Média mês Abril de 2013

https://i2.wp.com/natelinha.ne10.uol.com.br/imagem/noticia/626fffe817762d4cbc25cd8ced91fbdc.jpg

A Globo apresentou crescimento na audiência em abril, mês em que estreou sua nova programação.

Na média-dia, faixa compreendida entre 7h e meia-noite, a emissora cresceu quase um ponto em relação à março. Já no horário nobre, a melhora foi de dois pontos.

Segundo medição do Ibope entre os dias 1 e 29 de abril, a Globo registrou média-dia de 14,9 pontos, ante 14,1 no mês anterior.

Já das 18h à meia-noite, a audiência pulou de 23,3 pontos em março para 25,2 em abril.

As outras emissoras também apresentaram crescimento na audiência. Menos a Record.

O SBT, que em março teve média diária de 5,1 pontos, fechou abril com 5,6. A Band subiu menos, pulando de 2,5 para 2,6 pontos. Já a RedeTV! também mostrou sinais de recuperação, saindo de 0,8 ponto em março para 0,9 em abril.

Por fim, a Record caiu um décimo no último mês e fechou com 6,2 pontos, ante 6,3 em março.

Com informações da coluna “Outro Canal”.

NaTelinha

Asa de Arapiraca 3 x 0 Ceará Sporting Club

Atacante marcou um gol em cada tempo, dando a vantagem para o time de Alagoas, no jogo da volta. Didira completou goleada alagoana

 

O ASA goleou o Ceará por 3 a 0 na noite desta quarta-feira (1°), no Estádio Fumeirão, em Arapiraca-AL, no primeiro jogo da segunda fase da Copa do Brasil. Com dois de Léo Gamalho e um de Didira, o time do técnico estreante, Ricardo Silva, levou a melhor e tem boa vantagem para o jogo de volta. O Ceará, com o time praticamente reserva, não conseguiu se encontrar em campo e apenas arriscou chutes de longe, sem exigir muito trabalho do goleiro Gilson.

O jogo de volta será em Fortaleza, na próxima quarta-feira (8). Com o resultado da primeira partida, o Ceará precisa vencer por quatro gols, ou mais, se quiser passar para a próxima fase da competição nacional. Se retribuir o placar de 3 a 0, leva o jogo para os pênaltis.

O ASA pode perder por até dois gols de diferença e ainda assim está classificado. Resultados positivos para o Ceará com placar de três gols de diferença, mas com a equipe alagoana marcando (4 a 1, 5 a 2, por exemplo), favorecem o ASA.

Ceará se posta bem na defesa, mas sofre primeiro gol

O jogo começou tecnicamente fraco. Nenhum dos times conseguiu uma boa chance de gol nos primeiros 15 minutos da partida. A primeira boa chance da partida veio dos pés de Pingo. Aos 16 minutos, o atacante ficou cara a cara com Gilson e mandou uma bomba, exigindo boa defesa do goleiro do ASA. Na sobra, o mesmo Pingo mandou para fora. A defesa do Ceará estava bem fechada, mas aos 22 minutos, Léo Gamalho furou a zaga, fez um bom giro e chutou, marcando o primeiro gol do ASA, na partida.

O Ceará logo respondeu, três minutos depois. Em cobrança de falta, com um belo chute, a bola passou a direita do gol de Gilson, tirando tinta da trave. Quatro minutos depois, em contra-ataque, Wanderson roubou a bola de Gerley e rolou para Didira, que, na cara de Tiago, perdeu a chance de fazer o segundo gol do ASA. No fim do primeiro tempo, aos 43, o goleiro do Ceará, Tiago, ainda foi exigido em duas oportunidades, mas fechou o gol, evitando o segundo do time da casa.

ASA x Ceará, em Arapiraca, Copa do Brasil (Foto: Ricardo Lêdo/Gazeta de Alagoas)Léo Gamalho marcou dois e deu boa vantagem para o ASA (Foto: Ricardo Lêdo/Gazeta de Alagoas)

ASA marca mais dois e fecha a conta

A etapa complementar começou bem parecida com o primeiro tempo. Em um jogo bastante truncado, as duas equipes não conseguiram boas chances de gol. No entanto, aos 18 minutos, Tallyson, que tinha acabado de entrar, cruzou a bola com perfeição para Léo Gamalho que dominou e faz o segundo do ASA.

