Sites de afiliadas da Record apresentam atrações extintas como ainda no ar

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Diferente da matriz paulista, que conta com o suporte do portal R7 e tem o foco de manter a programação sempre atualizada, as afiliadas da Record não têm seguido pelo mesmo caminho.

Atrações já extintas continuam sendo tratadas com destaque como se ainda estivessem no ar. O atraso chega a ser de de mais de um ano em alguns casos devido à falta de atualização nos banners e nas grades de programação.

Site da TV Vitória na manhã desta quarta-feira (24): “Hoje em Dia” com Giane Albertoni, afastada
em fevereiro de 2012, e “Rebelde”, finalizada em outubro do mesmo ano
Reprodução/Record
No caso da TV Vitória, afiliada da Record no Espírito Santo, por exemplo, a novela “Rebelde” segue em destaque no site. A trama, que se encerrou em outubro de 2012, ainda é anunciada para a faixa das 19h – sendo que em junho do ano passado houve a transferência para a faixa das 20h com o intuito de barrar “Carrossel”.
Outros erros também são perceptíveis, como o “Hoje em Dia” com um banner mostrando Giane Albertoni, que desde fevereiro de 2012 está fora do comando da atração, e com o fundo do cenário antigo.
Já a TV Correio, afiliada da Record no estado da Paraíba, também é perceptível a desatualização de seu site. O “Tudo é Possível”, por exemplo, segue como no ar sendo que o programa foi extinto em dezembro do ano passado. A novela “Vidas em Jogo”, encerrada em abril de 2012, “Rebelde” e até mesmo as reprises do “Show do Tom” constam na grade de programação.
NaTelinha

Semiárido vive pior seca dos últimos 50 anos

Estado de calamidade já foi decretado em 1.046 municípios

Mesmo com a súplica do sertanejo por chuva, a estiagem na região do Semiárido não dá trégua. É a pior registrada nos últimos 50 anos. De acordo com o governo federal, 1.415 municípios sofrem com a seca, que afeta a vida de quase 22 milhões de brasileiros.

Falta d´água tem provocado a morte de diversos animais na região do semiárido. Foto: Wellington Macedo

A falta de chuva atinge mais de 90% dos municípios do Semiárido e ultrapassou a extensão das 1.135 cidades que o compõem.

A Secretaria Nacional de Defesa Civil já decretou situação de emergência e estado de calamidade pública em 1.046 municípios. A área mais atingida pela seca, o Semiárido brasileiro, estende-se por oito estados da Região Nordeste (Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe), além do norte de Minas Gerais, totalizando uma extensão territorial de mais de 980 quilômetros quadrados.

O agricultor José Alírio de Macedo, de 61 anos, morador da zona rural de Petrolina (PE) conta que até o momento choveu apenas 28 milímetros (mm) na região onde vive. O período chuvoso no município, que tem início em dezembro e pode se estender até maio, tem em média 530 mm.

Apesar da estiagem atual, o agricultor cultiva feijão, milho e sorgo para alimentar seu pequeno rebanho. “A situação já é feia. Se Deus não tiver compaixão, ninguém vai ficar com nada. E o período mais crítico ainda não começou, que é de agosto para a frente. Ano passado não plantei nada por causa da seca. Nunca vi dois anos diretos sem chuva, como já está acontecendo”.

Com os frequentes problemas causados pela seca, Macedo passou 14 anos trabalhando em São Paulo. Os seis filhos resistiram e ficaram na cidade, mas o agricultor e a mulher voltaram para o sertão. “O cidadão fica velho e quer estar perto das suas origens”.

Governo investe em obras de abastecimento de água

A gravidade da situação levou o governo federal a investir R$ 32 bilhões nas chamadas obras estruturantes, que garantem o abastecimento de água de forma definitiva, como barragens, canais, adutoras e estações elevatórias. Além disso, anunciou no início deste mês mais R$ 9 bilhões em ações de enfrentamento à estiagem.

A previsão é que cada município atingido pela seca receba uma retroescavadeira, uma motoniveladora, dois caminhões (um caçamba e um pipa) e uma pá carregadeira. O governo também vai distribuir 340 mil toneladas de milho até o fim do mês de maio para serem vendidas aos produtores a preço subsidiado.

Para o coordenador-geral da Organização não Governamental Caatinga, Giovanne Xenofonte, a realidade do Semiárido é atenuada com os programas de transferência de renda do governo federal, como o Bolsa Família e o Garantia Safra. “É tanto que, mesmo sendo a maior seca dos últimos 50 anos, a gente não está vendo o que tradicionalmente ocorria nas secas passadas: saques e invasões das famílias na região. Então, esse é o panorama. Se por um lado a gente tem um ambiente muito mais vulnerável, por outro a gente tem algumas ações governamentais que amenizam a situação”.

O coordenador cita a crise da economia local como uma das consequências da estiagem prolongada. Além da alta nos preços dos alimentos na região devido a queda na produção, os animais que sobrevivem à estiagem perderam seu valor de mercado e podem ser vendidos por até metade do preço. “As famílias agricultoras estão descapitalizadas, elas perderam sua poupança [o rebanho]. Elas tiveram que vender [esses animais] por causa da seca e [cobraram] um preço bem abaixo do que normalmente é comercializado”.

Segundo Xenofonte, isso tudo tem um impacto forte no comércio, porque estamos numa região eminentemente agrícola. “E quando tem uma seca dessa, que afeta as famílias agricultoras, todo comércio sente. A gente nota uma paralisação, uma desaceleração na economia. O que tem mantido de fato são as rendas dos programas governamentais”, argumenta.

Pesquisador diz que Brasil ainda não está preparado para enfrentar a seca

O engenheiro agrônomo e pesquisador da Embrapa Semiárido, Pedro Gama, destaca que a seca é um fenômeno recorrente e cíclico da região do Semiárido, mas que o país ainda não está suficientemente preparado para enfrentar. “A seca, como esse fenômeno de estiagem que é recorrente, é muito comum . A população sabe disso. Mas isso que estamos vivendo, essa estiagem prolongada, é uma crise climática e ocorre a cada 40, 50 anos. Houveram avanços, mas ainda é pouco. Precisa de muito investimento em pesquisas, políticas públicas para que estejamos preparados para enfrentar crise desse tipo”.

Gama também ressalta que as políticas de transferências de renda do governo federal amenizam os efeitos da seca, mas não impedem de desencadear outros três impactos: social, de produção e climático. “O que ocorre com a seca é que ela sempre leva a uma crise de produção. Ou seja, não se produzem alimentos [suficientes] para a população e para os animais. A outra [crise] é o problema da segurança alimentar, que se chama abastecimento de água. Esgotam-se os mananciais e [isso] passa a ser um grande limitante, não só de produção, como para a população”.

Segundo Gama, há também a crise social, que aparecia fortemente nas secas anteriores e provocava os fenômenos migratórios. Ele lembrou que hoje não se vê isso, porque de alguma forma, os programas de subvenção social atuam como um amortecedor dos impactos sociais. “De certa forma, eles protegem essa população pobre dos impactos de uma seca desse tipo”.

Para o pesquisador o aumento do valor dos alimentos, com o agravamento da seca, gera uma segunda etapa na “crise climática” com a corrosão do apoio social das políticas de transferência. “Esse impacto todo pode ser atenuado pela área irrigada, não há crise próxima de uma fonte de água. Onde existe um dinamismo levado por essa cultura irrigada, muda totalmente no entorno”, diz.

Diário do Nordeste-Regional-24 de abril de 2013

Manifestantes interditam trechos de rodovias no Ceará

Reivindicação é de ações dos governos Estadual e Federal para agricultores vítimas da seca

Representantes da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado do Ceará (Fetraece) bloquearam 5 trechos de BR´s no interior do Ceará na manhã desta quarta-feira (24).

