Aldo Rebelo fala que os gastos estatais com a Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014 foram poucos

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Depois do governo colocar mais de R$ 5,6 bilhões em obras da Copa, o ministro Aldo Rebelo disse ontem que a organização do evento é um investimento “basicamente privado” e não comprometem os orçamentos de Saúde e Educação.

Segundo Rebelo, as críticas contra os gastos do Mundial em relação à Saúde e Educação não sobrevivem ao “cotejamento estatístico”. “O orçamento todo do Ministério do Esporte é menos de 1% do Ministério da Saúde e da Educação. Não tem comparação”, disse.

As declarações do ministro foram dadas em audiência pública na Câmara dos Deputados para discutir a organização da Copa.

O próprio Rebelo lembrou que ainda há custos indiretos, estimados em R$ 600 milhões, em renúncias fiscais. “Isso é quase nada perto dos R$ 27 bilhões de renúncia fiscal para a indústria automobilística nos últimos anos”, afirmou.

Com esses números em mãos, Aldo Rebelo saiu em defesa do governo e foi enfático: os gastos foram “poucos”.

Diário do Nordeste – Nacional – ’16.04.2014

E agora, CBF?

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Ao perder os pontos por escalação irregular de um jogador de seu elenco, o Figueirense deixou a quarta colocação da Série B do Brasileiro do ano passado para o Verdão do Cariri, que havia encerrado a competição em quarto lugar
FOTO: CID BARBOSA

O Icasa conseguiu, ontem, uma liminar na Justiça Comum que obriga a CBF a incluí-lo na disputa da divisão de elite do Campeonato Brasileiro, cuja primeira rodada acontecerá já neste fim de semana. O despacho favorável ao clube cearense foi assinado pela juíza Érica de Paula Rodrigues da Cunha, da 4ª Vara Cível da Barra da Tijuca, no Rio.

O clube cearense contesta a atuação do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) no caso do volante Luan, do Figueirense. Em fevereiro, o Icasa protocolou uma ação no STJD pedindo a punição do time catarinense por suposta escalação irregular do jogador na partida contra o América/MG, disputada em 28 de maio de 2013, pela Série B.

alegação era de que o jogador havia atuado pelo Figueirense mesmo tendo contrato vigente com outro clube. A procuradoria do STJD questionou a CBF sobre o caso, mas considerou que o prazo para reclamação do Icasa já havia prescrito.

Caso o Figueirense fosse punido pelo STJD e perdesse pontos pela escalação irregular de um jogador, assim como aconteceu com a Portuguesa no Brasileirão do ano passado, o Icasa seria beneficiado. O Verdão terminou a Série B em quinto lugar, apenas um ponto atrás do rival catarinense, que ficou com a última vaga do acesso para a elite.

‘Erro do STJD’

Na liminar, a juíza acatou a tese do Icasa de que o STJD errou ao arquivar o caso sem sequer julgar o mérito, por considerá-lo prescrito. “Os autos foram indevidamente arquivados, sob a alegação de prescrição, adotando conduta totalmente diversa à do caso Portuguesa x Fluminense; que caberia ao órgão julgador, e não ao Procurador, a análise da prescrição, acreditando o autor que a atitude foi tomada por motivos políticos, tanto para preservar a 1ª ré do descrédito perante a mídia e a opinião pública quanto pelo fato de o autor não integrar a elite do futebol brasileiro, pois chegaria à Série A apenas pela primeira vez”, assinalou a magistrada.

Caso descumpra a decisão, a CBF deverá pagar multa diária de R$ 100 mil. O julgamento final será no dia 31 de julho.

 

 

Diário do Nordeste – Jogada – 16.04.2014

Naty Graciano sobre “CQC”: “a maior realização profissional da minha vida”

Naty Graciano sobre
Fotos/ Divulgação

Loira, bonita e inteligente, Naty Graciano entrou para o “CQC” nesta temporada e já chama a atenção do público, não só pela sua beleza, mas também por sua “cara de pau” quando faz entrevistas, principalmente com famosos.

Naty não esconde sua felicidade em ser uma das repórteres da atração da Band. Vinda da TV TEM, afiliada da Globo no interior de São Paulo, ela classifica o seu atual momento, em uma entrevista exclusiva para o NaTelinha: “É a maior realização profissional da minha vida”.

Com a popularidade que o programa dá, Naty já sente o assédio do público: “Me param nos eventos para tirar elogiar, tirar foto”.

Veja a conversa na íntegra:

NaTelinha – Qual é a sua emoção de fazer parte de um programa como o “CQC”?