A partir daí, o Ceará começou a abusar dos chutes de fora da área, buscando pelo menos um gol para diminuir a vantagem do ASA, para o jogo de volta. Pingo e Rafael Vaz tentaram, mas pegaram muito mal na bola, sem perigo para o goleiro Gilson. No entanto, a equipe da casa estava inspirada e, após bobeira do zagueiro Douglas, Didira aproveitou a sobra e ampliou o marcador, aos 31 minutos.

O Ceará ainda tentou o gol de honra, mas sem sucesso. Epitácio, revelação da base do clube cearense, ainda teve boa chance aos 39 minutos. O atacante chutou em cima de Gilson, que teve reflexo e fez boa defesa. Fim do primeiro jogo e goleada do time de Alagoas, que leva ótima vantagem para Fortaleza, no jogo de volta.

Vitória satisfaz Jorginho: ‘Cada vez mais temos uma cara como equipe’

Técnico lamenta gol que evitou classificação direta, mas elogia atuação no triunfo por 2 a 1 diante do Campinense: ‘Já é a quarta vitória consecutiva’

A feição de lamentação ao apito final deixou claro: Jorginho achou que era possível eliminar o jogo de volta. A atuação consistente e a quarta vitória consecutiva, no entanto, são fatores suficientes para que o treinador do Flamengo volte para o Rio de Janeiro satisfeito com sua equipe. No 2 a 1 sobre o Campinense ,

nesta quarta-feira, em Campina Grande, pela segunda fase da Copa do Brasil, o Rubro-Negro não atropelou como fez diante de Remo e Fluminense, mas voltou a mostrçar uma evolução coletiva.

Se não fosse o desvio em Renato Santos no chute que resultou no gol dos paraibanos, não seria exagero dizer que o atual campeão do Nordeste quase não deu trabalho a Felipe. Após a vitória, no acanhado banco de reservas do Amigão, Jorginho analisou a partida e elogiou os comandados.

– Tivemos a infelicidade de tomar o gol no início do jogo, mas conseguimos nos recompor rapidamente. Tivemos o comando do jogo em todos os momentos. Praticamente não fomos ameaçados e criamos oportunidades. Poderíamos ter saído com a classificação. Não faltaram vontade e disciplina tática. Já é a quarta vitória consecutiva. Temos jogado bem, repetido a escalação, e isso é importante. Cada vez mais termos uma cara como equipe.

Ao repetir uma escalação pela terceira vez – não consecutiva por ter optado por reservas diante do Macaé -, Jorginho acredita que o Flamengo passa a ter uma identidade. Para isso, o clube pagou o preço da eliminação do Carioca enquanto o treinador dava oportunidade a todos os jogadores do elenco. Situação que o comandante encara com naturalidade.

Toda mudança precisa de um tempo para adaptação. Minha a eles e deles a mim. Tínhamos uma proposta clara de conhecer bem o grupo para saber com quem contaríamos. As coisas estão acontecendo e só tendem a melhorar”
Jorginho, técnico do Flamengo, sobre a
repetição da equipe nos últimos jogos

– Toda mudança precisa de um tempo para adaptação. Minha a eles e deles a mim. Tínhamos uma proposta clara de conhecer bem o grupo para saber com quem contaríamos. Podemos ter deixado escapar um ponto ou outro, mas se formos lembrar pressionamos bem em todos os jogos do Carioca. Vamos conhecendo o grupo cada vez mais. As coisas estão acontecendo e só tendem a melhorar – ponderou.

Com a vitória, o Flamengo pode até perder por 1 a 0 no jogo de volta, ainda sem local definido, que avança para pegar ASA de Arapiraca ou o Ceará. Jorginho, por sua vez, não quer saber de favoritismo ou relaxamento.

– Tomamos um gol tão rápido que o jogo ficou perigoso. A vantagem é boa, mas temos que entrar no próximo jogo concentrados e firmes. Lamento porque o nosso planejamento de intertemporada longa não será possível. Agora, vamos pensar no jogo de volta.

A delegação do Flamengo deixou Campina Grande em direção a João Pessoa de ônibus, onde pego um voo com destino ao Rio de Janeiro. O desembarca na capital carioca está previsto para a manhã desta quinta-feira.

