Séries “Napoleon Dynamite” e “Allen Gregory” chegam hoje ao Brasil

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O canal FX irá estrear na noite deste domingo (27) as séries em animação “Napoleon Dynamite” e “Allen Gregory”. As atrações serão exibidas às 23h e 23h30, respectivamente.
Baseado no filme de mesmo nome, “Napoleon Dynamite” gira em torno do protagonista que dá nome a trama, um garoto nerd que passa seus dias praticando seus hobbies, como tentar movimentos de ninja, desenhar e dançar hip-hop.
Já “Allen Gregory” conta a história de Allen, um garoto de sete anos rico e precoce, que é obrigado a ir para uma escola pública quando as finanças de seu pai sofrem um baque.
NA TELINHA

Elenco de “Máscaras” não esconde desprazer de gravar novela, diz jornal

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Os baixos índices de audiência e as mudanças de rumo na novela “Máscaras” tem refletido no clima dos bastidores da Record.
Segundo a jornalista Patrícia Kogut, do jornal “O Globo”, o elenco da trama de Lauro César Muniz não esconde o desprazer de gravar a história.
“Máscaras” tem ocupado nas últimas semanas a terceira posição no ranking de audiência com índices que variam entre 5 e 7 pontos.
O autor vem trabalhando forte para reverter a situação da novela.
Lauro César Muniz vai investir em cenas de tiroteios, brigas e incêndios. “Coisas que o público quer ver (…) Vou fazer ações mais fortes”, revelou o roteirista em recente conversa com o colunista Daniel Castro.

A ideia é que esta nova fase de “Máscaras” seja mais acessível ao telespectador. Acredita-se que popularizando o texto, o Ibope possa subir.

Com a estreia de “A Fazenda 5” na próxima terça (29), às 22h15, a trama irá ao ar mais tarde, a partir das 23h10. Essa é uma estratégia da Record para tentar crescer.
Até mesmo o novo horário animou Lauro César Muniz: “Teremos um público mais maduro”.
NA TELINHA

A valorização da música brasileira

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O canal de TV por assinatura Viva, aquele que nos presenteia com produções antigas da Globo e que um dia significaram muito para a história da nossa TV, está completando dois anos de vida e como comemoração colocou em sua grade produções especiais como a novela “Que rei sou eu?”, a série “Twin Peaks” (tema em minha última coluna) e o “Globo de Ouro”, que recordo agora.

O “Globo de Ouro” foi um dos programas musicais mais conhecido da nossa telinha. Produzido entre 1972 e 1990 pela Rede Globo, fazia um apanhado do que era sucesso nas rádios da época.

Entre uma das suas principais características, o musical contava com a presença de uma banda, que acompanhava o artista. Já as apresentações eram gravadas no extinto Teatro Fênix, no Rio de Janeiro, que servia de cenário para todos os programas de auditório da época, entre eles o “Cassino do Chacrinha”.
Exercendo o papel de revista eletrônica, durante todos esses anos o programa passou por mudanças em sua periodicidade, que podia ser semanal ou mensal, assim como uma vasta lista de apresentadores.
À frente da apresentação, tivemos personalidades consagradas como Claudia Raia, Isabela Garcia, Christiane Torloni, Nathália Timberg, Arlete Salles, Vanusa, Myrian Rios e a querida Dercy Gonçalves, entre outras.
Já o time masculino foi muito bem representado por Marcos Caruso, Dennis Carvalho, César Filho, Cláudio Marzo, Guilherme Fontes, Pedro Bial e os saudosos Raul Cortez e Carlos Augusto Strazzer, entre tantos outros.

A cantora Rosana no “Globo de Ouro” de 1988
As edições de fim de ano do “Globo de Ouro” apresentavam os melhores cantores e compositores, assim como grandes intérpretes, as músicas mais pedidas, os artistas consagrados, os destaques da música sertaneja e as revelações do ano. Inclusive, internacionais.
Mas era com a nossa música que o programa se destacava. Por semanas, artistas emplacavam seus trabalhos nas paradas de sucessos. Muitas vezes, intérpretes como Lulu Santos, Wando, Rosana e Fafá de Belém permaneceram ocupando o primeiro lugar durante um bom tempo.
Além disso, o programa abria espaço para novos artistas em evidência, como foi o caso dos Paralamas do Sucesso, Lobão, Trem da Alegria e Xuxa, nossa querida rainha dos baixinhos.
Em tempos onde nada se cria, tudo se copia, tem sido uma experiência bem bacana rever esses programas no fim de noite, permitindo recordar-me de artistas que não se encontram mais nos holofotes e relembrar os estilos da época, não só musicais como culturais e de moda.
Afinal, qual programa hoje irá reunir pessoas tão distintas como Kid Abelha, José Augusto, Maria Bethânia, Titãs, Elimar Santos, Patrícia Marx, Paulo Ricardo, Biafra…
Tatiana Bruzzi é colunista do NaTelinha e editora dos blogs:


Cantora revelada pelo “Programa Raul Gil” é contratada pela Som Livre

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A Som Livre confirmou a contratação da cantora evangélica Jamily.
A estrela gospel foi lançada pelo “Programa Raul Gil” no final da década de 90 e rapidamente se tornou um dos maiores fenômenos de venda da música evangélica do Brasil.
Em entrevista ao jornal “O Dia”, Jamily não escondeu sua admiração pela diva do pop e do gospel Whitney Houston.
“Sou muito fã. Já cantei várias músicas do repertório dela e, inclusive, estive lá no lugar onde foi o funeral dela, nos Estados Unidos. Ela tinha uma voz linda, um dom de Deus”, elogia.
Jamily, que era da gravadora Line Records, ainda não anunciou a data de estreia de seu CD pelo novo selo.
NA TELINHA

Carrossel poderá ficar um ano no ar

 

  • Inicialmente, nesta primeira temporada, o SBT tem 280 capítulos de “Carrossel” para apresentar.
  • Mas que poderão ser transformados em 310 ou 320.
  • Aliás, o sucesso de “Carrossel” vem demonstrar que, apesar das escorregadas recentes da sua direção, o alto-falante do SBT ainda é muito forte.
  • Isto, singifica, praticamente um ano no ar.
  • Flávio Ricco

Festival Folclórico de Parintins vira problema para a Band

  • A apresentadora Luize Altenhofen em Parintins, onde participou da transmissão do festival da cidade folclórico da cidade amazonense (jun/10)A apresentadora Luize Altenhofen em Parintins, onde participou da transmissão do festival da cidade folclórico da cidade amazonense (jun/10)

Apesar de a Bandeirantes ter informado que existe o interesse em continuar apresentando o “Festival de Parintins”, cujo contrato termina este ano, ainda há um problema que precisar ser solucionado para que aconteça o acerto.

Devido à crescente disputa de audiência com as principais concorrentes, a Band não quer ficar o tempo todo dedicada a um evento em detrimento aos demais produtos da programação. A ideia de agora é entrar e ficar, ao vivo, apenas na praça local e cobrir as demais emissoras com boletins ou vetês dos melhores momentos. Esse é um ponto.

O outro, é que hoje existem acordos comerciais com alguns programas que não podem ser interrompidos, caso do “Pânico”, o exemplo mais forte em faturamento. “Parintins”, do jeito que sempre foi, com transmissão de sexta e domingo, entraria nesta rota de colisão. Há, portanto, a necessidade de um bom acordo para o evento não mudar de canal em suas próximas temporadas.

Flávio Ricco

Guaratinguetá 2 x 1 Ceará

O Guaratinguetá aproveitou dois vacilos da defesa do Ceará e garantiu os seus três primeiros pontos na tabela de classificação da Série B do Campeonato Brasileiro. Fran, duas vezes, determinou a derrota do Vovô, que marcou com Rogerinho, definindo o placar em 2 a 1 para o time paulista.

Com o resultado, o Ceará fica nas últimas posições da Segundona e o Guará cresce na competição e ocupa o meio da tabela.

Falhas e mais falhas

A partida começou pouco empolgantes. Nem o Alvinegro e nem o Guaratinguetá apresentavam bom futebol ou criação no meio-campo. O primeiro lance importante foi o gol do Guaratinguetá. Fran cobrou falta de leve e o goleiro Fernando Henrique, mal posicionado, deixou a bola passar por cima e parar no fundo das redes.

A abertura do placar a favor da equipe adversária fez o Ceará se perder em campo. Se até então, o Alvinegro de Porangabuçu tinha mais posse de bola, embora criasse pouco, começou a errar passes e dar mais espaço para o Guará.

O Ceará chegou com perigo aos 20 minutos. Romário cruzou pela esquerda, a bola passou rente à meta de Saulo e, na sobra de bola, Rogerinho chutou para fora. A partir daí, o jogo se tornou pouco atrativo. Os dois times não criavam quase nada e chegavam às metas adversárias com pouca atitude.

A partida só veio se movimentar novamente quando o Guaratinguetá marcou pela segunda vez. Fran fez de novo. E, mais uma vez, aproveitando falha da zaga alvinegra. Ele recebeu cruzamento nas costas de Vitor Hugo e Luizão e chutou na saída de Fernando Henrique. Era o gol que decretava o placar do primeiro tempo.

lance da partida entre GUaratinguetá e ceará (Foto: Jefferson Martins / Agência Estado)Rogerinho (de branco) foi o jogador mais regular no Vovô, insuficiente para evitar a derrota alvinegra
(Foto: Jefferson Martins / Agência Estado)

Segunda etapa diferente

Na volta para o segundo tempo, o técnico PC Gusmão promoveu duas alterações no Ceará. Saíram Heleno e Régis, volantes, para as entradas do meia de criação Reina e do volante Juca, que joga sempre mais avançado. Com isso, o Vovô cresceu em campo e melhorou o passe.

Prova disso é que não demorou muito para o time cearense balançar as redes. Rogerinho, em jogada individual, aos sete minutos, diminuiu com um chtaço da entrada da área. O placar dava esperança ao torcedor alvinegro de empatar.

Mas as esperanças pararam por aí. Isso porque foram seguidas jogadas de perigo. Só com Romário, foram três. Em uma delas, ele foi puxado dentro da área, mas o árbitro ignorou o lance e marcou apenas escanteio.

Tinga ainda tentou empatar, mas escorregou na hora da conclusão e viu a chance escapar.

Ainda no meio do jogo, o volante Juca, que tinha entrado no início do segundo tempo, chocou-se com jogador do Guaratinguetá e foi levado ao hospital com dores na cabeça. Mas até o final do jogo, as informações do Departamento Médico do Ceará é de que tudo estava bem com o jogador.

GLOBOESPORTE.COM

Ana Hickmann comprova não ser apresentadora

 

A atitude de Ana Hickmann em não ficar no palco do seu programa quando da apresentação de Gustavo Lima demonstra imaturidade e comprova que ela não tem competência pra apresentar programa na Rede Record.
Estranho que a direção do programa, Vildomar Batista, tenha aprovado convite de Gustavo sabendo da futura atitude de Ana.
Ou, então, Vildomar foi pego de surpresa e de nada sabia.
Fica aqui a grande questão de que motivo seria tão grave a ponto de Ana fugir do palco durante a apresentação de Gustavo Lima.
Apenas um detalhe a se mostrar.
Se Ana não tem jogo de cintura pra aguentar uma brincadeira ou provocação no palco é porque ela não tem comando de palco.
Nos bastidores da emissora, os comentários davam conta que foi o marido de Ana Hickmann que a obrigou a sair do palco.
Eu fico me perguntando o que faz Honorilton Gonçalves, tão rígido com todos da Record, ser tão impotente contra as atitudes do marido de Ana Hickmann.
E o ibope de Ana está igual a salário de professor.
Quanto ao Vildomar Batista, que assina a direção, parece que já perdeu o cargo para o marido de Ana.

Escrito por James Akel

Record recupera segundo lugar na média-dia de sexta-feira

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A Record voltou a ocupar a vice-liderança de audiência na média-dia, medida entre 07h e 00h, na última sexta-feira (25).
Neste dia, a emissora da Barra Funda registrou 5,6 pontos contra 5,3 do SBT.
Durante o mesmo período, a Globo liderou com 16,1 e a Band ficou em quarto lugar com 2,6 pontos.
Na quinta-feira (24), em uma ocasião quase que inédita nos últimos seis anos, o SBT bateu a Record e assumiu a vice-liderança isolada em um dia útil.
Apesar de a emissora estar crescendo e ter chegado a bater a concorrente, a distância se limitava às casas decimais, margem esta que foi ultrapassada.
Na ocasião, o SBT registrou 6,2 pontos contra 5,2 da Record, que teve seu pior desempenho do ano.
NA TELINHA

Crônica de Atlético(GO) 1 – 1 Ponte Preta

O Atlético-GO, que festejou o empate com o Cruzeiro na primeira rodada do Brasileirão, agora lamenta uma nova igualdade. Em sua estreia no Serra Dourada, ficou no 1 a 1 com a Ponte Preta, que somou o primeiro ponto em seu retorno à Série A. Bida e Roger balançaram a rede em uma noite de pouca inspiração dos dois adversários.

Com dois pontos, o Rubro-Negro fica na oitava colocação pelo menos até o complemento da rodada. A Macaca subiu para 14ª posição, com um ponto. Na próxima rodada, o Atlético-GO recebe o Grêmio, em Goiânia, no dia 6 de junho. A Ponte Preta jogará contra o Flamengo, em Campinas, no mesmo dia.

Ciente de que o Atlético-GO ficou devendo, o lateral Ernandes ressaltou a necessidade de melhorar ao longo do Brasileirão.

– Sabemos que não fizemos um bom jogo. Teremos que trabalhar muito para melhorar na competição. Vamos esquecer a Ponte Preta. Bola para frente.

No lado da Ponte Preta, Roger lamentou o resultado fora de casa:

– Você vem para Goiânia sabendo que um empate é bom negócio. Mas depois do jogo, acho que, com todo o respeito, fomos melhores, criamos muitas chances, mas acabamos não fazendo os gols.

Bida comanda o Dragão

Falta de entrosamento não foi o problema da Ponte Preta. Embora tenha entrado em campo com nove modificações em relação ao time que enfrentou o próprio Dragão no mês passado pela Copa do Brasil, a Macaca ficou mais tempo com a posse de bola e incomodou o adversário com jogadas pelas laterais e passes em profundidade para Roger. No Atlético-GO, Adilson Batista repetiu a formação que estreou contra o Cruzeiro, mas o time da casa não apresentou bom volume de jogo.

A primeira chance de gol ocorreu aos oito minutos. Após cruzamento de André Luís, o goleiro Roberto saiu mal do gol, tentou proteger a bola perto da linha de fundo e perdeu para Roger. O atacante tentou o chute de fora da área e acertou a rede pelo lado de fora. Com apenas um atacante de ofício, o Rubro-Negro tinha dificuldades para se manter no ataque e dependia das investidas dos meias Elias e Bida, já que Diogo Campos não conseguia criar perigo à Ponte.

No entanto, os dois meias atleticanos vivem grande fase, sobretudo Bida, que não perdoou o rival. Aos dez minutos, quando a Macaca controlava as ações, Tiago Alves saiu jogando mal, e a bola sobrou para Elias, que cruzou de primeira. Dentro da área estava Bida. O camisa 10 honrou a responsabilidade de marcar os gols rubro-negros e acertou um belo voleio, sem chances para Lauro: Atlético-GO 1 a 0.

Atlético-GO x Ponte Preta (Foto: Weimer Carvalho / O Popular)Marino disputa jogada com João Paulo Silva (Foto: Weimer Carvalho / O Popular)

Sem se abater com o gol sofrido, os visitantes foram em busca da igualdade. Estreante da noite, o meia Marcinho deixou Roger na cara do gol. O atacante invadiu pela direita e chutou alto. A bola bateu no travessão antes de sair em tiro de meta. Ao longo da semana, Roger reclamou da cobrança da torcida, que está na bronca com ele.

O centroavante até mostrava vontade no Serra Dourada, mas pecava em seu posicionamento. Só no primeiro tempo foram três impedimentos, para o desespero de Gilson Kleina. Mas o técnico adversário, Adilson Batista, também sofreu no Serra Dourada. O marcador implacável era o próprio torcedor rubro-negro, que pedia uma formação mais ofensiva em campo.

No banco de reservas, Adilson tinha os atacantes Danilinho, Felipe e William à disposição, mas não abria mão de sua convicção. O Atlético-GO chegava em alguns lances com perigo pelo lado direito do campo, com o volante Marino. Outro lance de perigo ocorreu aos 34 minutos. Após cobrança de falta de Elias, Paulo Henrique subiu mais alto e obrigou Lauro a fazer boa defesa.

Redenção de Roger

Muitos torcedores da Ponte Preta podem ter perdido a esperança com Roger logo no primeiro minuto do segundo tempo. Após 15 minutos de intervalo, o atacante não esperou nem uma volta no ponteiro para ficar em posição irregular novamente. O atacante recebeu cruzamento da esquerda, obrigou Roberto a fazer boa defesa, mas o lance já não valia. Roger estava impedido.

No entanto, enquanto o time da casa pecava por omissão e não ameaçava a Ponte, Roger continuava agindo. Depois de várias tentativas, o jogador foi premiado em lance de oportunismo e competência. João Paulo cruzou para a área atleticana, Paulo Henrique não alcançou a bola, e o camisa 9 da Ponte, em posição legal, mandou de primeira para o fundo da rede: 1 a 1 e muitas vaias no Serra Dourada.

O alvo principal dos protestos era o técnico Adilson Batista, que não esperou nem a saída de bola para substituir Diogo Campos por William, alteração que não mudou o esquema tático com um atacante. Roger quase virou o jogo aos 15 minutos, em chute de fora da área. Bida, discreto após fazer um golaço no primeiro tempo, respondeu no minuto seguinte, em chute à esquerda de Lauro.

No decorrer do segundo tempo, o treinador do Atlético-GO ainda colocou Felipe na vaga do volante Fernando Bob, mas o Dragão não empolgou. A Ponte Preta diminuiu o ritmo e também parou de ameaçar o goleiro Roberto.

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