Filme “Oz, Mágico e Poderoso” lidera nos cinemas do Brasil

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Divulgação

Em sua segunda semana em cartaz, o filme “Oz, Mágico e Poderoso” manteve o topo nas bilheterias do Brasil, com mais R$ 6,6 milhões.

O longa de ação “Duro de Matar: Um Bom Dia para Morrer” ficou na segunda posição, com uma renda de 1,38 milhões de reais.

Protagonizado por Wagner Moura, o drama nacional “A Busca” estreou na terceira colocação, conseguindo R$ 1,31 milhões.

Baseado na famosa série de livros, “Dezesseis Luas” veio logo em seguida, com mais 972 mil reais.

A estreia “Linha de Ação”, com Mark Wahlberg e Russell Crowe, completa a lista com uma renda de R$ 861 mil.

Já foi mais fácil apresentar programa popular

 

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Divulgação/SBT

Nesta segunda-feira (18), Christina Rocha bateu boca com uma participante do programa que apresenta no SBT, o “Quem Convence Ganha Mais”, chegando a chamá-la de “filha da p…”.
No último domingo (17), foi a vez de João Kleber chegar a ser agredido no seu “Teste de Fidelidade” por uma participante nervosa com o seu companheiro. No sábado (16), na mesma RedeTV!, o apresentador Gilberto Barros foi chamado de “sensacionalista” no ar por uma empresária de cantores de funk carioca.
Na última quinta (14), Geraldo Luís, âncora do “Balanço Geral” da Record, foi humilhado em pleno júri do caso Mizael Bispo, sendo chamado pelo advogado de “irresponsável”. Na sexta (15), Ratinho tomou um belo tapa na cara, ao tentar separar uma briga no seu teste de DNA.
Definitivamente, já foi mais fácil ser apresentador de programas populares. Antigamente, eles eram respeitados pelos seus altos índices de audiência e nem de longe se questionava isso.
Hoje, em baixa (dos que citei, as maiores audiências são o “Balanço Geral” e o “Programa do Ratinho”, que marcam 6 pontos) com os números, eles parecem que estão questionados e, de certa forma, avisados de que os tempos de baixaria ficaram na década de 90 e início de 2000. E quando o principal expoente do fenômeno não apela mais e só quer saber de faturamento, sabemos que realmente a coisa passou. Porém, esqueceram de avisar pra João Kleber, Gilberto Barros, Christina Rocha, Geraldo Luís e companhia limitada.
Sobre o que aconteceu no “Quem Convence Ganha Mais”, eu entendo o lado de Christina. É difícil manter a sobriedade e a educação com uma moça dizendo que seu trabalho é de baixo nível, mas o programa também não é santo e prova tais brigas. Mas no geral, é como disse a jornalista Rachel Shererazade: “Apresentar programa popular já foi fácil, mas isso, foi nos tempos de outrora”.
* Artigo de Gabriel Vaquer   natelinha

Record apresenta o reality “Got Talent Brasil” à imprensa; confira detalhes

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Fotos: Divulgação/TV Record
Por Michele Marreira, do NaTelinha

Programa mundialmente conhecido por ter lançado a cantora Susan Boyle, e presente em mais de 50 países, a Record estreia o reality musical “Got Talent” no dia 02 de abril, sob a batuta do ex-“CQC” Rafael Cortez e um trio de jurados exigentes.

