Professora Helena do México é expulsa de reality por ato de vandalismo

“Reconheço que errei e peço desculpas”, disse Gabriela Rivero.

 

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Mais conhecida no Brasil como a professora Helena da versão mexicana da novela “Carrossel”, a atriz Gabriela Rivero foi expulsa do programa “Mi Sueños es bailar”, de uma TV latina dos Estados Unidos.

O incidente aconteceu após ela cometer um ato de vandalismo contra o carro de um dos produtores da atração de dança do canal.

Gabriela riscou o carro de luxo num momento de fúria. Segundo a atriz, tudo aconteceu pelos comentários do produtor sobre sua atuação no programa.

Ao ser chamada de volta à atração, Gabriela explicou o fato, envergonhada: “Fui levada pela emoção, estava chateada, reconheço que errei e peço desculpas”.

Logo em seguida, o apresentador do programa expulsou Gabriela Riveiro dizendo que seu ato de vandalismo vai contra as leis dos Estados Unidos.

 

 

NaTelinha

Record apresenta abertura de Dona Xepa

Durante a coletiva à imprensa, na manhã desta terça-feira, 07/05, a Rede Record apresentou a sua nova novela das dez, “Dona Xepa”. No evento, a emissora exibiu um clipe de lançamento e também a abertura do folhetim, assinado por Gustavo Reiz.

A atriz escalada para o papel principal é Ângela Leal. Além dela, nomes de peso como Luiza Tomé, Mauricio Mattar, Marcio Kieling, Rayana Carvalho, Giuseppe Oristânio, Gabriela Durlo, Emilio Dantas, Pérola Faria, entre outros, completam o elenco. “Dona Xepa”, de Gustavo Reiz, tem estreia confirmada para o dia 21 de maio, na faixa das 22h30, substituindo “Balacobaco”.

O Planeta TV

Carlos Lombardi garante que Pecado Mortal irá estrear em outubro

Via Twitter, o autor Carlos Lombardi confirmou que “Pecado Mortal”, a sua primeira novela na Record, estreará no segundo semestre de 2013.

“A novela estreia ainda este ano. A Record confirmou hoje”, disse o dramaturgo na rede social.

Recentemente surgiram boatos de que “Dona Xepa”, sucessora de “Balacobaco”, seria estendida e produzida em quase 180 capítulos, o dobro do previsto.

A princípio, “Pecado Mortal” tem sua estreia prevista para meados de outubro.

O Planeta TV

Que Fluminense teremos?

O Fluminense jogará amanhã.

E eu estarei assistindo.

Guerreiro? Não sei ao certo. É difícil imaginar a figura de um guerreiro com barriga de chopp e cerveja na mão. Dizem que os Vikings se amarravam numa bebida antes das batalhas, mas é difícil traçar um paralelo com povos tão antigos. Se bem que para beber nas cercanias de São Januário os tais dos Vikings teriam que ser corajosos. É coisa para gente grande.

Digo isso porque vi a chamada do marketing tricolor para o jogo. Guerreiros de todas as tribos. Legal. Tem gente que critica, que não gosta, mas eu acho que estamos no caminho certo. Sei que não dá para comparar nada com a gestão do Horcades, cujo marketing restringia-se, se muito, à uma placa envelhecida na porta de uma sala qualquer nas Laranjeiras, mas as ações estão sendo tomadas e eu prefiro lidar com erros e acertos do que com a inação.

Só acho que a preocupação sobre o momento atual não diz respeito à torcida. Garanto a todos: iremos. São Januário ficará colorido, com atmosfera de jogo decisivo. A torcida cantará, apoiará, fará uma de suas festas mais bonitas. Há na torcida tricolor uma evidente característica: não acompanhamos a lógica.

Se durante todo o ano de 2013 esperamos que o time nos motivasse, já entendemos que chegou a hora de fazer o oposto. Podem me cobrar. Nossa arquibancada estará sensacional, o estádio estará pulsando, com crianças, velhos e cadeirantes. Cada um levando sua história para o estádio. Cada um se reencontrando com seu Fluminense.

Mas qual Fluminense?

Meus amigos, agradeço a preocupação do clube com a torcida, mas proponho o exercício inverso: o que teremos amanhã no estádio do Vasco é a preocupação da imensa torcida com o seu Fluminense.

Que Cavalieri teremos? O goleiro da seleção brasileira que fechou o gol durante todo o ano passado, ou o goleiro apenas OK deste ano? O cara que pode ser titular na Copa do Brasil ou o bom goleiro que ficará satisfeito em integrar o grupo?