Naty Graciano - É a maior realização profissional da minha vida. Lutei muito para chegar onde estou, me sinto completamente feliz.

NaTelinha – Como tem sido sua rotina desde que entrou na atração?

Naty Graciano  - Correria boa, sempre. Cada semana em um lugar, cada dia um horário.

NaTelinha – Sua relação com os apresentadores, os outros repórteres, a produção, como tem sido?

Naty Graciano -  A equipe do “CQC” é muito jovem e divertida. Então, o clima é muito bom. Me sinto em casa.

NaTelinha – Você tem acompanhado os elogios e críticas sobre a sua estreia? Como você as leva? Vai se aproveitar delas para mudar algo em sua abordagem nas reportagens?

Naty Graciano - Não tenho tempo de ler tudo mas, quando posso, claro que as vejo. Acho importante saber o que as pessoas pensam sobre o meu trabalho. Também já tenho o meu estilo de trabalhar, mas quero evoluir sempre.

NaTelinha – Qual é o seu maior anseio no “CQC”? Onde quer chegar?

Naty Graciano - Quero que as pessoas curtam o que estou fazendo. Estou me dedicando ao máximo. Espero que vejam, assistam, compartilhem… (risos).

NaTelinha – Você, agora, faz parte de um programa de cunho político. Como vê o atual cenário da política brasileira?

Naty Graciano - Acredito que precisamos de mudanças promissoras. Temos que saber escolher e cobrar nossos políticos.

NaTelinha – Você veio da TV TEM, afiliada da Globo no interior paulista. Como você começou sua carreira e como veio parar no “CQC”?

Naty Graciano - Comecei como repórter em uma web TV de viagens. Felizmente, em 2011, fiz um teste para repórter na TVTEM e rolou. Depois de 2 anos assumi a apresentação do programa. Depois, mandei meu material para a produção do CQC e participei da seleção. Foram várias etapas até a resposta final…. Eu consegui! (risos).

NaTelinha – Já tem sentido a abordagem do público nas ruas e nas redes sociais?

Naty Graciano - Sim… Me param nos eventos para elogiar, tirar foto… Nas redes sociais também recebo várias mensagens. Adoro ler e responder quando possível. É tão bacana saber que as pessoas estão curtindo meu trabalho.

NaTelinha – Como você se define como pessoa?

Naty Graciano - Sou uma mulher batalhadora, dedicada, que não desperdiça as chances que a vida dá!

 

NaTelinha

Caminhar acelerado 30 minutos por dia diminui risco de ataque cardíaco

Cardiologista ressalta: pesquisas feitas na década de 90 comprovam até
hoje a importância do exercício para reduzir os efeitos da vida sedentária .

Em 1996, o Ministério da Saúde americano publicou uma pesquisa de cinco anos feita com a sua população. A conclusão foi a de que caminhar acelerado 30 minutos por dia diminui o risco de um ataque cardíaco em 34%, tanto em homens com em mulheres. Além disso foi sugerido que subir escadas, três lances por dia, sete dias da semana, faria o mesmo efeito. As pesquisas começaram anos antes, trazendo informações para diminuir os efeitos danosos da vida sedentária.

Mulher caminhando euatleta (Foto: Getty Images)Mulher caminhando: 30 minutos deste exercício por dia reduz risco de doença cardíaca (Foto: Getty Images)

A primeira e mais impactante foi de um pesquisador inglês, “Morris”, que publicou um estudo simples na mais importante revista médica do mundo, o “Lancet”, sobre as doenças que acometiam os funcionários dos ônibus vermelhos de dois andares de Londres quando se aposentavam. Descobriu-se que os motoristas desses ônibus, passando a maior parte do tempo sentados, tinham mais casos de infarto do miocárdio do que os cobradores que se sentavam muito pouco, subiam e desciam as escadas o tempo todo do trajeto dos ônibus .

Outra pesquisa interessante foi acompanhar por informações pessoais ou de familiares a vida médica por 16 anos de ex- alunos de Harvard. Quem manteve vida ativa fisicamente, comparado com quem ficou sedentário, foi a de que esses últimos tiveram 50% mais doenças cardiovasculares do que os ativos praticantes de esportes, corridas ou outras atividades físicas. O que chamou a atenção foi que os benefícios detectados apareciam meses depois de mantido um gasto médio semanal de 2000 calorias em exercícios físicos.

