Australia’s 2013 heatwave due to climate change, researchers conclude

September 30, 2014 – 3:03PM

Lisa Cox

National political reporter

A man enters the baths at Coogee Beach on Tuesday.

A man enters the baths at Coogee Beach on Tuesday. Photo: Kate Geraghty

Record temperatures in Australia in 2013 were almost certainly caused by man-made climate change, five separate studies have found.

Researchers from the University of Melbourne, the Australian National University and the University of NSW have concluded it is “virtually impossible” that the heatwaves that hit Australia in 2013 would have occurred were it not for carbon emissions caused by human activity.

The reports have been published in the Bulletin of the American Meteorological Society as part of a global project examining the impact of climate change on extreme weather.

The results, which are the strongest statement yet on the impact of climate change on Australia’s weather patterns, are a wake-up call for the Abbott government a week after it was criticised for failing to take beefed-up emissions reduction targets to a special summit of world leaders in New York.

Five teams of researchers examined the heat that baked Australia for much of 2013, leading to the hottest day, month, spring and summer since records began.

They concluded that the record temperatures for the whole of that year would almost certainly not have occurred without man-made climate change and that the chance of heatwaves occurring was more than 2000 times greater because of human-caused climate change.

Professor David Karoly, one of the authors, said the results mark the first time that researchers had concluded that a specific weather event couldn’t or most likely couldn’t have occurred in Australia without the increase in greenhouse gas emissions caused by human activity.

“The Prime Minister last year said that studies hadn’t been done and the CSIRO cautioned against attributing individual extreme weather events to climate change,” Professor Karoly said.

“Now the studies have been done and the results are very clear.”

The teams of researchers used a variety of computer-based simulations that modelled 20th and early 21st century temperatures.

One set of models factored in natural variations in climate and human influences on climate, while another set showed what temperatures would have looked like without man-made climate change.

Out of 12,500 simulated years, only one result in the latter group produced temperatures higher than those seen in Australia in 2005 – the hottest year before 2013 – and none as hot as 2013.

“There was an increase in the frequency of heatwaves in 2013 and the intensity of heatwaves due to climate change,” Professor Karoly said.

“It was three times the frequency and two times the intensity.”

Source : The Sydney Morning Herald

Renato Maurício Prado comenta conversa que teve com personagem fictício

Encontro o Bagá, caminhando no calçadão de Ipanema, todo pimpão, com uma faixa de campeão do mundo (de basquete) no peito. Não sabia da paixão do ciclope pelo esporte da bola ao cesto, mas ele prova estar por dentro das coisas:

— Chefia, sabe qual é o problema do Mengão? Não ter, no futebol, um cracão como esse “hermano” do basquete.

Concordo que Laprovitolla é um monstro, e, de repente, o rosto do gigante de ébano se ilumina.

— Tive uma ideia!

Tentei me escafeder rapidamente (as ideias do sacrossanto crioulo, geralmente, acabam o levando para o xadrez), mas ele me segura pelo braço e me conta o seu lampejo:

— Por que não se testa esse argentino do basquete no futebol? Tem ginga, é do país do Maradona e do Messi, de repente… Mais que esse Arthur ele joga, com certeza…

 

Renato Maurício Prado – O GLOBO – 30.09.2014

Renato Maurício Prado comenta desempenho da seleção brasileira de vôlei feminino no Mundial de Vôlei

A seleção feminina de vôlei tem me dado alguns sustos, mas continua a ser um enorme prazer vê-la jogar. Jaqueline, que já fora o grande destaque da última final olímpica, continua a esbanjar eficiência no passe, na defesa e no ataque. É uma jogadora completa. Além dela, o bloqueio brasileiro (onde pontifica a excepcional capitã Fabiana) tem sido outro ponto alto desse timaço de José Roberto Guimarães, que luta pelo título mundial, que é o único que lhe falta.

A partir de amanhã, começa a pedreira pra valer: vêm aí Rússia, EUA, China etc. O Brasil já foi vice três vezes nesta competição: em 1994 perdeu para Cuba, e nos dois últimos torneios (2006 e 2010) acabamos derrotados (por 3 a 2) pela Rússia da gigantesca Gamova. Está na hora de nossas meninas de ouro faturarem esse último caneco restante.

 

Renato Maurício Prado – O GLOBO – 30.09.2014

Renato Maurício Prado comenta vitória do Flamengo sobre o Maccabi Tel Aviv

Sou de uma época em que o campeonato carioca de basquete era espetacular: Botafogo, Flamengo, Fluminense e Vasco tinham autênticos timaços, e os duelos eram inesquecíveis — as finais, geralmente, eram no Maracanãzinho, que ficava lotado. Daqueles bons tempos de Marquinhos, Aurélio, Peixotinho, Ilha, Barone, Manteiga, Fioravante, Rogério e tantos outros, pouco restou no Rio. O Fla é uma honrosa exceção, e até Oscar Schmidt envergou o manto sagrado nos últimos anos de sua carreira.

Por isso, foi de arrepiar ver o rubro-negro reverter uma desvantagem (perdera o primeiro jogo por três pontos) e conquistar, com sobras, o título intercontinental, batendo o campeão europeu Macabbi Tel Aviv por 90 a 77. Um banho. O craque do campeonato foi o argentino rubro-negro Nicolás Laprovittola, um jogadoraço. Mas o maior show veio mesmo das arquibancadas lotadas da Arena da Barra, onde a torcida do Flamengo provou, uma vez mais, sua paixão e sua força. Que lindo espetáculo!

 

Renato Maurício Prado – O GLOBO – 30.09.2014

Renato Maurício Prado comenta entrosamento entre Messi e Neymar no Barcelona

Neymar e Messi vão se entendendo cada vez mais, acumulando gols e tabelinhas e encantando os torcedores do Barcelona. Se continuarem assim, podem acabar superando os feitos de outra parceria Argentina e Brasil extremamente bem sucedida: Maradona e Careca, no Napoli. Juntos, Diego e Antônio foram campeões italianos (1990), da Copa da Uefa (1989) e da Supercopa da Itália (1990).

Até por jogarem no poderoso Barça, um clube bem mais rico do que o Napoli, creio que Messi e Neymar têm condições de ir mais longe. Mas o que interessa agora é o seguinte: qual dupla você escolheria primeiro, num par ou ímpar de pelada? Parada duríssima, hein? Vote por e-mail ou por comentário no meu blog, e na próxima coluna eu dou o resultado e digo a minha opinião.

 

Renato Maurício Prado – O GLOBO – 30.09.2014

Renato Maurício Prado comenta São Paulo 1 x 3 Fluminense

Quando Conca, Fred e Diego Cavalieri jogam bem, o Fluminense fica em condições de enfrentar qualquer time na América do Sul com boas chances de vencer. Foi o que aconteceu no sábado passado, no Morumbi, diante do São Paulo, batido inapelavelmente por 3 a 1.

O raciocínio em relação ao trio tricolor serve também para o quarteto são-paulino (Kaká, Pato, Ganso e Kardec — ou Luís Fabiano). Mas, desta vez, nenhum dos “galácticos” paulistas brilhou.

Com 40 pontos (três a menos que o São Paulo, o Atlético Mineiro e o Grêmio), o Flu ainda tem chances de conseguir uma vaga na Libertadores. Mas é preciso que seu trio de craques não fraqueje. Até porque a defesa, que já não tinha Gum (que sofreu uma fratura), agora ficou sem Henrique, que terá que operar o joelho. Aguenta, Cavalieri…

Renato Maurício Prado – O GLOBO – 30.09.2014