Heaven Delhaye é um nome bonito , mas o original é melhor ainda

Heaven Delhaye, segundo desejo da Rede TV!, muito em breve terá um programa de culinária, só dela, em espaço privilegiado da grade matinal. Em suas participações no “Se liga Brasil”, sempre mostrou que tem boa presença no vídeo.

A única coisa complicada ainda é o nome que ela utiliza, Heaven, quando o verdadeiro é Maria do Céu. Muito mais simples e bonito também. Pensa nisso.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Iris Abravanel já mandou de Orlando os 30 primeiros episódios de Chiquititas

Iris Abravanel, acompanhando Silvio Santos nas suas férias nos Estados Unidos, continua fechando os capítulos de “Chiquititas” em Orlando. Já mandou os 30 primeiros para a produção.

Como se sabe, ela conta com cinco colaboradores, que trabalham numa base no Morumbi ou mais propriamente no imóvel onde se realizou a primeira “Casa dos Artistas”.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Flávio Ricco comenta que a TV A CABO no Brasil está com menor penetração do que nos nossos países vizinhos

Se tem uma coisa que chama a atenção do turista que visita a Argentina, sem dúvida nenhuma, é a quantidade imensa de antenas de TV por Assinatura. E isso faz sentido.

Segundo números do Ibope, a penetração da TV paga naquele país acaba de superar a marca dos 81% de domicílios. A Colômbia está no mesmo patamar.

No Brasil, embora o crescimento no número de assinantes seja um dos maiores na América Latina, a penetração da TV por Assinatura ainda é pequena. Está presente em cerca de 27% do total de residências.

Devemos chegar aos 80% da Argentina, se tudo correr gloriosamente bem, daqui uns sete anos.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Flávio Ricco anuncia que o Primeiro Jornal receberá novos investimentos

Por mais irônico que possa parecer, o “Primeiro Jornal”, da Band, não justifica e nunca justificou o seu título, uma vez que entra no ar depois dos informativos de outras emissoras. Mas, até aí…

O grande problema, porém, que parece não ter solução, é a ausência de uma alavanca. Falta isso.

Pegar um horário antecedido por programação religiosa, com traço, sem sinal de audiência, é complicado. Não tem milagre, toalhinha ou reza brava que ajude.

Como se não bastasse, o “Primeiro Jornal” ainda tem que pagar quatro intervalos gigantescos e requentar matérias do “Jornal da Band”. Um drama.

Ciente de que algo precisa ser feito para alterar esse já antigo estado de coisas, o diretor de jornalismo, o interino Valdir Zwetsch, promete mudanças e investimentos, que serão colocados em prática após o Carnaval.

Existe inclusive a promessa de um novo cenário para o programa. Que os anjos digam amém!

 

Flávio Ricco com colaboração de Joisé Carlos Nery

Flávio Ricco elogia Bom Dia Brasil

Divulgação/TV Globo

Renata Vasconcellos e Chico Pinheiro no cenário mais intimista do “Bom Dia Brasil”

Um contraste a tudo que tem por aí, inclusive da própria Globo, é o “Bom Dia Brasil”. Aquele cenário pode servir como modelo ideal, porque ajuda a contribuir para um clima mais intimista e de maior informalidade, entre o pessoal que apresenta e o telespectador em casa. Ali não existe o distanciamento ou a frieza dos demais .

 

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Personagem de ficção tripudia do Vasco

Encontro o Bagá enlouquecido, após a vitória do Flamengo sobre o Vasco, por 4 a 2. Mal me vê, ele abre um daqueles seus sorrisos de poucos dentes e muita gengiva e dispara com sua voz roufenha:

— Chefia, agora entendi o significado do número 150 na camisa do Dedé! Era uma referência ao artigo do Código Penal que o Rafinha infringiu na quinta-feira à noite, no Engenhão. Violação de Domicílio. Art. 150: “Entrar ou permanecer clandestina ou astuciosamente, ou contra a vontade expressa ou tácita de quem de direito, em casa alheia ou em suas dependências”. O autor está sendo procurado pela vítima até agora…

Bagá, quem diria, é um expert em Código Penal! Bem, pelo número de vezes em que já foi parar no xilindró, por brigas, arruaças e carraspanas na rua, é até bem compreensível.

Coluna redigida pelo jornalista Renato Maurício Prado para o jornal carioca O GLOBO no dia 02/02/2013

Renato Maurício Prado reproduz comentário de torcedor do Flamengo

A coluna passada (“Carta pro Velho”) provocou uma enxurrada de e-mails em minha caixa postal, “posts” no Blog RMP e comentários no Facebook. A mais divertida história, entretanto, foi mesmo a do rubro-negro Carlos Egon Cordeiro, que me contou que ia ao Maracanã com o pai, também já falecido, mas quando o Flamengo ganhava era obrigado a voltar de ônibus.

“Renato, cada vez que o Vasquinho tomava uma escovada do Mengão, meu velho me largava a pé no Maraca… E lá ia eu apanhar o 433 (Barão Drumond-Leblon), pra poder voltar casa. Nem todo pai é perfeito. O meu era vascaíno! Por isso, quando pegava carona com ele, só voltava no carro se o Vasco vencesse. Resolvi me “libertar”, em nome da farra, e me tornei amigo do motorista do 433! Rádio de pilhas na orelha, longe do “papi” e “acompanhado” de Jorge Curi e Mário Vianna… Inesquecível. Nossos pais já estão num plano superior, mas, pra nós, continuarão sempre ao nosso lado.”

Coluna redigida pelo jornalista Renato Maurício Prado para o jornal carioca o GLOBO no dia 02/02/2013

Renato Maurício Prado comenta que o torcedor do Flamengo está empolgado com o Rafinha

A torcida do Flamengo está empolgada com Rafinha que, de fato, teve grande atuação contra o Vasco, marcando um golaço e participando de várias outras boas jogadas.

Ele é um jogador rápido e insinuante, dribla bem, sabe se colocar e, por isso, costuma infernizar a vida de seus marcadores. Até o clássico, porém, padecia de um pecado capital: a falta de precisão nas finalizações. Se treinar muito (e bem) este fundamento e se aperfeiçoar pode se tornar um ótimo atacante.

Sabiamente, o novo comando do futebol rubro-negro, leia-se Walim Vasconcelos e Paulo Pelaipe, está preocupado em evitar o oba-oba e um possível salto alto do garoto que, imaginem, nas redes sociais, já foi comparado a Neymar. Menos, galera…

São inúmeros os casos de jovens que aparecem como grandes promessas e depois não conseguem se firmar, por deslumbramento ou por falta de condições técnicas. Querem dois exemplos? Lenny, que começou a carreira de forma fulminante no Fluminense, e Keirrisson, que surgiu no Coritiba e chegou a brilhar no início de sua passagem pelo Palmeiras. O que foi feito de ambos? Pois é.

Rafinha merece todos os aplausos pela atuação na vitória de 4 a 2 sobre o Gigante da Colina, mas bato palmas também para dupla Walim/Pelaipe, que age de forma correta, ao tentar evitar o assédio exagerado ao garoto, preservando assim a nova promessa rubro-negra, que veio das categorias de base do CFZ, o antigo clube de Zico.

 

Coluna redigida pelo jornalista Renato Maurício Prado para o jornal carioca O GLOBO no dia 02 de fevereiro de 2013

Antônio Nascimento é o novo secretário Nacional de Futebol e Defesa dos Direitos do Torcedor.Renato Maurício Prado comenta esse fato . Comenta ou lamenta ?

Antônio Nascimento, o bravo Toninho, ex-editor de esportes do GLOBO e meu velho amigo (foi sob o meu comando que iniciou sua bela carreira no jornal, em 1983), é o novo secretário Nacional de Futebol e Defesa dos Direitos do Torcedor. Fiz o possível e o impossível para que não aceitasse o cargo, que considero uma roubada colossal. Não consegui dobrar sua alma de Don Quixote…

Toninho é um apaixonado esportista, um ótimo jornalista e, acima de tudo, uma pessoa íntegra, honesta e fiel aos seus princípios éticos. Seu discurso de posse foi de entusiasmar aqueles que torcem e lutam pelo bem do nosso futebol. Gostaria muito que ele conseguisse colocá-lo em prática, limitando os mandatos dos dirigentes e pondo fim às reeleições eternas, impedindo que os estádios da Copa se tornem elefantes brancos e fazendo cumprir fielmente o Estatuto do Torcedor e a Lei Pelé. Difícil é crer que terá respaldo político para tanto — daí as minhas veementes, mas infrutíferas, tentativas de demovê-lo de aceitar tal missão.

Deus o ilumine, parceiro. E que o ministro Aldo Rebelo, que o convidou para o cargo, esteja ao seu lado na hora que os velhos e conhecidos “moinhos” tentarem derrubá-lo do seu “Rocinante”.

Coluna redigida pelo jornalista Renato Maurício Prado para o jornal carioca O GLOBO no dia 02/02/2013