Multidão invade a madrugada e faz festa para o Fla em João Pessoa

Desembarque conta com cerca de 500 rubro-negros. Delegação segue de ônibus até Campina Grande, palco do duelo de quarta pela Copa do Brasil

Como de costume, o encontro entre Flamengo e Nordeste foi sinônimo de festa na Paraíba. O relógio já apontava 1h10m da madrugada quando a delegação desembarcou no Aeroporto Castro Pinto, em João Pessoa. Mas quem disse que o horário foi problema para os rubro-negros? Cheios de entusiasmo, cerca de 500 torcedores – de acordo com a estimativa da polícia – receberam os jogadores que enfrentam o Campinense, quarta-feira, pela Copa do Brasil. A viagem, no entanto, não chegou ao fim, e o grupo segue de ônibus para Campina Grande, palco do confronto.

Desembarque do Fla em João Pessoa (Foto: Cahê Mota / Globoesporte.com)O técnico Jorginho sentiu de perto o carinho da torcida no desembarque da delegação do Fla em João Pessoa (Foto: Cahê Mota / Globoesporte.com)

Mesmo com a possibilidade de seguir de avião até a cidade do interior em voo com conexão em Salvador, o Flamengo optou por ir para João Pessoa e fazer a perna final por via terrestre por questões logísticas, principalmente para evitar riscos com material esportivo ou atraso na troca de aeronave. Na chegada à capital paraibana, os mais assediados foram Hernane e Jorginho, que tiveram dificuldades para deixar o saguão e se juntar ao restante da delegação no ônibus.

Ao gritos de “Uh, terror, o Hernane é brocador”, o atacante foi o último dos jogadores a deixar o local e precisou de escolta de seguranças. Sorridente, Jorginho encarou o assedio com simpatia e fez elogios aos torcedores.

Desembarque do Fla em João Pessoa (Foto: Cahê Mota / Globoesporte.com)
Nem o avançar da hora desanimou os rubro-negros
no aeroporto (Foto: Cahê Mota / Globoesporte.com)

– É uma alegria para a gente. Foi assim na minha época de atleta. Fico feliz por ser assim ainda. É essa paixão que o Flamengo tem, principalmente no Norte e Nordeste. É algo impressionante. Isso que nós queremos, que essa torcida esteja presente em massa e nos dê um grande apoio.

Após treinar pela manhã no Ninho do Urubu, o elenco do Flamengo se reapresentou no início da noite e passou quase que despercebido pelo Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio de Janeiro. Com direito a embarque prioritário, os atletas já se encontravam a bordo da aeronave quando foi aberta a entrada do restante dos passageiros. A viagem de cerca de 2h40 minutos ocorreu tranquilamente.

Com chegada a Campina Grande prevista para por volta das 3h, o Flamengo terá a manhã de terça-feira livre para repouso. Na parte da tarde, os jogadores participam de um treinamento de reconhecimento do gramado do Estádio Amigão. O confronto com o Campinense está marcado para quarta-feira, às 21h50m (de Brasília), e terá transmissão ao vivo da Rede Globo. O GLOBOESPORTE.COM acompanha em Tempo Real. Uma vitória por dois gols de diferença garante os cariocas na fase seguinte da Copa do Brasil sem a necessidade da partida de volta.

Desembarque do fla em João Pessoa (Foto: Cahê Mota / Globoesporte.com)O torcedor paraibano aguardou ansioso a chegada da delegação rubro-negra a João Pessoa
(Foto: Cahê Mota / Globoesporte.com)

 

Agilidade, texto afiado e nova classe C marcaram a estreia de “Sangue Bom”

 

Protagonistas de “Sangue Bom” (Foto: divulgação TV Globo)

Ótima estreia a de “Sangue Bom”, nesta segunda-feira (29/04) – a nova novela das sete da Globo, de Maria Adelaide Amaral e Vincent Villari. Um primeiro capítulo bem dirigido (Dennis CarvalhoCarlos Araújo e equipe), marcado por agilidade, com cenas curtas e clipadas. A dupla de novelistas veio com um texto afiadíssimo, em diálogos rápidos, espirituosos e sarcásticos – lembrou o texto de Carlos Lombardi. Frases de duplo sentido e expressões irônicas: “Não gosto de mulher que pisa” (personagem desaprovando slogan de campanha de sapato), “Mas morreu em que sentido?” (Barbara Ellen/Giulia Gam ao saber que o ex-marido havia morrido), “cara de cu-í-ca” (outra de Barbara Ellen, que, parece, tem muito a dizer na novela).

