Renato Maurício Prado reproduz comentário de torcedor do Flamengo

A coluna passada (“Carta pro Velho”) provocou uma enxurrada de e-mails em minha caixa postal, “posts” no Blog RMP e comentários no Facebook. A mais divertida história, entretanto, foi mesmo a do rubro-negro Carlos Egon Cordeiro, que me contou que ia ao Maracanã com o pai, também já falecido, mas quando o Flamengo ganhava era obrigado a voltar de ônibus.

“Renato, cada vez que o Vasquinho tomava uma escovada do Mengão, meu velho me largava a pé no Maraca… E lá ia eu apanhar o 433 (Barão Drumond-Leblon), pra poder voltar casa. Nem todo pai é perfeito. O meu era vascaíno! Por isso, quando pegava carona com ele, só voltava no carro se o Vasco vencesse. Resolvi me “libertar”, em nome da farra, e me tornei amigo do motorista do 433! Rádio de pilhas na orelha, longe do “papi” e “acompanhado” de Jorge Curi e Mário Vianna… Inesquecível. Nossos pais já estão num plano superior, mas, pra nós, continuarão sempre ao nosso lado.”

Coluna redigida pelo jornalista Renato Maurício Prado para o jornal carioca o GLOBO no dia 02/02/2013

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