Fla recebe convite da Fonte Nova para jogo de volta contra Campinense

Estádio baiano surge como favorito caso Maracanã seja negado. Confirmação, no entanto, depende do aval da Federação do Rio

A Fonte Nova pode ser a casa do Flamengo na partida de volta contra o Campinense, pela segunda fase da Copa do Brasil. Com a interdição do Engenhão, o clube trabalha para que o confronto, previsto para o dia 15 de maio, seja realizado no Maracanã. Caso não tenha êxito nas tratativas, o estádio baiano, que também será palco da Copa das Confederações, já está à disposição para utilização sem custos. A prefeitura de Macaé foi outra a demonstrar interesse em receber a partida. Neste caso, o palco seria o estádio Moacyrzão.

estádio Fonte Nova Copa (Foto: AFP)Fonte Nova já recebeu dois clássicos Ba-Vi desde a reabertura (Foto: AFP)

Até a paralisação do Brasileirão para a Copa das Confederações, na quinta rodada, o Flamengo tem mais três partidas como mandante – além do compromisso com os paraibanos, pela Copa do Brasil, enfrenta Náutico e Ponte Preta. Entretanto, o Bahia também joga em casa nas rodadas dois e quatro, e a utilização da Arena Fonte Nova para os compromissos dependeria de adaptações na tabela da competição.

 

Pesquisa realizada pela Pluri Stochos neste ano apontou o Flamengo como dono da maior torcida do Nordeste, com a preferência de 22,4% da população, contra 8,6% do Corinthians. A previsão da realização de um novo evento-teste no Maracanã exatamente no dia 15 de maio, entretanto, pode pesar a favor do retorno do clube àquela que é considerada sua casa. Recentemente, o Rubro-Negro recebeu o convite para mandar a partida contra o Remo, também pela Copa do Brasil, em Juiz de Fora, mas recusou, alegando o veto da Ferj. Quando a federação divulgou oficialmente o liberação, não havia mais tempo hábil para organização do confronto.

Na noite desta quarta-feira, o Flamengo venceu o Campinense por 2 a 1, na Paraíba . Com isso, o time carioca pode até perder por 1 a 0 o jogo de volta, dia 15, que avança à terceira fase da Copa do Brasil. Para ficar sem a vaga, o Fla tem de perder por dois gols de diferença, ou por um, desde que o Campinense marque ao menos três vezes. Em caso de triunfo por 2 a 1 a favor dos paraibanos, a decisão vai para os pênaltis.

Boca Juniors 1 x 0 Corinthians

“Nós temos seis, eles têm uma”. Quase uma entidade no Boca Juniors, Juan Román Riquelme proferiu esta frase um dia antes do duelo contra o Corinthians, pelas oitavas de final da Libertadores. Machucado, ele nem precisou entrar em campo para os xeneizes mostrarem por que devem ser sempre respeitados. Sempre. Com a disposição de 11 dentro de campo e outros 50 mil fora dele, o Boca fez 1 a 0 em um preguiçoso Timão na noite desta quarta-feira, em La Bombonera, e saiu à frente na luta por uma vaga nas quartas de final.

Com o resultado, o Corinthians precisa vencer por dois gols de diferença o confronto de volta, dia 15 de maio, no Pacaembu. Vitória alvinegra por 1 a 0 leva a decisão para os pênaltis. Depois do gol marcado por Blandi, aos 13 do segundo tempo, o Timão parecia ter se reduzido não a um time que “só tem uma Libertadores”, mas sim a algum outro que nunca havia jogado a competição. O nervosismo demonstrado em campo foi incomum.

O Boca ainda é aquele seis vezes campeão do torneio, treinado pelo mítico Carlos Bianchi, mesmo que em campo essa tradição enorme não seja traduzida em tanto talento. Bastou a mística e um pouco de competência para os argentinos marcarem com Blandi aos 13 do segundo tempo. O Timão sentiu o gol, chegou a esboçar reação, mas não merecia melhor sorte em Buenos Aires. Nem a expulsão de Ledesma, aos 38 da etapa final, fez a equipe brasileira crescer.