Será que os autores continuam neste ritmo ou foi apenas para impressionar? Pergunto porque não é bem o estilo das novelas de Maria Adelaide Amaral. Parece claro que “Sangue Bom” bebeu da fonte dos dois últimos sucessos do horário das sete: “Ti-ti-ti” (2010), também deMaria Adelaide e Villari, e “Cheias de Charme” (2012), de Filipe Miguez e Izabel de Olveira. Como elas, a nova trama das sete é colorida, viva, e combina com a agilidade proposta.

Agilidade também combina com juventude – reza a cartilha publicitária. Não por acaso, não se viu atores mais velhos no elenco. Os protagonistas são seis personagens jovens, em seus dramas de ter e ser. O mundo das celebridades e seus clichês ficaram explicitados em vários diálogos e situações. Lembrou a série “A Vida Alheia” (2010), de Miguel Falabella, e a novela “Celebridade” (2003-2004), de Gilberto Braga – que também tinha Dennis Carvalho na direção geral.

Referências à parte, “Sangue Bom” deve demarcar sua identidade própria já nos próximos capítulos. E passa longe de qualquer comparação com “Malhação” – como chegou a ser cogitado quando as primeiras chamadas foram veiculadas.

Os personagens centrais – que são vários – foram quase todos apresentados já nesta estreia, mesmo que em cenas rápidas – já deu para sentir a tônica deles (Bruno GarciaLetícia SabatellaMarisa OrthIngrid Guimarães, por exemplo). A trilha sonora, bastante executada, também chamou a atenção: hits internacionais e regravações brasileiras “descoladas” – como o próprio tema de abertura.

Malu Mader, quem diria, foi parar na Zona Norte de São Paulo, fazendo papel de pobre – ou de “nova classe C”. Os bairros da região foram devidamente mapeados e citados. A nova classe C – lembrada no texto – se sentiu homenageada. A Globo parece que não quer mais esquecê-la – como aconteceu em “Guerra dos Sexos

 

Nilson Xavier

O que pode explicar a queda abrupta de audiência do “Dentista Mascarado”?

Ao escrever sobre a estreia de “Dentista Mascarado”, considerei o seriado mais bem estruturado e menos descartável que os últimos três (“Separação?!”, “Macho Man” e “Como Aproveitar o Fim do Mundo”) criados pela dupla Alexandre Machado e Fernanda Young. Pelo visto, o público não concorda comigo.

O primeiro episódio, que marcou também a estreia de Marcelo Adnet na Globo, registrou audiência na casa dos 17 pontos – um índice considerado bom para o horário, às 23h30, de sexta-feira, depois do “Globo Repórter”. Na semana seguinte, o programa repetiu este desempenho, mas subitamente despencou, no terceiro episódio, para 12 pontos – uma perda de 30% do público. Nesta última sexta (26), o quarto episódio voltou a marcar apenas 12.

É um número baixo, para a Globo, e que lembra o mau desempenho de “Casseta & Planeta Vai Fundo” no mesmo dia e horário, há um ano. Depois de passar 2011 longe das telas, o programa voltou reformulado e na estreia registrou 15 pontos. Foi o melhor resultado da atração. A audiência caiu para 12 no final da primeira temporada, em junho, e chegou a 10, no último episódio da segunda temporada, em dezembro.

Já escrevi mais de uma vez que televisão não é ciência. Ainda assim, me parece lógico acreditar que a rejeição do público a um programa de humor deve ser creditada, em primeiro lugar, ao fato de não ser visto como engraçado. Alguém arrisca outra explicação?

 

Maurício Stycer

Novo programa de Silvio Luiz estreia em baixa na RedeTV!

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O novo programa de Silvio Luiz na RedeTV! não teve uma boa estreia na emissora.

Nesta segunda-feira (29), o “Bola Dividida” marcou apenas 0.8 de média, segundo dados prévios do Ibope na Grande SP entre 11h29 e meio-dia.

Esse número tem sido abaixo do que João Kleber vinha marcando. Na semana passada, por exemplo, o “Você na TV” atingiu cerca de 1,6 ponto no horário.

Apesar da baixa audiência, os comentários sobre o esportivo nas redes sociais foram positivos. Quem acompanhou o programa, gostou do que viu.

O “Bola Dividida” é apresentado por Silvio Luiz e pela ex-Miss Brasil Priscila Machado, com comentários de Juarez Soares e Luiz Ceará.