Na manhã desta terça-feira (19), jornalistas se reuniram no estúdio M da emissora paulista, para conhecer de perto os detalhes do novo projeto, que pretende revelar o mais novo talento do Brasil. O NaTelinha esteve presente.
Com 16 episódios, o reality promete mostrar a cultura através de todo tipo de arte dos diversos inscritos, vindos das mais variadas cidades do país. “Estou feliz e realizado. Parece redundante, mas vou repetir: Fiz amigos da imprensa que, hoje, me veem com outro olhar [referindo-se ao fato de ter migrado das reportagens para a apresentação da nova atração]”, diz, emocionado, Rafael Cortez.
O cantor Sidney Magal, a modelo e apresentadora Daniella Cicarelli e o carnavalesco Milton Cunha serão os responsáveis por aprovar ou eliminar cada candidato. “É uma responsabilidade tirar ou alimentar um sonho de uma pessoa. Mas o brasileiro é capaz de fazer algo que surpreende! Comigo também foi assim: Sou cantor, fiz novela, realizei teatro musical, cinema… Coisas que surpreendeu muita gente. Me sinto mais maduro e credenciado para estar nesse time”, ressalta Magal.
O ponto crucial para os participantes é quando o jurado aperta o botão “x” – ou seja, sinaliza que o candidato não está agradando com sua performance naquele momento -. O toque de três “x” é eliminação na hora. Após a fase das audições, eles têm a oportunidade de se apresentarem ao vivo na etapa de “shows”. É a partir daí que o público participa votando e decidindo a permanência do candidato no programa. O prêmio final é de 200 mil reais.
Atento a cada movimento e conhecido por seu ecletismo quando o assunto é arte, Milton Cunha deixa seu recado: “É o sonho de ter a grande chance, esse é o momento. Em dois minutos sua vida pode mudar”.
Após deixar a MTV e dar à luz a pequena Ana Beatriz, Cicarelli diz que o fato de ter se tornado mãe recentemente não faz com que ela se emocione mais fácil na hora de eliminar uma criança. “Dá para separar as duas coisas. Claro, que, falar um ’não’ a uma criança, é diferente de dizer para um adulto. Mas, as vezes, confesso que sofro nesse momento”, desabafa.
Fazendo sua estreia como apresentador, Rafael Cortez comentou sobre o que o telespectador pode esperar dele: “Vocês podem esperar um cara a serviço de um projeto, com toda sua dedicação e afinco. Não vou prometer que vem aí o melhor apresentador do Brasil! Eu sou um trabalhador que se envolve com os projetos que participa”.
“Got Talent Brasil” irá ao ar todas as terças-feiras, logo após a novela “Balacobaco”.
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SC: RIC Record contrata apresentadora da RBS TV, afiliada da Globo

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Karem Fabiani e Mário Motta no comando do “Jornal do Almoço”
Karem Fabiani troca bancada por programa de variedades na Record – Divulgação/RBS
A RIC Record, afiliada da Record em Santa Catarina, fechou recentemente a contratação de Karem Fabiani, ex-RBS TV, representante da Globo no mesmo estado.
Karem Fabiani era âncora do “Jornal do Almoço” e dividia o comando do noticiário com Mário Motta e Laine Valgas. A jornalista, que estava na RBS TV há aproximadamente 10 anos, se desligou há algumas semanas e já teve sua contratação pela concorrente oficializada. O compromisso será válido pelos próximos dois anos.
Na RIC Record, Karem comandará o novo “Ver Mais”. A revista eletrônica, que vai ao ar após o “Jornal do Meio Dia”, será totalmente reformulada e ganhará mais tempo no ar, com novos quadros e outras novidades. Nos bastidores da RIC, uma equipe já trabalha para o desenvolvimento do novo formato.
Esta é a quarta importante baixa da RBS TV nos últimos dois anos. No começo de 2011, Márcia Manfro se desligou do “Jornal do Almoço” e foi substituída por Karem. Ainda nesta mesma época o jornalista Luiz Carlos Prates rescindiu seu contrato após a polêmica instaurada por um de seus comentários de ganhou repercussão nacional. Já em maio do ano passado, Ildiane Silva, do “RBS Notícias”, deixou o canal e assinou com o SBT Santa Catarina.
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Enfoque NT: As mudanças no “SBT Brasil”

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Joseval Peixoto e Rachel Sheherazade comandam o “SBT Brasil” – Foto: Divulgação
Depois de muito tempo, os telespectadores do “SBT Brasil” puderam ver alguma novidade realmente convincente no jornal, que estreou na noite da última segunda (18).
De cara, uma coisa bastante positiva: a abertura agora abrange no plano os dois âncoras. Até a semana passada, a câmera focava um e outro, fazendo o famoso “ping-pong” na escalada. Além disso, visualmente o telão ao fundo está mais bonito, com traços mais definidos e cores mais vivas. Na bancada há ainda o dia e a hora, que dá uma sensação maior de “ao vivo”.
As chamadas das manchetes do dia ficaram melhores ocupando menos espaço na tela e agora com o GC (gerador de caracteres) atentando para o assunto dela. O grafismo da abertura em si avançou alguns anos com tons azuis, lembrando e muito os telejornais da rede estadunidense ABC, maior emissora do mundo.
Há um fator desagradável, mas não comprometedor: a voz-padrão do jornal anunciando: “Está no ar o SBT Brasil com Joseval Peixoto e Rachel Sheherazade”. A tentativa é familiar ao que aconteceu na estreia do telejornal em agosto de 2005, com Ana Paula Padrão, onde a atração tinha um cenário mega moderno, e em sua entrada triunfal, a voz (diferente desta) dizia: “Diretamente do Centro de Televisão da Anhanguera, em São Paulo, SBT Brasil, com Ana Paula Padrão”, com uma trilha ainda mais atraente. É puramente descartável.
Na ida a um intervalo, por exemplo, Joseval anunciou a mudança cambial no dólar, e abaixo da bancada, já havia um indicador de quanto ele havia se valorizado. Algo até então que não me lembro de ter visto em qualquer telejornal. É pouco perceptível, irrelevante para alguns. Mas, não deixa de ser um detalhe. Para mim, positivo.
O que ainda incomoda é que há contornos vermelhos na bancada e telão. Algo que não desfizeram. Como os tons estão mais azuis na abertura, poderiam perfeitamente deixar desta cor estes contornos.
O “SBT Brasil” ganhou dinamismo e até Rachel saiu um pouco da bancada: em algumas ocasiões pôde ir até o telão e conversar com o repórter, em pé. Fica um pouco menos “hard”.
No encerramento, as notícias do dia formam uma espécie de mosaico ao fundo. Diferente. Salta aos olhos. Mas, repito: esses contornos avermelhados precisam ser revistos. Não combinam com a nova roupagem do jornal.
É inegável que houve evolução técnica e visual. O que precisa mudar agora é a identidade de cada telejornal da casa, já que todas as matérias são requentadas e reprisadas, não trazendo praticamente nada de novo para quem assiste ao “Jornal do SBT Manhã” e o “Jornal do SBT Noite”.
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CQC 18 de março de 2013

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Dani Calabresa também participou da bancada em sua estreia – Foto: Divulgação
Nesta segunda (18), a Band estreou a sexta temporada do “CQC” e se deu bem.
Em seu horário de exibição, o programa ficou durante 51 minutos na vice-liderança, e teve média de 5 pontos com pico de 7, segundo dados consolidados do Ibope na Grande SP.
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Record alcança altos índices na faixa da tarde nesta segunda

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Marcelo Rezende comanda o “Cidade Alerta” na Record – Divulgação/Record
A Record registrou altos índices de audiência com suas atrações vespertinas nesta última segunda-feira (18).
Com o “Balanço Geral”, “Programa da Tarde” e “Cidade Alerta”, a emissora paulista se posicionou na vice-liderança com todas as atrações e ainda chegou a picos de primeiro lugar em determinados momentos.
Considerando a média geral, o “Balanço Geral” fechou com 9 pontos; o “Programa da Tarde” com 7 e o “Cidade Alerta” alcançou 9.  Todos eles só foram derrotados pela Globo.
Esses índices são consolidados e são baseados na preferência de um grupo de telespectadores da Grande São Paulo.
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Voto vencido de Fux é usado para tentar tirar Feliciano

 

Os deputados federais que ingressaram com Mandado de Segurança no Supremo contra a permanência de Marco Feliciano (PSC-SP) na presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara afirmam que a natureza jurídica do caso é semelhante à dos vetos presidenciais. Eles pedem a concessão de liminar para que Feliciano seja afastado da Comissão. Alvo de protestos por declarações consideradas racistas e homofóbicas, Feliciano responde a ação penal no Supremo por estelionato e a inquérito sob a acusação de discriminação.