Importante: gastar calorias e exercitar-se regularmente têm ganhos para a saúde só se mantiver as atividades físicas! Não existe poupança de benefícios que você tenha feito por um tempo, parando depois , por diversos motivos. O exercício físico não é vacina para as doenças em geral. Parou? Em pouco tempo desaparecem os benefícios, fica como se nunca tivesse feito exercícios na sua vida. Vamos manter as atividades físicas em dia. Só assim você poderá buscar a saúde plena.

.* As informações e opiniões emitidas neste texto são de inteira responsabilidade do autor, não correspondendo, necessariamente, ao ponto de vista do Globoesporte.com / EuAtleta.com.

 

GLOBO ESPORTE . COM

Leonardo Gaciba critica escalação de auxiliar e vê ‘birra’ na escolha: ‘Queriam ele ali’

Ex-árbitro lembra que não houve sorteio e acredita que teria sido melhor deixar o assistente Luiz Antônio Muniz de Oliveira de fora de Flamengo x Vasco .

Duas das maiores polêmicas de arbitragemno Campeonato Carioca envolveram o Vasco e o auxiliar Luiz Antônio Muniz de Oliveira. A mais recente foi na decisão, no último domingo, no Maracanã: o bandeirinha não marcou o impedimento de Márcio Araújo no gol rubro-negro, que garantiu o empate por 1 a 1 e o título ao Flamengo. Também no clássico, mas na fase de classificação, Douglas fez um gol de falta, a bola ultrapassou a linha em 33cm, e o gol vascaíno não foi validado. No “Arena SporTV” desta terça-feira, o ex-árbitro e comentarista Leonardo Gaciba lembrou que os assistentes não são sorteados e criticou a decisão da Comissão de Arbitragem .

- Lembro que assistentes são escalados e não sorteados. Está colocado ali porque a Comissão queria que ele tivesse exatamente naquele lugar. Me parece que não foi a decisão acertada – disse.

Após a polêmica no gol de Douglaso Vasco chegou a solicitar que nenhum dos árbitros que atuaram naquela partida voltassem a ser escalados em seus jogos. Em uma segunda solicitação, o clube pediu a escalação de árbitros de fora do Estado nas fases decisivas. Para Gaciba, há bons nomes na comissão local, no entanto, o assistente já envolvido em outra polêmica poderia ter sido preservado.

- Acho que seria bem melhor colocar outro, até porque o Rio de Janeiro tem muitos árbitros assistentes num nivel muito bom para fazer a final. Me parece que é um pouco de cisma, de birra, tipo: “Eu tenho poder, posso colocar esse cara aí e ninguém vai dizer que não é pra colocar ele” – afirmou Gaciba.

No gol polêmico da final, Márcio Araújo estava impedido quando mandou para as redes. Na súmula, o árbitro deu o gol para Nixon, que estava em posição regular, o que também rendeu muitas críticas. Para Gaciba, não havia dúvidas em relação ao autor do gol e os árbitros tinham conhecimento disso.

- Obviamente essa informação chegou no vestiário rapidamente, em seguida do término do jogo e da polêmica que tinha acontecido. Talvez a própria equipe de arbitragem teve a intenção de justificar seu erro e aí, para mim, fica mais feio do que realmente aconteceu – disse.

Impedimento; Gol do Flamengo; Tira-teima (Foto: Reprodução SporTV)
Tira-teima mostra posicionamento irregular de Márcio Araújo na hora do passe (Foto: Reprodução SporTV)
SPORTV . COM

Solidário, respeito a Hernane e voz da experiência: Alecgol e a busca do 100º

Com promessa para o filho de alcançar a marca nos pontos corridos, jogador do Flamengo, de 33 anos, inicia mais um Brasileiro e garante que não vive só de gols .

Na cabeça de Alecsandro, há uma série de números a serem alcançados, títulos ainda a vencer e promessas a cumprir. Nada que mude seu comportamento em campo na hora de demonstrar sua dedicação ao clube que defende. Com a camisa do Flamengo, o atacante inicia domingo, contra o Goiás, em Brasília, mais um Campeonato Brasileiro em sua carreira. Essa conquista ele ainda não tem em seu vasto currículo. Ao seu estilo, começa mais uma busca.

Aos 33 anos e com duas edições de Taça Libertadores em sua lista de títulos, Alecsandro tem como função principal os gols. Neste começo de ano, vem correspondendo. Ele é o artilheiro do Flamengo em 2014, com 12 gols. No Brasileiro, tem história, com 86 gols marcados desde 2003, quando foi implantado o sistema de pontos corridos. Sua busca pelo 100º nesse período virou promessa para o filho Yan, de sete anos.