NaTelinha

Com Silvio Luiz, “Bola Dividida” tem estreia corrida e irrita telespectador

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Estreou no final da manhã desta última segunda-feira (29) mais um programa da RedeTV! para a grade deste ano, “Bola Dividida”, comandado pelo experiente narrador Silvio Luiz.

Contando com os comentaristas Luiz Ceará e Juarez Soares, o esportivo teve apenas 30 minutos de duração, sem intervalos comerciais, e chamou atenção por não poder abordar nenhum tema de forma mais aprofundada, como era esperado.

Além disso, o “Bola Dividida” falou somente sobre Corinthians e São Paulo em quase todo o tempo, irritando muitos telespectadores, que comentavam nas redes sociais.

Em tempo:

Na audiência, “Bola Dividida” começou mal e registrou 0,8 ponto.

NaTelinha

O Observador: “Sangue Bom” estreia mirando o novo, e acerta

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Os seis protagonistas de “Sangue Bom”: Humberto Carrão, Sophie Charlotte, Jayme Matarazzo, Fernanda Vasconcellos, Marco Pigossi, Isabelle Drummond – Foto: Divulgação/TV Globo

Finalmente acabou a novela que ninguém viu, ninguém comentou, ninguém elogiou e nem criticou, “Guerra dos Sexos”. Finalmente outra trama pôde chegar a todo vapor a fim de tentar reanimar o charmoso horário das 19h.

O que pôde se perceber logo de cara é que “Sangue Bom” tem um grande objetivo: atrair novamente o público jovem para frente da TV, num horário empoeirado, graças à última novela que nele estive, mas com um potencial muito grande de audiência e repercussão. E nada melhor do que investir em inovação para acertar nesse precioso alvo.

A novidade por si só atrai olhares – e aí está mais um motivo para se pensar nessa ideia de refazer grandes sucessos, como “Guerra dos Sexos”. O novo não necessariamente passa no teste de qualidade do público. Mas absolutamente esse não foi o caso de “Sangue Bom”.

A trama de Maria Adelaide Amaral e Vincent Villar já começou quebrando regras ao trazer seis fortes protagonistas, todos direta ou indiretamente relacionados e com boas histórias para contar. Malu (Fernanda Vasconcellos), por exemplo, é irmã de criação de Amora (Sophie Charlotte), paixão de infância do rapaz que acabou de conhecer, o Bento (Marco Pigossi). A família deste, por sua vez, pensa (e se engana por isso) que o menino que cresceu com ele, Fabinho (Humberto Carrão), se tornou um bom rapaz.


Bárbara Ellen (Giulia Gam)
Divulgação/TV Globo

Essa história maluca que une os protagonistas contagiou e chamou atenção do público. Como se não bastasse, a ideia de abordar o mundo da fama e seus bastidores sempre desperta o interesse de quem assiste – foi assim em outras novelas.

Com exceção de Humberto Carrão, que não esteve bem nas primeiras cenas, os personagens principais pareceram bastante afinados, como já se esperava, por se tratar de nomes já valiosos, apesar de novos, da teledramaturgia. As fotografias também deslumbraram o público, além da trilha sonora, declaradamente usada para agradar, mais uma vez, o público jovem.

Nesta segunda (29), o telespectador pôde se situar na trama e entender “quem é quem” na nova novela.


Perácio Pais (Felipe Camargo) e Rosemere (Malu Mader)
Foto: Divulgação/TV Globo

Seguindo a cartilha do sucesso, não somente a história principal envolveu o telespectador, mas os demais núcleos também chamaram atenção. Malu Mader, Bruno Garcia, Ingrid Guimarães, Marisa Orth e Giulia Gam estiveram fortes em cena e, ao que tudo indica, prometem fazer personagens inesquecíveis.

“Sangue Bom” estreou com pé direito, cumprindo a expectativa de um público disposto a voltar para frente da TV neste horário. A trama chamou atenção por levar ao ar o novo. E o novo deixou uma boa primeira impressão.

 

NaTelinha

C’est fini-Saiba quando Emelec e Fluminense se enfrentarão com cobertura do SPORTV-Flávio Ricco volta amanhã às 12h00 de Fortaleza

 

Ontem, aqui se disse que Emelec e Fluminense jogariam amanhã, quarta-feira. Nada disso. Foi um erro. Jogam na quinta.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

 

Nota do blog : A Rádio Tupi transmitirá esse jogo ao vivo !