Val Marchiori e Joana Machado trocam farpas no “Roberto Justus+”

https://i1.wp.com/natelinha.uol.com.br/img/pag/315x265/img20120524121841.jpg

Consagradas por terem participado de dois realities, Val Marchiori e Joana Machado serão destaque da próxima edição do “Roberto Justus+”, na Record.

Val, que foi uma das componentes do “Mulheres Ricas”, e Joana Machado, vencedora de “A Fazenda 4”, foram algumas das convidadas do programa.

Durante as gravações, as duas se estranharam e trocaram farpas segundo informou a coluna Zapping.

O “Roberto Justus+” vai ao ar às segundas, a partir da meia-noite.
NA TELINHA

Lauro César Muniz vê Máscaras como equívio e pesadelo

A frustração com “Máscaras”, novela que a Record estreou em 10 de abril, não é apenas do público e da direção da emissora. O próprio autor, Lauro Cesar Muniz, tem se manifestado criticamente sobre o seu trabalho. De forma corajosa, ele já chama a novela de um “pesadelo”.

Enquanto os espectadores se afastam e os executivos da Record quebram a cabeça pensando em como recuperar a audiência perdida no horário, Muniz tem dado algumas pistas sobre as causas do insucesso.

Em duas entrevistas que deu nos últimos 30 dias, uma para o site da própria Record e outra para um blog independente, o autor tratou abertamente dos problemas da novela.

Em 19 de abril, questionado sobre a baixa audiência dos primeiros dias, Muniz deu a seguinte explicação:

É uma novela com temas muito fortes: depressão pós-parto (DPP), um sequestro com bebês envolvidos, uma garota morrendo com câncer, uma festa de descasamento. Não acenei para a alegria e a felicidade. Fui radical e estou pagando por isso.

Provocado a culpar o público pelos baixos números da novela, o autor preferiu responsabilizar as novelas concorrentes:

O público gosta de novidades, mas tantas foram as novelas de fácil comunicação, esquemáticas, simples demais, que os telespectadores tomaram o formato como padrão. Todos parecem querer ver a mesma coisa sempre, mudando um pouco a história mas mantendo sempre o maniqueísmo. Há exceções, claro. Mas não pesam pela avalanche de histórias simples demais. ‘Máscaras’ está contra a corrente dos mais acomodados,  está mexendo um pouco com o universo dos telespectadores. É bom que isso aconteça, mas nós temos que ter paciência.

Indagado se tinha planos de mudar alguma coisa, ele disse:

Eu já ultrapassei o capítulo 40. Não vou mexer em nada até aí. Seria desorganizar uma história que está bem amarrada. A novela vai reagir. Calculo umas duas semanas ainda.

Quase um mês depois, em 16 de maio, sem que a audiência da novela tenha melhorado, mas sim piorado, Muniz deu outra entrevista e explicações diferentes, ainda mais francas. Frustrado com o próprio trabalho, o autor disse:

Eu acho que me empolguei demais em criar uma trama policial cheia de mistérios e cometi o grave erro de abrir esses mistérios sem fechá-los em pouco tempo. Isso deu a sensação de trama sem clareza. No ar, a maioria das respostas está sendo dada, mas talvez seja tarde. O público tem pressa. Como eu não tinha quando escrevi – a novela ainda não estava no ar – eu perdi essa perspectiva. Foi o erro mais grave que eu cometi.

Fez uma crítica, também, à direção de “Mascaras”:

Meus diálogos são simples e realistas. Se dão a alguns a impressão de serem “literários” (no mau sentido) é porque a direção da novela se equivocou no tom, dando aos atores certa solenidade. Por mais que eu alertasse, no início, não obtive a atenção dos diretores, pois estavam envolvidos com uma gravação dificílima em um navio. Ao voltar havia um atraso considerável e as reuniões não sanaram este problema.

No trecho mais forte da entrevista, Lauro Cesar Muniz reconheceu o seu “equívoco” e tratou de “Máscaras” como um pesadelo.