Que Bruno teremos? A maior promessa da lateral dos últimos anos ou o jogador burocrático, eficiente na marcação e tímido no apoio a que tanto nos acostumamos? Um jogador jovem e com chance de se tornar diferente, ou mais um desses laterais que daqui a algum tempo ninguém mais se lembrará?

Que dupla de zaga teremos? A bicampeã brasileira, a zaga que sempre foi sinônimo de luta, entrega e dedicação, ou a zaga que às vezes aparece pequenininha na frente de adversários que em outros momentos seriam engolidos pela disposição e vontade de Gum e Euzébio? Teremos o Gum do jogo contra o Cerro, o Euzébio imortalizado na baliza do Engenhão rodando sua camisa ou apenas a zaga que os torcedores querem que seja trocada imediatamente?

Que Carlinhos teremos? Meu Deus, que Carlinhos teremos? O lateral que chega ao fundo com a facilidade de um ponta, que se projeta, que parte pra cima, que tenta a jogada e que chegou à seleção, ou o “preguiça” de alguns jogos que parecia mais querer que a partida acabasse para tirar uma soneca? O lateral do cruzamento do gol do título de 2010, ou o das vaias da torcida?

E o Edinho? Que Edinho teremos? O leão dos jogos importantes, o cara que literalmente mostra as travas da chuteira e que é capaz de dar estabilidade ao time, o campeão mundial e da Libertadores pelo Inter, o volante que não foge da porrada, ou mais um desses 5 que passam pelo clube sem deixar saudades?

Que Jean teremos? O jogador que desequilibrou em 2012, o cara que deu a volta por cima na própria carreira e se reinventou no Fluminense, o jogador polivalente da seleção atual, ou apenas um meia que sabe tocar para o lado, sem se comprometer mais com os riscos que assumiu durante toda a carreira?

Que Wagner teremos? O cara que levou um apenas razoável cruzeiro para a final da Libertadores, um motor eficiente que sempre aliou disposição e boa técnica, ou o jogador que parece que vai sempre ficar no quase, desperdiçando talento para lá de óbvio?

Que Thiago Neves queremos? O homem que ficou a um gol de virar estátua no Maracanã, o único jogador na história a fazer três gols numa final de Libertadores, um meia completo, que marca, finaliza, cobra faltas e mete gol ou o jogador vaga-lume de tantas apresentações? O TN10 do imaginário do torcedor ou o Thiago do “quase deu”?

Que Rhayner teremos? Aquele jogador quase ridicularizado, perseguido pela torcida (inclusive por mim), incapaz de finalizar bem e que só tinha passado por times menores, ou o Leão incansável que dobrou toda a torcida na base da raça e da disposição descomunal? O Rhayner do jogo contra o Caracas, onipresente, ou o dos dois jogos seguintes, um jogador comum?

Que Nem teremos? O Messi de Xerém, a maior promessa tricolor dos últimos tempos, o jogador do drible insinuante, da progressão vertical, de levar porrada e continuar partindo para cima, ou a estrela cadente na qual está se tornando? O atacante de seleção ou o cara que, presunçosamente, acha que já queimou toda a lenha que tinha pra queimar?

Que Fred teremos? Um dos maiores centroavantes da história do clube ou o maior jogador da história do Fluminense? Repito: ou o maior jogador da história do Fluminense?

Pode soar como clichê, como motivação de quinta categoria, mas estou convencido de que as respostas à essas questões farão toda a diferença. Temos dois Fluminenses na prática. Um bom e um ruim.

A boa notícia é que nisso esse Fluminense é tão humano como qualquer um de nós.

A torcida saberá se comportar. Não tenho a menor dúvida disso.

O bom Fluminense encontrará o melhor cenário possível para aparecer.

E aparecerá, se o cara com a batuta na mão, se o homem que terá o poder de tomar as decisões mais importantes, for ao estádio decidido se será o Abel das desculpas, da falta de melhor senso crítico, da insistência injustificável, da demora na tomada de decisões, ou o Abel com a veia saltando no pescoço, o Abel de chuteiras, o treinador que venceu o Barcelona e que foi responsável direto por nosso quarto brasileiro.

O Fluminense não precisa se reinventar. O Fluminense precisa se responder.

Vamos pra cima dos caras. Serão 20.000 contra onze.

Será o Fluminense tetracampeão brasileiro, babando em cima de cada bola para conquistar a Libertadores que tanto merecemos.

Vamos, porra!

 

Texto extraído do blog do torcedor do Fluminense