No entanto, no passado, manteve um relacionamento com Júlio César, o que irrita Meg até os dias de hoje. Muitas vezes, as duas trocam farpas de forma velada. No entanto, em outras ocasiões, as duas se envolvem em grandes barracos, nos quais chegam às vias de fato. Na verdade, Pérola nunca aceitou perder a empresa da família para Júlio César, que era o braço-direito de seu pai.

Devido a isso, ela jura vingança aos dois e vê no casamento da filha Isabela com Vítor Hugo, filho de Júlio César e Meg, a possibilidade de recuperar o que lhe foi roubado no passado. Porém, tanto a família de Meg como a de Pérola guardam segredos, muitos deles conhecidos por Alda (Aracy Cardoso), fiel escudeira de Pérola.  E algumas dessas revelações mudarão completamente o desenrolar da história.

Versão de 1977

A peça de Pedro Bloch foi adaptada para o formato telenovela pela primeira vez em 1977. Na época, coube a Gilberto Braga transformar a trama para a TV. No folhetim veiculado pela Globo, Xepa foi interpretada pela falecida atriz Yara Cortes. Já os filhos Edson e Rosália foram vividos por Reinaldo Gonzaga e Nívea Maria. Assim como na versão atual, os dois filhos de Xepa buscavam a ascensão social e passaram a ter vergonha de suas origens.

Na trama de 1977, Rosália sempre rejeitou a paixão pelo vizinho Daniel (Edwin Luisi) e resolveu casar-se com Heitor (Rubens de Falco), filho da socialite Glorita Camargo (Ana Lúcia Torre). A história se repete na versão da Record, no entanto os nomes dos personagens foram atualizados para Benito (Emílio Dantas), Vítor Hugo (Márcio Kieling) e Meg Pantaleão (Luiza Tomé), respectivamente.

O autor

“Dona Xepa” marca a estreia de Gustavo Reiz como autor principal de telenovela. Antes disso, ele foi colaborador de Ana Maria Moretzsohn na novela “Luz do Sol” (2007) e autor da minissérie bíblica “Sansão & Dalila” (2011), ambas da Record.

O niteroiense de 31 anos começou a carreira cedo. Com apenas 12 anos, teve seu primeiro texto encenado. Desde então, escreveu várias peças, com destaque para a comédia juvenil “Confidências e Confusões Masculinas”.

Reiz ingressou na telinha aos 22 anos, quando foi convidado para participar de um workshop de roteiro com Doc Comparato no SBT. Seu bom desempenho o levou a ser contratado para o núcleo de teledramaturgia do canal de Silvio Santos. Na emissora, integrou a equipe de roteiristas da novela “Os Ricos Também Choram” (2005). Dois anos depois, recebeu convite para migrar para a equipe de dramaturgia da TV Record, onde permanece até hoje.

Anote na agenda

“Dona Xepa” estreia nesta terça (21), às 22h30, na Record.
 

NaTelinha

C´est fini-Flávio Ricco critica montagem da grade da Rede Record-Flávio Ricco volta amanhã ás 12h00 de Fortaleza

 

É uma judiação o que a Record fez com o “Ídolos Kids”, “escondendo” o programa no começo da tarde de domingo e onde já existia uma briga montada. Aliás, ao longo desses últimos anos, a Record teve alguns outros produtos muito bons, mas que se perderam e chegaram a um fim muito triste, pela inexistência de alguém com necessária capacidade para tocar a sua programação. Os erros se sucedem.

Faz falta um profissional especializado no setor.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Gilberto Barros está com problema auditivo

 

Pessoas da plateia e da própria Rede TV! reclamam do som, muito alto, na apresentação do “Sábado Total”. É de estourar os ouvidos.
Mas, dizem que o apresentador Gilberto Barros é quem quer assim.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery