Novela horrorosa da Record

  

Está certo que Hiran Silveira, comandante de dramaturgia da Record, não tem a menor noção de dramaturgia, pois era gerente de banco e dramaturgia não se aprende em poucos dias.
Mas, alguém deveria ter visto a sinopse da novela Máscaras, algo lamentável que a Record coloca no ar gastando uma fortuna que de nada vale.
E olha que o autor é conhecido, tem sucessos antigos, mas parece que subiu no salto alto.
Lauro César Muniz escreveu uma porcaria inaceitável para autor de renome.
E a direção artística da Record, ao aprovar a sinopse, assinou junto a bobagem.
O tal de Hiran Silveira deve ser da escola de Manoel Martins, da Globo.
Manoel, diretor de entretenimento da Globo, não lê sinopse de novela e dá pra assessores fazerem esse trabalho.
Se Hiran Silveira Honorilton Gonçalves entendessem o mínimo de televisão aberta e popular, jamais autorizariam a sinopse de Máscaras.
Novelinha sem graça, neurótica e fechada em si, mais neurótica que uma das personagens.
O povo não capta a base dos personagens, num texto intelectual demais para novela.
Lauro fez a novela pra ele mesmo ter orgasmos e não se preocupou com o prazer do povo.
Ora, sem povo, a novela não tem ibope.
Lauro deveria saber disso, mas parece que desaprendeu.
E os gênios que comandam a Record sabem menos.
Gasta-se uma  fortuna numa novela sem carisma.
Gasta-se tempo que não dá ibope.
Viva Honorilton Gonçalves.


Escrito por James Akel

Escrito por James Akel no dia 2 de maio de 2012

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.