Alecsandro Flamengo gol Cabofriense (Foto: André Durão / Globoesporte.com)
Artilheiro do time no ano, Alecsandro vai para os braços da torcida do Flamengo (Foto: André Durão / GloboEsporte.com)

Mesmo assim, Alecsandro não coloca os gols em primeiro lugar em sua trajetória. Ele ainda se considera com tempo para cumprir essa promessa ao filho e demonstra maior preocupação com a busca por vitórias para a realização de uma boa campanha no Campeonato Brasileiro. Como exemplo, passou em branco nos dois jogos finais do Carioca, contra o Vasco, mas saiu satisfeito com a sua atuação no confronto e a conquista do título.

- Não sou um atacante que vive só de gols. Vivo também de ajudar os companheiros, o treinador, a equipe. Quero o nosso bem, não só o meu. Prefiro vencer por 3 a 2 sem fazer gol do que fazer dois e perder por 3 a 2. No primeiro jogo com o Vasco, saí da área para dar o passe para o Paulinho ajeitar a bola e chutar. Às vezes, acontece dessa forma – afirmou Alecsandro.

A conta para chegar aos 100 gols nos pontos corridos está perto de acontecer. São 86, faltando apenas 14 para cumprir a promessa feita a Yan. Alecsandro não tem pressa, mas ficaria feliz caso conseguisse alcançar o feito este ano. No currículo, possui temporadas acima dos 30 gols, credenciais para manter a confiança de que o desejo é possível.

 Não sou um atacante que vivo só de gols. Vivo também de ajudar  os companheiros, o treinador, a equipe. Quero o nosso bem, não só o meu. Prefiro vencer por 3 a 2 sem fazer gol do que fazer dois e perder por 3 a 2
Alecsandro

- Já fiz 35 ou 36 gols em 2005, quando joguei em Cruzeiro e Vitória. Fui artilheiro do Campeonato Baiano. No Internacional, também tive temporada com mais de 30 gols. Mas nunca estipulo metas. A gente já leva uma cobrança diária e estipular meta de tantos gols é mais uma cobrança desnecessária. Tem o exemplo do Barcos, que acabou fazendo 13 gols no ano e teve uma cobrança grande em cima dele. Na reta final, é uma outra situação. Falei antes das finais do Carioca, por exemplo, que com 12 gols seria artilheiro. E teria sido se fizesse. Mas o Brasileiro está começando agora. É cedo para falar – comentou Alecsandro, terceiro maior artilheiro dos pontos corridos atrás de Paulo Baier (102) e Borges (91) e ao lado de Fred, que também tem 86.

Nesse nível de cobrança, Alecsandro terá a concorrência de Hernane. O Brocador vem se recuperando de um problema nas costas e, no ano passado, também começou o Brasileiro na reserva, mas terminou a temporada como artilheiro do Brasil, com 36 gols. Nessa disputa, o atual dono da posição garante ter uma relação saudável com um dos xodós da torcida do Flamengo.

- É normal, de um companheiro de clube. É uma relação que tenho com quase todos os jogadores do Flamengo. Tenho uma proximidade maior com quem concentro (Chicão e Elano), Carlos Eduardo também. Outros como Felipe e Wallace, que jogaram comigo. Fora esses, minha atitude, respeito, o dia a dia com Hernane é da mesma maneira. Uma relação de amigo, companheiro, de troca de ajuda, favores e experiência – afirmou Alecsandro.

Na conquista de seu primeiro título com o Flamengo, o atacante viveu uma situação inusitada. Três anos atrás, ele defendia o Vasco na decisão da Taça Rio e viu o então rival sair de campo com a conquista do Campeonato Carioca por ter vencido os dois turnos. Agora, inverteu a situação e conseguiu sair campeão do gramado.

- Não tem muito o que comparar. Cada  clube tem o seu carinho, seu torcedor. Vivi bons momentos no Vasco, de título, de artilharia. Ganhei e perdi. Quando ganha, fico feliz, quando perde, fico triste. No Flamengo, é da mesma forma. Fiquei triste pela eliminação na Libertadores, mas alegre pelo título carioca. Derrota e vitória são iguais, independentemente do clube – disse o atacante.

Nessa decisão, Alecsandro deu exemplo de como sua experiência pode ser útil ao time. No segundo tempo, ele procurou incentivar o zagueiro Erazo, que havia cometido o pênalti em Pedro Ken. O equatoriano demonstrava um claro abatimento e se sentiu aliviado com a conquista do título nos minutos finais da decisão.