Presidente da Fetraece, Moisés Braz, terá audiência com o Governador Cid Gomes. Foto: Juliana Vasquez

De acordo com o presidente da Fetraece,Moisés Braz, os agricultores reinvindicam uma maior agilidade nas medidas de combate à seca no Ceará, que foram prometidas pela presidente Dilma Rousseff em sua última visita ao Estado. “A presidente anunciou a distribuição de 63.000 toneladas de milho para o Ceará, a renegociação das dívidas com os agricultores, a perfuração de poços profundos e outras ações, mas até agora nada saiu. Nosso protesto é para pedir agilizade nisso, pois, mesmo que esteja chovendo em alguns locais, a situação é preocupante para quem vive da agricultura”, afirmou.

O presidente da Fetraece informou ainda que terá uma reunião na manhã desta quarta com o governador Cid Gomes, no Palácio da Abolição. “Vamos pedir ao Governador a liberação dos canais, para que possamos plantar feijão e milho, a efetivação e perfuração de poços profundos por parte da Defesa Civil, além da intermediação de uma reunião entre os agricultores e os bancos, para acabar com a burocracia que existe para empréstimos e liberação de créditos para os agricultores”, pontuou.

Trechos interditados atingem 3 BR´s

O km 488 da BR 116, entre os municípios de Milagres e Brejo Santo, na entrada para Juazeiro do Norte, está bloqueado pelos manifestantes. Também há bloqueio na BR 116, no km 69, em Chorozinho. Já na BR 222 os bloqueios acontecem no km 221, em Sobral, e na localidade de Croatá, em São Gonçalo do Amarante. Outro ponto interditado pelos agricultores fica na BR 020, na localidade de Cruzeta, em Pedra Branca.

 

Diário do Nordeste-Regional-24 de abril de 2013

Funceme registra chuvas em 60 municípios cearenses

Região Jaguaribana teve maior quantidade de chuvas

Choveu em 60 municípios cearenses segundo o boletim da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme). As chuvas são relativas ao período das 7h da última terça-feira 23 às 7h desta quarta-feira (24).

Em Fortaleza, o posto da Defesa Civil registrou 27.8 mm. Foto: Alex Costa

Os municípios que registraram maiores chuvas estão localizados na Região Jaguaribana, comoAracati, com 82.2 mm, Itaiçaba, com 66.0 mm,Fortim com 60 mm e Alto Santo, com 55.8 mm. Já em Pacatuba, na Região Metropolitana de Fortaleza, foram 69.0 mm.

Na Capital choveu 27.8 mm e a previsão de tempo para a quarta-feira é de céu parcialmente nublado e com chuva na madrugada e início da manhã, passando a parcialmente nublado no decorrer do dia. A máxima é de 31ªC e a mínima de 24ªC, segundo a Funceme.

 

Diário do Nordeste-Regional-24 de abril de 2013

Record estaria interessada na contratação de Mônica Pimentel ! ICEBERG RIGHT AHEAD!

Mônica Pimental também desperta o interesse da Endemol.

Após anunciar a sua saída da RedeTV!, Mônica Pimental passou  a ser alvo da Rede Record. A executiva já teria recebido uma proposta da emissora do Bispo Edir Macedo.

Além disso, Mônica despertou também o interesse da Endemol em sua filial brasileira.

Resta saber se ela, que nos próximos 90 dias estará envolvida na transição de seu cargo, aceitará algum dos convites.

Se em 15 anos na ERREIDTV , ela não fez nada de importante e relevante , além de ter colecionado derrotas impressionantes , não será na Record ou na Endemol que ela aprenderá alguma coisa , né ?

O Planeta TV

Mais Você 23/04/2013

A apresentadora reassume o programa após ter sido atropelada ao vivo por um carro.

O retorno de Ana Maria Braga ao “Mais Você” na manhã desta segunda (24/04) não alcançou bons índices de audiência. A apresentadora precisou se ausentar do programa após ter sido atropelada ao vivo por um carro,

Seu retorno, de acordo com a prévia do Ibope, marcou 6 pontos na audiência e ficou em segundo lugar na audiência, perdendo para o “Fala Brasil” da Record que marcou 7 pontos. Com desenhos, o SBT marcou 4.  Cada ponto equivale a 62 mil domicílios na Grande São Paulo.

O Planeta TV