Antes de pensarem no jogo de volta das oitavas, os dois rivais têm clássicos pela frente, ambos no domingo. O Boca recebe o River em La Bombonera pelo Campeonato Argentino, enquanto o Corinthians enfrenta o São Paulo no Morumbi, pela semifinal do Campeonato Paulista – jogo único.

Paulinho jogo Corinthians Boca Juniors (Foto: AP)Paulinho protege a bola de adversário, no tenso jogo entre Boca Juniors e Corinthians (Foto: AP)

Novo tratamento, velhas confusões

Durante a semana, muito se falava sobre o maior respeito do Boca diante do Timão em relação ao ano passado, quando a equipe brasileira ainda buscava seu primeiro título continental. A diferença de tratamento pôde ser percebida desde o início, com a pressão da torcida local na mítica La Bombonera, a maior cautela dos xeneizes no ataque e, principalmente, a postura corintiana em campo.

Não que o time do ano passado tivesse sentido a pressão, tanto que empatou por 1 a 1 o primeiro jogo da final e foi confortável para a decisão em casa. Desta vez, porém, o Corinthians soube ser matreiro nas condições mais adversas. O Boca foi mais incisivo no primeiro tempo e quase chegou duas vezes ao gol em jogadas aéreas – Burdisso, aos 35, e Blandi, aos 42, levaram perigo a Cássio.

Romarinho jogo Corinthians Boca Juniors (Foto: EFE)
Clemente Rodríguez disputa com Romarinho (EFE)

Mesmo com o maior volume de jogo do Boca, a sensação foi de que o Timão não se assustou em nenhum momento. Pareceu até gostar do clima mais quente – Emerson Sheik que o diga. Logo de cara, o atacante retomou ao entrevero do ano passado com o zagueiro Caruzzo, ao demorar para devolver a bola e incitar os rivais por uma suposta falta de fair play. O mesmo Sheik soube cavar faltas e até um cartão amarelo para Marín.

Romarinho, herói corintiano na Bombonera em 2012, também não é dos mais queridos pelo Boca. Caçado pelos jogadores e xingado pela torcida, o atacante mostrou frieza e “amarelou” um xeneize – o volante Leandro Somoza. Paulo André se desentendeu com Erviti, outro que adora uma confusão. Pequenos atos que mostraram um Corinthians maduro, mesmo sem o futebol que se espera do atual campeão do mundo.

A própria torcida do Boca, 12º jogador em todas as partidas, colaborou para esfriar o jogo em alguns momentos. Por três vezes, o sistema de som do estádio pediu que os torcedores parassem de mirar lasers no gramado – sob o risco de o jogo ser suspenso. O árbitro Enrique Osses chegou a parar a partida para informar o problema às autoridades.

Fabio Santos jogo Corinthians Boca Juniors (Foto: EFE)Fabio Santos tenta bloquear chute de Erviti, do Boca Juniors (Foto: EFE)

Timão sente pressão e leva o golpe

Toda a tranquilidade mostrada na etapa inicial desapareceu em questão de pouco tempo. A começar pela saída de Danilo, lesionado, antes mesmo dos cinco minutos – o meia é quem dita o ritmo, quem segura a bola. Com Jorge Henrique em seu lugar, o Timão se retraiu um pouco mais e esperou o Boca. Mesmo limitado, o time da casa cresceu na base da disposição, da camisa, da torcida.

Paulo André jogo Corinthians Boca Juniors (Foto: AP)
Paulo André, na marcação (Foto: AP)

Cássio começou a trabalhar mais. Os dois chutes de Sanchez Miño de fora da área foram tranquilos, e o Corinthians, aos poucos, parecia retomar as rédeas do jogo. Até que a sonolência cobrou seu preço. A dupla de zaga formada por Paulo André e Gil, tão elogiada na primeira fase da Libertadores, dormiu quando não podia. Aos 13 minutos, Erbes chutou cruzado, e Blandi se infiltrou no meio dos dois defensores para finalizar sozinho e enlouquecer a Bombonera: 1 a 0.

Pela primeira vez nesta Libertadores, o Corinthians sentiu o golpe. Passes simples viraram um problema gigante. Em um lance emblemático, Ralf estava a alguns passos de Fábio Santos e conseguiu errar o alvo. Novos erros da zaga possibilitaram contra-ataques, que só não terminaram em gol porque o Boca, apesar de gigante na tradição, atualmente é um time limitado.