- Por ter alguns anos de carreira, a gente conhece o abatimento de um jogador. O dele era nítido e notório. Naquele momento, veio em direção à área em um escanteio. Olhei, ele estava cabisbaixo. Foi a minha maneira de incentivar. Pude dar uma força. Disse para ele: “Já foi. Tomamos o gol. Agora mentaliza o que você pode fazer e não o que já fez. É um escanteio para a gente. Você vai fazer o gol. Acredito em você”. Ele me olhou desconfiado. Continuei: “Você está me entendendo. Vai lá fazer o gol”. Ele é um baita jogador, de  seleção, vai estar na Copa. O intuito do grupo é esse. Quando erra, erra todo mundo. Quando um faz gol, todo mundo faz. É o espírito que quero levar – afirmou.

Alecsandro é profissional desde 2001, quando foi revelado pelo Vitória. Suas temporadas se tornaram mais consistentes a partir de sua ida para o Cruzeiro em 2005. Agora, espera colaborar, reconhecendo que consegue feitos que alguns anos atrás não imaginava. No entanto, não compara sua atual forma com a do passado.

- A experiência de vida traz uma melhora. Não digo que sou melhor que há cinco anos, mas ganhei experiência. Coisas que faço hoje, talvez não fizesse há 10 anos. Desde o Vitória, venho fazendo gols e tendo boas atuações. Fico feliz por estar há tanto tempo fazendo gols em um nível tão alto – disse o atacante.

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Jayme agradece a Carlos Eduardo: “Era muito importante para o time”

Meia retornará ao Rubin Kazan em junho, após passagem conturbada
pelo Flamengo. Técnico diz que tentou insistir com o jogador .

passagem do meia Carlos Eduardo peloFlamengo já tem data para acabar. Em junho próximo termina o seu contrato de empréstimo ao clube carioca, e assim o jogador retorna ao Rubin Kazan, da Rússia, com quem tem contrato até 2018. Mas, apesar das hostilidades e vaias vindas das arquibancadas, o técnico Jayme de Almeida agradece ao jogador pela função tática que exerceu no ano passado, principalmente na campanha vitoriosa na Copa do Brasil, e diz que tentou ao máximo insistir no seu aproveitamento, mesmo diante das críticas da torcida .

- Tenho muito a agradecer a esse rapaz, de quem todo mundo fala muito mal. Era um jogador que, para aquele time, era muito importante. Era o cara que segurava a bola na frente, e as pessoas não percebiam isso. Era um jogador que não criava o que ele podia porque foi muito pressionado, ele entrava em campo para não errar. Então ele fazia o mínimo para não dar chance de ser vaiado. Um jogador com a qualidade dele pode meter uma bola, tentar um drible, chutar no gol. E não fez nada disso – justificou Jayme no “Bem, Amigos!”.

Carlos Eduardo no treino do Flamengo (Foto: Vicente Seda)
Carlos Eduardo sofreu com as críticas no
Flamengo (Foto: Vicente Seda)

Para ressaltar a pressão que pairava sob o jogador, o técnico do Flamengo relembrou uma partida do dia 2 de fevereiro, em que a equipe rubro-negra venceu o Macaé por 5 a 2, e o lance do segundo gol do time gerou uma série de questionamentos ao jogador.

- Comecei a insistir, mas, infelizmente… Num jogo em Volta Redonda lançaram uma bola e eu, do banco, achei que o goleiro ia pegar. O Carlos Eduardo também achou e virou de costas, mas o Amaral conseguiu chegar e dar um toquinho para dentro da área. O Carlos Eduardo estava de costas, e aí saiu que era “falta de interesse do Carlos Eduardo no jogo”. Daí realmente não tinha mais condição de sustentá-lo, com a vaia e a pressão em cima. É um menino que nos ajudou muito no ano passado – destacou.

O que pesa mais ainda em desfavor do jogador é que, em meio à fase que lhe rende críticas, Carlos Eduardo é dono do maior salário do atual elenco do Flamengo, que gira em torno de R$ 500 mil. Até o momento foram 50 jogos com a camisa do atual campeão carioca, mas com apenas um gol marcado, contra o Cruzeiro, no Mineirão, em gol importante para a classificação do time às quartas de final.

carlos eduardo flamengo macaé (Foto: Reprodução SporTV)
Jayme lembrou da partida que determinou barração de Carlos Eduardo (Foto: Reprodução SporTV)
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