Não me sinto injustiçado, não. Ao contrário me sinto “justiçado” – cometi um erro grave e estou pagando por isso. É uma pena que eu tenha errado em minha última novela. “Máscaras” vai para meu rol de equívocos como “Os Gigantes”.  Eu gostaria de acordar desse pesadelo .

Maurício Stycer

Novelas garantem vice-liderança absoluta para a TV Jornal/SBT

https://i0.wp.com/natelinha.uol.com.br/img/pag/315x265/img20120524153711.jpg

A TV Jornal, afiliada do SBT em Pernambuco, comemora os índices de audiência alcançados pelas novelas na última terça-feira (22).

De acordo com dados consolidados do Ibope local, “Marisol”, que foi ao ar das 15h29 às 16h36, registrou média de 11 pontos com pico de 14. Garantiu a vice-liderança absoluta com boa vantagem sobre a concorrente.

Já a reprise da mexicana “Maria do Bairro” cravou média de 13 pontos e liderou a audiência, ao lado da Globo.

O segundo capítulo de “Carrossel” também registrou excelentes índices de audiência: 11 pontos de média com pico de 13. Com esses números, a TV Jornal/SBT ficou em segundo lugar isolado. A Record marcou 5 pontos no horário.

NA TELINHA

Nilson Xavier comenta Rei Davi

A Record comemora a repercussão de sua minissérie Rei Davi – cujo último capítulo foi exibido na quinta-feira, 03/05. Apresentada desde 24/01, às terças e quintas-feiras, em 30 capítulos, Rei Davi bateu de frente com a programação noturna da Globo e chegou a liderar a audiência no horário no qual era exibida em mais de vinte ocasiões, concorrendo diretamente com atrações como o BBB, a minissérie O Brado Retumbante e a séries As Brasileiras e Amor e Sexo.

E tem explicação para sua audiência cativa: a identificação direta do público alvo – o que aprecia histórias bíblicas – concorrendo com uma minissérie difícil de ser digerida (O Brado Retumbante), uma edição “apagada” do BBB e a safra irregular de As Brasileiras e Amor e Sexo, que não tinha linearidade da audiência (alguns episódios ruins faziam o público trocar de canal). Rei Davi se garantiu em seu público alvo e chamou a atenção daquele que fugiu de alternativas pouco animadoras dos outros canais.

Mas é injusto justificar a repercussão de Rei Davi na falta de opção da concorrência. A Record apresentou uma superprodução épica, um trabalho de mais de trezentas pessoas e investimento de mais de R$ 25 milhões de reais, primeira obra neste formato com cenas gravadas fora do país (no Canadá e Chile). Remeteu a produções americanas – guardadas as devidas proporções, claro! – como o filme 300 e as séries Spartacus e Game of Thrones.

Rei Davi representou um avanço nas minisséries bíblicas da Record – que a emissora prefere chamar de “minisséries épicas” – quando comparada com as produções anteriores: A História de Ester (2010) e Sansão e Dalila (2011). Alguns acidentes de percurso chamaram a atenção: Leonardo Brício, o Rei Davi, caiu do cavalo e, em outra ocasião, teve a mão machucada. Já a atriz Cibele Larrama teve uma parte de seus cabelos queimados durante uma gravação – chegou a fazer uma cirurgia plástica para amenizar as marcas de queimaduras nas costas.

Ainda uma nota triste: o falecimento da atriz Marly Bueno – que vivia a vilã Ainoã, mulher do Rei Saul (Gracindo Jr.) – no dia 12/04/2012, no Rio de Janeiro, após ter sido hospitalizada para uma cirurgia no intestino. Ela tinha 78 anos, estava no ar em Rei Davi, mas já havia concluído suas gravações na minissérie.

A produção de uma nova minissérie épica para 2013 está garantida. E que seja superior a Rei Davi – saem ganhando o público, a emissora e todos os profissionais envolvidos. E que seja também uma oportunidade para corrigir os erros cometidos nesta, como os de caracterização (maquiagem e perucas e barbas postiças fakes demais).

