“Eu sempre gostei muito de crianças”, diz a professora Helena de “Carrossel”

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Fotos: Divulgação/SBT

Aos 31 anos, a atriz Rosanne Mulholland está se tornando um dos rostos mais respeitados do meio artístico.

Iniciou sua carreira aos 12 anos atuando em campanhas publicitárias. Segundo ela, nessa época passou a ser conhecida em Brasília, sua cidade natal, como “a menina do comercial”.
Em 2002, estreou no cinema com o curta “Dez Dias Felizes”, e ficou nacionalmente conhecida cinco anos mais tarde quando estrelou o longa “Falsa Loira”, ao lado de Cauã Reymond e Maurício Mattar.
Desde então, fez diversas novelas e seriados, além do jornalístico “A Liga” (Band). Mas seu grande momento está sendo em 2012, quando vive a personagem professora Helena, no remake da novela “Carrossel”, do SBT.
Em entrevista concedida a Carla Soltanovitch, do NaTelinha, Rosanne fala sobre o início de sua carreira, seu período na escola, sobre “Carrossel” e muito mais. Confira:
NaTelinha: A Rosanne é uma mulher tímida e quieta, mas se transforma quando está atuando. Quando você percebeu que diante dos holofotes as coisas mudavam?
 
Rosanne Mulholland: Acho que desde criança, quando participava das apresentações da escola. Mas quando eu fiz minha primeira peça, aos 12 anos, isso ficou mais evidente. Muitas pessoas não entendiam como eu poderia ser atriz sendo tão tímida. Após assistirem ao espetáculo, diziam que era incrível como eu ficava diferente no palco!
NT: Como era a sua relação com as crianças, de um modo geral, antes da novela?
 
RM: Eu sempre gostei muito de crianças, sempre procurei estar perto delas. Quando fiz estágio durante a faculdade de Psicologia, escolhi atender crianças. Também dei aulas de inglês para crianças. Enfim, gosto da energia delas e sempre tive uma troca muito legal com os pequenos.
NT: Você teve alguma “professora Helena” na sua vida? Como era a Rosanne aluna?
 
RM: Minha professora Helena foi a “tia” Iécimim, que me ensinou a ler e escrever, entre tantas outras coisas. Cheguei a frequentar a casa dela. Nessa época, eu era uma aluna muito dedicada, gostava muito de aprender, tomei gosto pela leitura e fazia questão de estar nas apresentações da escola. Ela me incentivou nisso também. Sou muito grata a ela.
NT: Existiu na sua infância alguma experiência traumática por causa de professores despreparados?
 
RM: Não me lembro de ter tido alguma experiência traumática.
NT: Qual a sua opinião sobre o bullying? Você já teve este problema ou conhece alguém que já tenha sofrido? Qual deve ser atitude dos professores diante de uma situação dessas?
 
RM: Acho que é um assunto sério e muito comum. Durante meu período de escola sempre houve crianças excluídas ou ridicularizadas. Fiquei pensando se algum apelido que tive ou alguma “brincadeira” que tenham feito comigo pode ser considerada bullying… Já me senti inferiorizada por uma brincadeira ou outra, mas nunca houve uma perseguição constante ou uma agressividade exagerada. O professor deve estar sempre atento pra impedir que uma brincadeira de mau gosto vire um caso de bullying.
NT: Durante as gravações, você já chegou a perder a paciência com alguma criança?
 
RM: Não que eu me lembre, ainda mais com uma criança!
NT: Vivendo a professora Helena, sua vontade de ser mãe aumentou ou diminuiu?
 
RM: Independente de estar vivendo a professora Helena, às vezes a vontade aumenta, noutras diminui. Crianças são uma grande alegria, mas também uma grande responsabilidade.
NT: Quando você recebeu o convite para participar de “Carrossel” imaginou que a novela faria tanto sucesso?
 
RM: Imaginei que teria um resultado positivo, mas acho que esse sucesso surpreendeu a todos.
NT: O Silvio Santos já visitou alguma gravação ou te cumprimentou pelo trabalho?
 
RM: Não, mas ele costuma falar de nós no programa dele.
NT: Em breve a professorinha irá viver um romance com outro professor. A Rosanne está amando?
 
RM: Sim, sempre.
NT: Já com tanta experiência em cinema, teatro e agora dando um show de interpretação na TV, o que mais falta acontecer na sua carreira?
 
RM: Tanta coisa… Tantos personagens ainda pra viver, tantas histórias a serem contadas… Quero ser uma atriz cada vez melhor e experimentar a vida pelos mais diferentes pontos de vista.

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