Em documento enviado ao relator, ministro Luiz Fux, os parlamentares dizem haver “uma total identidade” entre o posicionamento teórico fixado na decisão relativa aos vetos presidenciais e a contestação a Feliciano. Em dezembro do ano passado, Fux concedeu liminar na qual determinava que os vetos presidenciais fossem votados em ordem cronológica. A decisão foi cassada pelo Plenário do Supremo neste ano.

“Se a análise dos vetos presidenciais não pode tramitar por uma avaliação ‘aleatória ou voluntarista’, imaginemos as regras de competência estabelecidas de acordo com o comando constitucional,” diz o documento, elaborado pelo escritório Cezar Britto Advogados. Na semana passada, Fux questionou a judicialização de questões parlamentares.

Segundo os parlamentares, a sessão em que ocorreu a votação de Feliciano foi convocada de forma ilegal pelo presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN). A sessão foi restrita ao público, o que, para os deputados, contraria o Regimento Interno da Câmara. Segundo eles, apenas os membros da Comissão poderiam determinar a restrição, e não o presidente da Câmara.

Dessa forma, os parlamentares entendem que Fux deve conceder a liminar, pois ao tratar dos vetos considerou que as normas regimentais devem ser rigorosamente obedecidas. “Uma vez fixadas as disposições regimentais, tem-se o dever de estrita e rigorosa vinculação dos representantes do povo a tais normas que disciplinam o cotidiano da atividade legiferante”, dissera Fux sobre os vetos, conforme citado no documento que questiona a eleição de Feliciano.

Ao comparar questão regimental que envolve os dois casos, os deputados dizem que a escolha de Feliciano é de gravidade “infinitamente maior”, pois é o próprio direito ao voto dos parlamentares que teria sido violado.

Assinam o documento os deputados Jean Wyllys (PSOL-RJ), Érica Kokay (PT-DF), Luiza Erundina (PSB-SP), Nilmário Miranda (PT-MG), Domingos Dutra (PT-MA), Padre Ton (Mariton Benedito de Holanda, PT-RO), Janete Capiberibe (PSB-AP) e Janete Pietá (PT-SP).

Clique aqui para ler o requerimento.

Está no Painel da Folha

 

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Esqueçam… O ministro Luiz Fux mandou apagar suas intervenções das notas orais do STF (Supremo Tribunal Federal) contendo todo o debate em plenário durante o julgamento do mensalão.

… o que eu disse Entre as falas agora apagadas estava uma que contrariou os advogados, por sugerir que caberia à defesa provar a inocência dos réus. Os ministros estão liberando aos poucos suas notas orais para o sistema de informática da corte.

Veja bem A assessoria do ministro afirma que tudo que ele disse durante o julgamento constará no voto, e que foram excluídas as declarações para evitar um documento muito longo. Além disso, justifica que outros ministros fizeram o mesmo.

Escrito por jamesakel@uol.com.br às 02h38 no dia 19 de março de 2013

James Akel comenta uma possível candidatura de Paulo Skaf ao governo do Estado de São Paulo

 

A tentativa de Paulo Skaf, presidente da FIESP, em querer disputar o governo, não causa preocupação nem no PT e menos ainda no PSDB.
Os dois partidos devem fazer a grande disputa.
De um lado o tucano Geraldo e de outro talvez Lula.
Quanto a Paulo Skaf o detalhe é simples.
Se Paulo Skaf disputar sem adversários é capaz de perder a eleição.
Ele não foi feito pra eleição majoritária
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Escrito por jamesakel@uol.com.br às 02h16 no dia 19 de março de 2013