Rei Davi: minissérie de Vivian de Oliveira, livre adaptação dos livros I Samuel e II Samuel, da  Bíblia, escrita com Camilo Pellegrine, Emílio Boechat, Maria Cláudia Oliveira e Altenir Silva. Direção de Edson Spinello, Leonardo Miranda e Rogério Passos, com direção geral de Edson Spinello.

Nilson Xavier UOL

“Carrossel” é a maior audiência do SBT desde 2008

  • A audiência da novela “Carrossel” surpreendeu a todos. A trama, até o momento, acumula uma média de 13 pontos na Grande São Paulo.

    A emissora de Silvio Santos não via um índice tão expressivo desde 2008, durante a reprise do folhetim “Pantanal”” (1990), da extinta TV Manchete, e da exibição do “Domingo Legal”, quando ainda era comandado por Gugu Liberato.

    Inicialmente, a meta do SBT para “Carrossel” era 7 pontos de média. Silvio Santos, em seu programa, cogitou 15 pontos.

    OPLANETATV!

Novela de Dona Íris esqueceu de ter roteiro

 Tá tudo bem que todos no SBT comemoram ibope excelente da novela mexicana.
O ibope é merecido, ainda mais quando as outras emissoras nada têm a mostrar.
Mas vamos aos fatos.

Dona Íris, a recopiadora dos textos mexicanos, deveria se preocupar em roteirizar os textos pra não cometer gafes inaceitáveis para uma escritora de tanto tempo.
Numa determinada cena, o aluno judeu pede à professora que peça de volta o objeto religioso que a diretora tomou dele.
Na cena seguinte, a professora vai até a sala da diretora e não pede o objeto.
Volta, então, pra sala de aula sem falar nada.
Então, os alunos falam de novo com ela para que peça o objeto, como se nem tivessem falado antes.
E a professora vai de novo na sala da diretora como se não tivesse feito isso antes.
Isto é amadorístico e não pode ser feito numa emissora do porte do SBT.

Mais adiante na novela.
Alguém tem que definir se a escola é pública ou particular.
Afinal, no primeiro capítulo, uma aluna que vai pra escola recebe uma maçã da mãe pra lanche, dizendo que ela não tinha dinheiro pra comprar outra coisa.
E no capítulo de ontem, um pai diz que se sacrifica pra pagar a escola para o filho.
A dona Íris tem que definir se a escola é pública ou privada.

Claro que se a dona Íris tiver de ajudante uma especialista em matemática e uma outra em informática, não dá pra pensar em escrever a novela de uma forma mais coerente.
Ajudante pra escrever textos e roteiros tem que ser pessoa que tenha conhecimento disto, de estrutura de novela.
Quanto aos textos falados pelas crianças, a cada dia isto se mostra de forma equivocada, com crianças apenas falando textos decorados.
Isto é erro grande de falta de comando adequado da novela.
Lá existem 3 diretores e nenhum deles sabe trabalhar com crianças.
O péssimo resultado de interpretação é inaceitável.
Os meninos e meninas são bons, mas quem os comanda não tem ideia disto.
Então personagens que deveriam mostrar naturalidade na novela, perdem em interpretação.
A melhorzinha é Larissa, que faz Joaquina.
Maisinha, que apresenta tão bem os seus programas, está se mostrando forçada na interpretação.
Nem preciso falar das outras meninas que, mesmo sendo promissoras, não tiveram preparação adequada pra um trabalho destes.

Vejam que coisa, com tudo isto, a novela continua gostosa de se ver.
Com tudo isto, a novela tem excelente ibope.
Imaginem se tivessem feito um trabalho bem feito, se dona Íris tivesse feito roteiro certo de cada capítulo, se os diretores entendessem de preparar crianças e se a atriz que faz o papel da professora não fosse tão ruinzinha.
Seria um sucesso tão grande que bateria um enorme ibope.
Mas, pra concorrer com a atual Rede Record, o que está no SBT serve.

Escrito por James Akel