Do banco, Tite resolveu incrementar o ataque com Pato no lugar de Romarinho, justamente o melhor corintiano em campo no segundo tempo – no chute que exigiu defesa difícil de Orión e na jogada que originou um chute na trave de Guerrero. Na sequência, Ledesma mandou para a rede, pegando rebote de um estabanado e fora de ritmo Cássio – mas o gol foi corretamente anulado, por impedimento. No calor da Bombonera, Ledesma não ouviu o apito do juiz e saiu comemorando como um louco. Tirou a camisa e levou o cartão amarelo. Um minuto depois, fez falta feia e foi expulso, indo de herói a vilão em um instante.

Mas já não havia tempo para o empate. O Corinthians tem condições de virar o jogo e conseguir a classificação às quartas de final, mas agora sabe que não se brinca com uma camisa seis vezes campeã da América.

Nicolas Blandi gol Boca Juniors Corinthians (Foto: AFP)Autor do gol do Boca, Nicolas Blandi é cumprimentado pelos colegas de time (Foto: AFP)

Tite compara pressão da Bombonera com a Fiel e diz: ‘Podemos vencer’

Técnico exalta participação da torcida e convoca corintianos para o jogo da volta, marcado para o próximo dia 15, no estádio do Pacaembu

 

Nada de lamentar a derrota por 1 a 0 diante do Boca Juniors na Argentina, na noite da última quarta-feira, no primeiro jogo das oitavas de final da Taça Libertadores da América. Foi com uma postura otimista que os corintianos deixaram a Bombonera, já projetando o duelo de volta, marcado para o dia 15 de maio, no Pacaembu.

Segundo o técnico Tite, os argentinos souberam aproveitar o fato de atuarem diante da sua fanática torcida. Ele ressaltou, porém, a importância que a Fiel terá para a segunda partida, rumo às quartas de final da competição continental.

– O torcedor não faz gol, mas faz uma diferença grande. Quem vê o Corinthians lá sente a mesma força do Boca aqui. (A pressão da arquibancada) Cria, sim, essa atmosfera. A torcida não faz gol, mas seguramente em casa podemos vencer – afirmou o treinador, que .

– Temos de vencer o jogo, ter solidez para vencer nesses momentos de enfrentamento algo – completou o comandante do Timão.

Punido pela Conmebol por causa da morte do torcedor Kevin Espada, de 14 anos, na partida contra o San José, em Oruro, na primeira rodada da fase grupos da Libertadores, o Corinthians não contou com o apoio da Fiel na Bombonera. Alexandre Pato, que entrou no fim do segundo tempo do duelo contra o Boca Juniors, lamentou a ausência da Fiel, mas se mostrou confiante na classificação para a próxima fase.

– Acho que torcida ajuda muito, infelizmente não tivemos a nossa torcida aqui, mas no Pacaembu será diferente. Lá vamos ter a nossa torcida, tentar fazer o melhor e marcar os dois gols – analisou o atacante.

Antes do Boca Juniors, no dia 15 de maio, o Corinthians terá pela frente o rival São Paulo, pela semifinal do Campeonato Paulista, em duelo marcado para o próximo domingo, às 16h, no estádio do Morumbi.

Tite jogo Corinthians Boca Juniors (Foto: AFP)Tite comparou pressão da Bombonera com a feita pela Fiel no Pacaembu (Foto: AFP)

C´est fini-Flávio Ricco elogia planejamento do SBT para a novela Chiquititas-Flávio Ricco volta amanhã às 12h00 de Fortaleza

 

Louvável o planejamento do SBT para a novela “Chiquititas”, tanto por parte da teledramaturgia, como dos demais setores envolvidos, com definição de estreia, horário de exibição, duração etc.

Trata-se de um trabalho de organização que há muito tempo se reclamava e agora passou a existir.

Ficamos assim. Mas amanhã tem mais. Tchau!

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Thaís Pacholek deixou a Record

Balacobaco

 

Thais Pacholek se despediu da Record no começo da semana, quando se encerraram as gravações de “Balacobaco”.Apesar do interesse da emissora por um contrato longo, de até 5 anos, por causa do cinema, ela optou por não assumir nada agora com a televisão.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery