E agora, como fica dormir sem o Jô?

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Desde o tubo e da válvula até as 4K de agora são muitas as gerações que não conhecem a televisão sem a presença do Jô Soares.

Os mais rodados tem ainda dele recordações do alemão da “Praça”, Gordon da “Família Trapo” e da Norminha, Gardelon, Capitão Gay além de tantos outros, antes no “Viva” e no “Veja o Gordo”, em seguida.

Aqueles que vieram um pouco depois passaram a conhecê-lo à frente do “Jô Onze e Meia”, do SBT, e “Programa do Jô”, que hoje encerra suas apresentações na Globo.

Aqui, há meses, foi questionado se a televisão brasileira estava preparada para perder o Jô. Certeza que não está, tanto que a despedida de logo mais só pode ser aceita com um “até logo”.

O telespectador como um todo, mas especialmente aquele que prioriza uma televisão melhor, mais culta e inteligente, de maneira nenhuma irá permitir que ele se dedique apenas aos seus livros ou direção de espetáculos teatrais.

Antes ninguém podia ir pra cama sem ele. Agora, com uma convicção ainda maior, não dá pra ter televisão sem ele.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

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